abr 17, 2021 | Diversos
Torta é sem glúten e sem lactose
Tem coisa melhor do que aliar uma alimentação saudável com algo saboroso? Ter sempre na manga uma receita versátil e que fica pronta em apenas 20 minutos é ter uma excelente opção na hora do lanche, ainda mais para quem tem uma rotina de vida agitada.
Aline Rodrigues é nutricionista da Unimed Campo Grande e tem a solução, uma receita de torta de abobrinha. “É uma ótima opção essa torta, pois consigo inserir vários temperos e complementos, sem contar que ela é zero lactose e glúten. Uma ótima opção para lanches e pós-treino, já que é saudável e super gostosa”, confessa.
Rica em minerais e vitaminas como potássio, selênio, zinco, cobre, manganês e vitaminas E, A e C, a abobrinha além de saborosa combina com várias receitas e diversos alimentos. Vale ressaltar que, por ser rica em potássio, a abobrinha auxilia na prevenção de cãibras.
Torta de Abobrinha
Ingredientes
2 abobrinhas pequenas
1 ricota
4 ovos
½ cebola
½ tomate
Pimenta do reino a gosto
Sal a gosto
Temperos a gosto
Modo de preparo
1- Ralar as abobrinhas
2- Misturar a ricota, os temperos e adicionar o ovo com a abobrinha ralada
3- Misturar até formar uma massa homogênea
4- Assar em forno pré-aquecido a 200° por aproximadamente 20 minutos
abr 7, 2021 | Diversos
As duas vacinas contra a Covid-19 aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já estão sendo utilizadas no Plano Nacional de Imunização do Ministério da Saúde. Enquanto os grupos prioritários começam a receber as doses do imunizante, outra campanha também mobiliza a população: a vacina contra a H1N1.
Pessoas que já receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 devem aguardar 15 dias antes da aplicação do imunizante da Influenza. Com isso, muitas dúvidas em relação às vacinas podem surgir. Para desmistificar algumas questões, a Cassems tira dúvidas sobre as vacinas.
“É importante tomar a vacina da H1N1 em meio à uma pandemia de Covid-19?”
Durante o período de pandemia de Covid-19, a campanha de prevenção da gripe não só diminui a incidência de casos de Influenza, como também contribui no diagnóstico preciso em relação ao Coronavírus. A vacinação também facilita a diferenciação entre a gripe e a Covid.
“Depois de tomar a segunda dose da vacina da Covid-19, ou primeira dose da vacina da H1N1, a pessoa está imediatamente imunizada?”
Isso é um mito. O tempo médio para a maturação do sistema imunológico em relação ao imunizante é de, em média, um mês.
“Quais são as principais contraindicações das vacinas?”
As vacinas não são indicadas para pacientes que possuem hipersensibilidade ao princípio ativo, ou que já apresentaram uma reação anafilática confirmada a uma dose anterior da primeira dose da vacina.
“Depois de tomar as vacinas, ainda preciso tomar os cuidados para não contrair Covid-19 ou H1N1?”
Mesmo tendo tomado a vacina, é fundamental continuar usando a máscara, manter o distanciamento social, evitar aglomerações e higienizar frequentemente as mãos, até que toda a população esteja imunizada.
“Quem já teve a Covid -19 ou a gripe H1N1 precisa se vacinar?”
Precisa, sim! A defesa oferecida pela vacina é mais potente do que a provocada pela infecção natural. A vacinação não deve excluir quem teve as doenças antes.
“Posso tomar simultaneamente a vacina contra a gripe H1N1 e a vacina contra a Covid-19?”
Não. De acordo com o Ministério da Saúde e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americano, deve-se aguardar um prazo mínimo de 14 dias entre as duas vacinas.
abr 1, 2021 | Diversos
A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) teve no primeiro ano de pandemia, um total de 575 artigos científicos publicados em revistas científicas nacionais e internacionais. O número equivale a 1,57 artigo científico por dia em 2020. Além disso, a produção intelectual dos professores e pesquisadores da UEMS inclui ainda a publicação de 27 livros e 185 capítulos.
Os resultados foram publicados na última quarta-feira (30) no primeiro Anuário da Pesquisa, Pós-graduação e Inovação onde está reunido diversos indicadores que visam acompanhar a evolução da pesquisa na universidade. Para a Pró-Reitora de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação, Luciana Ferreira, o resultado é fruto de um trabalho coletivo que se desenvolve desde 2016. “A meta é que o anuário seja contínuo, permanente e que seja divulgado anualmente com os indicadores de base da produção da nossa comunidade acadêmica”, diz a pró-reitora.
O balanço anual feito pela Pró-reitoria de Pesquisa traz ainda diversos outros dados sobre o cenário da pesquisa na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, como o número de concluintes nos cursos de pós-graduação (140) e os grupos de pesquisa (94). Além disso, o documento traz informações importantes sobre o fomento financeiro à ciência no âmbito das bolsas de estudo para cursos de mestrado e doutorado. Em 2020, reunindo os diversos órgãos de fomento, como Fundect, Capes, Cnpq e Pibap, a UEMS obteve 257 bolsas para que alunos pudessem dar prosseguimento em suas respectivas pesquisas. Para a graduação, 1.391 bolsas foram distribuídas para o fomento da pesquisa, docência, monitoria e inovação conforme números disponíveis no site da Universidade.
Entre os fatores que estimularam a produção científica da UEMS em 2020 está a atuação dos 11 Centros de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPEX) distribuídos por todas as regiões do Estado. O anuário reúne outras informações importantes sobre a produção acadêmica na educação superior pública estadual de MS, como o número de artigos publicados em periódicos (359), orientações de mestrado (70) e orientações de tese (13).
O professor doutor Yzel Rondon integra o Conselho Técnico Científico do Centro De Estudos Em Recursos Naturais (CERNA), grupo que desenvolve pesquisas interdisciplinares nas áreas de Física, Engenharia Física, Química, Química Industrial, Ciências Biológicas e Engenharia Ambiental e Sanitária. Para Rondon, os centros de estudos possuem a chance de atuarem não apenas na produção acadêmica, mas na solução de problemas da sociedade. “Acredito que este impacto será maior com o amadurecimento dos CEPEX com a compreensão, por parte de nossos docentes, de que a interação com a comunidade pode minimizar o negacionismo e visão deturpada da ciência” conclui Rondon.
Mídia e Ciências
abr 1, 2021 | Diversos
Prato é uma boa escolha para Sexta-feira Santa ou domingo de Páscoa
Tem alimento mais tradicional do que servir peixe no almoço da Sexta-feira Santa ou no domingo de Páscoa? Preparar um prato com esse ingrediente é garantir não somente afeto como tempero, mas oferecer, principalmente, uma alimentação saudável e muito saborosa.
Nutricionista da Unimed Campo Grande, Allessyane Cleyti da Silva tem uma sugestão ideal para celebrar a data. Ela preparou uma receita deliciosa e muito fácil de fazer, um Peixe em Crosta Funcional.
Segundo ela, o prato “é caracterizado pelo seu alto valor nutricional apresentando baixo conteúdo calórico. Uma alternativa leve, de fácil digestão, prática e com custo acessível para quem busca a manutenção de peso ou ainda, para processos de emagrecimento”.
“Vale ressaltar que os peixes apresentam alta concentração de ômega 3, importante no controle do colesterol, glicemia, doenças cardiovasculares além de exercer efeito anti-inflamatório”, completa a nutricionista. Confira:
Peixe em Crosta Funcional
Ingredientes
– 4 filés de peixe branco (Merluza, Linguado, Bacalhau)
– 2 limões
– 2 dentes de alho
– 1 xícara de Castanha-do-Brasil
– 2 colheres de sopa de chia
– 2 colheres de sopa de farinha de linhaça dourada
– 2 ovos
Modo de Preparo
Deixe os filés temperando no limão e alho por um tempo. Triture as castanhas com a chia e a linhaça no triturador por alguns segundos (não triture por muito tempo para que possa ficar alguns pedaços). Passe os filés no ovo batido e depois passe na crosta. Leve ao forno e deixe dourar.
Rendimento: 4 porções.
mar 31, 2021 | Diversos
Com a ameaça do coronavírus, a imunização contra a gripe se tornou mais importante, pois a vacina deixa o sistema imunológico mais protegido contra cepas do vírus influenza, milhares de vezes mais comuns que o coronavírus.
O fato de avisar que foi vacinado contra a gripe também facilita o diagnóstico. Mas é importante destacar que a vacina da gripe não diminui o risco de contágio por coronavírus. Já há a vacina contra a covid19, porém apenas para os grupos prioritários. Os demais grupos ainda não há uma previsão e também correm risco, por isso se imunizar contra a gripe evita que o influenza sobrecarregue o sistema respiratório. E se sabe que o coronavírus tende a provocar complicações entre quem está enfraquecido por uma doença ou carrega outros agentes infecciosos no corpo.
A vacinação ainda desafoga os prontos-socorros e hospitais do sistema público e privado, que vão ter menos pacientes com gripe.
Este mês entramos no outono, época ideal para a imunização, pois o sistema imunológico precisar de cerca de 1 mês para desenvolver de forma plena uma imunidade contra as cepas presentes na vacina. Como o pico de incidência da gripe ocorre no inverno, a população vacinada terá tempo suficiente para estar preparada contra o vírus.
Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, diretor técnico responsável da Imunitá explica que o no inverno há uma maior circulação do vírus, causando um aumento nos casos. “O vírus da gripe passa por mutações frequentes. Por isso, todo ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) faz uma previsão de quais serão os vírus Influenza que devem circular no inverno do hemisfério norte e do hemisfério sul com base em amostras de pacientes coletadas em centros sentinela distribuídos em todo o mundo”, explica o médico.
Quem se vacinou deve tomar a dose novamente, pois a taxa de proteção da vacina começa a cair após alguns meses. Os vírus da gripe têm uma alta capacidade de mutação. Logo, as cepas que estão circulando agora são bem diferentes daquelas que aterrorizaram o inverno passado. Portanto, é preciso se resguardar novamente para não penar com espirros, prostração, febre e outros sintomas.
Para as empresas, as campanhas de vacinação contra a gripe são a base dos programas de prevenção à saúde dos seus funcionários, evitando até 60% a menos de faltas no trabalho.
É importante que todos se imunizem, não somente a população do grupo de risco, somente assim há uma imunização completa da população. Lembrando, que precisa ter um intervalo de 14 dias entre a vacina da gripe e a vacina da covid.
“Que teve a covid, precisa aguardar 30 dias para se imunizar contra a gripe. Essa imunização é mais importante do que nunca, como ainda não há vacina da covid para todos, é fundamental se imunizar contra a gripe”, enfatiza o dr. Alberto.
mar 31, 2021 | Diversos

Mato Grosso do Sul vai começar a partir de sábado (3) a imunizar profissionais da segurança pública que estão na linha de frente contra a Covid-19. Entre eles estão os policiais federais, civis e militares, bombeiros militares, agentes penitenciários, policiais rodoviários federais e guardas municipais, que trabalham com afinco na fiscalização dos decretos estaduais de contenção à pandemia.
O governador Reinaldo Azambuja elogiou a entrada dos profissionais na lista de prioridade de vacinação, após decisão do Ministério da Saúde. “É uma boa notícia. Sempre fui um defensor da inclusão dos servidores da segurança pública, que trabalham de forma incansável na fiscalização dos decretos, proteção as famílias e ajuda aos órgãos de saúde pública”.
A proposta de inclusão desses profissionais no PNI (Programa Nacional de Imunização), anunciada pelo secretário estadual de Saúde Geraldo Resende, foi aprovada na terça-feira (30) na CIT (Comissão Intergestores Tripartite), órgão colegiado que reúne secretários estaduais e municipais de Saúde e Ministério da Saúde. A medida havia sido proposta há alguns dias no Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) por Mato Grosso do Sul e outros Estados da Federação.
“Serão imunizados, já a partir de sábado próximo, os profissionais da segurança pública, priorizando aqueles envolvidos nas ações de imunização, vigilância em saúde e os que ajudam a cumprir os decretos criados para conter a pandemia”, salienta o secretário Geraldo Resende.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) vai separar percentual dos imunizantes que devem chegar ao Estado na próxima quinta-feira (1), no 11º lote a ser enviado pelo Ministério da Saúde, cujo quantitativo deverá ser definido no final do dia de amanhã, quarta-feira (31). A SES calcula que serão beneficiados, com a medida, em torno de 12 mil profissionais de segurança pública em Mato Grosso do Sul.
Empenho

O governador Reinaldo Azambuja reafirmou o empenho em aumentar a imunização em Mato Grosso do Sul, tanto que o Estado já tem logística apurada na distribuição dos itens e aplicação das doses que chegam no Ministério da Saúde, estando hoje nas primeiras colocações do País no percentual de vacinação da população.
“O lema é vacina que chega é vacina no braço e não na geladeira. Neste momento é o nosso antídoto contra o vírus, mas enquanto ela não chega em grande volume, precisamos continuar com as prevenções e medidas restritivas para voltarmos o quanto antes a vida normal. Por isso reforçamos o pedido para evitar aglomerações e cada um fazer sua parte”, afirmou.
Texto: Ricardo Minella e Leonardo Rocha