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Bela Vista-MS Terça-Feira, 30 de Junho de 2026
Projeto paisagístico do Aquário do Pantanal tem prêmio internacional

Projeto paisagístico do Aquário do Pantanal tem prêmio internacional

Projeto paisagístico do Aquário do Pantanal tem prêmio internacional

Campo Grande (MS) – Quem passa pela Avenida Afonso Pena, em direção ao Parque dos Poderes, quase sempre lança um olhar de curiosidade sobre o Aquário do Pantanal, em formato de elipse, ou de um peixe, como os que trabalham no loca batizaram.  E é relembrar que, embora a construção tenha parado por algum tempo, a vida das espécies foi preservada com todo cuidado. E a Quarentena do Aquário é destaque na comunidade científica internacional.

 Com 189 espécies de peixes, estrutura que abriga os animais que serão transferidos para o Aquário do Pantanal, tornou-se laboratório referência, com destaque para os resultados nas pesquisas sobre peixes de água doce e algumas espécies foram recriadas em cativeiro pela primeira vez no mundo. Instalado no Batalhão de Polícia Militar Ambiental, no Parque das Nações Indígenas, o maior laboratório de peixes pantaneiros do mundo, conta com 150 tanques ativos que abrigam 189 espécies de peixes neotropicais: 135 espécies pantaneiras; 55 da Amazônia; 14 africanas e outras da Oceania, Ásia e América Central.

Mas nem só de peixes vive o Aquário do Pantanal. O cenário completo é composto por um paisagismo de tirar o fôlego. Não por acaso ele foi premiado no 11º Seminário Internacional da USP – NUTAU, cujo tema foi Águas, projetos e tecnologias para o território sustentável. Criado por equipe de professores – arquitetos e biólogas da UFMS -, o projeto do Aquário se destacou pelo uso de espécies nativas. As botânicas-biólogas da UFMS, Edna Scremin Dias e Vali Joana Pott, professor Arnildo Pott e as arquitetas Eliane Guaraldo e Gisele Yallouz,  autores do projeto, estiveram no local para avaliar a situação e fazer novos estudos para retomar o trabalho. O grupo de pesquisadores (que incluiu também estagiários da UFMS) está junto desde o início do projeto, e trabalharam junto com Rui Otake para integrar os sistemas. A parceria deu tão certo, que o famoso arquiteto alterou o projeto de iluminação para atender sugestão do paisagismo que queria iluminar os jardins. Felizmente, segundo ela, apenas 10% do contingente da flora prevista no projeto, já havia sido plantada.

Pesquisa para recriar cenários

A arquiteta, Eiane Guaraldo, professora de paisagismo e coordenadora da pós-graduação em Recursos Naturais, explica que o projeto foi experimental em tudo, porque é a primeira vez que se tenta colocar plantas em outro bioma, ou seja, recriá-las fora do seu habitat natural. “É a primeira experiência, que se tem conhecimento, de um jardim com plantas do Pantanal”. Segundo a pesquisadora, a intenção foi recriar os vários cenários e situações que acontecem no Pantanal. “Temos, por exemplo, as áreas alagadas, onde ocorrem certas vegetações como o Buriti; o chaco, área que tem vegetação parecida com o semiárido e o túnel de sombra – composto de árvores que vivem na sombra”, conta, explicando que os Buritis plantados no início não conseguiram sobreviver, porque de acordo com a professora, são plantas que necessitam de água corrente. Outra espécie que não sobreviveu foram as plantas aquáticas. Felizmente apenas 10% do contingente da flora prevista no projeto já haviam sido plantadas.

Com a retomada das obras, a expectativa do grupo de pesquisadores é manter o projeto original. Antes de replantar a flora no local, toda a parte física precisa estar pronta, já que as espécies precisam do sistema de manutenção de vida e irrigação funcionando. “A vida, neste caso, vem por último”, afirma a bióloga. Uma das atividades que necessitam ser refeitas é retornar ao Pantanal para colher as espécies. Como da primeira vez, serão, pelo menos, dois meses de trabalho para colher 171 espécies entre plantas aquáticas, arbóreas, herbáceas, terrestres e forração. “Só nós podemos fazer este trabalho de campo, pois só nós sabemos reconhecê-las”, conclui.

O jardim temático proposto pelos pesquisadores dará ao Estado de Mato Grosso do Sul um perspectiva totalmente nova, sobre a forma como nós vemos a participação da natureza na nossa vida. Segundo Eliane, a execução do projeto será um caminho importante para valorizar a paisagem pantaneira. Como trabalho de pesquisa, proposto pela Fundect, o projeto de paisagismo do Aquário do Pantanal precisa ser concluído em sua totalidade para obter os resultados. “Será uma grande experiência fazer o acompanhamento científico e entender como as plantas conseguem sobreviver em outro local”, conclui a pesquisadora.

Theresa Hilca- Subsecretaria de Comunicação – Subcom
Foto: Divulgação 

Governo do Estado entrega títulos de imóveis e acaba com drama de famílias de Amambai

Governo do Estado entrega títulos de imóveis e acaba com drama de famílias de Amambai

Amambai (MS) – “Há 15 anos que estava lutando e agora é só alegria, não tenho mais preocupação”. A afirmação de Antonio Nicola Rosa sintetiza o sentimento de outras 16 famílias da Vila Guapê, que nesta sexta-feira (2.8) receberam o título dos terrenos em que moram há 20 anos, em solenidade realizada no centro de Amambai, em que o governador Reinaldo Azambuja inaugurou e lançou obras, fez entregas importantes para a agricultura familiar e para a população.

“Estou muito agradecido ao governador Reinaldo Azambuja, que tem sido um bom governador, um bom administrador. Não tenho palavras para agradecer”, afirmou Antonio, ao lembrar da luta de décadas que rapidamente foi resolvido pela Agência Estadual de Habitação Popular (Agehab). “Fomos procurados no começo do ano e agora tenho a segurança de continuar investindo aqui”, comenta.

“É um presente, estou muito feliz com isso, uma coisa que eu vinha lutando uns 20 anos para conseguir”, comemora a dona de casa Nilza dos Santos Ávila, outra que recebeu o título do imóvel onde mora na Vila Guapê.

Além dos títulos definitivos para as 16 famílias da Vila Guapê, o governador entregou a ponte de concreto armado sobre o rio Amambai, na estrada da Escola Agrícola, e o Centro de Comercialização de Produtos da Agricultura Familiar – Mercado Municipal Gasparino Moraes Lima. O Centro foi construído em parceria entre Prefeitura e Governo do Estado e recebeu recursos de emendas do orçamento da União, apresentados por Vander Loubet e Zeca do PT na legislatura passada – Vander foi reeleito e Zeca disputou uma das vagas ao Senado e não se elegeu.

Equipamentos entregues vão atender famílias de assentamento

Assim como nos outros municípios do Estado, em Amambai a administração estadual vem investindo muito no fortalecimento da agricultura familiar. Nesta sexta-feira, Reinaldo Azambuja e Jaime Verruck, titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) entregaram uma patrulha mecanizada que vai atender famílias de um assentamento. “Já entregamos mil equipamentos para a agricultura familiar e vamos entregar mais ainda. O governador Reinaldo tem a preocupação de auxiliar os pequenos agricultores com assistência técnica e equipamentos, mas também na comercialização e por isso a importância da construção dos mercados municipais como este, aqui de Amambai”, disse Verruck.

Hospital

Governador Reinaldo Azambuja e prefeito de Amambai, Dr Bandeira, vistoria obra de reforma e ampliação do Hospital da cidade

Em Amambai o governador Reinaldo Azambuja também foi ao Hospital Regional da cidade, que está com obras de reforma e ampliação, com parte de recursos viabilizados pelo atual secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, na época em que era deputado federal. “São cerca de R$ 5 milhões em investimentos que vai garantir a melhoria no atendimento à população”, destacou.

O projeto está sendo executado em parceria entre os governos municipal, estadual e federal. “Essa melhoria na estrutura física do hospital vai propiciar também melhores condições de atendimento a uma unidade que, além de atender a população local, é referência par o Conesul do Estado na realização de cirurgias”, pontuou o prefeito de Amambai, Ednaldo Luiz Bandeira, o Dr Bandeira.

Foram entregues à Prefeitura de Amambai ainda um micro-ônibus para o setor de assistência social e um ônibus escolar do projeto Caminho da Escola, viabilizados por Geraldo Resende na época em que estava na Câmara Federal.

Durante a solenidade Reinaldo Azambuja também assinou a ordem de serviço para o início da obra de restauração funcional do pavimento da avenida Nicolau Otaño, entre a avenida Pedro Manvailer e a saída para Caarapó. Ela é uma das principais vias do centro da cidade e caminho para quem vai para municípios vizinhos como Coronel Sapucaia, Tacuru, Sete Quedas e Paranhos, além de Dourados e Campo Grande.

Assinou também a ordem de serviço para a construção de 40 bases do Programa Lote Urbanizado, no Loteamento dos Ipês.

No evento que teve a presença dos prefeitos dos municípios do Conesul do Estado, Reinaldo Azambuja se reuniu com eles para discutir parcerias para a execução de obras e serviços nas estradas municipais da região.

Além de prefeitos e vereadores da região, prestigiaram a solenidade em Amambai os deputados federais Vander Loubet e Beto Pereira, os deputados estaduais Gerson Claro e Paulo Corrêa, presidente da Assembleia Legislativa, o secretário Especial do Governo do Estado, Sérgio de Paula.

 

Paulo Yafusso – Subsecretaria de Comunicação (Subcom)

Fotos: Saul Schramm

Polícia Militar apreende produtos de Descaminho em Bela Vista

Polícia Militar apreende produtos de Descaminho em Bela Vista

Jardim (MS) – Às 15h30 de ontem (31), uma guarnição de serviço da Polícia Militar em Bela Vista realizava policiamento ostensivo e preventivo pela avenida Internacional, quando abordou um veículo Toyota Hilux, que era conduzido por um homem, de 44 anos.

Durante a busca veicular, os policiais encontraram dois pneus de origem estrangeira, sem a devida documentação fiscal. Diante dos fatos, os pneus foram apreendidos e serão encaminhados à Receita Federal, em data oportuna. O autor e o veículo foram liberados, conforme Legislação vigente.

Fundersul disponibiliza R$ 155 milhões para obras de infraestrutura no MS

Fundersul disponibiliza R$ 155 milhões para obras de infraestrutura no MS

Recursos do primeiro semestre foram aplicados na construção de pontes e na pavimentação, implantação e manutenção de rodovias

Campo Grande (MS) – O Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul (Fundersul) aplicou, durante o primeiro semestre deste ano, R$155.727.258,64 em obras de infraestrutura em todo o Estado. Do total dos recursos aplicados, a maior parte (71%) foi destinada para restauração, manutenção, pavimentação e implantação de rodovias, seguido por pavimentação asfáltica e drenagem urbana (21%) além da reforma e manutenção de pontes (8%).

O balanço de destinação dos recursos, apresentado na última reunião do Conselho de Administração do Fundersul (em 25.7), reforça que o Governo do Estado tem priorizado os investimentos na manutenção da infraestrutura rodoviária – estradas e pontes, garantindo trafegabilidade em qualquer época do ano e, principalmente, o escoamento da produção de matéria prima e industrializados – de acordo com principal objetivo do fundo.

“Atuamos com três frentes prioritárias:  pavimentação e manutenção das rodovias, construção de pontes e a restauração com revestimento primário das rodovias do Pantanal. Com as novas fronteiras agrícolas, a tendência da pecuária é se concentrar cada vez mais na região pantaneira, por isso estamos trabalhando com afinco na região”, destacou o vice-governador e secretário de Infraestrutura, Murilo Zauith.

Dentre as obras ainda em execução que receberam recursos do fundo até o segundo trimestre destacam-se a pavimentação, restauração e drenagem urbana de 31 municípios; pavimentação de 42km da MS 379 (Laguna Carapã); pavimentação e drenagem de 32km da MS 223 (trecho de Costa Rica a Figueirão); implantação e pavimentação de 18km da MS 450 (Aquidauana – trecho Palmeiras/ Piraputanga/ Camisão), pavimentação da MS 258 (Sidrolândia) e implantação e encascalhamento de 65 km das MS-228 e MS-423, em Corumbá.

“O Fundersul é a principal fonte de arrecadação para investimento na infraestrutura do nosso Estado, por isso ele é essencial”, ressalta o superintendente de Planejamento e Gestão de Obras Públicas da Seinfra, Paulo Cesar Limão Montilha.

A análise técnica e parecer da Prestação de Contas referentes às obras e serviços executados no segundo trimestre com recursos do Fundo foram entregues ao governador para análise. Da governadoria, a documentação seguirá para a Assembleia Legislativa para aprovação e publicação.

Sobre o Fundersul

Criado pela Lei 1.963, de 11 de junho de 1999, o Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul (Fundersul) tem como objetivo melhorar a infraestrutura rodoviária do Estado e municípios.

Jéssika Machado – Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra).

Fotos: Acervo Agesul/ Edemir Rodrigues.

Estradas implantadas pelo Estado mudam o modelo da pecuária na região do Pantanal

Estradas implantadas pelo Estado mudam o modelo da pecuária na região do Pantanal

Estradas implantadas pelo Estado mudam o modelo da pecuária na região do Pantanal

Campo Grande (MS) – A implantação e cascalhamento de estradas de integração do Pantanal de Mato Grosso do Sul, pelo Governo do Estado, tirou a região do isolamento secular e está promovendo um novo ciclo da pecuária, onde o produtor está deixando de vender seu gado magro e hoje engorda o animal para comercializá-lo direto com os frigoríficos. Essa mudança de paradigma ocorre com a melhoria da logística para escoamento da produção.

“Vamos embarcar boi gordo no caminhão, que só saia da fazenda de comitiva, com perda de peso e rentabilidade. Essa obra do governo é fantástica”, afirma com entusiasmo o pecuarista Amerco Resende OIiveira, da Fazenda São Miguel, Pantanal da Nhecolândia, em Corumbá. “Se ligar com o outro lado do Corixão, em direção a Rio Verde, então estamos no céu”, acentua.

Com aterro de quase dois metros, MS-228 recebe cascalhamento: acesso na cheia e na seca

Um dos principais trechos do tronco rodoviário projetado desde os anos de 1970 é a ligação da MS-228, a partir da Curva do Leque (entroncamento com a MS-184), com o centro criatório da Nhecolândia. A estrada, desse ponto, interliga Corumbá com Rio Negro (232 km) e a Rio Verde (56 km do trevo da MS-427 com a MS-228). Para o governador Reinaldo Azambuja, essa integração vai fortalecer a pecuária e promover o turismo rural em toda a planície.

Integrando os pantanais

Além do trecho de 40 km da MS-228 em execução, da Curva do Leque a Fazenda Alegria, o Governo do Estado concluiu a implantação de 18,8 km da mesma rodovia, entre a Vazante do Castelo e a fazenda Imaculada (entroncamento com a MS-427), entre Aquidauana e Corumbá. Também foram implantados com aterro e cascalho 34 km da MS-423, da Serra da Alegria (Rio Verde) a fazenda Morrinho (Corumbá). Outra frente de obra executa o mesmo serviço em 65 km das MS-228 e MS-423, entre as fazendas Picapau e Conceição, em Corumbá.

Os investimentos na Rota Pantaneira ultrapassam R$ 40 milhões e está projetada também a implantação da MS-214, interligando os pantanais do Paiaguás e Nhecolândia, a partir de Coxim, até a ponte de concreto sobre o rio Taquari. Numa segunda etapa, será implantada a estrada que liga a ponte à Serra da Alegria. Completando o eixo rodoviário, existem estradas projetadas para integrar os pantanais de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso (Poconé).

Com conclusão prevista para dezembro, o Estado, por meio da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), investe R$ 8,5 milhões na obra de implantação e cascalhamento dos 40 km da MS-228 (Leque-Alegria), dos quais 50% foram concluídos. O aterro de até 1,5 metro revestido com resíduos de minério de ferro mudou a realidade da região. O acesso era um desafio para os pantaneiros devido a concentração de areia e alagadiços.

Leilão de bovinos próximo à MS-228: gado chega de caminhões pelas novas estradas

No leilão, de caminhão

“A logística é fundamental para o Pantanal e pela primeira vez um governo olha para a região e investe na implantação dessas estradas, que serão a nossa redenção”, afirma Luciano Leite, presidente do Sindicato Rural de Corumbá, município com o segundo maior rebanho bovino (2 milhões de cabeças) do país. “Hoje o pantaneiro já engorda o gado, que terá valor agregado, investindo também em novas tecnologias, como a pastagem cultivada”, ressalta.

O movimento de operários e máquinas animam os pecuaristas. Grande parte do gado comercializado no último sábado (27) no Leilão Novo Horizonte já foi transportado por caminhões. Segundo a empreiteira da obra, 30 caminhões transportam o minério de ferro (250 mil toneladas) a uma distância de 70 km, no distrito de Albuquerque, com alto consumo de pneus. Os caminhões atravessam o Rio Paraguai, no Porto da Manga, de balsa.

Minério de ferro, usado na base da MS-228, é retirado a 70 km do trecho em obras

“O Reinaldo (Azambuja) acreditou no potencial da nossa pecuária e no pantaneiro e será sempre lembrado por esse feito”, declarou o pecuarista e leiloeiro Carlos Guaritá, dono de um leilão que comercializa quatro mil animais/mês na região. “O acesso o ano todo, com cheia ou seca, era o sonho do pantaneiro. Além disso, o Estado mantém conservadas as estradas MS-228 e MS-184, fato que nunca ocorreu, beneficiando também o turismo”, realça.

Rendimento no frete

A implantação do corredor viário favorece o pantaneiro em vários aspectos, segundo o pecuarista Ricardo Penna Chaves, da centenária Fazenda São José da Formosa: reduz o custo de transporte, permite a saída do boi pronto para o abate, agregando valor à produção, e estimula a comercialização local, no Leilão Novo Horizonte. “A logística é tudo, nos livra do atravessador e melhora o padrão do gado, que passa a ser transportado por caminhões”, diz.

Trecho da MS-228 implantado a espera do cascalho: fim do areião, buracos e atoleiros

Os transportadores também já sentem no bolso o benefício dos investimentos do Governo do Estado na região. Há seis anos no trecho, Jorge Lopes, 42, dono de uma frota de 12 caminhões, disse que a manutenção e cascalhamento das estradas reduziu os custos e encurtou distâncias. “Hoje percorremos 50 km, do asfalto (BR-262) até o leilão, em uma hora; antes demorava pelo menos cinco horas, devido aos atoleiros e buracos. O acesso era muito ruim”, lembra.

Para o caminhoneiro Dalto Trelha, 38, as boas estradas reduziram os danos no veículo e aumentou o seu ganho mensal no frete em 30%. “O acesso está uma maravilha, 100%”, comenta. “Antes era um sofrimento, judiava do gado e do caminhão. Quando chovia, ninguém passava, a viagem demorava um dia se chegasse o socorro”, conta. “O governo também está recuperando a cabeceira das pontes e isso deu mais segurança”, diz ele, há cinco anos na atividade.

Texto: Sílvio de Andrade – Subsecretaria de Comunicação (Subcom)

Fotos: Edemir Rodrigues

Em Bela Vista, Espaço Cris oferece especialista em emagrecimento Lipo Life  

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Bela Vista MS

O Curso de especialização foi ministrado pelo Dr. Diego Ragonezi

Ademir Mendonça – Fronteira News