mar 19, 2021 | Porto Murtinho
O deputado estadual Felipe Orro solicitou ao superintendente do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Euro Nunes Varanis Junior, a recuperação da pista e alargamento do acostamento da Rodovia BR-267, no trecho entre o Distrito de Alto Caracol e Porto Murtinho. “O DNIT nos garantiu que a licitação das obras sai até o final do ano. Mais uma conquista para os usuários desta importante rodovia que integrará a Rota Bioceânica. Com esse serviço, vamos garantir uma logística de qualidade para comportar o movimento de cargas da região com mais segurança”, disse o deputado.
Ainda de acordo com Felipe, sua indicação atende pedidos expressos por produtores rurais, moradores da região e demais usuários da rota, que vivenciam o aumento do fluxo de carretas e caminhões na rodovia. O excesso de peso no transporte de cargas é um dos maiores responsáveis pelo desgaste e prejuízos à conservação do asfalto rodoviário. Conforme o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), um caminhão com 50% de excesso de carga pode causar 10 vezes mais danos ao pavimento do que se estivesse com o peso normal.
A BR-267 é a principal rodovia de acesso a Porto Murtinho, responsável pelo escoamento de grande parte da produção de grãos do Estado e faz parte da Rota Bioceânica, chamada de Rota da Integração Latino-Americana (RILA), que vai facilitar o comércio de mercadorias (exportação e importação) com os portos chilenos no oceano Pacífico.
“A BR-267 teve um aumento significativo no seu fluxo de veículos, são muitas carretas seguindo no sentido de Porto Murtinho, cidade com posição importante e estratégica para Bioceânica. Este intenso movimento de veículos pesados faz com que o asfalto da pista ceda em muitos pontos e isso interfere na segurança e agilidade de percurso da rodovia”, finaliza o deputado.
Foto: Álvaro Pereira Filho
mar 18, 2021 | Porto Murtinho
Porto Murtinho (MS) – Em vistoria realizada durante trabalho visando ao combate e prevenção à exploração ilegal da flora, Policiais Militares Ambientais de Porto Murtinho verificaram em uma propriedade rural no município, localizada a 50 km da cidade ontem (17), uma área de vegetação nativa desmatada ilegalmente de 137,70 hectares destruídos, com medidas conferidas com GPS.
O infrator (55), residente em Porto Murtinho, suprimiu a vegetação há algum tempo sem a autorização ambiental e a atividade ilegal foi descoberta com uso de técnica de sobreposição de imagens de satélites. A maior parte das árvores, especialmente da espécie carandá, proveniente do desmatamento estava na área e os Policiais suspeitam que o desmatamento fora realizado com uso máquinas e correntões. Ele foi autuado administrativamente e recebeu multa de R$ 138.000,00.
O autuado também responderá por crime ambiental, que prevê pena de um a seis meses de detenção. Além disso, ele foi notificado a apresentar um Plano de Recuperação da Área Degradada e Alterada (PRADA) junto ao órgão ambiental estadual.
mar 17, 2021 | Porto Murtinho
Jardim (MS) – Na manhã de ontem (16), uma guarnição de serviço da Polícia Militar em Porto Murtinho foi acionada para atender a uma ocorrência de abuso de incapaz.
Imediatamente, os policiais foram até a residência da solicitante, que relatou que um indivíduo havia passado as mãos nas nádegas de sua filha, de 11 anos.
Em ato contínuo, os policiais localizaram e prenderam o homem, de 30 anos, que foi conduzido até a Delegacia de Polícia Civil, para as providências cabíveis.
mar 16, 2021 | Porto Murtinho
O estudo realizado pelos pesquisadores do Projeto Corredor Bioceânico da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) traz subsídios para o desenvolvimento do setor turístico e contribuirá para a construção do Plano Municipal de Turismo de Porto Murtinho.
O coordenador do Projeto Corredor Bioceânico da UFMS, Erick Wilke, e a professora Débora Fittipaldi Gonçalves (UEMS), que integra o projeto no Eixo de Turismo, estiveram em Porto Murtinho nos dias 25 e 26 de fevereiro para realizar levantamento de dados e avaliação das atividades turísticas no município.
Os acadêmicos Luiz Augusto Silva e Júlia Montes do curso de Turismo da UFMS também participaram da visita técnica. Os recursos que viabilizam a realização da pesquisa são oriundos de emenda parlamentar do deputado federal Vander Loubet (PT/MS).
Foram realizadas reuniões com representantes de entidades associativas, como a Associação de Pescadores e Piloteiros, empresários de diferentes segmentos como hotéis, ranchos, pousadas, restaurantes, casa de aluguel, transporte turístico, artesãos locais, feirantes e representantes do poder público.
Devido à pandemia do coronavírus, os encontros foram divididos em dias e horários diferentes para evitar aglomeração, com apenas 1 representante de cada área e uso obrigatório de máscaras.
“No encontro tivemos a oportunidade de conhecer e conversar com essas pessoas. Ouvimos as dificuldades e os anseios de cada segmento e das comunidades locais e também apresentamos dados sobre o Corredor Bioceânico, porque muitas pessoas desconhecem o que a rota representa de fato, e falamos sobre as oportunidades e desafios para o turismo no município, e a necessidade de se organizar para a recepção de um fluxo maior de pessoas”, explica Erick Wilke.
Na reunião com representantes do poder público estiveram presentes a vice-prefeita de Porto Murtinho, Eliane Rios de Almeida, as turismólogas Annie Diaz, Gilka Netto e Silvia Pinese, a bióloga Regina Salazar e o psicólogo Hugo Diaz.
Durante o diálogo com os representantes do trade turístico local, os pesquisadores reforçaram a importância da formação de associações. “Conversamos sobre a organização desses segmentos em associações para que eles possam participar do Conselho Municipal de Turismo e contribuir com o Plano Municipal de Turismo, que em breve deve ser constituído”, relata o pesquisador.
De acordo com os pesquisadores, as associações auxiliam no planejamento de ações e de reivindicações a serem levadas para o poder público. Além da participação e da organização dos representantes de cada segmento, os dados que estão sendo levantados no estudo do Projeto Corredor Bioceânico da UFMS também poderão contribuir para a construção do Plano Municipal de Turismo de Porto Murtinho.
“Além de identificar potencialidades e desafios para o turismo, o levantamento que estamos realizando a partir da rota bioceânica vai trazer respostas para questões que serão abordadas no Plano Municipal de Turismo do município”, explica a professora e pesquisadora Débora Fittipaldi Gonçalves (UEMS).
Potencialidades
Durante a visita ao município, os pesquisadores identificaram ainda oportunidades de expansão do setor turístico em Porto Murtinho. “Há possibilidades para o turismo de observação de aves, para o turismo de experiência, de elaboração de city tour e do turismo gastronômico, por exemplo. Em Porto Murtinho, tem uma fruta típica local, que é o greifo, e há diversas receitas com essa fruta que podem contribuir para o aprimoramento do turismo gastronômico”, avalia a pesquisadora Débora Gonçalves (UEMS).
Pesquisa
O Corredor Bioceânico consiste em uma rota rodoviária que possibilitará a conexão viária do Centro-Oeste brasileiro aos portos chilenos de Antofagasta e Iquique, no Pacífico. O trajeto passará por cidades do Brasil, Paraguai, Argentina e Chile.
O Projeto de Pesquisa e Extensão Corredor Bioceânico é coordenado pelo Prof. Dr. Erick Wilke, da Escola de Administração e Negócios (ESAN/UFMS). Também são realizados estudos nos Eixos de Economia, Logística, Direito e História.
Por: Assessoria de Comunicação Projeto Corredor Bioceânico da UFMS
mar 11, 2021 | Porto Murtinho
Porto Murtinho (MS) – Às 16h00min de ontem (10), uma guarnição de serviço da Polícia Militar em Porto Murtinho foi acionada para atender a uma ocorrência de furto.
A vitima, uma mulher de 22 anos, relatou que um homem havia adentrado em sua residência, localizada no bairro Salim Cafure, e subtraído o seu aparelho celular. Uma testemunha confirmou a denúncia e indicou a possível autoria do delito.
Em ato contínuo, os policiais iniciaram rondas e lograram êxito em localizar o suspeito, de 20 anos, que foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, para as providências cabíveis.
mar 8, 2021 | Porto Murtinho
Polícia Militar Ambiental de Porto Murtinho autua em R$ 6,3 mil nove pescadores por crime de pescar em local proibido em cachoeira e apreende petrechos de pesca
Campo Grande (MS) – A Polícia Militar Ambiental possui um posto no município de Porto Murtinho em um local conhecido como Cachoeira do Apa, o qual é instalado no período de piracema, mas que a área precisa de fiscalização constante por ser ponto em que os cardumes ficam muito vulneráveis. O local, uma longa corredeira é ponto de pesca predatória, caso não se faça fiscalização preventiva intensiva como a PMA tem feito no local, tanto por brasileiros, como por paraguaios, pois é faz fronteira do Brasil com Paraguai.
A população da região, onde existem ranchos e pousadas de pesca é extremamente consciente e denuncia qualquer pessoa que cometa a prática de pesca na cachoeira, ou outro tipo de pesca ilegal na região.
Apesar de bem sinalizado o local referente à proibição da pesca, algumas pessoas se arriscam na prática de pesca ilegal no local, por isso, equipes da PMA passam quase que diariamente no local, que fica a 90 km da cidade. Ontem (6) à tarde, Policiais Militares Ambientais de Porto Murtinho realizam patrulhamento na região e autuaram nove pescadores por pesca predatória ao pescar naquele local proibido pela legislação.
Os nove homens, de 39, 35, 24, 45, 51, 46, 33, 31 e 42, residentes em Bela vista, foram abordados quando pescavam na Corredeira do Apa (local proibido para a pesca), devidamente sinalizada a proibição, e informaram que tinham acabado de chegar ao local e, portanto, não tinham capturado nenhum pescado ainda. Com eles foram apreendidas varas de pesca com molinetes e carretilhas.
As normas proíbem e consideram crime, a pesca a 200 metros a montante e a jusante das cachoeiras e corredeiras, pois é alta a vulnerabilidade dos cardumes nesses locais dos rios, principalmente com as condições de seca em que estão os rios. Os pescadores foram autuados administrativamente e foram multados em R$ 700,00 cada um, perfazendo R$ 6.300,00. Eles também responderão por crime ambiental, com pena prevista de um a três anos de detenção.