ago 15, 2019 | Ponta Porã

Campo Grande (MS) – Autoridades da área de segurança pública do Paraguai, Portugal, da ONU (Organização das Nações Unidades) e dos governos federal e estadual estarão reunidos no próximo dia 22, na Capital, no Fórum Permanente de Segurança na Fronteira. O evento, organizado pela Comissão de Segurança Pública da OAB/MS e Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), tem o apoio do Governo do Estado.
A presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB/MS, Cláudia Paniago, explica que o objetivo é discutir ações preventivas e repressivas para o combate à criminalidade na região de fronteira de Mato Grosso do Sul. “É preciso que a prevenção e a repressão caminhem juntos”, afirma.
Destaca ainda, que o Fórum é uma iniciativa da sociedade civil organizada que tem a finalidade de contribuir na elaboração de propostas para a segurança pública na fronteira com a visão de ação de Estado e não de governo.
Para combater a criminalidade na fronteira, são realizadas operações integradas entre as forças de segurança
Segundo ela, nesta segunda edição do Fórum as discussões serão voltadas principalmente às áreas de tecnologia, inteligência e desenvolvimento, importantes no combate à criminalidade. Por isso, durante o evento estarão sendo apresentadas experiências de outros países e estados brasileiros. O inspetor Carlos Matos Moreira, do Serviço de Estrangeiros e Fronteira de Portugal, vai falar sobre a experiência e resultados obtidos com o sistema de segurança e controle de fronteiras da União Europeia.
O ministro da Secretaria Antidrogas do Paraguai, Arnaldo Giussio, abordará o tema “Cooperação Internacional na Fronteira”. A experiência do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública, implantado no Ceará para atender a região Nordeste, será tratado pelo diretor de Inteligência da Secretaria de Operações Integradas, Marco Aurélio Pereira de Moura, e pelo coordenador do Centro Integrado de Inteligência e Segurança Pública – Regional Nordeste, Lucas Gonçalves Santa Rita.
Já o consultor da ONU, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, dará palestra sobreo assunto “Fronteira do Futuro: Estratégias, metas e ações institucionais”.
O Fórum Permanente de Segurança na Fronteira será realizado no auditório da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), a partir das 7h30 do dia 22 deste mês. Para fazer a inscrição, acesse aqui.
Paulo Yafusso – Subsecretaria de Comunicação (Subcom)
Fotos: Arquivo
ago 13, 2019 | Ponta Porã
Ponta Porã (MS) – O Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, em Ponta Porã (MS), gerido pelo Instituto Acqua, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), realizou nesta terça-feira (13.08) o lançamento do programa “Pequeno Sul- Mato-Grossense”. O projeto contemplará mães e recém-nascidos da maternidade com um kit de higiene composto por fraldas, toalha, frasco de álcool em gel, pacote de gazes, algodão, sabão glicerinado e pomada para assadura. A solenidade de lançamento será realizada às 17h durante a programação da 3ª Semana de Aleitamento Materno no solário da maternidade.
O programa é uma iniciativa do Instituto Acqua, em parceria com a SES, e tem o objetivo de incentivar os primeiros cuidados de vida do bebê. As futuras mamães atendidas na maternidade do Hospital Regional de Ponta Porã receberão durante a alta hospitalar a bolsa que reúne os itens de higiene, além de orientações sobre os primeiros cuidados com o bebê e aleitamento materno.
Na programação estão ainda uma palestra sobre a importância do aleitamento materno e uma roda de conversa com a fonoaudióloga Isabela Pini.
Implantado pelo Instituto Acqua inicialmente no Maranhão, em parceria com a Secretaria de de Saúde do Maranhã, o projeto das bolsas com kit de higiene beneficiou, apenas em 2018, mais de 3 mil mulheres que foram atendidas por unidades gerenciadas pelo Acqua e SES. Desde 2016, mais de 13 mil kits foram entregues às famílias maranhenses.
Veja a programação completa do evento:
14h – Abertura e palestra: “Importância do aleitamento materno na primeira hora de vida” – Presidente da Comissão de Aleitamento Materno do HRPP, Dyolla Grance e Pediatra Patrícia Caetano.
15h30 – Roda de conversa com a fonoaudióloga Isabela Pini.
17h – Lançamento do projeto “Pequeno Sul-Mato-Grossense”
Camila Kaveski, assessoria de imprensa do Instituto Acqua (Hospital Regional de Ponta Porã).
ago 12, 2019 | Ponta Porã
Ação oferta kit de higiene para recém-nascidos; lançamento ocorrerá durante a programação da 3ª Semana de Aleitamento Materno na unidade
O Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, em Ponta Porã (MS), gerenciado pelo Instituto Acqua em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), realizará nesta terça-feira (13/08) o lançamento do programa “Pequeno Sul- Mato-Grossense”. O projeto contemplará as mães e recém-nascidos da maternidade com um kit de higiene composto por fraldas, toalha, frasco de álcool em gel, pacote de gazes, algodão, sabão glicerinado e pomada para assadura. A solenidade de lançamento será realizada às 17h durante a programação da 3ª Semana de Aleitamento Materno no solário da maternidade.
O programa é uma iniciativa do Instituto Acqua em parceria com a SES e tem o objetivo de incentivar os primeiros cuidados de vida do bebê. As futuras mamães atendidas na maternidade do Hospital Regional de Ponta Porã receberão durante a alta hospitalar a bolsa que reúne os itens de higiene, além de orientações sobre os primeiros cuidados com o bebê e aleitamento materno.
Implantado pelo Instituto Acqua inicialmente no Maranhão, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, o projeto beneficiou, apenas em 2018, mais de 3 mil mulheres que foram atendidas por unidades gerenciadas pelo Acqua e SES. Desde 2016, mais de 13 mil kits foram entregues às famílias maranhenses.
Veja a programação completa do evento:
13/08 (terça-feira)
14h – Abertura e palestra: “Importância do aleitamento materno na primeira hora de vida” – Presidente da Comissão de Aleitamento Materno do HRPP, Dyolla Grance e Pediatra Patrícia Caetano.
15h30 – Roda de conversa com a fonoaudióloga Isabela Pini.
17h – Lançamento do projeto “Pequeno Sul-Mato-Grossense”.
14/08 (quarta-feira)
15h – Roda de conversa com a Vice-Presidente da Comissão de Aleitamento Materno do HRPP – enfermeira Deborah de Souza.
16h – Ultrassom natural (pintura na barriga).
17h – Encerramento com mamaço.
ago 9, 2019 | Ponta Porã
Produção é excedente das ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas no campus. Os envelopes com as propostas serão abertos no dia 20 de agosto.

O Campus Ponta Porã do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) promove, neste mês, o primeiro leilão público da unidade para comercialização de cerca de 12 toneladas de soja, cultivada na própria instituição.
Pode participar do leilão qualquer pessoa física ou jurídica interessada que atenda aos requisitos dispostos no edital da licitação, divulgado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 29 de julho.
Os interessados já podem enviar a documentação, conforme consta no edital. A abertura dos envelopes com as propostas está marcada para 20 de agosto, às 10 horas (horário de Brasília), na sala de reuniões do campus.
O IFMS em Ponta Porã fica na Rodovia BR-463 Km 14, Zona Rural. O ato é público.
Leilão – É do tipo maior preço, na forma da Lei nº 8.666/1993, com o propósito de obter a proposta mais vantajosa para a venda do excedente de produção de soja do campus.
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Item
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Descrição
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Unidade
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Quantidade
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| 01 |
Soja |
Saca 60 kg* |
200 |
*A quantidade é estimada, cabendo ao arrematante a responsabilidade de realizar a pesagem, sob fiscalização da Diretoria de Administração do campus.
“A safra plantada é para fins de pesquisa, não sendo o lucro o foco principal do campus e sim o conhecimento adquirido pelos estudantes. Os recursos arrecadados no leilão serão reinvestidos no custeio da própria unidade, seja para aquisição de insumos para a próxima safra, como sementes e defensivos agrícolas, ou para pagamento de contas, como água e luz”, explicou o diretor de Administração do Campus Ponta Porã, Edison Sosa.
Pesquisa – O cultivo da soja no Campus Ponta Porã do IFMS ocupa, atualmente, uma área de 5 hectares da unidade e atende a ações de ensino, pesquisa e extensão dos cursos técnico de nível médio integrado em Agricultura, do bacharelado em Agronomia e do superior de tecnologia em Gestão do Agronegócio.
“A produção agrícola no campus é para fins de pesquisa. Os estudantes fazem análises e desenvolvem projetos durante toda a safra, desde o plantio até a colheita. A produção só tende a crescer “, apontou o diretor.
Segundo Edison, a colheita do milho também cultivado no campus deverá ocorrer ainda em agosto. A previsão é de que um novo leilão público para comercialização dessa safra ocorra no mês de outubro.
Serviço – Para mais informações sobre o leilão, os contatos são (67) 3437-9615/9651 e licit.pp@ifms.edu.br.
ago 9, 2019 | Ponta Porã
Ação integrou política de transparência da gestão; unidade é gerenciada pelo Instituto Acqua por meio de parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES) do Mato Grosso do Sul
A direção do Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, em Ponta Porã (MS), gerenciado pelo Instituto Acqua em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), realizou na quarta-feira (07/08) apresentação do relatório trimestral de gestão. O diretor-geral da unidade, Demetrius do Lago Pareja, apresentou os dados de produção, metas e avanços que a unidade obteve no período de três meses. Também houve uma roda de conversa com os colaboradores.
“Gostaria de agradecer a cada colaborador pelo empenho e dedicação. Nesses três primeiros meses tivemos a grata satisfação de colocarmos a unidade em pleno funcionamento e atingir as principais metas de internação, procedimentos ambulatoriais, cirurgias de modo geral e eletivas, até excedemos as nossas metas. O Instituto Acqua possui uma política de transparência, efetividade e buscamos refletir isso na qualidade da assistência prestada aos pacientes”, destacou o diretor-geral.
Dentre as ações que também tiveram destaque no primeiro trimestre estão a reabilitação das salas cirúrgicas, leitos de UTI, aquisição de equipamentos e ampliação da oferta de exames, que possibilitaram a melhoria na assistência à população com rapidez e eficácia. No total foram realizados mais de 60 mil procedimentos ambulatoriais em três meses.
Para o diretor-presidente do Instituto Acqua, Samir Siviero, o modelo de gestão aplicado mostra eficácia e respeito à população regional. “Estamos oferecendo práticas humanizadas de atendimento, consolidando a oferta de exames e expandindo as cirurgias para garantir o melhor retorno à população. Assumimos o compromisso de mudar a realidade do Hospital Regional de Ponta Porã e vamos seguir com bons resultados e transparência”, pontua.
Estrutura – O hospital atende população de mais de 200 mil habitantes dos oito municípios da região sul do estado e conta com 107 leitos, 29 destinados à Clínica Cirúrgica e Ortopédica, 20 para a maternidade, 16 leitos na Clínica Pediátrica e 32 na Clínica Médica. O Hospital Regional de Ponta Porã também possui 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Em média, 130 pacientes passam, por dia, no Pronto Socorro, que oferece atendimento de baixa e média complexidade em regime de livre demanda ou referenciada.
ago 8, 2019 | Ponta Porã

Izabel, Ângela, Martha e Ana Claudia cresceram ouvindo a mãe se emocionar com o rei. (Foto: Arquivo Pessoal)
Izabel, Ângela, Martha e Ana Claudia cresceram ouvindo a mãe, Maria Angélica do Nascimento Boller, fazer silêncio na casa para ouvir no rádio canções de Roberto Carlos. Na véspera de cada Natal, o silêncio se repetia para que a mãe pudesse se emocionar assistindo seu ídolo na televisão. Apesar do sonho, ela partiu sem nunca ter conseguido ir ao show do rei.
Hoje, dia da apresentação de Roberto Carlos, em Campo Grande, as quatro irmãs vão juntas ao show, para homenagear e cantar, em memória de Maria, cada música do seu cantor preferido.
A preparação começou desde que os sites anunciaram a vinda do cantor para a cidade. Duas das irmãs moram em Ponta Porã e estão a caminho da Capital de ônibus para o evento. Juntas, além de amor, levam no peito a fotografia da mãe estampada em uma camiseta de malha branca e com a frase: “Eternamente sua fã”.
Além de cantar todas as músicas e aplaudir o cantor como a mãe faria, as irmãs levarão ao show a expectativa de abraçar o rei. “Queremos muito conhecê-lo e dizer o quanto a nossa mãe era sua fã. Ela nunca perdeu um especial na televisão, nunca esqueceu uma letra e sempre chorava ao escutar suas canções”, lembra a filha, a agente de saúde Martha Helena do Nascimento Boller Torres, de 50 anos.

O pai das meninas, que sabia do amor da esposa pelo trabalho de Roberto Carlos, era quem a presenteava anualmente com discos. “No começo, ela teve coleção porque meu pai dava. Depois, nós filhos passamos a presenteá-la com coletâneas e CDs. Depois vieram os DVDs e, em todo Natal, o presente que ela queria era um DVD novo”, lembra.
Além de fã, as filhas cresceram ouvindo o desejo de Maria de ir ao show de Roberto, mas depois de perder o marido aos 36 anos, se dedicou exclusivamente a cuidar dos sete filhos e ensiná-los para vida. “Mamãe era professora, trabalhava em três turnos para sustentar os sete filhos, ainda conseguia ter tempo para nos dar muito amor, ensinar valores, respeito e a importância de estudar, tanto para os meninos quanto para as meninas”.
Maria era uma mulher doce, segundo as filhas. Por isso, sabia como ninguém sair de uma crise de cabeça erguida. “Mamãe era muito emotiva com a vida, mas enxergava tudo os olhos do coração. Então, em todas as crises, a gente se abraçava e chorávamos juntas para encontrar uma solução”.
Forte, ela também nunca deu muita importância às insistentes dores no estômago sentida nos últimos anos. “Até que um dia ela veio para Campo Grande e decidimos ir ao médico. Foi diagnosticado um câncer no estômago em estágio avançado”.
Não foi possível muitos tratamentos, o câncer levou Maria. Mas, sua alma compõe a essência dos filhos. “Somos muito parecidos com ela, em vários aspectos, e isso nos deixa muito feliz porque foi o maior legado que ela nos deixou. Hoje, quando estivermos cantando as músicas com Roberto, sei que ela vai estar cantando também, não importa o lugar”, finaliza Matha.

Discos de Maria que ficaram com Matha. (Foto: Arquivo Pessoal)
Fonte: Campo Grande News