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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 30 de Outubro de 2026
Paulo Corrêa articula melhorias na infraestrutura de Bodoquena para impulsionar turismo

Paulo Corrêa articula melhorias na infraestrutura de Bodoquena para impulsionar turismo

Em reunião realizada nesta segunda-feira (24), o 1º secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), debateu com a prefeita Girleide Rovari (MDB) e a deputada federal Camila Jara (PT) estratégias para melhorar a infraestrutura turística de Bodoquena.

Durante o encontro, Corrêa ressaltou o potencial turístico da região, conhecida por suas belezas naturais, como cachoeiras, grutas e rios de águas cristalinas. No entanto, destacou que a falta de estrutura adequada tem limitado o crescimento do fluxo de visitantes.

“Bodoquena tem tudo para ser um dos principais destinos turísticos do nosso estado, mas precisamos transformar esse potencial em desenvolvimento real para nossa gente”, afirmou.

O parlamentar destacou a união de esforços entre município, estado e governo para estruturar a cidade, melhorar estradas, saneamento, comunicação e serviços turísticos. “Queremos que o visitante tenha uma experiência incrível da chegada até a hora de ir embora, e que isso se traduza em mais emprego, renda e oportunidades para quem vive em Bodoquena”, pontuou.

“Estamos trabalhando em um plano que vai desde soluções imediatas, como a recuperação de vias de acesso, até projetos de longo prazo para qualificação profissional e atração de investimentos. O objetivo é claro: fazer de Bodoquena não apenas um destino conhecido, mas um exemplo de turismo sustentável que beneficia toda a comunidade”, finalizou.

Com perfuração de poços e reservatórios, Governo de MS atua para garantir fornecimento de água nas aldeias de Dourados

Com perfuração de poços e reservatórios, Governo de MS atua para garantir fornecimento de água nas aldeias de Dourados

Para garantir o fornecimento de água adequado à população indígena que vive na reserva formada pelas aldeias Jaguapiru e Bororó, em Dourados, o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul atua com ações efetivas para a solução definitiva do caso. A reserva é a maior em contexto urbano do país, e abriga mais de 20 mil indígenas das etnias Guarani, Kaiowá e Terena.

Além de manter o abastecimento com uso de caminhões-pipa que mantêm os reservatórios cheios, as moradias que estão com o fornecimento interrompido recebem água conforme a necessidade, garantindo que nenhuma casa fique desabastecida. O trabalho local é realizado pela Defesa Civil, que vai em cada casa com o apoio dos agentes indígenas de saneamento, e o fornecimento de água para os reservatórios é realizado pela Sanesul. Também foram perfurados dois poços, um em cada aldeia, com a instalação dos respectivos reservatórios.

“A questão da água já vem sendo discutida desde 2023, quando o Governo do Estado mesmo não tendo a competência para tal gestão, se propôs a fazer o estudo e a elaboração do projeto para uma solução definitiva. Eu acredito que essa união de esforços está escrevendo uma nova história na vida dessas pessoas, que poderão viver com mais dignidade e com os seus direitos garantidos”, disse a secretária da Cidadania, Viviane Luiza.

Idemir Cavalheiro, mora na área com a esposa e dois filhos, e até quatro anos atrás a casa da família recebia água diretamente da rede. Atualmente, ele e outras famílias que convivem com questões relativas a falhas no abastecimento contam com o trabalho realizado pelo Governo do Estado para garantir o fornecimento adequado de água.

“A água está chegando, é de grande ajuda pra gente. Toda semana recebemos e não está faltando nada”, confirmou Cavalheiro enquanto recebi o abastecimento realizado pela Defesa Civil, diretamente na caixa d’água instalada no terreno onde a família dele vive.

O fornecimento nas residências, que ainda registram falhas para receber água diretamente da rede, é um dos trabalhos realizado pelo Governo do Estado, com o apoio da Defesa Civil, Sanesul e SEC (Secretaria de Estado da Cidadania).

Para garantir que as famílias recebam água de maneira adequada, as lideranças indígenas organizaram uma comissão para obter informações diárias da situação. “A gente trabalha em conjunto para fazer esse levantamento dentro da comunidade. Nossa função é fiscalizar os prazos que foram determinados para a conclusão do projeto”, disse Atanaze Correia, membro da comissão da água da aldeia Jaguapiru.

O sistema de fornecimento de água foi instalado na aldeia Jaguapiru (1 e 2) em 1997, e de acordo com o agente indígena de saneamento, Edemir Machado – que atua na função há 17 anos –, a principal questão que envolve o problema de falha no abastecimento é o aumento populacional no período e também a falta de manutenção da rede.

“O sistema está ultrapassado e não consegue mais suprir a demanda, a população cresceu. São 269 quilômetros de rede e algumas casas não tem ligação. Hoje, pelo apoio e esforço que temos do Governo do Estado, tudo está dando certo, tem o caminhão-pipa e várias equipes que dão apoio”, explicou Machado.

Com o esforço de todos os envolvidos, o abastecimento ocorre em toda a aldeia e apenas alguns problemas pontuais – e rapidamente resolvidos – são registrados.

Na aldeia Bororó, a água é entregue pelas equipes de agentes indígenas de saneamento e da Defesa Civil, mesmo nas casas onde os moradores não estão presentes.

“A gente tem um planejamento e a distribuição é feita três vezes na semana, sem interrupção. Em algumas situações não tem pressão para a agua chegar nas casas. Atendemos em média 28 casas por dia”, explicou Rosenildo Morales, agente indígena de saneamento na aldeia Bororó.

A Sanesul fornece quatro caminhões-pipa por dia, dois para cada aldeia, que resultam em aproximadamente 32 mil litros de água tratada diariamente.

Em novembro do ano passado, o Governo do Estado mediou e contribuiu para resolver o problema da falta de água na Reserva Indígena de Dourados. O trabalho com órgãos federais, lideranças indígenas e municipais fez a diferença na busca de soluções às comunidades e resultou na construção de novos poços de captação de água potável e ofertada dos caminhões-pipa diariamente nas aldeias até que a conclusão da obra.

O Estado cumpriu o planejamento de perfurar dois poços na reserva para captar água potável nas aldeias Jaguapiru e Bororó, obra que recebeu investimento de aproximadamente R$ 490 mil.

O Governo Federal se comprometeu a disponibilizar R$ 2 milhões para perfuração de quatro poços, definidos a partir de estudos a serem elaborados em dezembro do ano passado, e também disponibilizar mais R$ 2 milhões para o abastecimento de água da RID Dourados.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm

Morre Julio Florentino, deixando seu legado e uma cidade em comoção

Morre Julio Florentino, deixando seu legado e uma cidade em comoção

Bela Vista amanheceu de luto neste domingo, 23 de março de 2025, com o falecimento de Julio Florentino, ex-funcionário do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). Aos 60 anos, Julio parte deixando um legado de trabalho, dedicação e compromisso com o município.

Servidor concursado, Julio dedicou 28 anos ao serviço público, trabalhando incansavelmente pelo bem-estar da população. Sua trajetória é marcada pelo esforço e pelo comprometimento, sendo um exemplo de profissionalismo e integridade. Mesmo diante das dificuldades, nunca abandonou suas origens e princípios, conquistando o respeito e a admiração de colegas e da comunidade.

Julio Florentino deixa três filhos, seis netos, incluindo três que criou como seus próprios, e uma infinidade de amigos e pessoas que foram cativadas por sua humildade e generosidade.

Seu falecimento gera uma grande comoção na cidade, que reconhece sua valiosa contribuição para Bela Vista. Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares e amigos, expressando nossas mais sinceras condolências. Que Deus o acolha em sua morada eterna.

Ademir Mendonça – Fronteira News

Primeira rampa pública no Rio Dourados é entregue com articulação do dep. Renato Câmara

Primeira rampa pública no Rio Dourados é entregue com articulação do dep. Renato Câmara

Na curva tranquila do Rio Dourados, entre Dourados e Laguna Carapã, uma estrutura de concreto marca, a partir de hoje, mais do que o fim de uma obra: marca o início de uma nova relação com o rio. A primeira rampa pública para embarcações do Mato Grosso do Sul foi oficialmente finalizada neste sábado (22), fruto de uma articulação do deputado estadual Renato Câmara junto à AGESUL (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos).

Voluntários e equipe da Agesul se dedicaram hoje aos trabalhos na rampa.

A conquista tem um significado poderoso. Até então, o acesso ao rio dependia da boa vontade — e dos preços — cobrados por fazendas privadas. Em algumas propriedades, o valor para baixar um barco chega aos R$ 50 por pessoa. Para muitos pescadores, esportistas e turistas, isso significava barreira. Hoje, essa realidade começa a mudar.

Instalada na MS-379, na altura da Rodovia Jonas Alves Correa, a rampa oferece acesso gratuito ao rio e já é celebrada por quem vive da pesca, pelo turismo que movimenta a região, e pelas forças ambientais, como a Polícia Militar Ambiental, que ganha ali um novo ponto de apoio para suas fiscalizações.

O projeto inclui, além da rampa, melhorias no trecho da estrada, limpeza para estacionamento e alinhamento da estrutura para garantir segurança na descida das embarcações. E o espírito coletivo também moldou essa obra. O produtor rural Thiago Alves Capilé doou o serviço de frente de trabalho para ajudar na execução da obra, e a Pedreira Esteio contribuiu com a doação da brita usada na base da rampa. Gesto que reflete o desejo de muitos: democratizar o acesso ao rio.

“Essa rampa nasce de um pedido antigo. Uma necessidade ignorada por anos. Agora, com apoio da AGESUL e da sensibilidade do Governo do Estado, conseguimos tirar do papel um sonho de quem pesca, trabalha ou apenas quer curtir o rio com dignidade”, afirmou o deputado Renato Câmara.

O gerente regional da AGESUL em Dourados, José Carlos de Sousa, o Zezinho, agradeceu aos envolvidos e destacou a importância da entrega: “Quero aqui agradecer o pedido do deputado Renato Câmara, que fez o encaminhamento para a AGESUL. Agradecer também ao Mauro Azambuja, nosso diretor-presidente da AGESUL, e ao Guilherme Alcântara, o nosso secretário de Infraestrutura. E agradecer ao governador Eduardo Riedel, que, preocupado com os pescadores, hoje entrega um descedouro público no Estado, onde vocês não vão pagar nada para descer. Isso é gratificante para nós. E agradeço muito ao pedido do deputado Renato Câmara e a todos vocês, pescadores, que são os verdadeiros parabenizados.”

De fato, o projeto prevê expansão: o próximo ponto a ser contemplado deverá ser Caarapó. Mas, para quem vive às margens do Rio Dourados, hoje já é histórico. Pela primeira vez, o acesso ao rio não passa por cercas ou portões fechados — mas por uma política pública de acesso, respeito e permanência.

Hoje, nesta pequena rampa de concreto, o Mato Grosso do Sul desce — enfim — livre ao seu próprio rio.

Por: Débora Louise G. Guglielmelli   Foto: Flávio Retratista

 

 

Em Bonito, Paulo Corrêa defende desenvolvimento sustentável e cobra aplicação da Lei das Águas Cristalinas

Em Bonito, Paulo Corrêa defende desenvolvimento sustentável e cobra aplicação da Lei das Águas Cristalinas

O deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), autor da Lei das Águas Cristalinas, reforçou neste sábado (22) a importância de aliar desenvolvimento urbano à preservação ambiental durante audiência pública que discutiu a elaboração do novo plano diretor de Bonito. O 1º secretário da Assembleia Legislativa destacou que o município, conhecido por suas belezas naturais e pelo ecoturismo – sua principal atividade econômica –, deve priorizar a sustentabilidade em seu planejamento.

Corrêa demonstrou preocupação com o avanço de empreendimentos imobiliários que não respeitam a infraestrutura necessária para preservar o meio ambiente.

“Tem muita gente que quer acabar com a Lei das Águas Cristalinas para fazer loteamento, condomínio, com frente de 20 metros para o Rio Formoso e fundo de 40 hectares, jogando fezes no rio. Nós não aceitamos isso. Condomínio que quiser se instalar em Bonito, tem que ter uma infraestrutura adequada, com tratamento de esgoto, energia e asfalto”, afirmou.

A Lei das Águas Cristalinas, em vigor desde 1998, estabelece uma faixa de proteção de 150 metros de cada lado das margens dos rios da Prata e Formoso, dois dos principais cursos d’água da região. A legislação proíbe atividades que possam comprometer o equilíbrio ambiental, como agricultura, extração de madeira, instalação de indústrias, mineração e criação de animais na área de proteção especial.

“Bonito é um patrimônio natural do Brasil e do mundo. Precisamos garantir que o desenvolvimento da cidade seja feito de forma responsável, preservando nossos rios, nossa fauna e flora. A Lei das Águas Cristalinas é um instrumento fundamental para isso, mas é preciso que seja aplicada de forma efetiva”, ressaltou Corrêa.

Crescer sem destruir o meio ambiente

O deputado enfatizou que a aplicação da lei é essencial para garantir a qualidade das águas dos rios da Prata e Formoso, que são atrativos turísticos de grande relevância. “A lei não é um obstáculo ao progresso, mas uma garantia de que o desenvolvimento será sustentável. Bonito tem a oportunidade de se tornar um exemplo de como crescer sem destruir o meio ambiente”, disse.

Corrêa cobrou maior fiscalização e conscientização sobre a importância da legislação, além de sugerir a inclusão de medidas de proteção ambiental no novo plano diretor. Ele também propôs a criação de programas de educação ambiental e parcerias com o setor privado

para promover práticas sustentáveis.

Lei das Águas Cristalinas

Sancionada em 1998, a Lei das Águas Cristalinas visa proteger os rios da Prata e Formoso, que são fundamentais para o ecossistema e o turismo na região de Bonito. A legislação estabelece restrições rigorosas para atividades que possam causar danos ambientais, reforçando o compromisso do estado com a preservação de seus recursos hídricos.

JT solicita retorno do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos

JT solicita retorno do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos

Durante a sessão ordinária desta segunda-feira (17), o vereador JT (Podemos) apresentou um pedido à secretária de Assistência Social, com cópia ao prefeito, solicitando informações sobre o retorno do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (antigo Peti).

O parlamentar destacou a importância do projeto para as crianças e suas famílias, enfatizando que a iniciativa proporciona atividades que fortalecem o desenvolvimento social, educativo e emocional dos participantes. “É fundamental garantir que nossas crianças tenham acesso a esse serviço essencial, que contribui para a inclusão e bem-estar de muitas famílias”, afirmou JT.

A solicitação reflete a preocupação do vereador com políticas públicas voltadas à infância e à juventude, reforçando seu compromisso com a comunidade. Ele aguarda um retorno das autoridades responsáveis para que a população seja devidamente informada sobre a reativação do programa.

Ademir Mendonça – Assessor de Imprensa