(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Sexta-Feira, 13 de Março de 2026
Rose sanciona lei que prevê punições em casos de indisciplina nas escolas

Rose sanciona lei que prevê punições em casos de indisciplina nas escolas

Escola Estadual Joaquim Murtinho, em Campo Grande. (Foto: Liniker Ribeiro/Arquivo).Escola Estadual Joaquim Murtinho, em Campo Grande. (Foto: Liniker Ribeiro/Arquivo).

A medida tramitou no Legislativo estadual durante dois anos, mas as discussões se intensificaram em 2017. Antes, a proposta só previa penalidades nas escolas estaduais. O novo texto incluem as particulares e outras mudanças.

De acordo com o texto, os estudantes que depredarem o patrimônio escolar deverão reparar os danos causados ou fazer atividades extracurriculares. Um registro da ocorrência escolar com lavratura de termo de compromisso será feito. O documento terá a autorização dos pais ou do responsável legal.

A lei prevê, ainda, reuniões com alunos e demais segmentos da comunidade escolar para discussão de questões relacionadas à violência na escola. Também devem ser feitos círculos restaurativos e “de cultura da paz”, espaços de resolução pacífica de conflitos de menor potencial ofensivo.

Atividades pedagógicas culturais e de lazer, como apresentações musicais, peças teatrais, coreografias, gincanas e filmes educativos estão previstos. Ainda conforme a medida, a aplicação disciplinar vai considerar a gravidade da infração cometida.

Antes das mudanças no projeto, havia a previsão de suspensão de benefícios sociais caso os pais ficassem omissos nas ações. O texto oficial, no entanto, afirma que reportará às autoridades competentes sobre a situação.

Fonte: Campo Grande News

Inflação de 2017 em Campo Grande é a menor desde 2006

Inflação de 2017 em Campo Grande é a menor desde 2006

Índice anual fica em 2,6%, segundo o Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais da Uniderp 

Campo Grande (MS) – A inflação de 2017, em Campo Grande, fechou o ano em 2,6%, segundo o Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (Nepes) da Uniderp. A taxa, que está bem abaixo da meta inflacionária de 4,5%, estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), foi a menor da série histórica do Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG) desde o ano de 2006, quando ficou em 2,29%. O resultado incluiu também a inflação de dezembro, 0,42%, a segunda maior porcentagem registrada em 2017, abaixo apenas de janeiro do ano passado, quando registrou 0,43%.

“A inflação ainda permanece controlada, o que indica que as medidas econômicas tomadas pelas autoridades estão surtindo os efeitos esperados. Também há que se que considerar que, em 2017, o Brasil colheu uma supersafra de grãos, o que possibilitou a estabilização e até a baixa em alguns produtos do grupo Alimentação, favorecendo a queda da inflação. “Outros motivos são o alto desemprego no país, os juros ainda elevados e o grande endividamento da população, reduzindo a demanda, inclusive, em produtos de alimentação”, explica o coordenador do Nepes/Uniderp, Celso Correia de Souza.

Ainda de acordo com o pesquisador da Uniderp, os principais responsáveis pela inflação de dezembro foram os grupos: Transportes, com 1,38% e contribuição de 0,21% para o cálculo do índice mensal; Habitação, com 0,34% e colaboração de 0,09%; e Despesas Pessoais, com 1,2% e participação de 0,08%. Os outros grupos – Alimentação, Saúde, Educação e Vestuário – ficaram dentro da normalidade.

No acumulado dos 12 meses, os destaques também incluíram Transportes e Habitação, com taxas de 8,69% e 4,28%, respectivamente. O grupo Vestuário ficou com 5,67%, ocupando a segunda posição. De acordo com Celso, o resultado do primeiro grupo é reflexo de contínuos reajustes nos preços dos combustíveis; já o setor de Vestuário vem recompondo preços do ano de 2016, quando esteve em baixa; e o comportamento do grupo Habitação foi impulsionado pelo reajuste da energia elétrica, bem como, pelas bandeiras tarifárias (que indicam o custo da energia em função das condições de geração). “Nos três últimos meses do ano, elas vigoraram na cor vermelha, sendo nível 2 para outubro e novembro; e patamar 1 para dezembro. Além disso, os reajustes no preço do gás de cozinha também impactaram o grupo, esclarece.

Ainda da avaliação do professor, o resultado da baixa inflação deve refletir na economia. “Levando-se em conta todo esse cenário, é possível que haja nova queda da taxa Selic em fevereiro/2018, atualmente em 7%, sinalizando que os juros podem baixar.”

Maiores e menores contribuições
Os 10 “vilões” da inflação, em dezembro:

  • Etanol, com inflação de 7,3% e contribuição de 0,14%;
  • Acém, com inflação de 14,17% e contribuição de 0,11%;
  • Alcatra, com inflação de 6,97% e participação de 0,08%;
  • Calça comprida feminina, com variação de 3,68% e colaboração de 0,05%;
  • Ovos, com acréscimo de 15,70% e contribuição de 0,04%;
  • Gasolina, com variação de 0,81% e colaboração de 0,03%;
  • Automóvel novo, com acréscimo de 1,25% e contribuição de 0,03%;
  • Fogão, com reajuste de 10,35% e participação de 0,02%;
  • Sapato masculino, com elevação de 2,46% e colaboração de 0,01%.
  • Carne seca/charque, com aumento de 7,53% e participação de 0,01%;

Já os 10 itens que auxiliaram a reter a inflação, com contribuições negativas foram:

  • Costela, com deflação de -7,5% e contribuição de -0,04%;
  • Calça comprida masculina, com redução de -2,82% e colaboração de -0,04%;
  • Batata, com diminuição de -10,73% e participação de -0,04%;
  • Arroz, com decréscimo de -2,86% e contribuição de -0,03%;
  • Contra filé, com baixa de -4,92% e colaboração de -0,03%;
  • Açúcar, com diminuição de -4,68% e participação de -0,02%;
  • Fósforo, com redução de -7,54% e contribuição de -0,04%;
  • Leite pasteurizado, com decréscimo de -1,66%e colaboração de -0,02%;
  • Sabonete, com queda de -3,44% e participação de -0,02%;
  • Bebibas não alcoólicas, com baixa de -1,63% e contribuição de -0,02%.

Segmentos

O grupo Habitação, que possui o maior peso de contribuição para o cálculo do índice mensal, apresentou inflação de 0,34% em dezembro. Entre os destaques de produtos com aumento de preços neste grupo estão: detergente (2,05%), inseticida (1,16%), limpa vidros (0,99%), entre outros. Quedas de preços ocorreram com: refrigerador (-2,34%), pilha (-2,02%), máquina de lavar roupa (-1,94%), entre outros.

O grupo Alimentação registrou alta no mês passado: 0,12%, uma taxa baixa, na avaliação do coordenador do Nepes. O grupo é o melhor termômetro para o comportamento da inflação ao longo do ano, pois, tem a segunda ponderação na formação do índice inflacionário geral, e possui grande importância para o consumidor. “O resultado ficou abaixo da expectativa para essa época, um período de maior aquisição de produtos de alimentação, principalmente, carnes, frutas e bebidas. O consumo pode até ter aumentado, mas a oferta de alimentos, com a supersafra de grãos colhida em 2017, não deixou com que os preços subissem tanto. Também se pode atribuir à estabilidade nos preços a crise econômica em que vive o país, o que provoca um freio, pelo consumidor, até mesmo em produtos de alimentação. Para o ano de 2018, esse cenário pode não se repetir, pois, parece que o clima não estará tão favorável às lavouras e, por outro lado, o país, aos poucos, está retomando o crescimento econômico, consequentemente, a inflação pode não ficar tão comportada quanto em 2017”, contextualiza Celso.

Os maiores aumentos de preços que ocorreram em produtos desse grupo foram: ovos (15,7%), acém (14,17%), goiaba (12,37%,), entre outros. Fortes quedas de preços ocorreram com: milho verde (-14,24%), berinjela (-13,86%), coco (-11,30%), entre outros.

Dos quinze cortes de carnes bovinas pesquisados pelo Nepes da Uniderp, doze tiveram aumentos de preços. São eles: acém (14,17%), alcatra (6,97%), coxão mole (4,78%), patinho (3,16%), paleta (2,99%), peito (2,14%); músculo (1,13%), filé mignon (0,72%), vísceras de boi (0,31%), cupim (0,11%), picanha (0,09%) e lagarto (0,01%). Quedas de valores foram identificadas com costela (-7,50%), contrafilé (-4,92%) e fígado (-1,30%). Quanto aos cortes de carne suína, todas baixaram de preços: bisteca caiu 6,27%, costeleta 2,60% e, o pernil 1,79%. Miúdos de frango tiveram queda de 0,81% e o frango resfriado aumentou 0,50%.

O grupo Transportes, destaque na inflação anual, apresentou novamente alta expressiva: 1,38%. A causa seriam aumentos do etanol (7,30%), passagem de ônibus interestadual (1,71%), automóvel novo (1,25%), pneu (0,96%) e gasolina (0,81%).

O grupo Educação seguiu a tendência de alta e fechou com 0,35%, devido a majorações em produtos de papelaria. Alta também com o grupo Despesas Pessoais, que fechou em 1,20%. Os principais produtos/serviços que tiveram aumentos de preços nos segmentos foram: protetor solar (3,87%), produto para limpeza de pele (0,99%), manicure e pedicure (0,84%), entre outros. Reduções de valor ocorreram com: creme dental (-2,93%), sabonete (-1,44%), fio dental (-0,96%), entre outros.

Já o grupo Saúde ficou índice estável: 0,01%, mas alguns produtos/serviços que tiveram aumentos de preços foram com material para curativo (0,88%) e vitamina e fortificante (0,72%). Quedas foram identificadas com: anti-inflamatório e antirreumático (-0,76%) e antimicótico e parasiticida (-0,56%).

Completando o estudo, Vestuário encerrou dezembro com queda de -0,31%. Entre os principais aumentos que ocorreram em produtos desse grupo estão: calça comprida feminina (3,68%) e sapato masculino (2,46%). Quedas de preços ocorreram: calça comprida masculina (-2,82%), sandália/chinelo feminino (-2,57%), short e bermuda masculina (-2,09%), entre outros.

IPC/CG

O Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG) é um indicador da evolução do custo de vida das famílias dentro do padrão de vida e do comportamento racional de consumo. O IPC busca medir o nível de variação dos preços mensais do consumo de bens e serviços, a partir da comparação da situação de consumo do mês atual em relação ao mês anterior, de famílias com renda mensal de 1 a 40 salários mínimos. A Uniderp divulga mensalmente o IPC/CG via Nepes.

Variação em mensalidade escolar pode chegar aos 386%, aponta pesquisa do Procon Estadual

Variação em mensalidade escolar pode chegar aos 386%, aponta pesquisa do Procon Estadual

O superintendente do Procon Estadual, Marcelo Salomão, orienta que a pesquisa é fundamental para a escolha das escolas. “Lembramos também que o preço não pode ser o único fator para tomadas de decisões. Deve-se também analisar o projeto pedagógico e o método de ensino da escola”, diz o superintendente.

Para o Fundamental I, que abrange do 1° ao 5° ano, a pesquisa traz uma variação de 386,25%, sendo um estabelecimento com mensalidade de R$ 240,00 e outro com R$ 1.167,00 ao mês, no período matutino para o 1° ano. No Ensino Médio de período integral, o 3°ano começa com mensalidade de R$ 940,00 e pode chegar aos R$ 2.134,34, com uma variação de 127,06%, dentre as escolas pesquisadas.

A pesquisa foi realizada entre os dias 06 de novembro e 05 de dezembro de 2017, e pode ser conferida no link a seguir.

PESQUISA MENSALIDADES ESCOLARES /2018

O Procon Estadual disponibiliza o número 151 e o Fale Conosco do site www.procon.ms.gov.br aos consumidores para informações e denúncias.

Leomar Alves Rosa – Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast).

Claudio Sertão, Pré-candidato ao Governo, comemora destaque em pesquisa eleitoral

Claudio Sertão, Pré-candidato ao Governo, comemora destaque em pesquisa eleitoral

Claudio Sertão, Pré-candidato ao Governo, comemora destaque em pesquisa eleitoral

Campo Grande (MS) – O empresário Cláudio Sertão, pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo Podemos, comemora não sóo fato de aparecer nas pesquisas espontâneas feitas nos 79 municípios do Estado, como provável sucessor ao Governo de MS, como também aparecer à frente de outros homens públicos e políticos como o deputado estadual Junior Mochi, presidente da Assembleia Legislativa e Ricardo Ayache.

“Nós ainda nem iniciamos os trabalhos de pré-campanha, pois estamos, primeiramente, articulando esse trabalho juntamente com empresários da Capital e interior, e já nos despontamos na preferência do eleitor”, afirmou Cláudio Sertão, atribuindo o crescimento de seu nome ao trabalho que sempre desenvolveu em prol do crescimento do Estado com geração de emprego e renda, principalmente na região de fronteira, para onde levou dezenas de empresas e gerou milhares de empregos.

Na mais recente pesquisa, do IPMS, desenvolvida no período de 9 a 17 de dezembro, com 2.285 eleitores dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul. As pessoas responderam, espontaneamente em quem votariam para governador de MS se as eleições fossem hoje. Cláudio Sertão aparece, na espontânea, com 0,05% dos votos e na estimulada ele aparece com 0,24% dos votos.

“Consideramos esses números uma grande vitória, pois sequer começamos a trabalhar nos municípios o nome de Cláudio Sertão, um  empresário que tem trabalhado há muitos anos em pelo desenvolvimento socioeconômico de Mato Grosso do Sul”, afirma Antonio Mielle, um dos membros do Podemos e da coordenação da pré-campanha do empresário ao governo do Estado.

O pré-candidato reafirma que colocou seu nome à disposição da população sul-mato-grossense depois que veioà tona que um número incontável de políticos está envolvido com atos ilícitos, com corrupção e desvio bilionários de dinheiro público. “Como cidadãos e como empresários que somos, não podemos ficar de braços cruzados enquanto esse mar de corrupção toma conta de nosso Estado e nosso país. Sou pré-candidato para dar um novo rumo de desenvolvimento ao nosso Estado, com transparência e sem corrupção como vemos hoje”, afirmou o empresário, pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo Podemos, partido que tem como pré-candidato à presidência da República o senador Álvaro Dias, que deverá vir a Mato Grosso do Sul, breve, para lançamento da pré-campanha de Sertão.

Reinaldo Azambuja está entre os 10 governadores que mais cumpriram plano de governo

Reinaldo Azambuja está entre os 10 governadores que mais cumpriram plano de governo

Foto: Chico Ribeiro

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, está entre os 10 que mais cumpriram compromissos de governo, segundo o levantamento do site G1.

Considerando apenas as entregas feitas integralmente, Mato Grosso do Sul está na sétima posição no ranking, com 39,13%, atrás dos estados do Maranhão (59,45%), Goiás (59,09%), São Paulo (50%), Mato Grosso (43,47%), Rondônia (42,42%) e Bahia (40,86%). O índice está acima da média nacional, que foi de 32%.

Ainda de acordo com o site, Reinaldo Azambuja cumpriu integralmente nove e parcialmente dois compromissos, de um total de 23. Entre as metas já cumpridas pelo governador que foram destacadas no especial As Promessas dos Políticos estão: ampliação da educação em tempo integral, melhora no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), criação de mutirões de saúde nos polos regionais e a implantação de auditorias independentes nos órgãos públicos.

Outras ações realizadas pela atual administração são a implantação do sistema de promoção por mérito para os servidores estaduais, a criação de uma autarquia para cuidar das comunidades indígenas, o fim da cobrança do ICMS antecipado e a política regionalizada de incentivos fiscais.

Embora não conste no levantamento, Reinaldo Azambuja também faz um governo transparente, deixando a um clique de qualquer pessoa os dados sobre como são aplicados os recursos públicos. Pelo segundo ano consecutivo, o Portal da Transparência do Governo de Mato Grosso do Sul recebeu nota 10 em avaliação realizada pela Rede de Controle. Desde o início da atual gestão, o índice estadual de transparência apresentou uma evolução de 714%.

Até mesmo nas promessas classificadas pelo G1 como “não cumpridas” constam algumas prestes a serem concluídas, como o Hospital do Trauma, que depois de 20 anos de espera deverá ser entregue até o fim do primeiro trimestre de 2018.

E entre os compromissos apontados como parcialmente concluídos está a redução da carga tributária. O Governo de Mato Grosso do Sul reduziu o imposto estadual para a aquisição de máquinas e equipamentos e na importação de matéria-prima. Também reduziu a carga tributária nas operações da cadeia do leite e sobre a energia elétrica no setor aviário.

Foram consideradas 1.035 promessas assumidas pelos então candidatos a governador antes de serem eleitos. Apenas o governador do Amazonas, Amazonino Mendes, não foi avaliado. Eleito em agosto, após a cassação do ex-governador José Melo e do vice Henrique Oliveira por compra de votos nas eleições de 2014, ele tomou posse em outubro de 2017.

Fonte: Portal do MS

Puccinelli confirma pré-candidatura  ao Governo de Mato Grosso do Sul

Puccinelli confirma pré-candidatura ao Governo de Mato Grosso do Sul

Marun, Simone Tebet e Puccinelli em coletiva na sede regional do partido – Foto: Izabela Jornada/Portal Correio do Estado

Campo Grande (MS) – André Puccinelli (PMDB) declarou sua pré-candidatura ao Governo de Mato Grosso do Sul na manhã de hoje (22), na sede regional do partido, em Campo Grande. O ex-governador comparou a decisão com um “parto fórceps”, dizendo que “estava relutante” em confirmar que concorrerá nas eleições de 2018.

Agora com a candidatura anunciada, Puccinelli já falou em buscar parcerias e conversar com prefeitos do Estado, incluindo Marcos Trad (PSD), de Campo Grande. “Prefeito da Capital. Menino determinado. Vamos atrás de todos os outros 79 prefeitos também”, disse André sobre conversar com o chefe do Executivo municipal.

Também presidente regional do partido, André falou sobre os próximos passos do PMDB para o ano que vem. “Simone e Moka continuam no Senado. Márcio Fernandes continua como deputado estadual. Os outros vamos analisar”, completou.

MARUN

O minitro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Carlos Marun (PMDB), participou do evento de anúncio de candidatura de Puccinelli. “Minha cabeça é o Brasil e meu coração é o Mato Grosso do Sul”, disse.