set 26, 2018 | Campo Grande
Candidato à reeleição pelo PSDB, o governador Reinaldo Azambuja reafirmou compromisso com investimentos culturais em Mato Grosso do Sul para os próximos quatro anos de gestão. Reinaldo se encontrou com integrantes do Fórum Estadual de Cultura (Fesc) nesta terça-feira (25) e assinou a carta de intenção com o movimento cultural.
O documento possui 12 reivindicações. Entre elas a implantação do Plano Estadual de Cultura, tornado lei por Reinaldo em 2017. “Tenho compromisso em avançar nas pautas culturais ainda em 2018, para a garantirmos a execução orçamentária e financeira em 2019. Juntos, vamos discutir o que é prioridade para colocarmos ações prioritárias em prática”, destacou Reinaldo Azambuja.
Para o governador, “o pior momento da crise passou” e os próximos anos serão de crescimento econômico para o Brasil. Nesse cenário, Mato Grosso do Sul deve crescer cinco vezes mais que o País, avalia Reinaldo. “Com isso, vamos potencializar os investimentos em políticas públicas de todas as áreas”, disse.
Compromissos
A manutenção dos festivais de Inverno de Bonito (FIB) e América do Sul Pantanal (Fasp), de Corumbá, foi um dos compromissos prontamente assumidos por Reinaldo. Outra vontade expressada pelo gestor foi a recuperação de espaços de cultura, como o Teatro Aracy Balabanian.
“Fiquei profundamente triste com o desastre que aconteceu no Museu Nacional no Rio de Janeiro. Isso despertou a vontade de cuidarmos mais dos nossos espaços, com reformas e revitalizações. Nosso desafio agora é elencarmos prioridades e fazermos uma ação planejada para os próximos quatro anos. Me coloco à disposição para avançarmos nessas e nas outras pautas”, garantiu Reinaldo.
Também nesta terça-feira, Reinaldo concedeu entrevistas aos jornais O Estado MS e Top Mídia News.
Foto 1: Encontro foi realizado no Diretório Estadual do PSDB, em Campo Grande.
Foto 2: Secretário de Cultura e Cidadania de MS, Athayde Nery; presidente do Fesc, Airton Raes; e Reinaldo Azambuja
set 24, 2018 | Campo Grande

Curta ‘O Amor e o Resto – da Culinária ao Caos’ será lançado hoje no MIS
Produção conta a história de uma boleira que faz bolos de acordo com seus sentimentos
De forma lúdica e surreal a cineasta Mariana Sena e a artista Maíra Espíndola contam a história de Beatriz (Camila Brito) e Gentil (Leandro Faria Lelo) no curta-metragem “O Amor e o Resto – da Culinária ao Caos”. A produção será lançada nesta segunda-feira (24), às 20h no MIS (Museu da Imagem e do Som), com entrada gratuita. A obra contou com recurso do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio do Edital de Audiovisual da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul).
No filme Beatriz é uma boleira que faz bolos de acordo com o que sente. Ela constrói Gentil, um boneco que ganha sentimentos e começa a nutrir amor por ela, mas não é correspondido. O boneco narra, a partir de suas vivências, a história de Beatriz e Davi (Pepa Quadrini), homem que a boleira conhece em sua loja e vive um breve romance.
A história surgiu após conversas entre Mariana e Maíra. “Eu li um livro sobre como grandes autores da literatura escreveriam receitas culinárias, achei incrível pensei em fazer algo relacionando gastronomia e o amor”, conta Mariana.
Já Maíra sempre teve a necessidade de criar obras artísticas relacionadas ao amor. “Este é um tema tão caro pra mim, acabo fazendo a partir de minhas próprias vivências. Beatriz claramente é baseada em mim, mas Gentil era algo externo a mim”, afirma.
Para construir este universo mágico e lúdico onde os personagens habitam, as duas resolveram utilizar em partes do filme a técnica da Stop Motion. “A técnica stop motion apareceu mais como um recurso para animar objetos inanimados e compor esse universo mágico e lúdico onde a personagem habita, para construir esse mundo de Beatriz e Gentil e como eles pensam”, detalha Maíra.
Também fazem parte da equipe da produção Alisson Gonçalves, Marcos Vareiro, Airton Raes, Lucas Arruda, Lucas Prada, Jéssica Cândido, Fabio Mauricio, Lidiane Lopes, Jeff Bononi, Jonas Feliz, Sandro Calixto, Rafael Omar, Leotta Reaidy, Filipe Saldanha, Helton Perez, Catia Santos Mariana Cabreira e Fernanda Teixeira.
Serviço – O MIS fica na avenida Fernando Corrêa da Costa, 559, 3º andar.
set 20, 2018 | Campo Grande
José Roberto da Rosa, advogado de Guimaro, informou que seu cliente negou contato com Reinaldo ou que sofreu ameaças. (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)
Em depoimento na sede da Polícia Federal em Brasília como parte das investigações da Operação Vostok, o corretor de gado José Ricardo Guitti Guimaro, o “Polaco”, negou ter sofrido “qualquer tipo de ameaça” vinda do advogado Rodrigo Souza e Silva, filho do governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Além disso, descartou ter mantido algum tipo de contato com o chefe do Executivo estadual e que as vendas de carne citadas como falsas –a fim de justificar pagamentos de propinas– eram legítimas.
As informações foram prestadas ao Campo Grande News pelo advogado José Roberto da Rosa, contratado pela família de Polaco na semana passada para tratar de detalhes quanto a apresentação de seu cliente. O depoimento contradiz acusações de executivos da J&F contra integrantes da gestão de Reinaldo, apontando que benefícios fiscais para que frigoríficos da JBS operassem no Estado vieram em troca de pagamentos.
Guimaro foi alvo do único mandado de prisão não cumprido na Vostok –operação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal que apura o suposto esquema de uso de notas frias de venda de gado para alicerçar pagamentos de propinas em troca dos incentivos fiscais.
A ação, deflagrada em 12 de setembro, envolveu 13 prisões temporárias, incluindo Rodrigo. Com validade de cinco dias, elas expiraram no domingo, quando todos os investigados foram liberados. Polaco, porém, alegou estar no interior do Pará, em local incomunicável, não sendo encontrado pelas autoridades. A Vostok o apontou como operador no esquema de uso de notas frias para justificar os pagamentos ilegais, denunciados pelos empresários Joesley e Wesley Batista, do Grupo J&F.
À PF, segundo Rosa, Polaco negou ter sofrido ameaças de Rodrigo, com quem disse ter contato apenas durante a campanha eleitoral. Sobre Reinaldo, ele afirmou que nunca teve contato com o governador. Ao longo de cinco horas de depoimento, ele confessou receber propinas, usando nomes de agentes públicos –alguns deles investigados– e usava uma conta do Frigorífico Buriti, usado no esquema e com o qual mantinha contrato de terceirização, para movimentar pagamentos da JBS; bem como que as vendas de carne apontadas como fraudulentas não foram simuladas.
Vostok – Os mandados de prisão e os 41 de busca e apreensão haviam sido autorizados pelo ministro Félix Fischer, do STJ (Superior Triubunal de Justiça), a partir de depoimento dos irmãos Batista. No sistema por eles afirmado, o pagamento por Tares (Termos de Acordo de Regime Especial) começou na gestão de Zeca do PT e mantido por André Puccinelli(MDB) e Reinaldo.
Fonte: Campo Grande News
set 18, 2018 | Campo Grande

Administração municipalista de Reinaldo Azambuja prioriza demandas locais
Candidato à reeleição, governador tem feito obras que atendem necessidades da população nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul
Investimentos que atendem as demandas locais de cada um dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul são tratados como prioridade pela administração do governador Reinaldo Azambuja, candidato à reeleição. A gestão do tucano é classificada como municipalista pelo presidente da Associação dos Municípios de MS (Assomasul) e prefeito de Bataguassu, Pedro Caravina. “Ninguém fez mais pelos municípios do que Reinaldo Azambuja. Em um mandato fez mais que [outros] em três”, destacou.
Na prática, conforme Reinaldo Azambuja, as ações do Governo do Estado são pactuadas com prefeitos e vereadores, que estão em contato direto com a população. “Trabalhamos com seriedade e mantendo as contas do governo equilibradas para atendermos os anseios das pessoas. Assim, conseguimos fazer investimentos em todos os municípios do Estado”, explicou o governador.
Um dos casos mais emblemáticos de planejamento que foi que alterado para satisfazer a comunidade local está em Corumbá. Inicialmente, o Governo planejou a construção de um Hospital Regional na Cidade Branca. Mas, depois de tratativas com a população ficou definida a obra de reforma e ampliação da Santa Casa, a maior unidade de saúde da região do Pantanal.
“O pedido para melhorias no prédio da Santa Casa surgiu da própria comunidade. De pronto aceitamos, a Prefeitura fez um projeto a assinamos convênio para transferência de R$ 11,9 milhões para fazer uma reestruturação completa, que transformará o prédio em uma nova Santa Casa”, afirmou Reinaldo Azambuja.
Nas melhorias estão previstas as construções de um novo pronto socorro, com uma área física de 3,5 mil m² e estrutura para urgência e emergência. A reforma do atual prédio do hospital inclui a construção de uma recepção geral, que atenderá o novo complexo, além de mais 30 leitos. Na maternidade, o aporte estadual vai possibilitar a reestruturação completa do centro obstétrico e da enfermaria. “Fazemos um governo que respeita as vontades locais”, pontuou.
set 17, 2018 | Campo Grande
Ciclo de Palestras do Centro Universitário Anhanguera de Campo Grande oferece seis capacitações para estudantes, técnicos e profissionais do segmento
Estão abertas as inscrições para o 1º Ciclo de Palestras da Contabilidade (Cicon), que será realizado nos dias 19 e 20 de setembro, às 19h, no auditório do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência de Mato Grosso do Sul (Sinpetro/MS), situado na Rua Bariri, 133, na Vila da Glória, em Campo Grande.
Promovido pelo curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário Anhanguera de Campo Grande, o evento oferece três palestras no primeiro dia de capacitação: Sistema Tributário Nacional, ministrada pela advogada especialista em Direito Tributário, Isa Maria Formaggio Marques Guerini; Holding – Noções estratégicas para seu empreendimento, com o advogado mestre em Direito Empresarial e Contratos Empresariais, Douglas de Oliveira Santos; e Conhecendo e atualizando-se sobre o E-Social, apresentada pelo consultor de departamento pessoal e especialista em Cálculo Trabalhista, Paulo David Silva Chaves.
No segundo dia, as temáticas apresentadas serão: Planejamento e gestão tributária, conduzida pelo procurador-chefe da Fazenda Nacional em Mato Grosso do Sul, Flavio Garcia Cabral; Profissional 4.0 – Homem e máquina, com o especialista em Gestão Estratégica de Marketing e Varejo, Leandro Rachel Arguello; e Poupar, Investir e Capitalizar – Como planejar meu futuro, ministrado pelo especialista em investimentos, com mais de 34 anos de experiência na área, Elton Roberto de Souza.
O coordenador do curso de Ciências Contábeis, Ayron Assunção, explica que o evento oferece a oportunidade de qualificação para estudantes, técnicos e profissionais do segmento. “Elaboramos uma programação diversificada para proporcionar atualização de conhecimentos para vários setores que demandem dos serviços financeiros, administrativos, jurídicos e da contabilidade”, explicou.
Para participar, basta se cadastrar gratuitamente pelo link http://sistemas.cfc.org.br/SGEWebSgi/View/user/login.aspx. As vagas são limitadas e as inscrições custam apenas 1kg de alimento não perecível, que deverá ser entregue na portaria do evento. O 1º Cicon da Anhanguera conta com o apoio do Conselho Regional de Contabilidade (CRC/MS) e do Sinpetro/MS.
set 14, 2018 | Campo Grande

Denúncia da JBS é retaliação por cobrança de impostos, explica Reinaldo
Após uma operação midiática da Polícia Federal, o governador Reinaldo Azambuja teve a oportunidade de apresentar os esclarecimentos sobre as denúncias feitas por delatores da holding J&F, que controla a JBS. Ele explicou que denúncias de Joesley e Wesley Batista foram uma retaliação à nova política de cobrança de impostos em Mato Grosso do Sul.
“É momento de restabelecer a verdade para a população de Mato Grosso do Sul. Esse grupo [JBS] roubou o Brasil. Desviaram recursos em muitos estados brasileiros. E fizeram uma delação. Essa delação, inclusive que foi homologada pelo Ministério Público Federal, foi questionada pelo próprio Ministério Público, pedindo a anulação. Esse pessoal [JBS] era mal acostumado aqui em Mato Grosso do Sul. Eles tinham benefícios fiscais e pagavam poucos tribunos aqui no Estado. E nós enquadramos ele como enquadramos todas as cadeias produtivas”, disse o governador Reinaldo Azambuja, que concedeu entrevista à TV Morena, nesta quinta-feira (13), para restabelecer a verdade e contar as propostas de campanha para o próximo mandato.
Reinaldo afirmou que o grupo pagava poucos tributos e fez a delação após um embate com o Governo do Estado, que acabou com os privilégios da empresa. “Nós igualamos os benefícios fiscais do grupo JBS, da holding H&F, [com os de outros frigoríficos] e posso dizer, com muita tranquilidade: eles saíram de R$ 41 milhões/ano, que pagavam até 2014, e no último ano, em 2017, pagaram R$ 199 milhõe de tributos”, afirmou. Hoje, Mato Grosso do Sul tem o melhor programa de incentivos fiscais de todo Brasil.
A partir daí, a JBS deu início a uma campanha suja e mesquinha contra o Governo. “Nós tivemos ali momentos extremamente tensos: ameaçaram fechar plantas, fecharam em Coxim, fecharam em Iguatemi, colocaram funcionários ali na Assembleia Legislativa quando o Estado pressionou a mudança dos incentivos fiscais, e nós enquadramos eles para pagar mais impostos”.
Na quarta-feira (12), Reinaldo finalmente pode prestar depoimento na Polícia Federal. Ele respondeu a 34 perguntas. Há 1 ano e meio, ele aguardava a oportunidade de se defender no processo. “Eu queria falar, nunca tinham me dado a oportunidade”, contou. Líder das pesquisas de intenção de voto, ele estranhou o fato de a operação policial acontecer a apenas 20 dias da eleição. “Poderiam ouvir todos antes. Inverteram a situação: primeiro prendem e depois investigam”.
Caravana da Saúde
Na entrevista à TV Morena, Reinaldo Azambuja também teve oportunidade de falar sobre outros assuntos, como a regionalização da saúde, que está em implantação, e sobre o maior programa da história na área. O governador explicou que a regionalização continua em andamento, com a reforma, ampliação e construção de hospitais na Capital e no interior e a entrega de equipamentos, mas que vai manter a Caravana da Saúde.
“A Caravana é um programa para suprir uma necessidade. A Caravana é para tirar da fila pessoas que ficaram anos esperando. Quando comecei o governo tinha 72 mil pessoas para fazer uma cirurgia. Pergunta para quem foi na Caravana da Saúde se não está contente. Foram 66 mil pessoas que passaram por uma cirurgia. Gente que estava aguardando a 10, 15 anos. Desculpem-me os críticos da Caravana da Saúde, mas enquanto houver uma pessoa para fazer a cirurgia, eu vou continuar, se for eleito, com a Caravana da Saúde”.