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Bela Vista-MS Domingo, 13 de Setembro de 2026
Criação do Dia Nacional do Rosário da Virgem Maria vai à sanção

Criação do Dia Nacional do Rosário da Virgem Maria vai à sanção

Aprovado em Plenário nesta terça-feira (28) em votação simbólica, segue para sanção presidencial um projeto de lei que cria o Dia Nacional do Rosário da Virgem Maria, a ser celebrado anualmente em 7 de outubro. O PL 4.943/2023, da Câmara dos Deputados, foi aprovado na forma do relatório do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), anteriormente analisado pela Comissão de Educação (CE). O projeto segue para sanção presidencial.

A data escolhida é a mesma em que é celebrado o dia de Nossa Senhora do Rosário. De acordo com a fé católica, em 7 de outubro de 1208 a santa fez uma aparição na França. No episódio, Maria teria entregado um rosário, também conhecido como terço, a São Domingos de Gusmão.

A votação foi antecedida de requerimento de urgência para tramitação da matéria, também aprovado em votação simbólica. Na discussão do projeto, o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) destacou a importância do tema, enquanto Marcos Pontes chamou a atenção para o número de católicos no Brasil.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

 

 

Legalização do aborto contradiz princípios de uma sociedade civilizada, diz Eduardo Girão

Legalização do aborto contradiz princípios de uma sociedade civilizada, diz Eduardo Girão

“A descriminalização do aborto representa uma inversão total de valores e o reconhecimento do assassinato de crianças indefesas como um simples direito humano, o que é algo contraditório em uma sociedade dita civilizada”. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (23) pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) durante sessão de debate temático sobre a competência do Poder Legislativo e o ativismo judicial.

O debate, realizado no Plenário do Senado, foi motivado por decisão da ex-ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber, que votou pela descriminalização da interrupção voluntária da gravidez (aborto) nas primeiras 12 semanas de gestação. Ela foi relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, que começou a ser julgada em sessão virtual em 22 de setembro. Suspenso por pedido de destaque do ministro Luís Roberto Barroso, atual presidente do STF, o julgamento prosseguirá em sessão presencial do Plenário, em data a ser definida. A discussão sobre a descriminalização do aborto foi provocada no STF pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), autor da ação, e chegou a ser objeto de audiência pública em 2018 convocada pela própria Rosa Weber. O objetivo era debater o tema com especialistas e representantes de entidades governamentais e da sociedade civil.

— Tanto o Psol como o PT tentaram várias vezes nos últimos anos avançar na legalização de projetos [descriminalizando] o aborto, mas todas as iniciativas foram rechaçadas pelo Parlamento, em ampla sintonia com a ampla maioria da sociedade brasileira — afirmou Girão.

Proponente do debate, Eduardo Girão destacou ainda que não cabe ao STF atuar como legislador positivo e que a revogação do aborto só pode ser feita por lei do Congresso Nacional, por se tratar de matéria penal. Ele também afirmou que a descriminalização do aborto contraria a Convenção Americana de Direitos Humanos e o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, que representam atos de direito internacional públicos ao qual o Brasil aderiu.

— O STF deveria recusar a ação do Psol, que se utiliza de modo impróprio para instrumentalizar o Supremo para consolidar seus objetivos, que tem apoio em uma minoria dos brasileiros. Visa criar jurisprudência para avançar cada vez mais na cultura da morte. Cabe ao Senado e à Câmara cumprir as suas prerrogativas constitucionais e garantir o dever da vida a todos os seres humanos. A ação sequer devia ser acolhida e estimula indevidamente o ativismo judicial — afirmou.

“Aborto do direito”

Jurista e ex-secretária nacional da família, Ângela Gandra disse que o país tem vivido um “supremo ativismo”, distante de interpretação fundamentada na letra e no espirito da Constituição. Ela ressaltou ainda que a legalização do aborto contraria diversos dispositivos legais e acordos internacionais que contam com a adesão do Brasil:

— Estamos vivendo a maior crise jurídica da história do Brasil, porque na última voz não temos segurança. A ADPF 442 tem um nicho oportunista e foi buscar de forma politicamente imatura a bênção paternal do Supremo, sem discutir entre seus iguais na Casa do povo, um tema de fundamental importância a cada cidadão. A ADPF é um aborto do direito, abortaram o direito, é a usurpação da competência. Existe um ativismo político, econômico e ideológico.

“Direito básico, anterior”

Professora aposentada do Instituto de Biologia da Universidade de Brasília (UnB), Lenise Garcia disse que a legalização do aborto é um tema que “nem deveria ser debatido, visto que o direito à vida é um direito básico, anterior”:

— Não temos como definir juridicamente, não temos o poder de gerar ou terminar a vida, terminar com ela não pode jamais ser um direito. A ADPF 442 é contraditória, faz gradação de direitos, como se aquele que viveu mais tempo tivesse algum direito. É contraditório marcar um prazo de doze semanas e é uma abertura futura para que se aprove o aborto a qualquer momento. É um argumento jurídico que vai contra a própria natureza, que valoriza mais o futuro que o passado. A natureza valoriza quem está vindo, nós temos que passar o bastão para as próximas gerações, assim sempre fez a humanidade — afirmou.

Planejamento familiar  

Médica e conselheira federal de medicina pela Paraíba, Annelise Meneguesso destacou que a legislação prevê o aborto apenas em três situações legais, em decorrência de estupro, risco à vida da gestante e diagnóstico de anencefalia. Ela defendeu o fortalecimento de políticas públicas de saúde, planejamento familiar e ações que garantam emprego, saúde e segurança à mulher.

Coordenadora de Bioética do Movimento da Cidadania pela Vida, a médica ginecologista Elizabeth Kipman disse que a intenção da ADPF 442 é “retirar a sacralidade, a intocabilidade da vida e o respeito às pessoas, caminhando para chegar à liberação total do aborto”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado) – Foto: Roque de Sá/Agência Senad

Fonte: Agência Senado

Fonte: Agência Senado

Livro mostra método científico para a alfabetização eficiente

Livro mostra método científico para a alfabetização eficiente

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a quantidade de crianças com dificuldade de ler e escrever pulou de 15,5% para 33,8% em 2022, por conta da pandemia de covid-19. Com o objetivo de combater esse grande déficit que assola milhares de famílias, a psicopedagoga Luciana Brites lança o livro “Alfabetização: por onde começar? Um método neurocientífico eficiente para ensinar a ler de verdade.”

Luciana, que também é mestre e doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento, especialista em Educação Especial nas áreas de Deficiência Mental, Psicopedagogia Clínica e em Psicomotricidade, comenta que o objetivo da obra é auxiliar pais e professores em alfabetizar de forma eficaz e vencer os grandes obstáculos provocados no período da pandemia, que são sentidos até hoje.

A especialista diz que o livro contém um conjunto de evidências baseadas em pesquisas científicas, sobre o que acontece no cérebro humano durante a leitura e a escrita. “O conceito de ler e escrever não é uma habilidade natural que temos e, sim, algo que é construído cultural e cognitivamente na nossa sociedade.”

– Entre os tópicos que abordo, estão a diferença entre dificuldade e transtorno de aprendizagem, como identificar as necessidades individuais e os processos cerebrais que acontecem ao ler e compreender palavras escritas. Explico ainda sobre os passos que ajudam a criança no processo de alfabetização, as fases do desenvolvimento e a mediação eficaz durante esse processo – Afirma Brites.

Segundo dados da pesquisa Alfabetiza Brasil, do Ministério da Educação (MEC), 56,4% das crianças brasileiras não estão alfabetizadas. Esses dados mostram que apenas 4 em cada 10 crianças, do 2º ano do ensino fundamental, estavam alfabetizadas em 2021 em todo nosso país.

Para a CEO do Instituto NeuroSaber, esses números são alarmantes. Luciana ressalta que a alfabetização é um marco fundamental no desenvolvimento da criança, mas é vital entender que cada uma segue seu próprio ritmo. “Não existe uma idade única que se aplique a todos, pois o processo de alfabetização é intrinsecamente ligado à maturidade e à motivação individual.”

– Porém, não se pode forçar o processo de alfabetização. Cada cérebro humano tem seu próprio cronograma de desenvolvimento e formas de aprender. O estímulo deve ser positivo, envolvente e adaptado ao nível de prontidão de cada criança. Por isso, é fundamental que pais e educadores tenham acesso a formas eficazes de alfabetizar seus pequenos – afirma.

Serviço:

Livro: Alfabetização: por onde começar? Um método neurocientífico eficiente para ensinar a ler de verdade

Autor: Luciana Brites

Editora: Gente

Capa comum: 160 páginas

Dimensões: 16 x 1 x 23 cm

Link para comprar:

https://www.amazon.com.br/Alfabetiza%C3%A7%C3%A3o-come%C3%A7ar-neurocient%C3%ADfico-eficiente-ensinar/dp/6555443154#detailBullets_feature_div

Agência Drumond – Assessoria de Comunicação

Joyce Nogueira

Geofísico e youtuber Sérgio Sacani é o novo embaixador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica

Geofísico e youtuber Sérgio Sacani é o novo embaixador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica

O geofísico e youtuber Sérgio Sacani agora é embaixador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Formado em geofísica pelo IAG da USP, mestre em engenharia do petróleo pela UNICAMP e doutor em geociências pela UNICAMP, Sacani está entre os maiores divulgadores científicos no Brasil.

Sérgio é dono do blog e canal Space Today (com 1 milhão e setecentos e cinquenta inscritos no Youtube) e apresentador do canal Ciência Sem Fim, associado aos Estúdios Flow.

Para celebrar a parceria, dos dias 4 a 7 de dezembro, Sérgio vai acompanhar, com as equipes dos canais Space Today e do Ciência Sem Fim, a participação dos estudantes selecionados para a Jornada de Foguetes, em Barra do Piraí (RJ). Sacani vai entrevistar alguns participantes e convidados especiais, além de transmitir ao vivo os lançamentos dos foguetes.

OBA e MOBFOG

A OBA é realizada anualmente, desde 1997. Em 2023, cerca de um milhão e quatrocentos mil estudantes dos ensinos fundamental e médio fizeram a prova. Ao todo, foram distribuídas 50.619 medalhas de ouro, prata e bronze.

A iniciativa também realiza a Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), que reuniu 288.984 estudantes de todos os estados brasileiros, este ano. Trata-se de uma olimpíada científica que busca ensinar astronáutica, astronomia, física e química de modo lúdico, com a construção de um foguete de garrafa pet ou tubo de PVC.

Os melhores colocados na MOBFOG do ensino médio são convidados para participar da Jornada de Foguetes, em Barra do Piraí (RJ). A programação conta com palestras e oficinas práticas sobre astronomia e ciências afins com astrônomos e especialistas, observação das constelações, apresentação de alunos e lançamento de foguetes numa pista de pouso.

O objetivo é mostrar que o estudo pode ser algo emocionante na vida dos jovens e que é possível aprender ciência de modo lúdico e divertido.  É uma iniciativa completa, que consegue reunir diversos aprendizados, como, por exemplo, liderança, inteligência emocional, trabalho em equipe, além de diversas áreas da ciência.

Para participar da OBA e da MOBFOG, basta a escola se inscrever pelo site: www.oba.org.br

Realização:

A OBA e a MOBFOG são realizadas anualmente pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB). Conta, com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Deputada Federal Tabata Amaral, da Universidade Paulista (Unip), da Faculdade de Engenharia de Sorocaba (FACENS), do Banco BTG Pactual, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Governo Federal.

Agência Drumond – Assessoria de Comunicação

Joyce Nogueira

Lideranças da Sicredi Centro-Sul MS/BA visitam o Hospital de Amor em Barretos

Lideranças da Sicredi Centro-Sul MS/BA visitam o Hospital de Amor em Barretos

O presidente da Sicredi Centro-Sul MS/BA, Paulo Roberto Neves, juntamente com membros do Conselho de Administração e Fiscal e colaboradores visitaram na última terça-feira, 14 de novembro, o Hospital de Amor, localizado em Barretos, interior de São Paulo.

A equipe percorreu o complexo hospitalar, incluindo as instalações de pesquisa, formação e capacitação de profissionais (Ircad), tratamento preventivo, pediatria, fisioterapia e reabilitação, ambulatorial e tratamento paliativo (para pacientes em fase terminal). O objetivo principal era conhecer a estrutura física do Hospital de Amor, bem como a sua filosofia de atendimento aos pacientes com câncer.

Paulo Roberto destacou que, na área paliativa, percebe-se como é importante a integração dos familiares, buscando não apenas prolongar os dias de vida, mas sim dar vida aos dias dos pacientes. “Em Dourados, não teremos apenas a construção de um hospital, mas sim esse cuidado com a vida, aplicando a mesma filosofia de atendimento do Hospital de Amor, que é referência para o mundo”, finaliza o presidente.

Hospital de Amor em Dourados

A Sicredi Centro-Sul MS/BA vai construir o Hospital de Amor de Dourados, de acordo com as especificações da diretoria do Hospital de Barretos. Serão realizados aportes durante a construção, que serão deliberados pelos associados em assembleia. Já foram aprovados este ano R$ 8 milhões.

A unidade hospitalar será a primeira do Brasil construída por uma cooperativa do Sistema Sicredi e terá uma área construída de mais de 3.600 metros quadrados em um terreno de 25 mil metros quadrados, localizado próximo ao Aeroporto de Dourados. Este terreno foi doado pela família Guerra e a gestão da obra ficará sob a coordenação da Sicredi Centro-Sul MS/BA.

O Hospital de Amor de Dourados terá atendimento 100% SUS tanto para prevenção e diagnóstico quanto para tratamento e reabilitação de mulheres com câncer de mama, colo de útero e, futuramente, de pele.

Internações por infarto aumentam 219% em Mato Grosso do Sul

Internações por infarto aumentam 219% em Mato Grosso do Sul

Pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Cardiologia (INC), do Ministério da Saúde, apontou uma explosão de 158,31% no número de internações por infarto em todo o Brasil entre os anos de 2008 e 2022.

Em Mato Grosso do Sul, a situação é ainda mais preocupante: o aumento nas internações decorrentes de infarto do miocárdio foi de 219%, sendo que entre as mulheres o índice supera alarmantes 240%.

Para o estudo, o INC considerou dados do Sistema de Internação Hospitalar do Datasus, do Ministério da Saúde. Logo, considera todos os pacientes que utilizaram serviços do Sistema Único de Saúde, tanto em hospitais públicos quanto em hospitais privados que têm convênios – o que representa cerca de 70% dos pacientes do País.

Em 2022, 858 mulheres foram internadas após infartos em Mato Grosso do Sul, ao passo que em 2008 foram 252 internações (+240,48%). Entre homens, o número de internações saltou de 467 para 1.436 no mesmo período (+207,49%).

O cardiologista Dr. Délcio Gonçalves da Silva Júnior, que participou no dia 7 deste mês de uma audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir a “Sensibilização quanto à presteza na abordagem dos infartos do miocárdio”, explicou que além de ficarem mais expostas a fatores de risco, como sobrecarga de jornadas profissionais e domésticas, estudos indicam que os mesmos fatores que acometem homens parecem ser mais graves entre elas.

“A hipertensão causa mais dano cardiovascular; o colesterol, nos mesmos valores que em homens, é mais perigoso entre as mulheres. Até pouco tempo, sabíamos que elas tinham proteção hormonal até a fase da menopausa e, após, as condições ficavam semelhantes entre os gêneros. Porém, temos visto que não é bem assim”, ponderou.

Além de mulheres mais jovens adoecidas e submetidas a procedimentos como angioplastias, homens mais jovens também têm sido acometidos com mais frequência, evolução que se explica por um estilo de vida cada vez mais sedentário, alimentação facilitada – ao alcance de um clique – rica em gorduras e carboidratos e uma migração de fatores.

“Se hoje temos um nível de tabagismo em queda, em torno de 8% a 12% quando em estados da região Sul chega a 20%, os hábitos de narguilé e vape não são inocentes. Pelo contrário, têm exposto mais as pessoas às chances de doenças cardiovasculares”, pontuou.

No que diz respeito às características regionais, os hábitos alimentares, ricos em gordura saturada, representado pelo alto consumo de churrasco, também podem estar relacionados ao avanço das doenças cardiovasculares. Dr. Délcio lembra que no Estado o índice de hipertensos é de 34%, um dos maiores do País.

Ainda que não seja exclusivo de Mato Grosso do Sul, o calor também interfere neste cenário.

“Temperaturas muito elevadas aumentam incidência de doenças cardiovasculares e infarto e os motivos são vários: maior desidratação; maior viscosidade sanguínea; maior consumo energético para manter temperatura interna e tudo pode aumentar chances de uma isquemia, seja ela cerebral ou cardíaca”.

Prevenção

As doenças cardiovasculares, de forma geral, são silenciosas, portanto, avaliações periódicas são fundamentais. Se há histórico de doenças cardiovasculares, diabetes e colesterol alto entre os pais, a aferição de pressão, colesterol e glicose sistemática é recomendável pelo menos a partir dos 18 anos.

Nos demais casos, a partir dos 35 é importante uma avaliação geral, especialmente quando for iniciar atividades físicas, recomenda o cardiologista. Nestas avaliações, são feitos exames clínicos, aferição da pressão, eletrocardiograma e, se necessário, serão solicitados exames mais acurados para avaliação cardiovascular do paciente, como teste de esforço, ecocardiograma e ultrassom.

Em pacientes que já começaram a desenvolver doença cardíaca, os sintomas mais comuns são falta de ar aos esforços ou ao se deitar; palpitações; tonturas; dor no peito após fazer atividades físicas; ou depois de se alimentar ou depois de passar por um estresse emocional.

“Se você tiver sintoma de dor ou pressão no peito, principalmente associado ao suor frio, náuseas e falta de ar, com duração de mais de 10 minutos,  esse é um sinal de alerta para um possível infarto e você deve procurar atendimento médico de emergência para se submeter aos exames de eletrocardiograma, exames de sangue para confirmar ou não esse diagnóstico”, alertou Gonçalves.

Sintomas

Dor ou desconforto na região peitoral, podendo irradiar para as costas, rosto, braço esquerdo e, raramente, braço direito. Essa dor costuma ser intensa e prolongada, acompanhada de sensação de peso ou aperto sobre o tórax, provocando suor frio, palidez, falta de ar e sensação de desmaio.

  • Em idosos, o principal sintoma do infarto agudo do miocárdio pode ser a falta de ar. A dor também pode ser no abdome, semelhante a dor de uma gastrite ou esofagite de refluxo, mas é pouco frequente.
  • Nos diabéticos e idosos, o infarto também pode ocorrer sem sinais específicos. Por isso, deve-se estar atento a qualquer mal-estar súbito.
  • Em idosos, o principal sintoma do infarto agudo do miocárdio pode ser a falta de ar. A dor também pode ser no abdome, semelhante a dor de uma gastrite ou esofagite de refluxo, mas é pouco frequente.
  • Nos diabéticos e idosos, o infarto também pode ocorrer sem sinais específicos. Por isso, deve-se estar atento a qualquer mal-estar súbito.
  • Nos diabéticos e idosos, o infarto também pode ocorrer sem sinais específicos. Por isso, deve-se estar atento a qualquer mal-estar súbito.

Saiba mais

  • Fatores de Risco: Os principais fatores de risco são tabagismo, sedentarismo, alimentação ruim, colesterol alto e estresse em excesso. Além do infarto, essas condutas podem provocar hipertensão, AVC, obesidade, depressão e diabetes.
    Diabéticos e hipertensos têm de duas a quatro vezes mais chances de sofrer um infarto.
  • Tratamento: Infarto é uma emergência que exige cuidados médicos imediatos. Identificar os sintomas pode ser decisivo para salvar a vida de uma pessoa. O tratamento, geralmente, é cirúrgico e/ou medicamentoso, com uso de anticoagulantes, por exemplo.