jan 20, 2017 | Brasil
Sem papas na língua, o jornalista e vereador mais votado de Goiânia, Jorge Kajuru, comentou a morte do ministro Teori Zavascki
“Sou amigo do Sérgio Moro e de vários jornalistas que cobrem a Lava-Jato” disse.
O vereador afirmou que tem a lista de todos os nomes que figuram na lista da Lava Jato e alertou:
“Mataram o Teori por medo da Lava Jato”.
De acordo com o polêmico jornalista, “muita gente do PSDB e do PMDB estão nesta lista e eu darei para vocês em primeira mão […] são 42 nomes do PSDB, 48 do PMDB e 56 nomes do PT.
“Portanto, mataram o Teori” (…) mataram o Teori com medo da Lava Jato”, disse Jorge Kajuru.
jan 19, 2017 | Brasil

Teori Zavascki, do Supremo, morre em acidente de avião
Teori Zavascki, do Supremo, morre em acidente de aviãoConfirmado pelo Corpo de Bombeiros: o ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki faleceu vítima do acidente aéreo em Paraty, no litoral sul do Rio, na tarde desta quinta (19) . Ele deve ser velado no STF e será enterrado em Santa Catarina.
Teori estava a bordo do avião modelo Beechcraft C90GT, prefixo PR-SOM pertencente a Carlos Alberto Filgueiras, dono do Hotel Emiliano, em São Paulo e no Rio. A aeronave tem capacidade para oito pessoas e deixou o Campo de Marte, em São Paulo, às 13h.
Abalada, a presidente do Tribunal, Cármen Lúcia, voltou a Brasília ao saber do acidente.
jan 16, 2017 | Brasil

Musa fitness compartilhou a imagem nesta segunda-feira, 16
Gracyanne Barbosa mostrou seus músculos definidos em uma selfie em frente ao espelho. Ela posou de biquininho e exibiu suas pernas saradas e seu tanquinho cheio de gominhos no Instagram nesta segunda-feira, 16.
“Seja sempre a melhor versão de si mesmo e não a segunda melhor versão de outra pessoa. Saiba valorizar seus pontos fortes e melhoras os fracos.”
“E não se esqueça perfeição não existe”, filosofou ela na legenda da foto. Outro detalhe é a capinha de celular da musa, com seu ‘tudão’ a segurando no colo.






Fotos: Reprodução / Instagram – Ego
jan 16, 2017 | Brasil
Os casos de violência contra jornalistas no Brasil cresceram 17,52% em 2016, na comparação com o ano anterior. Foram registradas 161 ocorrências em que 222 profissionais de todo o país foram submetidos a agressões físicas ou verbais, ameaças, intimidações, cerceamento por meio de ações judiciais, impedimentos ao exercício profissional e à atividade sindical, prisão, censura, atentados e assassinatos. As informações constam do Relatório de Violência Contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil 2016, apresentado pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) nesta quinta-feira (12/01), no Rio de Janeiro.
“Apesar dos números alarmantes, temos a impressão de que os dados são subestimados. Muitos casos não se tornam públicos, pois o jornalista tem medo de se expor ao denunciar quando é vítima de violência. Identificar os casos de censura também ainda é um desafio. No relatório, são poucos, mas sabemos que esse número é muito maior”, afirmou a presidenta da FENAJ, Maria José Braga, durante a apresentação no auditório do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro.
Dois jornalistas foram assassinados no Brasil no ano passado: João Miranda do Carmo, morto com sete tiros por denunciar em seu blog problemas em Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, e Maurício Campos Reis, dono do jornal ‘O Grito’, que foi assassinado em uma emboscada na cidade de Santa Luzia, em Minas Gerais.
Entre as ocorrências registradas no relatório, a agressão física foi a forma mais frequente de violência contra profissionais da imprensa: 36,03% dos casos. Agressões verbais (16,15%), ameaças (14,91%) e cerceamento à liberdade de expressão por meio de ações judiciais (11,18%) aparecem em seguida.
A Região Sudeste concentrou a maioria dos casos compilados no relatório: 44,10%. A violência contra jornalistas em manifestações fez com que o Sul ocupasse o segundo lugar no ranking, com 18,63% dos casos. O Nordeste apresentou queda expressiva nas ocorrências, especialmente entre os chamados ‘crimes por encomenda’, que eram frequentes na região, destacou o jornalismo da Rádio Líder FM 104,9 de Ponta Porã (MS).
Os profissionais de televisão são os maiores alvos da violência (31,83%), de acordo com o relatório. A maior facilidade de identificar esse trabalhadores, e os riscos a que ele está exposto, são algumas das razões apontadas para incidência maior de casos nesse grupo, segundo a presidenta da Fenaj.
“Temos que encontrar uma forma de resguardar a integridade física dos profissionais de imagem”, disse Maria José Braga.
Já entre os agressores, policiais militares e guardas civis despontam como os maiores algozes dos jornalistas brasileiros – tendo sido responsáveis por 25,47% das ocorrências relatadas. Mas a quantidade expressiva de casos envolvendo manifestantes também é preocupante, de acordo com Maria José Braga:
“Isso é bastante complicado. Temos acompanhado a atuação importante de alguns sindicatos junto aos movimentos e fóruns populares para informar e alertar sobre a importância do trabalho do jornalista e que os profissionais não devem ser agredidos”
São também notáveis as presenças de políticos – e seus assessores e familiares – (15,53% dos casos) e membros do Poder Judiciário (10,56%), como juízes, procuradores e oficiais de justiça, entre os principais agressores de jornalistas no país.
“Não há justificativa para violência contra jornalistas e é preciso denunciar, pois a impunidade é o combustível da violência”, ressaltou Maria José Braga, presidenta da FENAJ..
O Relatório de Violência contra Jornalistas e Liberdade de Expressão no Brasil 2016 é produzido pela FENAJ em parceria com os 31 sindicatos de jornalistas do país.
jan 13, 2017 | Brasil
Ciente de que conta com milhões de internautas espalhados pelo mundo que valorizam “compartilhar e discutir ideias e notícias”, o Facebook dá neste início de ano passo que visa estreitar o relacionamento de sua comunidade com a imprensa espalhado em todo o mundo. É o “Projeto Facebook para Jornalismo”, apresentado pela equipe da empresa controlada por Mark Zuckerberg nesta quarta-feira, 11. O objetivo principal do programa será “assegurar que um ecossistema saudável de notícias” ganhe força no ambiente virtual, conforme ressalta a própria rede social.
A companhia americana explica no lançamento que o projeto chega para ser uma via de mão dupla: com profissionais de mídia e empresas do setor levando aprendizado para o time da rede, por exemplo. “Hoje anunciamos um novo programa para estabelecer laços mais fortes entre o Facebook e a indústria jornalística. Nós vamos colaborar com empresas de notícias para desenvolver produtos, aprender com jornalistas quais são as melhores formas para criar parcerias e vamos conversar com publishers e educadores para entender como podemos ajudar as pessoas a se tornarem leitores informados na era digital”, relata a equipe do Facebook.
A rede social informa que o “Projeto Facebook para Jornalismo” com três núcleos principais. O primeiro será voltado à “colaboração no desenvolvimento de novos produtos”. Nessa frente, que envolverá os departamentos de produto e engenharia da companhia norte-americana, serão desenvolvidos processos conjuntos para que, por exemplo, determinadas atividades e inovações dos veículos de comunicação sejam implementadas. Com esse intuito, o setor do programa é subdividido em cinco nichos:
Novos formatos para contar histórias = O Facebook dará apoio para os veículos de comunicação criem conteúdos em formatos já existentes – como Live 360 e Instant Articles. A rede social entenderá quais novos modelos podem ser desenvolvidos pela empresa de mídia parceira.Notícias locais = Parte em que a rede social se propõe a promover a mídia independente e/ou que atua com alcance regional. O Facebook revela que essa ideia é “embrionária”, mas que já deseja receber desde já sugestões por parte dos jornalistas e veículos interessados no projeto.Desenvolvendo modelos de negócios = “Vamos continuar trabalhando em opções de monetização para os parceiros, como expandir a inserção de anúncios em transmissões pelo Live para um grupo maior de parceiros e explorar a inserção de anúncios em vídeos gravados”, afirma a equipe da rede social que informa: programa para amplificar o volume de assinaturas do título alemão Bild será iniciado – em versão beta – nos próximos dias.Hackatons = Organização de grandes reuniões que visem identificar quais ações podem ser desenvolvidas por determinada empresa de comunicação. Para isso, o Facebook deixará à disposição dos publishers parceiros seus engenheiros – para que possam comandar as sessões criativas.Continuar a escutar = A rede social enfatiza que seguirá, além de tudo, como ouvinte dos produtores de conteúdo. Com isso, reuniões serão feitas em todos os cantos do planeta, além da manutenção da conferência anual conhecida como F8.
O segundo núcleo do “Facebook para Jornalismo” ganhou o nome de “treinamento e ferramentas para jornalistas”. Como fica explícito na nomenclatura, a divisão cuidará de fornecer cursos e ferramentas para os profissionais que atuam na imprensa. “Iremos expandir esses treinamentos para nove idiomas adicionais, entre eles Português e Espanhol, e vamos ter uma parceria com a Poynter para lançar um currículo certificado para jornalistas nos próximos meses”, informa a companhia, que adianta: a ferramenta Crowdtangle – ferramenta que ajuda editoras a rastrear como seu conteúdo se espalha na web, mensura a performance de matérias nas redes sociais e identifica influenciadores – passa a ser gratuita a partir e agora.
Área que pode ser considera desmembrada do segundo núcleo aqui relatado do novo projeto do Facebook, a terceira divisão foi batizada de “treinamento e ferramentas para todos”. A rede social explica que ao se aproximar dos jornalistas e das empresas de mídia, todas as pessoas presentes no ambiente virtual terão acesso a novos conhecimentos e serviços. Para o público em geral, porém, o foco da companhia tecnológica será voltado ao “discernimento de notícias” e, por outro lado, o “esforço permanente para combater boatos”.
“Isso é apenas o começo de nosso esforço — nós temos muito mais para fazer. O Projeto Facebook para Jornalismo funcionará como o eixo central de nossos esforços para promover e apoiar o jornalismo no Facebook, e iremos disponibilizar atualizações de nossas iniciativas aqui”, finaliza a equipe da empresa de Mark Zuckerberg ao anunciar o seu mais novo trabalho à imprensa e ao mercado.
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