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Bela Vista-MS Quinta-Feira, 17 de Setembro de 2026
Sul-mato-grossense, ex-jogador de futebol, peão vence final em Barretos, leva R$ 80 mil e representa o Brasil em Las Vegas

Sul-mato-grossense, ex-jogador de futebol, peão vence final em Barretos, leva R$ 80 mil e representa o Brasil em Las Vegas

Além da etapa e do ranking geral, José Vitor Leme, 21 anos, foi eleito a revelação da temporada 2017. Troca dos gramados pelas arenas ocorreu em 2014, com incentivo do pai.

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José Vitor Leme obteve a maior nota da final da competição de montaria em touros da PBR em Barretos 2017 (Foto: Mateus Rigola/G1)
O peão José Vitor Leme, 21 anos, de Ribas do Rio Pardo (MS), venceu a etapa final da Professional Bull Riders (PBR) na Festa do Peão de Barretos 2017. Com a pontuação de 88.5 conquistada na noite deste domingo (20), tornou-se o campeão brasileiro de montaria em touros de 2017.
Além do título, Leme foi eleito o peão revelação do ano. Ele foi o segundo competidor da história a receber as três principais premiações da temporada. Antes dele, apenas Luciano de Castro, de Guzolândia (SP), havia conseguido o feito, em 2015.
Superando o touro Zorro, Leme ganhou, também, o prêmio de R$ 80 mil e a oportunidade de representar o Brasil na etapa final da PBR em Las Vegas (EUA), em novembro. Antes, em outubro, compete em um rodeio internacional no Canadá.
“É um título muito importante. Todos os competidores de montaria em touros do mundo gostariam de vencer nessa arena de Barretos. É um título que vai me ajudar muito na minha carreira”, diz.
Dos gramados às arenas
Antes de brilhar e realizar o sonho de vencer na arena do maior rodeio da América Latina, o peão teve de tomar uma decisão importante que mudaria o rumo da sua vida: deixar os campos de futebol para se arriscar em cima dos touros.
Meio-campista desde os 13 anos, Leme passou pelas categorias de base de clubes do Mato Grosso do Sul, onde morava. Jogou pelo Cene, Operário e Comercial. Em São Paulo, vestiu a camisa do XV de Piracicaba.
Leme não se profissionalizou no futebol e abandonou a carreira nos gramados aos 18 anos. Como sempre morou em sítios e teve o pai, ex-peão, como incentivador e professor, o jovem campeão migrou para as arenas.
“Eu pensei bastante, pois estava difícil. Futebol acabou não sendo só habilidade que mandava. Era muita coisa envolvida. Então resolvi arriscar mesmo nas montarias e graças a Deus deu certo”, conta.
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José Vitor Leme comemora título em Barretos 2017 (Foto: Mateus Rigola/G1)
Por Vinícius Alves, G1 Ribeirão e Franca
Ministro destaca contribuição de Pedro Chaves para a Educação

Ministro destaca contribuição de Pedro Chaves para a Educação

Senador vai disponibilizar a cartilha para que todos os interessados imprimam e distribuam nos estados e municipios

Brasilia (DF) – O ministro da Educação, Mendonça Filho, elogiou a iniciativa do senador Professor Pedro Chaves (PSC/MS) de criar e publicar uma cartilha com orientações sobre o novo Ensino Médio, que começa a ser implantado em todo país. A cartilha foi lançada na noite desta quarta-feira (09) na Biblioteca do Senado.

“Para mim foi uma enorme alegria conhecer o senador e aprender com ele, que tem uma capacidade rara de articular, de persuadir sem agredir, de convencer a partir de argumentos sólidos e de levar adiante projetos que dizem respeito aos interesses do Brasil. Eu sou seu parceiro e reconheço, em nome do governo do presidente Temer, especialmente da nossa equipe do MEC, a sua importante contribuição em favor da educação do nosso país”, afirmou o ministro, que fez questão de estar presente à solenidade.  “A trajetória de Pedro Chaves, que já é marcante na área da educação, será agora ainda mais consagrada, a medida em que ele colaborou de forma decisiva para que a gente pudesse oferecer aos jovens um horizonte diferente e promissor com o novo Ensino Médio”, complementou o ministro.
A cartilha “Novo Ensino Médio: o que é importante saber” reúne, de maneira didática, perguntas e respostas sobre as principais mudanças trazidas pela Lei 13.415, de 16 de fevereiro de 2017. A nova legislação, relatada no Senado por Pedro Chaves, promoveu a maior mudança estrutural da educação brasileira dos últimos 20 anos, tanto em relação aos currículos do Ensino Médio, quanto à Política de Fomento à Educação em Tempo Integral. Impressa pela Gráfica do Senado, ela será distribuída inicialmente nas escolas de Mato Grosso do Sul, mas o objetivo é levá-la a todo o Brasil.
  “A nova legislação é um passo importante para que se inicie nas escolas programas, projetos e ações dinâmicas, que atendam as verdadeiras necessidades do aluno”, avalia o senador. “Fizemos a cartilha porque, quando debatíamos a reforma, surgiram muitas perguntas, das mais simples às mais complexas. É fundamental que todas as dúvidas sejam esclarecidas”, pondera Pedro Chaves.
  Entre as mudanças propostas no novo Ensino Médio, e que a cartilha aborda, estão o fomento ao tempo integral, o incentivo às formações técnicas e a flexibilização do currículo, que deixa de ter 13 disciplinas obrigatórias e passa a ter apenas três. Isso permitirá aos estudantes optarem pelas áreas do conhecimento e itinerários formativos que estejam de acordo com suas vocações.
Participaram do evento, além do ministro Mendonça Filho,  a secretária-executiva do MEC, Maria Helena Guimarães, o secretário de Educação Superior do MEC, Henrique Sartori, o secretário de Educação Básica do MEC, Rossieri Soares, os senadores João Alberto (PMDB/MA) , Lúcia Vânia (PSB/GO), Ana Amélia(PP/RS), Ronaldo Caiado(DEM/GO), Flexa Ribeiro(PSDB/PA), José Agripino (DEM/RN) e Waldemir Moka(PMDB/MS), o ex senador Marcondez Gadelha, o deputado Izalci Lucas (PSDB/DF), o presidente do Diretório Nacional do PSC, Pastor Everaldo, a reitora do IESB, Ieda Coutinho Barbosa, o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi , o gerente-executivo de educação do SESI, Sérgio Gotti, e o ex-reitor da Universidade Católica Dom Bosco, de Campo Grande, padre José Marinoni, entre outros.
Senado aprova PEC que torna o estupro crime imprescritível

Senado aprova PEC que torna o estupro crime imprescritível

Senado aprova PEC que torna o estupro crime imprescritível

Brasilia (DF) – O crime de estupro pode se tornar imprescritível. É o que determina proposta de emenda à Constituição aprovada em segundo turno nesta quarta-feira (9) pelo Senado. Foram 61 votos a favor e nenhum contrário. A PEC 64/2016 já havia sido aprovada em primeiro turno no último dia 9 de maio e segue agora para a análise da Câmara dos Deputados.

O texto, do senador Jorge Viana (PT-AC), teve como relatora a senadora Simone Tebet (PMDB-MS). A PEC altera a Constituição para tratar o estupro, juntamente com o racismo, como crime “inafiançável e imprescritível”. Isso significa que o crime poderá ser punido mesmo  muitos anos depois de cometido. Atualmente, o tempo de prescrição varia de acordo com o tempo da pena, que é diferente em cada caso. Esse tempo de prescrição pode se estender até 20 anos. Para estupro de vulnerável, a contagem só começa após a vítima fazer 18 anos.

Jorge Viana argumentou que esse tipo de crime muitas vezes nem chega a ser notificado. Em outros casos, a vítima só terá condições de denunciar o agressor depois de muitos anos, já que muitas vezes a vítima é estigmatizada ou tem algum parentesco com o agressor. Para o senador, a imprescritibilidade permitirá que a vítima se fortaleça e denuncie no tempo necessário, impedindo que o estuprador acabe impune.

Jorge Viana ressaltou que o Senado , ao aprovar a PEC, faz história no sentido de uma sociedade mais justa. As crianças e os adolescentes terão uma lei capaz de protegê-los melhor.

— Esta Proposta de Emenda a Constituição é uma resposta, é uma voz que vai se sobrepor ao silêncio que temos hoje desse quase meio milhão de crimes de estupro [por ano] que o Brasil vive e silencia — disse.

A relatora Simone Tebet votou pela aprovação do texto sem emendas. Para ela, é compreensível a angústia e indecisão das vítimas, muitas deles agredidas dentro do ambiente familiar. Segundo a senadora, “é esse lapso de tempo que fertiliza a impunidade, e é essa impunidade que se pretende combater, ao tornar o estupro, como o racismo, um crime imprescritível”.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira, parabenizou Jorge Viana pela iniciativa da matéria e a senadora Simone Tebet pelo trabalho feito. Segundo ele, os senadores buscaram acompanhar fatos que, lamentavelmente, ainda existem no Brasil e no mundo moderno.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

CNPG lança Nota de Repúdio às declarações do Ministro Gilmar Mendes

O Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG) divulgou, nesta quarta-feira (9/8), nota de repúdio às declarações do Ministro Gilmar Mendes, em sessão de julgamento da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, realizada na terça-feira, 8 de agosto de 2017, por meio das quais fez generalizadas críticas às importantes atividades de investigação realizadas pelos Grupos de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), órgãos de investigação do Ministério Público brasileiro.

Veja abaixo a íntegra da Nota de Repúdio.

NOTA DE REPÚDIO

O Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG) e o Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), vêm a público manifestar repúdio às declarações do Ministro Gilmar Mendes, em sessão de julgamento da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, realizada no dia de ontem, 8 de agosto de 2017, por meio das quais fez generalizadas críticas às importantes atividades de investigação realizadas pelos Grupos de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), órgãos de investigação do Ministério Público brasileiro.

Os GAECOs são órgãos de operacionalização de atividades investigatórias criminais da estrutura dos Ministérios Públicos, criados com a finalidade de promover a investigação e a repressão do crime organizado, da macrocriminalidade e dos crimes de maior complexidade e relevância social, formados por integrantes de diversos órgãos de investigação (delegados de polícia, policiais civis e militares, policiais rodoviários federais e estaduais, auditores das receitas federal e estadual, dentre outros).

A atuação desses órgãos observa rigorosamente a Constituição da República e as leis, e todas as interceptações telefônicas são precedidas de autorização do Poder Judiciário, tratando-se de importante conquista do Estado Democrático de Direito brasileiro, cuja legitimidade do Ministério Público para realizar atividade investigatória criminal foi reconhecida pelo próprio Supremo Tribunal Federal, em sede de Repercussão Geral, nos autos do RE n. 593.727/MG.

Ao contrário do afirmado pelo Ministro Gilmar Mendes, não há “escândalo” envolvendo a atuação dos GAECOs no nosso País. A atuação dos desses órgãos de combate ao crime organizado possui destacada visibilidade em razão dos inúmeros resultados obtidos, os quais são amplamente divulgados pela mídia nacional e reconhecidos pela sociedade brasileira.

A imputação genérica de suposta atuação ilícita dos GAECOs, cuja gravidade pressupõe regular apuração, em sessão de julgamento da Suprema Corte, consubstancia grave ataque ao importante papel desempenhado pelo Ministério Público e pelos demais órgãos de investigação na construção de um novo paradigma de justiça social.

Por tais razões, o CNPG e o GNCOC reafirmam o repúdio à inapropriada manifestação do Ministro Gilmar Mendes, ao tempo em que prestam irrestrita solidariedade a todos os Membros do Ministério Público brasileiro e aos demais integrantes dos GAECOs, os quais, no estrito cumprimento de sua missão constitucional, fortalecem a atuação integrada de órgãos de segurança no combate à corrupção e ao crime organizado, merecendo, por isso, o apoio de todos os Procuradores-Gerais do Ministério Público brasileiro.

O CNPG e o GNCOC, na defesa dos mais legítimos interesses republicanos, esperam que o Ministro Gilmar Mendes, diante do disposto no art. 40 do Código de Processo Penal, remeta aos órgãos de controle provas ou elementos indiciários a respeito dos fatos relatados em sua manifestação, a fim de que se possam adotar, segundo os parâmetros do Estado de Direito, todas as providências cabíveis à regular apuração da veracidade dos fatos, com transparência e responsabilidade.

Por fim, lamenta-se que essas declarações surjam num importante momento de afirmação da democracia brasileira, justamente quando as ações do Ministério Público e dos órgãos de investigação atingem certos segmentos da sociedade que não estavam acostumados a serem demandados.

Brasília, 9 de agosto de 2017.

Sandro José Neis

Procurador-Geral de Justiça/MPSC

Presidente do CNPG

Plácido Barroso Rios

Procurador-Geral de Justiça/MPCE

Presidente do CNCOC

Governo sanciona LDO, e salário mínimo vai a R$ 979 em 2018

Governo sanciona LDO, e salário mínimo vai a R$ 979 em 2018

O texto sancionado mantém a meta fiscal proposta pelo governo e prevê, para 2018, um deficit primário de 131,3 bilhões de reais (Apu Gomes/AFP)

O presidente Michel Temer sancionou, com vetos, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2018. A LDO estabelece as metas e prioridades do governo para o ano seguinte e orienta a elaboração da lei orçamentária anual. O texto sancionado está publicado na edição de hoje (9) do Diário Oficial da União.

O texto sancionado mantém a meta fiscal proposta pelo governo e prevê, para 2018, um deficit primário de 131,3 bilhões de reais para o conjunto do setor público consolidado (que engloba o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais), sendo 129 bilhões de reais para os orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União e 3,5 bilhões de reais para o Programa de Dispêndios Globais.

Fonte: Veja

Senador Pedro Chaves lança cartilha sobre o novo Ensino Médio

Senador Pedro Chaves lança cartilha sobre o novo Ensino Médio

Ministro Mendonça Filho confirmou a Pedro Chaves presença no lançamento da Cartilha do Novo Ensino Médio

O senador Professor Pedro Chaves (PSC/MS) lança nesta quarta-feira (09), às 18h30, na Biblioteca do Senado, a cartilha “Novo Ensino Médio: o que é importante saber?”, que reúne, de maneira didática, perguntas e respostas sobre as principais mudanças trazidas pela Lei 13.415, de 16 de fevereiro de 2017.

 A nova legislação, relatada no Senado por Pedro Chaves, promoveu a maior mudança estrutural da educação brasileira dos últimos 20 anos, tanto em relação aos currículos do ensino médio, quanto  à Política de Fomento à Educação em Tempo Integral. Impressa pela Gráfica do Senado, ela será distribuída inicialmente nas escolas de Mato Grosso do Sul, mas o objetivo é levá-la a todo o Brasil .
O lançamento contará com a presença do ministro da Educação, Mendonça Filho, dirigentes do MEC, senadores membros da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, da qual Chaves é vice-presidente, além de técnicos e empresários do ramo da educação.
A lei que criou o novo Ensino Médio aborda, principalmente, as questões curriculares, com o objeto de evitar o descolamento entre os componentes curriculares e o cenário contemporâneo, entre a escola e a vida.
“A nova legislação é um passo importante para que se inicie nas escolas programas, projetos e ações dinâmicas, que atendam as verdadeiras necessidades do aluno”, avalia o senador.
O Professor Pedro Chaves é educador há mais de 50 anos. Em Mato Grosso do Sul, criou várias instituições de todos os níveis de ensino – a MACE, de ensino fundamental e médio, o CESUP e a UNIDERP, ambas de ensino superior, com cursos de mestrado e doutorado. Também foi pioneiro na Educação à Distância, com mais de 30 mil alunos em todo o Brasil.