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Bela Vista-MS Quinta-Feira, 25 de Junho de 2026
Estados e municípios devem entrar na reforma da Previdência em PEC paralela

Estados e municípios devem entrar na reforma da Previdência em PEC paralela

O relator da comissão que acompanha a reforma da Previdência, senador Tasso Jereissati (à dir.), informou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já endossou a proposta de o Senado apresentar outra PEC

O Senado deverá incluir os servidores públicos estaduais e municipais na reforma da Previdência Social por meio de uma segunda proposta de emenda à Constituição (PEC). Com isso, o texto principal da reforma (PEC 6/2019) deverá ser aprovado pelos senadores no próximo semestre sem alterações.

A nova PEC caminhará ao mesmo tempo que a PEC 6, mas permitirá que o grosso da reforma da Previdência seja promulgado mais cedo. O Senado deve analisar o texto da reforma principal em agosto e, sem efetuar mudanças sobre ele, a conclusão dependerá apenas dos prazos regimentais.

A informação foi confirmada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator da comissão especial que acompanha a reforma da Previdência. Ele disse que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já chancelou o plano. Davi vai conversar com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para garantir que a PEC paralela tenha um caminho suave entre os deputados também.

Tasso se diz “extremamente favorável” à inclusão dos estados e municípios na reforma. Eles já constavam da versão original da proposta, enviada pelo Executivo, mas foram excluídos na preparação do substitutivo da comissão especial. Para o senador, isso se deveu à atmosfera conflituosa que envolveu o assunto na Câmara. Ele acrescentou que o Senado terá mais ponderação.

— Acho que estamos todos convencidos de que a introdução dos estados e municípios é essencial para que a reforma seja completa. Foi um equívoco [da Câmara], num momento de muitas discussões. A questão foi colocada talvez de uma maneira muito emocional. Se conseguirmos passar aqui, quando voltar para Câmara, será outro clima.

Desde maio o Senado se reúne com os governadores para articular pautas de interesse dos estados, entre as quais está a aplicação das novas regras previdenciárias para eles de imediato. O apoio à inclusão é tido como um consenso.

O senador Humberto Costa (PE), líder do PT — partido que se opõe à maior parte da proposta do governo — também está de acordo com essa alteração.

— Não é possível existirem regras para servidores públicos federais que sejam diferentes das regras para servidores públicos estaduais e municipais. A ideia de que cada estado e município defina a sua, criaria uma absoluta balbúrdia no que diz respeito às aposentadorias — apontou.

Ele alertou, porém, que ainda não tem certeza sobre o caminho escolhido para fazer essa mudança, e evita falar na aprovação imediata da PEC 6.

Em junho, a Instituição Fiscal Independente (IFI) publicou um estudo sobre a situação dos regimes previdenciários estaduais. O documento identificou quadros graves em estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, onde o sistema consome cerca de 30% da receita líquida.

O desequilíbrio decorre em grande medida de regras favoráveis aos segurados, como aposentadoria precoce e benefício em valor muito próximo ao da remuneração do servidor ativo. O problema dos estados é agravado pelo fato de cerca de metade dos seus servidores pertencerem a categorias que têm tratamento especial, notadamente professores e militares.

O analista responsável pelo estudo, Josué Pellegrini, foi confirmado na semana passada como novo diretor da IFI. Em entrevista à Rádio Senado, ele defendeu a inclusão de estados e municípios na reforma, antes que o descontrole dos gastos consuma outros setores do Orçamento.

— O deficit das previdências estaduais é bastante elevado na grande maioria dos estados e tende a crescer, pressionando e dificultando o cumprimento das outras atribuições, como saúde, educação e segurança.

A “PEC paralela”

O recurso da “PEC paralela” não é inédito, e inclusive, já foi usado em uma reforma previdenciária em 2003, quando o Senado analisava a proposta que se tornaria a Emenda Constitucional 41. Aquela reforma extinguiu a aposentadoria integral no serviço público e a paridade de reajustes para servidores aposentados, além de instituir cobrança sobre o valor da aposentadoria.

Na ocasião, senadores da base do governo que eram críticos do texto firmaram um acordo para não promover alterações sobre a proposta principal, de modo a permitir a sua promulgação rápida. Em troca, apresentaram uma segunda PEC sobre o mesmo assunto, que corrigiria os pontos polêmicos. Ela foi chamada de “paralela” porque tramitou ao mesmo tempo que a PEC que continha as regras que ela mudaria.

A PEC paralela de 2003 foi apresentada uma semana depois da aprovação do texto principal da reforma na comissão especial do Senado. Promulgada em 2005, ela se transformou na Emenda Constitucional 47, que, entre outros pontos, garantia a integralidade e a paridade para servidores ainda na ativa e instituía regras de transição.

O senador Paulo Paim (PT-RS) foi um dos principais articuladores daquele arranjo. Ele rejeita a perspectiva de o Senado apenas “carimbar” a PEC 6, sem fazer nenhuma alteração sobre o conteúdo que a Câmara enviar, mas observa que a estratégia de um texto à parte pode ser bem-sucedida, como aconteceu em 2003.

— Eu estava rebelde em relação à reforma e a alternativa que criamos foi a PEC paralela. Ela resolveu para melhor a situação de muitos trabalhadores. Não posso ser contra [a ideia].

Principais pontos da reforma

Na quarta-feira (10), a Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto-base da reforma da Previdência. Estudo da Instituição Fiscal Independente apresenta os principais pontos e estima o impacto fiscal do novo formato da proposta, em comparação com a versão original (veja detalhes na galeria de imagens acima). O segundo turno deve ficar para o segundo semestre. Só depois de uma nova aprovação a proposta virá para o Senado.

Nos dias seguintes, os deputados analisaram destaques que pretendiam modificar pontos específicos do texto, a maioria foi rejeitado, mas vingaram os regimes especiais para policiais da União e para professoresa redução do tempo de contribuição para homens e as novas regras sobre a concessão de pensões.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Ministério Público alerta que pode multar e até tirar a guarda de pais que não vacinarem os filhos

Ministério Público alerta que pode multar e até tirar a guarda de pais que não vacinarem os filhos

O Ministério Público dará um prazo para que a família faça a vacinação voluntariamente.  — Foto: Tony Winston/Agência Brasília

O Ministério Público do Rio Grande do Sul divulgou um vídeo em que alerta pais e responsáveis sobre a importância e as consequências legais para aqueles que negligenciam as recomendações de imunização das crianças. Segundo a promotora de Justiça da Infância e Juventude Inglacir Delavedova, os pais poderão ser multados e até perder a guarda se a criança não for vacinada. “A vacinação é importante não só pela saúde individual da criança, mas também pela saúde coletiva das outras crianças com quem a não vacinada pode conviver”.

De acordo com a promotora, está previsto em normas federais, como o Estatuto da Primeira Infância, que todas as entidades devem colaborar, do poder público à escola. “A partir da notificação de qualquer destes envolvidos, e que conheçam essa criança no ambiente familiar ou social, em que se saiba que não há vacinação regular da criança, teremos medidas a tomar dentro da ótica do Estatuto da Criança e do Adolescente, de responsabilização dos pais por multa administrativa ou até mesmo, em casos mais graves, a perda da guarda.”

O Ministério Público dará um prazo para que a família faça a vacinação voluntariamente. Se os pais não fizerem, poderão ser tomadas medidas judiciais de busca e apreensão da criança, que será levada à vacinação e os pais poderão ser avaliados pela possível negligência.

De acordo com a promotora, o Ministério Público está atento às notícias que têm sido veiculadas e às “fake news” (notícias falsas, em inglês)difundidas sobre riscos das vacinas e decidiu alertar os pais.

Dente-de-leão é o melhor chá para fígado gordo e pedras na vesícula – aprenda a prepará-lo

Dente-de-leão é o melhor chá para fígado gordo e pedras na vesícula – aprenda a prepará-lo

Seu nome científico é Taraxacum officinale.

Mas a maioria a conhece por “dente-de-leão”.

O dente-de-leão é uma planta muito poderosa.

Ela é desintoxicante e depurativa, sendo indicada para prevenir e tratar arteriosclerose, artrose, cálculos biliares, celulite, cirrose, cistite, colesterol, diabetes, distúrbios menstruais, problemas no fígado, hepatite, gastrite, obesidade, prisão de ventre (laxante suave), vesícula e vitiligo.

Você pode comê-la crua em saladas (folhas e flores).

Ou fazer o chá da planta.

Até a ciência já despertou para o poder do dente-de-leão.

Pesquisa do Departamento de Química e Bioquímica da da Universidade de Windsor, no Canadá, descobriu que a raiz desta planta medicinal mata células cancerosas, sem quaisquer outros efeitos nocivos sobre as células normais do corpo.

O bioquímico Siyaram Pandey, da equipe de pesquisadores que realizaram a pesquisa, disse que resolveu fazer a investigação após uma sugestão de uma oncologista da Windsor, dra. Caroline Hamm, que havia notado que alguns pacientes com câncer que tinham bebido o chá de dente-de-leão pareciam estar ficando melhor.

Siyaram Pandey era inicialmente cético.

“A dra. Caroline disse que poderia ser coincidência, mas que deveríamos investigar para ver se havia alguma relação.”

Então Pandey mergulhou na pesquisa, trabalhando em amostras de sangue da leucemia  e o extrato da raiz da planta.

Ele e a dra. Caroline foram surpreendidos ao constatar que as células de leucemia foram forçadas à apoptose, isto é, ao suicídio celular.

O mais incrível para eles foi o fato de que as células não cancerosas foram totalmente preservadas.

Em outras palavras, o extrato de raiz da raiz da planta destruía apenas as células cancerosas, preservando as saudáveis.

Como fazer o chá

INGREDIENTES

2 colheres (sopa) da planta (de preferência a raiz)

1 litro de água

MODO DE PREPARO

Coloque a erva e a água para cozinhar.

Quando a água atingir o ponto de fervura, tampe a panela e abafe por cerca de 15 minutos.

Depois disso, coe e tome a primeira a xícara.

Tome mais duas xícara durante o dia, em um intervalo de seis horas entre cada uma.

Faça o tratamento por 15 dias, pare durante uma semana e tome por mais 15 dias.

Esta bebida é especialmente eficaz para tratar gordura no fígado, vitiligo, colesterol, gastrite, prisão de ventre e problemas de vesícula.

O chá de dente-de-leão, porém, é contraindicado durante a gravidez.

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Plano Safra: governo anuncia recursos para construção de casas rurais

Plano Safra: governo anuncia recursos para construção de casas rurais

Nesta terça-feira, dia 17, durante o anúncio do Plano Safra 2019/2020, o Ministério da Agricultura comunicou que, pela primeira vez, haverá verba para construção de casas rurais. Serão destinados R$ 500 milhões para financiar a construção ou reformas de moradias dos pequenos agricultores.

Com esses recursos, será possível construir até 10.000 casas para agricultores familiares, informou o ministério.

Outra novidade será o recurso para custeio ou investimento, com juros de 3% ao ano, para apoiar a exploração extrativista sustentável e a produção de ervas medicinais, aromáticas e condimentares.

 

‘Vamos fazer com que pequenos e médios tenham mais acesso a crédito’

‘Vamos fazer com que pequenos e médios tenham mais acesso a crédito’

Tereza Cristina

Em evento na Associação Comercial de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, dia 17, a ministra Tereza Cristina afirmou que o Plano Safra 2019/2020, que será anunciado oficialmente nesta terça, dia 18, no Palácio do Planalto, vai dar prioridade aos pequenos e médios agricultores.

A ministra afirmou que, como a verba total para o Plano Safra não aumentou em relação ao ano passado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento vai distribuir os recursos de forma a atender um número maior de produtores, mas sem discriminar os grandes do setor.

“Vamos privilegiar, ou focar mais, no número maior de produtores para pegar os recursos do Plano Safra. Não é que vamos discriminar os maiores; para eles teremos outras opções, para que também tenham recursos mais baratos e mais compatíveis com a nossa atividade agropecuária. Mas vamos fazer com que os pequenos e os médios tenham mais acesso ao crédito, o que eles nem sempre tiveram”, disse.

Tereza Cristina também confirmou o aumento do valor destinado ao seguro rural para R$ 1 bilhão, como já tinha sido anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro, e fez um apelo para que os bancos reduzem os spreads nos empréstimos ao setor rural, após o aumento das coberturas de seguro e a redução dos riscos embutidos nos financiamentos.

A ministra disse que o Tesouro Nacional vai disponibilizar R$ 10 bilhões para a subvenção ao crédito rural. O detalhamento do plano ficará para esta terça.

IMAGENS FORTES! Criminosos esfaqueiam mulher até a morte

IMAGENS FORTES! Criminosos esfaqueiam mulher até a morte

Penso que ninguém merece uma morte tão horrível como a que a jovem que aparece no vídeo teve.

Subjugada por dois homens, ela foi esfaqueada até a morte. Um horror!

O que será que ela fez?

O que motivou tanta crueldade nos dois homens que a mataram?