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Bela Vista-MS Terça-Feira, 15 de Setembro de 2026
Bolsonaro confirma prorrogação de auxílio emergencial até dezembro, mas não diz valor

Bolsonaro confirma prorrogação de auxílio emergencial até dezembro, mas não diz valor

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou nesta sexta-feira que o auxílio emergencial será prorrogado até dezembro, mas não adiantou qual seria o valor das futuras parcelas do benefício pago às pessoas para ajudar no enfrentamento ao novo coronavírus.

“Infelizmente não pode ser definitivo”, disse Bolsonaro durante cerimônia de entregas de projetos federais em Ipanguaçu, no interior do Rio Grande do Norte. Ao ser questionado pela plateia, o presidente afirmou que o repasse será mantido até dezembro. “Só não sei o valor”, completou.

O presidente disse que o auxílio –atualmente no valor de 600 reais por mês– tem um custo de 50 bilhões de reais mensais. “Enquanto for possível manteremos, mas é preciso ter consciência que não dá para ser eterno”, reforçou.

Bolsonaro já havia dito publicamente que está buscando um meio termo entre os 200 reais propostos pelo Ministério da Economia e os 600 reais atuais para o valor das próximas parcelas do auxílio emergencial.

Segundo ele, 200 reais é pouco, mas não é possível manter os 600 reais às custas de aumento do endividamento do país.

Fontes da equipe econômica disseram à Reuters que o governo estuda uma medida provisória para manter o auxílio para além de agosto. Caso o presidente fosse apenas editar um novo decreto para prorrogá-lo –a exemplo do que fez em junho– o benefício teria que seguir em 600 reais.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse em entrevista à Reuters que a prorrogação do auxílio será anunciada oficialmente em uma grande cerimônia na próxima terça-feira para o anúncio de medidas de recuperação da economia do país.

Eleições podem ter 22 partidos fazendo campanha sem Fundo Eleitoral

Apenas 11 dos 33 partidos políticos registrados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cumpriram, até o momento, todas as exigências previstas na legislação e foram habilitados a receber recursos do Fundo Eleitoral para as Eleições de 2020.

Dos R$ 2,03 bilhões que serão disponibilizados pelo Tesouro Nacional para este fim, R$ 797,6 milhões terão como destino essas legendas, o que corresponde a 39,2% do valor total.

De acordo com o TSE, os partidos que já foram autorizados a receber os recursos são PSL (R$ 199,4 milhões); PSD (R$ 138,8 milhões); PSDB (R$ 130,4 milhões); PL (R$ 117,6 milhões); PTB (R$ 46,6 milhões); Solidariedade R$ 46 milhões); Patriota (R$ 35,1 milhões); PSC (R$ 33,2 milhões); Rede (R$ 28,4 milhões); PV (R$ 20,4 milhões); e PMB (R$ 1,2 milhão).

O partido Novo e o PRTB, que teriam direito a receber R$ 36,5 milhões e R$ 1,2 milhão, respectivamente, abriram mão das verbas do Fundo para as Eleições Municipais de 2020 por decisão interna das legendas.

Segundo o TSE, os recursos do fundo são liberados às legendas somente “após a definição dos critérios para a sua distribuição, que devem ser aprovados pela maioria absoluta dos membros dos diretórios nacionais de cada agremiação e, posteriormente, informados e certificados pelo Tribunal”.

Ainda estão em fase de diligência os documentos encaminhados por PP (R$ 140,6 milhões), Republicanos (R$ 100,6 milhões), DEM (R$ 120,8 milhões), e DC (R$ 4 milhões).

Após o envio dos documentos, cabe à Presidência da Corte certificar que as petições dos partidos contêm todos os requisitos exigidos para a liberação do fundo, determinar a transferência dos recursos às contas bancárias informadas pelas legendas e publicar os critérios fixados pelos partidos, informou o TSE.

Entre os critérios de distribuição do fundo está a obrigação de aplicação mínima de 30% do total recebido para o custeio da campanha eleitoral das candidatas do partido ou da coligação. Os valores absolutos e os percentuais desse custeio devem ser amplamente divulgados pelos partidos, de forma a permitir o controle da Justiça Eleitoral.Com informações da Agência Brasil.

Abraji lança curso para fortalecer o jornalismo local no Brasil com apoio do Facebook

Abraji lança curso para fortalecer o jornalismo local no Brasil com apoio do Facebook

A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), com o apoio do Projeto Facebook para Jornalismo (FJP), abriu as inscrições para o curso online Reconstrução do jornalismo local, um programa gratuito destinado a jornalistas que trabalham em meios de comunicação de abrangência local com o objetivo de capacitar esses profissionais para produzir jornalismo de qualidade em um cenário de escassez de recursos. As inscrições vão até o dia 21 de agosto. [Veja abaixo como se inscrever]

A pandemia acelerou mudanças de processos consolidados há décadas e revelou mais claramente a importância de um ambiente no qual a informação seja bem apurada, confiável e esteja a serviço de seus leitores. O jornalismo também experimenta novos modelos de atuação, novos formatos de distribuição e seu modo de fazer traz novas possibilidades. Dessa forma, o jornalismo se aproxima de seus públicos, mas precisa ser sustentável economicamente para garantir a independência, os propósitos e os compromissos com as suas comunidades de leitores.

A Abraji quer usar essa realidade como base para seu novo curso online, preparando jornalistas que atuam localmente no Brasil para uma reconstrução do jornalismo tanto de modelos de sustentabilidade, quanto de formatos e linguagens. E para isso preparou este intenso programa de treinamento para a Reconstrução do Jornalismo Local no Brasil.

Esta é uma nova edição do programa de treinamento, realizado em parceria com o Projeto Facebook para Jornalismo, e que já impactou mais de 5.000 jornalistas de todo o país. O curso é gratuito e está estruturado em quatro módulos temáticos que tratam de novos processos, ferramentas digitais, novas linguagens e modelos de cobertura e exploração de novos modelos de negócios. Serão 1.500 vagas destinadas preferencialmente a jornalistas que trabalham em veículos de atuação local. O programa terá duração de oito semanas, com início em 31 de agosto, totalizando 40 horas/aula.

Para o presidente da Abraji, Marcelo Träsel, “o jornalismo local é muito importante porque no fim das contas os cidadãos vivem o seu cotidiano nos municípios, não nessa entidade abstrata chamada Brasil, e pesquisas demonstram que a fiscalização da imprensa tem um impacto positivo na gestão municipal”. Träsel também considera o curso um passo importante no processo de regionalização da Abraji.

“O objetivo do Projeto Facebook para Jornalismo é apoiar a indústria de notícias e fortalecer o jornalismo local. Reconhecemos que, em todo o mundo, a imprensa está vivendo uma reinvenção acelerada e com novos desafios. Por isso, esses treinamentos em parceria com a Abraji reforçam nossa missão de impactar veículos e jornalistas para que eles encontrem em nossa plataforma mais e melhores ferramentas para se consolidarem em um mundo com tantas mudanças”, afirma a gerente de programas para veículos de noticias de America Latina do Facebook, Dulce Ramos.

O curso está baseado em aulas gravadas em vídeo (com legendas), farto material em texto, estudos de casos e seminários ao vivo, e incluirá informações sobre os produtos e soluções do Facebook, para que os jornalistas façam melhor uso da plataforma. A coordenação acadêmica é de Sérgio Lüdtke e a nominata de instrutores e temas é a seguinte:

  • Adrian Alexandri – Estudo de caso: Criando um meio jornalístico no deserto de notícias
  • Amanda Rossi – Jornalismo de Dados e LAI
  • Ana Brambilla – Fontes de financiamento: Assinaturas, crowdfunding e membros
  • André Biernath – Como cobrir ciência
  • Arnaldo Carvalho – Como criar uma estrutura de produção de vídeos baseada em smartphones
  • Carolina Oms – Como cobrir questões de gênero
  • Dal Marcondes – Fontes de financiamento: Cursos e treinamento
  • Daniela Pinheiro – Fontes de financiamento: Eventos
  • Edvaldo Pereira Lima – Jornalismo de Soluções
  • Fabrizio Bruzetti – Fontes de financiamento: Publicidade digital
  • Filipe Speck – Fontes de financiamento: Newsletter
  • Flávia Oliveira – Como cobrir questões raciais
  • Guilherme Valadares – Fontes de financiamento: pesquisas, documentários e consultorias
  • Gustavo Torniero – Como tornar o jornalismo digital acessível para pessoas com deficiência
  • Helio Miguel Filho – Ferramentas digitais para monitoramento e gestão de redes sociais e Narrativas para mídias sociais
  • José Antonio Lima – Ferramentas digitais para investigação
  • Lívia Vieira – Como usar Analytics para definir públicos de interesse
  • Luciana Cardoso – Como criar um produto digital com poucos recursos
  • Marco Migliavacca – Como criar um Plano de negócios para uma empresa enxuta
  • Maria Elisa Muntaner – Jornalismo sem fins lucrativos – Como sobreviver?
  • Naira Hofmeister – Estudo de caso – Jornalismo de soluções
  • Nat Finanças – Como falar de finanças
  • Nina Weingrill – Seminário: Desafios do Jornalismo local
  • Paula Miraglia – Seminário: Modelos de negócios para empreendimentos digitais
  • Paulo Talarico – Periferias no centro
  • Rafael Grohmann – Precarização e oportunidades para o trabalho jornalístico
  • Rede Wayuri – Estudo de caso apresentado por Ray Baniwa, Cláudia Ferraz Wanano, Edineia Teles Arapaso e Juliana Radler
  • Reinaldo Chaves – Ferramentas Abraji
  • Renato Martins – Como organizar lives e videoconferências
  • Ricardo Fotios – Novos processos de redação em tempos de escassez
  • Sérgio Lüdtke – Ferramentas digitais para organização do trabalho e Jornalismo Colaborativo
  • Simon DuCroquet – Ferramentas para visualização de dados
  • Valquíria Daher – Fontes de financiamento: Publicações para terceiros

As inscrições estarão abertas até 21 de agosto e podem ser feitas por este formulário.

Abraji é uma instituição sem fins lucrativos que trabalha em defesa da liberdade de expressão e de imprensa, do acesso a informações públicas e na capacitação de jornalistas. Sua missão é elevar a qualidade do jornalismo brasileiro como forma de contribuir para a consolidação da democracia no país. Desde 2002, quando a Abraji foi fundada, mais de 9.000 jornalistas já passaram por seus congressos, cursos e treinamentos.

Projeto Facebook para Jornalismo (FJP) trabalha com veículos de notícias de todo o mundo para ajudar a fortalecer a conexão entre jornalistas e suas comunidades. O programa tem como objetivo dar suporte à indústria de notícias, por meio de treinamentos, programas e parcerias.

Nota dos Correios sobre a paralisação parcial de empregados

Nota dos Correios sobre a paralisação parcial de empregados

A paralisação parcial dos empregados dos Correios, iniciada nesta segunda-feira (17) pelas representações sindicais da categoria, não afeta os serviços de atendimento da estatal.

Levantamento parcial, realizado na manhã desta terça-feira (18), mostra que 83% do efetivo total dos Correios no Brasil está trabalhando regularmente.

A empresa já colocou em prática seu Plano de Continuidade de Negócios para minimizar os impactos à população. Medidas como o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação, remanejamento de veículos e a realização de mutirões estão sendo adotadas.

Funcionamento – A rede de atendimento dos Correios está aberta em todo o país e os serviços, inclusive SEDEX e PAC, continuam sendo postados e entregues em todos os municípios.

Para mais informações, os clientes podem entrar em contato pelo telefone 0800 725 0100 ou pelo endereço https://apps2.correios.com.br/faleconosco/app/index.php

Negociação – Desde o início das negociações com as entidades sindicais, os Correios tiveram um objetivo primordial: cuidar da sustentabilidade financeira da empresa, a fim de retomar seu poder de investimento e sua estabilidade, para se proteger da crise financeira ocasionada pela pandemia.

Conforme amplamente divulgado, a diminuição de despesas prevista com as medidas de contenção em pauta é da ordem de R$ 600 milhões anuais. As reivindicações da Fentect, por sua vez, custariam aos cofres dos Correios quase R$ 1 bilhão no mesmo período – dez vezes o lucro obtido em 2019. Trata-se de uma proposta impossível de ser atendida.

Diversas comunicações inverídicas e descontextualizadas foram veiculadas, com o intuito apenas de provocar confusão nos empregados acerca dos termos da proposta. À empresa, coube trazer as reais informações ao seu efetivo: nenhum direito foi retirado, apenas foram adequados os benefícios que extrapolavam a CLT e outras legislações, de modo a alinhar a estatal ao que é praticado no mercado.

Os trabalhadores continuam tendo acesso ao benefício do Auxílio-creche, para dependentes com até 5 anos de idade. Os tíquetes refeição e alimentação também continuam sendo pagos, conforme previsto na legislação que rege o tema, sendo as quantidades adequadas aos dias úteis no mês, de acordo com a jornada de cada empregado: 22 tíquetes para quem trabalha de segunda a sexta-feira e 26 tíquetes para os empregados que trabalham inclusive aos sábados ou domingos.

Estão mantidos ainda – aos empregados das áreas de Distribuição/Coleta, Tratamento e Atendimento -, os respectivos adicionais.

Vale ressaltar que, dentre as medidas adotadas para proteger o efetivo durante a pandemia, a empresa redirecionou empregados classificados como grupo de risco para o trabalho remoto – bem como aqueles que coabitam com pessoas nessas condições –, sem qualquer perda salarial.

Respaldados por orientação da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), bem como por diretrizes do Ministério da Economia, os Correios se veem obrigados a zelar pelo reequilíbrio do caixa financeiro da empresa. Em parte, isso significa repensar a concessão de benefícios que extrapolem a prática de mercado e a legislação vigente. Assim, a estatal persegue dois grandes objetivos: a sustentabilidade da empresa e a manutenção dos empregos de todos.

É importante lembrar que um movimento paredista agrava ainda mais a debilitada situação econômica da estatal. Diante deste cenário, a instituição confia no compromisso e responsabilidade de seus empregados com a sociedade e com o país, para trazer o mínimo de prejuízo possível para a população, especialmente neste momento de pandemia, em que a atuação dos Correios é ainda mais essencial para o Brasil.

Estudantes da rede pública buscam alternativas para estudar para o Enem

Prova tem datas marcadas para janeiro e fevereiro de 2021 Plataforma Resolve Sim tem conteúdo gratuito preparatório, com vídeoaulas, ebooks, podcasts e simulados

O Ministério da Educação anunciou que as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 serão realizadas em janeiro (impresso) e fevereiro (digital) de 2021. Os cerca de 5,8 milhões de estudantes inscritos estão sem aulas presenciais desde março, por conta das medidas restritivas de combate ao novo coronavírus. Com isso, os alunos da rede pública de ensino, maioria entre os candidatos concluintes do ensino médio em 2020, ficaram sem uma preparação adequada para o exame. Além disso, mais de 65% dos inscritos já terminaram o ensino médio.

Apesar da maioria dos estudantes do ensino médio da rede pública estar recebendo algum tipo de aula durante a pandemia (cerca de 85%, segundo o Datafolha), a pesquisa “Trabalho docente em tempos de pandemia”, realizada pelo Grupo de Estudos sobre Política Educacional e Trabalho Docente da Universidade Federal de Minas Gerais e a Confederação Nacional do Trabalhadores em Educação, mostrou que 89% dos professores não tinham experiência em aulas remotas e 42% deles seguem sem treinamento.

Os estudantes da rede pública de ensino que estão sem aulas pela internet ou que precisam de um reforço nos estudos para o Enem podem acessar a plataforma Resolve Sim, que oferece conteúdo gratuito de preparação. Iniciativa da Estácio e da Eleva, a Resolve Sim conta com aulas gravadas, ebooks, podcasts e simulados, com metodologia específica para quem estuda sozinho em casa.

“Grande parte dos nossos alunos passaram por escolas públicas. Com isso, percebemos que precisávamos ajuda-los nesse momento. Como já temos uma metodologia reconhecida no ensino digital, buscamos um parceiro para oferecer conteúdo de qualidade. A Eleva prontamente aceitou o desafio e os professores gravaram aulas específicas para a plataforma. A Resolve Sim tem cerca de 70% do conteúdo essencial para o Enem”, explica Aroldo Alves, vice-presidente de operação digital da Estácio.

O portal www.resolvesim.com.br pode ser acessado de qualquer computador, smartphone ou tablet. Os conteúdos, com a chancela de qualidade da Eleva, estão distribuídos em quatro áreas do conhecimento (Ciências Humanas, Linguagens e Códigos, Matemática e Ciências da Natureza), além de uma área especial de provas de preparação, o Simuladão. Ao todo, serão 48 aulas completas, com metade delas já disponível para acesso imediato. Haverá aulas novas sendo postadas diariamente. Houve um cuidado especial com a metodologia e os objetos de aprendizagem – e-books, temas ilustrados e infográficos, games, planos de estudos e tarefas com acompanhamento de professores e tutores estão entre eles.

A Estácio e o Ensino Digital

A Estácio é uma das líderes em inovação na educação digital no país. No início dos anos 2000, a instituição provocou o primeiro salto de qualidade do EaD nacional, com a criação de ambientes virtuais e conteúdos digitais integrados numa plataforma de ensino. A Estácio tem uma área com mais de 150 profissionais dedicados a desenvolver metodologias e conteúdos para as aulas, ricas em vídeos, gráficos, textos e conteúdo interativo.

Eleva Educação: sinônimo de qualidade

A Eleva é a maior rede de escolas privadas do Brasil, com mais de 130 escolas espalhadas por todas as regiões. A qualidade de ensino é garantida por um time de mais de 4.000 professores de excelência e por sua plataforma de ensino que fornece material didático, tecnologia educacional, assessoria pedagógica e gestão escolar para rede própria, bem como para escolas parceiras por todo o país.

Além de Corumbá, Bolsonaro irá a Nioaque durante agenda em MS

Além de Corumbá, Bolsonaro irá a Nioaque durante agenda em MS

Na próxima terça-feira (18), o presidente  (sem partido) deverá visitar dois municípios de Mato Grosso do Sul. Além de Corumbá, Bolsonaro irá passar por Nioaque, a 185 km de Campo Grande. O presidente já conhece a cidade do interior, pois serviu em solo sul-mato-grossense há quase 40 anos atrás.

Ao Jornal Midiamax, a assessoria de comunicação do Planalto afirmou que estão previstas agendas do presidente para Corumbá e Nioaque. Mais detalhes como data, horário e local em que Bolsonaro visitará nos municípios ainda serão repassados à imprensa.

MS é o primeiro estado em que o presidente serviu fora do Rio de Janeiro. Então, de 1979 a 1981, Bolsonaro foi tenente do 9º Grupo de Artilharia de Campanha de Nioaque.

Desde que assumiu a presidência do Brasil, Bolsonaro não fez aparições em MS. Assim, o presidente deve vir a solo sul-mato-grossense para uma cerimônia de inauguração da Estação Radar de Corumbá. O evento deve acontecer no Aeroporto corumbaense, na próxima terça-feira (18).