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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 14 de Setembro de 2026
Educação Financeira: Sicredi participa da 8ª edição da Semana ENEF  

Educação Financeira: Sicredi participa da 8ª edição da Semana ENEF  

Ações terão como principal pilar o Programa “Cooperação na Ponta do Lápis”, que busca levar educação financeira para público de todas as idades 

Tendo a educação financeira como uma das bases para gerar impacto positivo na sociedade, o Sicredi marca presença na 8ª edição da Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF), uma iniciativa do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF), que será realizada entre os dias 8 e 14 de novembro. No período, a instituição irá intensificar suas ações voltadas ao tema em todo o país, buscando ampliar o impacto nas pessoas e comunidades. 

Para iniciar a Semana ENEF deste ano, o Sicredi promove a live “Vida Financeira Sustentável”. Com apresentação da jornalista Paula Valdez, e os convidados Vera Rita de Mello Ferreira, orientadora técnica do Programa Cooperação na Ponta do Lápis, e Eduardo Amuri, autor dos livros “Dinheiro sem Medo” e “Finanças para Autônomos”. A live abordará a nossa relação com o dinheiro, com dicas práticas sobre como podem ser desenvolvidos comportamentos que ajudem a alcançar uma vida financeira sustentável. A apresentação acontece no dia 08 de novembro, às 19h30 horas (horário de Brasília) no canal do Sicredi no YouTube 

Para finalizar a semana, no domingo, 14, a partir das 18h o Sicredi em conjunto com a Mauricio de Sousa Produções promoverá a live Turma da Mônica e Educação Financeira, a ação tem como principal objetivo falar com as crianças sobre a importância da educação financeira e também será transmitida no canal da instituição no YouTube. Além das apresentações, durante toda a Semana ENEF, as cooperativas que integram o Sicredi realizarão inciativas locais e regionais em prol do tema. 

“Entendemos a educação financeira como um elemento fundamental para se ter uma vida financeira sustentável, pois o uso consciente do dinheiro é fundamental para a conquista de objetivos pessoais e profissionais. O Programa Cooperação na Ponta do Lápis materializa o nosso objetivo de apoiar a construção de uma sociedade mais próspera financeira e socialmente”, afirma João Tavares, presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi e diretor presidente da Fundação Sicredi.

 A participação do Sicredi na edição deste ano será norteada pela temática “Juntos a gente desenha uma vida mais próspera” mote do programa “Cooperação na Ponta do Lápis”. Implementado em 2020 de maneira conjunta entre as cooperativas, centrais e a Fundação Sicredi, a iniciativa busca levar educação financeira para os mais de 1,5 mil munícipios em 26 unidades federativas onde o Sicredi atua, apoiando diretamente os associados e as comunidades locais. 

Em 2021 foi iniciada a segunda fase do Programa, desenvolvida para auxiliar as pessoas a conquistarem uma vida financeira sustentável por meio de oficinas que focam no contexto e interesses dos participantes, traduzindo os conceitos em práticas do dia a dia. Por meio do Programa, também foi lançada a Jornada da Educação Financeira nas Escolas, com diversos materiais pedagógicos, que serão utilizados nas salas de aula por profissionais habilitados pelo Sicredi a desenvolverem a metodologia e auxiliar os educadores a integrar a temática ao currículo escolar. 

Durante a Semana ENEF 2020, o Sicredi foi responsável por 43% do total de ações realizadas no Brasil, impactando mais de 4,3 milhões de pessoas em todo o país. Foram cerca de 1,4 mil iniciativas em mais de 370 municípios de todas as regiões do país.  

Corpo de Marília Mendonça chega a Goiânia para velório

Corpo de Marília Mendonça chega a Goiânia para velório

O avião que leva os corpos de Marília Mendonça e Abicieli Silveira Dias Júnior saiu de Caratinga (MG) na manhã deste sábado (6/11) e já chegou em Goiânia (GO)(foto: Divulgação/PCMG)

Os corpos de Marília Mendonça e do tio e assessor dela, Abicieli Silveira Dias Júnior saíram de Caratinga, na Região do Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, na manhã deste sábado (6/11). O avião que carrega os corpos já chegou ao Aeroporto Internacional Santa Genoveva, na capital goiana.

Fonte: Estado de Minas

Marília Mendonça morre em queda de avião em Minas Gerais

cantora Marília Mendonça e mais duas pessoas morreram na queda de um avião de pequeno porte na tarde desta sexta-feira (5), em uma cachoeira na serra da cidade de Piedade de Caratinga (MG).

Em nota, o Corpo de Bombeiros mineiro confirmou a queda do avião, bem como a morte da cantora sertaneja, de 26 anos.

Segundo o empresário da cantora, Wander Oliveira, outras quatro pessoas estavam a bordo do avião fretado por Marília. Além da cantora, havia dois assessores, piloto e copiloto.

Marília faria um show em Caratinga. Ela postou em redes sociais dentro do avião nesta sexta.

 

NOTA DE REPÚDIO: Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais

NOTA DE REPÚDIO

O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) e o Programa Residência Pedagógica (RP) são ações que integram a política Nacional de Professores do Ministério da Educação e objetivam proporcionar aos discentes, formação prática promovendo integração da educação básica e do ensino superior.

Destaca-se o impacto dos programas na formação inicial e continuada de professores, no fortalecimento das ações de valorização do magistério e na qualidade do processo ensino e aprendizagem na educação básica. Com isso, torna-se prioritário investimentos financeiros e garantia de recursos para continuidade dos programas. Contudo, no dia 07 de outubro os integrantes dos programas foram surpreendidos com uma nota de esclarecimento da Capes que informou que “os pagamentos relativos aos programas PIBID e Residência Pedagógica serão adiados para os próximos dias”, justificando que o pagamento estava condicionado à aprovação do Projeto de Lei 17/2021, em trâmite na Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional. Com uma previsão de pagamento para semana seguinte, até o momento essas bolsas não foram pagas.

O atraso no pagamento das bolsas vem causando transtornos para milhares de estudantes que necessitam desse benefício para o desenvolvimento das ações previstas nos programas. Para muitos discentes essa é a única fonte de renda e recurso que garante a manutenção destes na universidade.

Essa situação gera incerteza e compromete a qualidade no desenvolvimento das atividades dos subprojetos que buscam implementar com compromisso e responsabilidade social, ações educativas que contribuem para melhorar a qualificação profissional dos licenciandos, bem como, a aprendizagem de estudantes da educação básica. O atraso no pagamento das bolsas é desmotivador, desqualifica o trabalho dos bolsistas que se empenham na realização das suas tarefas, causando enormes prejuízos.

Neste sentido, a Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem), por meio de seus associados, se solidariza e se junta aos mais de 60 mil bolsistas que fazem parte dos programas, bem como, repudia os atrasos e é contrária aos cortes nas áreas da educação e ciência.

A Abruem conclama a imediata aprovação do PLN 17/2021 e que a situação seja normalizada como garantia de manutenção dos programas e qualidade dos projetos educacionais.

Rodrigo Bruno Zanin Presidente da Abruem Reitor da Universidade do Estado de Mato Grosso

Sicredi expande solução de pagamento por aproximação no celular ao aceitar bandeira Elo

Além da Elo, associados podem, desde fevereiro, receber pagamentos das bandeiras Visa e Mastercard

Após ser a primeira instituição financeira do país a implementar o Celular como POS, um aplicativo que possibilita usar o celular como máquina de cartões, o Sicredi anuncia agora que aceitará pagamentos de seus clientes portadores de cartões de crédito ou débito da Elo, já disponível na solução.

Além da Elo, os associados credenciados na ferramenta podem receber os pagamentos de seus clientes portadores de cartões de crédito ou débito das bandeiras Visa e Mastercard.

A solução é uma alternativa às chamadas “maquininhas de cartão” convencionais. Com isso, o Sicredi dá um passo à frente ao ampliar a aceitação de Elo para essa modalidade de pagamento, reforçando seu pilar de inovação na oferta de soluções tecnológicas que garantam mais conveniência e agilidade para os associados.

A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Sicredi e a empresa Fiserv, líder global em soluções de pagamento e serviços financeiros. As transações são feitas por meio de cartões contactless, com as regras de limite sem senha já praticadas no mercado. Os recebimentos podem ser realizados somente em aparelhos com sistema Android na versão 9.0, conectividade 3G ou 4G e com tecnologia NFC (não disponível em dispositivos IOS).

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). 

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espirito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Família consegue dinheiro através de doações e compra remédio mais caro do mundo para bebê com atrofia muscular espinhal

Família consegue dinheiro através de doações e compra remédio mais caro do mundo para bebê com atrofia muscular espinhal

família do menino Benjamin Brener Guimarães, o Ben, anunciou que conseguiu através de doações o dinheiro para comprar o medicamento Zolgensma, conhecido como o remédio mais caro do mundo (veja vídeo acima). Ele custa 2 milhões de dólares, o equivalente a mais de R$ 11 milhões, e é utilizado para tratar atrofia muscular espinhal (AME), doença rara, degenerativa e muitas vezes letal.

Em setembro, a família de outro bebê com AME, o pernambucano Levi de Oliveira Balbino, de pouco mais de 1 ano, conseguiu comprar o remédio após uma decisão judicial. Ben também tinha uma decisão da Justiça Federal de Pernambuco (JFPE) para que o Ministério da Saúde fornecesse o medicamento, mas a União recorreu e a liminar foi suspensa (veja mais abaixo).

O anúncio da compra do medicamento para Ben foi feito pelos pais do bebê, Nathalie e Túlio, nas redes sociais. O menino tem 5 meses de vida e, desde que foi diagnosticado com a doença, a família tem feito campanhas na internet para arrecadar o valor necessário para comprar o remédio, que não é fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“É com muito orgulho que anunciamos que o Ben venceu mais uma etapa. Recebemos o complemento financeiro necessário para a aquisição e já compramos o medicamento junto ao fabricante suíço”, disse a mãe do menino.

A família não divulgou quanto pagou pelo remédio. “A expectativa é que a chegada ocorra ainda em outubro e, assim, possamos cumprir essa meta do Ben tomar o tão sonhado remédio antes de completar os seis meses de vida“, afirmou Nathalie.

No dia 18 de setembro, a JFPE determinou que o Ministério da Saúde fornecesse o Zolgensma ao bebê e deu um prazo de 20 dias. Ele pode ser utilizado para tratar crianças de até 2 anos diagnosticadas com AME tipo 1, a forma mais grave da doença e que geralmente causa a morte antes dessa idade.

Em outubro, a União recorreu da decisão e a liminar da primeira instância foi suspensa. No entanto, os pais do bebê conseguiram o valor por meio de uma corrente de solidariedade e fizeram um agradecimento nas redes.

“Nosso sonho está se tornando realidade, graças ao empenho, espírito solidário, a garra, o abraço à causa e à compaixão de cada um. Obrigado a todos que participaram, se envolveram, doaram, chegaram junto, trouxeram aquele calor que o nosso coração tanto precisou durante esses mais de 100 dias de luta para nunca desistir do nosso objetivo. Nossa família é só alegria e gratidão”, afirmou o pai, Túlio Guimarães.

Doença degenerativa

Até 2017, não havia tratamento para quem nascia com essa condição no Brasil. A AME é uma doença grave, rara, neuromuscular, degenerativa, progressiva, irreversível e de origem genética.

O Zolgensma, que obteve registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em agosto de 2020, modifica o DNA do paciente e cria uma cópia funcional, isso em uma única dose. Além do Zolgensma, o tratamento da AME também pode ser feito com o remédio Nusinersena (Spinraza).

Diferente do primeiro, este segundo consiste num tratamento para o resto da vida, num custo de R$ 400 mil por ano. Desde 2019, o Spinraza foi incorporado ao SUS e é fornecido gratuitamente aos pacientes. Por isso, o Ministério da Saúde alega que não há superioridade entre os dois remédios, o que foi contestado por uma geneticista que fez um laudo sobre o caso de Ben.

Fonte: G1