Mais de 14 milhões de brasileiros já declararam o IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) em 2022, o que corresponde a 42,81% dos 34,1 milhões estimados pela Receita Federal. Os dados são da Receita Federal e contabilizam impostos entregues até às 11 horas de ontem (18).
Em Mato Grosso do Sul, foram entregues 205 mil declarações, cerca de 43% do total esperado para este ano, que é de 478 mil.
O prazo para declarar o IRPF começou no dia 07 de março e segue até 31 de maio. O Imposto de Renda 2022, deve ser declarado por qualquer pessoa que recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2021.
Confira quem deve declarar o IRPF:
Quem recebeu um salário anual maior que R$ 28.559,70 em 2021;
Quem teve rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superior a R$ 40.000,00 no ano;
Quem obteve renda bruta maior que R$ 142.798,50 na atividade rural;
Quem, em qualquer mês do ano passado, ganhou capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou que aplicaram na bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
Quem teve a posse ou a propriedade, até o último dia do ano de 2021, de bens ou direitos (como imóveis, veículos e investimentos), de valor total superior a R$ 300.000,00;
Aqueles que passaram à condição de residente no Brasil e recebeu, até o último dia do ano de 2021, rendimentos com valor acima de R$ 28.559,70;
Quem vendeu, no ano passado, imóvel residencial e usou o recurso para compra de outra residência para moradia, dentro do prazo de 180 dias da venda, e optou pela isenção do IR.
Ele foi artista de circo, rádio, teatro, televisão e cinema. Encarnou um tipo, deu vida à ideia de caipira no entretenimento — e, de certa forma, no imaginário nacional. Empreendeu: em um tempo de incipiente indústria do cinema, montou uma companhia própria para ter controle sobre todo o processo de seus filmes.
Há 110 anos, em abril de 1912, nascia Amácio Mazzaropi, aquele que se tornaria uma espécie de Charles Chaplin brasileiro. “Foi uma figura incrível, que falava [em suas obras] sobre a vida humana, as relações humanas, as angústias, tristezas e alegrias”, define o historiador Eduardo José Afonso, pesquisador de cinema e professor na Universidade Estadual Paulista (Unesp).
“Um artista completo, como Chaplin.”
“Mazzaropi tinha a característica incrível que era a capacidade de reproduzir o homem simples do campo. E sua obra continua mais do que nunca atual, porque ele, como Shakespeare fazia, abordava as questões importantes da vida, com seus amores, ódios e traições”, acrescenta o historiador.
Nascido na capital paulista mas criado em Taubaté, no interior, Mazzaropi já demonstrava aptidões artísticas ainda na escola, quando tinha facilidade para recitar poemas e, com seus causos e anedotas, costumava ser o centro das atenções da turma.
Aos 14 anos, começou a trabalhar no circo, fazendo pequenas esquetes humorísticas. Nos anos 1930, criou uma própria companhia teatral, com a qual percorreu diversas cidades do interior paulista. Em 1946, ganhou um programa de rádio, o dominical Rancho Alegre encenado ao vivo no auditório da Rádio Tupi, em São Paulo.
Quatro anos mais tarde, o mesmo programa foi levado para a televisão, pela TV Tupi.
“O grande valor do Mazzaropi é que ele foi esse ator capaz de se moldar às diversas linguagens que foram surgindo. Tinha versatilidade. Era de circo, de teatro, de rádio, de televisão, de cinema… Sempre trazendo a arte da comédia, do riso”, comenta o jornalista Daniel De Thomaz, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
“Rancho Alegre pode ser considerado o primeiro programa humorístico da televisão brasileira”, prossegue ele. “Mazzaropi foi um multimídia, que conseguia levar a comédia estilo pastelão, com as brincadeiras escrachadas, transitando com muita facilidade de uma mídia para a outra.”
A consolidação veio no cinema. “Foi quando ele se tornou uma figura reconhecida no Brasil, e até mesmo fora do país”, avalia De Thomaz.
Havia motivos, é claro. Sua primeira aparição na telona foi com filme Sai da Frente, de 1952, um projeto da Companhia Cinematográfica Vera Cruz. Era um momento em que televisão era para poucos. Já cinemas havia mesmo em cidades pequenas em todo o Brasil.
Atuou em sete filmes até que, em 1958, decidiu vender sua casa para, com o dinheiro, montar sua própria empresa cinematográfica. Com a PAM Filmes, sigla para Produções Amácio Mazzaropi, ele passou a não só a produzir como a distribuir suas obras.
E, claro, passou a controlar todo o processo: do roteiro às locações até a direção e a produção em si.
“A PAM Filmes inovou a lógica, pois desde a Segunda Guerra Mundial, a distribuição de filmes no Brasil estava a cargo de companhias americanas. Ele driblou isso”, contextualiza o historiador Afonso.
“E conseguiu um grande sucesso, sempre com salas lotadas, com as pessoas querendo ver seus novos lançamentos.”
“Os cinemas sabiam que filme do Mazzaropi esgotava a bilheteria, então ele quebrou um paradigma que existe até hoje, que é a ideia da distribuição nas mãos de grandes companhias”, complementa Afonso.
Caipira
E no cinema o sucesso era maior quando ele encarnava a figura do caipira, recuperando um tipo que já havia sido explorado por ele nas plataformas anteriores.
“Ele cristalizou a imagem do caipira”, resume De Thomaz.
Mestre em Comunicações e Poéticas Visuais, o jornalista Rodrigo Pereira contextualiza esse frenesi em torno do estereótipo por conta da própria história brasileira: era um momento de forte êxodo rural, e ao levar para as telas o personagem caipira, Mazzaropi dialogava com aquele homem que havia saído do campo para morar na cidade.
CRÉDITO,DOMÍNIO PÚBLICO
Legenda da foto,No cinema, o sucesso era maior quando Mazzaropi encarnava a figura do caipira
“Ele conseguiu criar um tipo, e esse tipo conversava com um Brasil rural e arcaico. Depois [com a PAM], ele se tornou dono do tipo, porque ele próprio administrava o que ia fazer com esse personagem, era o próprio produtor, escolhia o filme que ia fazer, definia o roteiro”, explica Pereira.
“Mazzaropi soube olhar para o espírito do seu tempo”, define.
Aos poucos, seus fãs não iam ao cinema para ver atores interpretando personagens. Iam para ver Mazzaropi, porque sabiam que ele encarnado no caipira era a garantia do riso, do entretenimento. “Quando ele fazia teatro, quando era o artista mambembe, fazia esse tipo caipira e o público estava no interior”, compara Pereira. “Quando ele migrou para o cinema, este público já estava nas cidades grandes.”
“Ele pegou essa chave de identificação com o público. Era um momento em que as cidades passavam a ganhar importância, quando antes a maioria vivia no campo. As pessoas se identificavam”, diz Afonso.
“Suas histórias fixavam a atenção do espectador, que dava risada, chorava, mas saía do cinema feliz. A mensagem era algo como um ‘está vendo, eu posso não ser valorizado, mas sou como ele: no fundo, eu dou a volta por cima, mesmo sendo pobre e vivendo num mundo de simplicidade’.”
Seu segundo filme pela PAM foi Jeca Tatu, de 1959. E aí as referências já estavam prontas no imaginário nacional.
Havia o Jeca Tatu personagem de Monteiro Lobato — que aparece pela primeira vez em Urupês, de 1914. Havia o Jeca Tatu dos almanaques distribuídos em farmácias de todo o país, patrocinados pelo Biotônico Fontoura. E passou a haver o Jeca Tatu de Mazzaropi.
“Ele olhou para aquilo [o personagem], pensou no caipira que já fazia, no sucesso do personagem. E criou o seu Jeca Tatu”, conta Pereira. “Porque são três Jecas diferentes, mas são todos Jecas Tatus.”
Para o historiador Afonso, coube a Mazzaropi responder Monteiro Lobato, no sentido de que seu Jeca não era necessariamente um personagem pejorativo.
“Lobato criou o Jeca Tatu como um indivíduo malemolente, doente, que não queria nada, que não respeitava nada, que tinha aquela vida de preguiça. Demonstrava a visão elitista do próprio Monteiro Lobato”, diz o pesquisador.
“Mazzaropi desenvolveu a figura do caipira não como um indolente, burro, incipiente… Ele deu a volta por cima”, acrescenta. “O caipira de Mazzaropi é um homem da terra, não é burro. É alguém que se identifica com aquilo que é do campo, a vida dos animais, da produção agrícola, tudo o mais. Ele passou por cima daquela ideia de caipira como um cara atrasado, de dente estragado e roupa rasgada.”
De Thomaz ressalta que ele fez a transição da figura do caipira, a partir da imagem que já existia desde o século anterior.
“É só olhar para as pinturas do Almeida Júnior”, lembra. Caipira Picando Fumo, de 1893, é um exemplo. “Essa ideia do caipira brasileiro como aquele folgado, vagabundo, que não queria fazer nada mas era malandro em alguns momentos, ela já existia desde o século 19. Os modernistas, em 22, tentaram modificar isso a partir de uma releitura. Mas Monteiro Lobato foi a pedra no sapato.”
Lobato reinventou o caipira, e Mazzaropi bebeu nessa fonte para criar a sua versão também.
“Mazzaropi teve muito sucesso e foi muito popular, tanto no rádio, como na TV, como no cinema. E seu ápice foi o Jeca Tatu”, resume De Thomaz. “Com sua atuação, ele fixou esse estereótipo [de caipira] na cultura popular brasileira.”
Críticas
CRÉDITO,CREATIVE COMMONS
Legenda da foto, Em seu tempo, havia quem questionasse o tom de humor pastelão. Hoje, ele é visto por alguns como reacionário
Por outro lado, há também muitas críticas à produção de Mazzaropi. Em seu tempo, havia quem questionasse a precariedade das produções e mesmo o tom de humor pastelão. Hoje, ele é visto como reacionário e, para alguns, alguém que jamais conseguiu assumir sua homossexualidade.
“Com essa imagem de caipira, ele de certa forma conseguiu reforçar uma coisa que os modernistas de 22 estavam querendo mudar: o estereótipo do brasileiro típico como alguém ignorante, atrasado e folgado”, comenta De Thomaz.
“Isso remeteria a um Brasil subdesenvolvido, um pouco contra o discurso desenvolvimentista dos anos 1950, que era uma ideia de trabalhar um Brasil em sintonia com as grandes questões mundiais. Nesse sentido, ele estava na contramão de um movimento, uma coisa meio esquizofrênica.”
“Por um lado havia a bossa nova, o moderno, a construção de Brasília, as multinacionais… Por outro, ele reforçando aquela imagem de um país mais atrasado”, completa o jornalista.
“Ele era uma pessoa reacionária, conservadora. E fez um cinema que expressa isso: um cinema reacionário, arcaico”, avalia Pereira.
“Todo mundo se identificava com Mazzaropi apesar de toda a crítica de que ele fazia filmes fracos em termos de tecnologia, que não tinham qualidade”, frisa Afonso.
“Mas a obra suplantava esses argumentos, porque o mais importante era a figura dele e a história que ele apresentava. Todo mundo ia ao cinema para ver qual era a nova história que o Mazzaropi ia contar.”
Roteirista de diversos filmes contemporâneos que foram sucesso de bilheteria, Lusa Silvestre torce o nariz para o críticos.
“Mazzaropi era criticado pelos críticos porque achavam que faltava ‘arte’ — estou fazendo asterisco com os dedos — no trabalho dele. Que faltava verniz”, comenta ele.
“Mazzaropi respondia: ‘eu tenho cem pessoas na equipe, não vou conseguir pagar todo mundo fazendo os filmes que os críticos querem’.”
“Na minha opinião, a gente continua, com algumas exceções, fazendo um jornalismo cinéfilo de baixa qualidade, onde falta entender o mais básico das regras de mercado. Como dar valor a quem criticava Mazzaropi? Ele morreu há mais de 40 anos e continua importante. Onde estão os críticos da época dele? Quem eram? Precisamos subir o sarrafo: não há problema nenhum em criticar, mas exijo preparo de quem se arvora a falar de cinema”, provoca Silvestre.
De Thomaz avalia que Mazzaropi deixou, além dos 32 filmes, um legado importante: o desenvolvimento de uma comédia cinematográfica 100% nacional.
“De alguma forma isso foi importante para a consolidação do cinema nacional”, pontua.
Diretor do filme Casa de Antiguidades, o cineasta João Paulo Miranda Maria apropria-se do rótulo de cinema caipira hoje em dia. Mas o que ele faz guarda mais diferenças do que semelhanças com a obra de Mazzaropi.
“Ele criou a figura do caipira, esse personagem que é como ele via o interior e trazia esse interior”, comenta.
“Ele é uma grande inspiração para mim, mas o sentido do que é caipira para mim é diferente do que era para ele. Para mim, o caipira tem muito a ver com personagens que contemplam, que esperam, que estão sempre a espera de algo. E que são o resultado de muita história, muita memória, como se concentrassem na pele muitas camadas de história.”
Miranda Maria reconhece, contudo, a importância de Mazzaropi. “O nosso Chaplin foi o Mazzaropi, que eternizou a figura do Jeca como Chaplin fez com o vagabundo”, resume.
“Ele ainda é uma referência. Mesmo pessoas de outras gerações, quando veem seus filmes percebem que são eternos, porque ainda fazem rir, ainda divertem, ainda dialogam com os sentimentos. Mazzaropi encantou, encanta e encantará ainda muitas gerações”, acredita ele.
Para o roteirista Lusa Silvestre, Mazzaropi faz parte da história da cultura brasileira “porque era popular, enchia o cinema de gente com as histórias em que ele trazia, por mais contraditório que possa parecer, ingenuidade e gaiatice ao mesmo tempo”.
“Adorável. O cinema de Mazzaropi formou uma geração de brasileiros que se acostumou a ver bons filmes brasileiros no cinema”, prossegue Silvestre.
“Ele queria botar gente no cinema. Ponto. Levar graça a todo lugar. Isso continua sendo prioridade para mim: que meu trabalho alcance os rincões do Brasil, hoje busco um cinema nacional menos nichado. Que tenha arte e leveza, que tenha autoralidade, mas que tenha também um dedo no pulso do povo. Isso é um baita legado.”
“O cinema era a vida dele e isso tudo transparece na obra que ele criou”, sintetiza o historiador Afonso.
Na tarde desta quinta-feira (7), a foto de uma situação inusitada está sendo compartilhada nas redes sociais. Uma mulher foi avistada na frente de um motel esperando o marido, que é pastor, sair com a amante. O caso aconteceu na zona Leste de Manaus.
De acordo com informações preliminares, a mulher seria esposa de um pastor e desconfiava que estava sendo traída, quando resolveu então segui-lo para constatar a intuição, acabou o flagrando entrando no motel com uma irmã da igreja em que frequentava.
Populares relatam que a mulher estaria furiosa aguardando na saída do estacionamento para desmascarar o marido e a irmã da igreja que dizia torcer pelo casamento “abençoado” dela.
Reynaldo Gianeccchini fez uma crítica à nova geração de famosos. Em entrevista à Gabriela Prioli, o ator alfinetou os influenciadores digitais que tentam a fama a qualquer custo.
“Tudo bem ganhar dinheiro com o TikTok, que legal, eles estão fazendo um monte de coisa, mas também não podem só querer ganhar dinheiro rápido, ser famoso e esquecer que tem outras profissões incríveis, que você pode estudar. A sensação que eu tenho é que ninguém, às vezes, quer estudar”, disse.
Para o artista, a falta de interesse da nova geração é preocupante. “Adoro conversar com gente muito jovem, saber onde eles estão, cheios de coisa nova, mas, assim, não conhecem um artista, não estão entendendo quem é o Caetano Veloso, também não pode!”, opinou.
Gianecchini alertou a nova geração: “Querem fazer essa coisa de: ‘Vamos fazer uma coisa de blogueirinho, vou ganhar meu dinheiro’, e não querem aprofundar em outras coisas. É isso que acho que tem que tomar cuidado”, afirmou.
Iniciativa representa um momento histórico para a instituição que investe no relacionamento próximo com os associados e as comunidades
O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 5,5 milhões de associados, inaugurou no dia 04 de abril a sua primeira agência no Estado de Roraima, localizada em Boa Vista. O plano em longo prazo contempla a abertura de oito agências na capital e o avanço para outras cidades durante os próximos anos. A inauguração representa um momento histórico do projeto de expansão nacional da instituição, que a partir de agora está presente em todos os estados do Brasil e no Distrito Federal.
“A chegada a Roraima e a consolidação da presença em todo o território nacional representam a conquista de um objetivo importantíssimo para o Sicredi; mas, mais do que isso, nos causa muita satisfação poder levar os benefícios do nosso modelo cooperativo aos roraimenses. É um estado com forte potencial agrícola – segmento que temos tradição em apoiar – além do comércio, indústria e pessoas físicas, para os quais temos um portfólio completo de soluções financeiras que vão muito além do crédito”, destaca Fernando Dall’Agnese, presidente do Conselho de Administração do Sicredi (SicrediPar).
A agência leva o nome da via em que está localizada: “Avenida João Pereira de Mello” (número 328), situada no centro da capital Boa Vista, conhecido por Centro Comercial. Em junho, está prevista a inauguração de uma segunda unidade, também na capital roraimense, na Avenida Ville Roy, uma das principais da cidade. Atualmente, o Sicredi já conta com 701 associados no estado, graças ao escritório regional que atua com cerca de 50 colaboradores no projeto de expansão em Roraima.
“Este é um momento histórico para a cooperativa Sicredi Celeiro MT/RR. Esta agência que inauguramos em Boa Vista é a primeira das duas que estarão presentes na capital ainda em 2022. No futuro, outras agências serão inauguradas tanto na capital quanto no interior. Chegamos para fazer a diferença na vida financeira das pessoas e das comunidades”, comenta Laercio Pedro Lenz, presidente da Sicredi Celeiro MT/RR, cooperativa que atua na região de Boa Vista.
Expansão nacional para contribuir com economias locais
Pioneiro no segmento de cooperativismo de crédito no Brasil, o Sicredi tem investido na expansão das soluções digitais e da rede de atendimento. A instituição financeira cooperativa terminou o ano de 2021 com2.203 agências, crescimento de 10,7% em relação a 2020. Para 2022 estão previstas mais 250 novas agências, com um investimento aproximado de R$ 280 milhões. Atualmente, o Sicredi é a única instituição financeira fisicamente presente em cerca de 200 municípios do Brasil. Além de Boa Vista, o Sicredi está em mais de 1,6 mil cidades brasileiras e conta com mais de 30 mil colaboradores.
Um estudo realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), no início de 2020, analisou dados econômicos de todas as cidades brasileiras com e sem cooperativas de crédito entre 1994 e 2017, cruzando informações do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE). O trabalho concluiu que o cooperativismo de crédito incrementa o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, estimulando, portanto, o empreendedorismo local. Em todo o Brasil, o segmento já conta com mais de 11 milhões de adeptos, segundo o Banco Central.
Modelo de atuação do cooperativismo
A chegada do Sicredi a Roraima também é uma oportunidade de ampliar a disseminação dos conceitos do cooperativismo para a nova região de atuação. As cooperativas de crédito são um importante instrumento de incentivo para o desenvolvimento econômico e social, pois utilizam seus ativos para financiar os próprios associados, mantendo assim os recursos nas regiões onde foram gerados.
O Sicredi, por exemplo, é uma instituição financeira cooperativa formada por mais de 100 cooperativas. No cooperativismo não existe o conceito de cliente, mas sim de associado, já que quem utiliza os produtos e serviços é também o dono do negócio, participa das decisões e da distribuição dos resultados de sua cooperativa.
Além disso, um dos principais diferenciais do modelo cooperativo são as assembleias, eventos anuais que acontecem em todas as regiões onde o Sicredi atua. Nas assembleias, os associados decidem, de maneira democrática, transparente e por meio do voto, os rumos da cooperativa de forma coletiva. Nesses encontros também são comunicados os resultados das cooperativas e deliberado como eles serão distribuídos entre os associados ou investidores, além de serem definidas, por exemplo, as lideranças para cada ciclo de gestão.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi conta com mais de 2.200 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).
Falha na pílula do dia seguinte: Saiba mais sobre a gravidez da influencer Dionísia Paiva
A influencer Dionísia Paiva anunciou nas suas redes sociais que está à espera do seu primeiro filho após falha da pílula do dia seguinte. No Instagram, compartilhou um vídeo com registro do momento em que tomou a pílula para enviar para o pai do bebê e de quando descobriu a gravidez, dias depois, após falha do medicamento. Na legenda ela escreveu: “Estou grávida! Sim, estou gerando um amor imenso dentro de mim. E, a cada dia que passa, esse amor vai ficando mais forte. Como é possível se apaixonar assim, da noite para o dia e de um modo tão inesperado? ”, conta.
“Inesperado”, essa palavra descreve bem a reação de Dionísia que não imaginava que seria mãe esse ano. Na ocasião da descoberta, ela estava no Rio de Janeiro para uma gravação do programa Encontro com Fátima Bernardes quando decidiu fazer um teste de gravidez para descartar as suspeitas. Para sua surpresa veio o positivo, confirmando que ela está na margem das 0,6 a 2,6% das mulheres que engravidam mesmo tomando a pílula do dia seguinte após relações sexuais sem proteção.
A influencer atualmente mora em Salvador (BA), mas assim que soube, ainda no Rio de Janeiro, procurou um laboratório para realizar o Beta HCG e já entrou em contato com a sua ginecologista, a Dra. Ádyla Keila, Médica Ginecologista e Obstetra para tirar suas dúvidas sobre a pílula e receber instruções acerca dos próximos passos desta fase da maternidade.
A médica explica que o método não é 100% eficaz, previne cerca de 95% se usado até as primeiras 12 horas; 85% após as primeiras 24 horas; e menor que 55% após 48 horas e se o óvulo já tiver sido fecundado, não impede o desenvolvimento de uma gravidez. “Precisamos lembrar que a pílula do dia seguinte não protege contra AIDS e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). A melhor maneira de preveni-las é usando corretamente o preservativo em toda relação sexual. Esta medicação deve ser usada com moderação e responsabilidade. ”, conta.
Conheça Dionísia Paiva
Natural de Salvador (BA), Dionísia Paiva é formada em jornalismo e direito, tem 27 anos de idade e, atualmente, conta com mais 15 mil seguidores no Instagram que acompanham sua rotina diariamente de viagens e novas descobertas de lugares e comidas pelo país.
Dona de um carisma impressionante, a influencer começou a produzir conteúdo para o blog, em 2017 e, somente em 2020 decidiu seguir profissionalmente no Instagram. Todas essas qualidades renderam à Dionísia o título de Embaixadora do Prêmio Jovem Brasileiro (PJB). Em 2017, ela já havia participado na categoria “Você no PJB” e em 2021 se tornou a embaixadora do evento.