fev 23, 2017 | Artigos

Wilson Aquino*
Há muito tempo a própria sociedade concluiu que a ociosidade, especialmente entre jovens, pode ser extremamente prejudicial ao desenvolvimento físico e mental das pessoas. Tanto é verdade, e grave, que criou um velho ditado de que “Mente vazia é oficina do mal”. Então, é preciso que família e poder público criem saudáveis alternativas no “habitat” dos nossos jovens para que não sejam doutrinados pela marginalidade.
Os crescentes e incontáveis casos de violência registrados em Mato Grosso do Sul e no Brasil envolvendo jovens e adolescentes, em todo tipo de crime, alguns com elevado requinte de barbárie que superam qualquer imaginação sobre os limites de crueldade a que o ser humano pode chegar, nos tem remetido a reflexões sobre as possíveis causas desse estado de coisas que nos chocam, nos entristecem e nos dão um parâmetro do quão distante estamos de uma elevada evolução para alcançarmos melhores condições de vida em comunidade.
Seria muito fácil, diante desse quadro, apontarmos apenas para a família a responsabilidade da educação e orientação desses jovens para que não enveredem para o caminho do vício, da marginalidade, que podem leva-los para o mundo do crime, da bandidagem.
Mas não seria justo. A família não pode assumir sozinha essa responsabilidade que também é da sociedade, das nossas autoridades constituídas. Especialmente nossos representantes do Executivo, Legislativo e do Judiciário que nem sempre cumprem fielmente com suas obrigações, de nos proporcionar uma sociedade justa e equilibrada. Pelo contrário, muitos nos dão péssimo exemplo quando se envolvem em roubo de dinheiro público; atos de corrupção; legislação em causa própria e outros crimes e absurdos que testemunhamos todos os dias pelos meios de comunicação.
Estudos a respeito do assunto inexistem, mas não há dúvida de que todos esses escândalos que colocam o Brasil no centro do maior escândalo de corrupção da história da humanidade, influenciam sim, de maneira muito negativa, no comportamento e formação principalmente dos nossos jovens.
Todos os dias assistindo exemplos de autoridades criminosas que saem impunes por intermédio de jogadas e forças políticas, e até a justiça, que deveria ser uma imponente barreira a esses crimes, se dobra à vontade de quem tem dinheiro, de quem tem o poder. Nossos jovens, paulatinamente são doutrinados de maneira errônea de que é esse o caminho do sucesso.
Qual a influência na sociedade da impunidade ou a simples morosidade de se fazer justiça contra criminosos que nos governam e que deveriam ser exemplos de lisura e moralidade? Não há dúvida de que as consequências são graves, ainda mais se considerarmos um País em crise, que demitiu nos últimos anos, mais de 15 milhões de trabalhadores jovens e pais de família.
Mas cabe ao próprio povo reverter esse quadro, começando com os processos eleitorais, não vendendo seu voto, fazendo boas escolhas, procurando separar o joio do trigo e mostrando mais indignação com as coisas erradas, principalmente nas esferas administrativas do País.
Outra forma eficaz na diminuição da ociosidade dos nossos jovens é por intermédio da educação, que deveria ser em tempo integral, com boas e confortáveis escolas, e professores bem alicerçados, intelectual e financeiramente, para exercer bem esse papel.
Somente por intermédio da educação o Brasil alcançará o tão sonhado desenvolvimento e se tornar uma grande potência mundial.
Nas escolas e paralelo a elas, deveriam ser criados maiores espaços para as práticas esportivas e de lazer.
As poucas áreas públicas com infraestrutura para o esporte e lazer nas cidades, é outro grave problema da sociedade brasileira. Salvo raríssimas exceções, nossos bairros e vilas não estão preparados administrativamente pelo poder público (prefeituras e governos estaduais e da União) para retermos nossas crianças e jovens em atividades físicas saudáveis. Quando muito, aparecem aqui ou ali, uma quadra de voleibol, de futebol, e só.
Seria necessário um grande projeto modelo para a vida esportiva e de lazer nos bairros e vilas das cidades brasileiras onde não faltariam materiais esportivos, com orientadores e estímulos às competições amadoras, favorecendo e incentivando a participação da família. Isso certamente mudaria o rumo! Tiraria sim pessoas da ociosidade, colocando-as sob novas e saudáveis perspectivas de vida, e o mais importante: longe, bem longe da marginalidade.
E por último e o mais importante meio de evitar que nossos jovens se percam na vida é coloca-los, desde pequeninos, no caminho que Deus deixou para todos nós: O caminho do amor, da alegria, da bondade, do perdão, do trabalho honesto e da verdadeira felicidade e salvação. O caminho que Seu filho, Jesus Cristo, morreu para que o pudéssemos trilhá-lo.
Wilson Aquino* Jornalista e Professor
*wilsonaquino2012@gmail.com
fev 23, 2017 | Artigos

Janir Arruda
As feiras livres existem no Brasil desde o tempo da colônia. A feira é um lugar cheio de sons, movimentado e colorido. Talvez por isto chame a atenção numa primeira análise. O colorido das frutas e legumes nas barracas iluminadas pela luz do sol filtrada através dos toldos proporciona um visual muito bonito. Em alguns lugares o sol passa direto pelas frestas e espaços entre as barracas criando uma beleza poética Os feirantes gritam apregoando a qualidade dos seus produtos e garantindo que o seu preço é o melhor da feira.
As pessoas circulam, examinam, pechincham ou simplesmente estão à procura do que desejam. Outras já tem suas barracas preferidas, conhecem o feirante de longa data e às vezes parecem mais amigos do que fregueses. Em muitas barracas nota-se que as pessoas que estão trabalhando são todas de uma mesma família.
No meio disto tudo ainda existem vendedores ambulantes, com tabuleiros montados em cima de caixotes ou simplesmente no chão, que aproveitam a feira para tentar vender diversos produtos. Em suma: uma “confusão” perfeitamente organizada onde tudo parece funcionar na hora e no lugar certo.Para quem observa de fora a feira parece um teatro cheio de personagens, cada um com sua história. Um lugar com cheiros e sons que nos remetem ao nosso passado e, talvez, à nossa infância. Um lugar com suas cores e suas luzes a serem descobertas, exploradas e até fotografadas.
Entretanto a feira da Cohab, será suspensa, por decreto a partir de 1º de março, e deverá voltar, em período diurno. A definição foi tomada durante reunião realizada no sábado passado, na sede Associação de Moradores, onde também ficou acertado que os feirantes irão se organizar em forma de associação ou cooperativa. Na ocasião estavam presentes o prefeito de Ladário, Carlos Ruso e os vereadores Paulo Rogério e Vagner Gonçalves, que fortaleceram o diálogo com os feirantes. Com vistas a organização e o aumento da segurança a prefeitura abriu a proposta de disponibilizar um terreno que será fechado, para a realização da feira, que terá assim toda a segurança. A prefeitura e os vereadores são sabedores das significativas engrenagens comerciais que movem esta fonte de riquezas e por isso, estarão implementando políticas públicas que possam revitalizar este centro de abastecimento municipal que é a feira livre.
A feira livre acontecia todas as quintas-feiras, no bairro Almirante Tamandaré, entre as ruas Coronel Nicola Scaff e Corumbá, assim como na Alameda Nossa Senhora das Mercês, e decreto anterior 2442/14 já proibia a venda e o consumo de bebidas alcoólicos das 16h às 23h . Outra ação concreta, está sendo realizada com 14 Guardas Municipais de Ladário integrando um grupo que está em treinamento com aulas de defesa pessoal, abordagem e imobilização. E que já estarão aptos para o carnaval,sendo que quem for detido, será levado para a Escola Municipal 17 de Março, na Rua Conde de Azambuja, esquina com a Tamandaré. Pra finalizar informo que a partir do dia 1º de março, o piso salarial do trabalhador rural de Mato Grosso do Sul será de R$ 1.036, com vigência até 28 de fevereiro de 2018. A negociação terá reflexos para os trabalhadores rurais de todo o Estado, assalariados rurais, permanentes e temporários, que exerçam atividades agropecuárias, extrativismo vegetal, extração florestal, atividades de reflorestamento e extração de material lenhoso e os empregados de escritórios de fazendas.
*Assessora Executiva
fev 23, 2017 | Artigos
A Parceria Rural, descrita no Estatuto da Terra – artigo 96, § 1º da Lei nº 4.504/64 alterada pela Lei nº 11.443/07 –, consiste em uma união de esforços de Pessoas Físicas ou Pessoas Físicas e Jurídicas para viabilizar a atividade rural, sendo esta: agrícola, pecuária, agroindustrial, entre outras.
Tem-se, dessa forma, a união dos fatores de produção, tais quais, terra, trabalho e capital, para atingir a atividade de exploração desejada pelos parceiros com a consequente divisão dos frutos obtidos com a produção. É importante mencionar que este tipo de relação oferecerá riscos a ambos os parceiros em face da natureza da obrigação pactuada.
Observa-se, desse modo, que o contrato agrário de Parceria se difere em muitos aspectos de outras modalidades, tais como o contrato de Arrendamento e o Condomínio.
Primeiramente, se distingue do Arrendamento em razão da forma como o parceiro-outorgante (aquele que cede as áreas) participa dos riscos do negócio, como por exemplo, quando é alcançado pelas consequências de fenômenos da natureza, da instabilidade do mercado de valores, entre outros fatores. E, também, não menos importante, pelo fato dos frutos recebidos pela exploração serem oriundos da participação dos parceiros no negócio. Isto é, a porcentagem dos resultados pertence diretamente ao parceiro-outorgante, havendo, assim, a divisão destes resultados e não a transmissão entre as partes, como se verifica no Arrendamento. Além disso, no contrato de Arrendamento não há interferência, tampouco variabilidade nos valores a serem recebidos pelo uso dos bens cedidos, não configurando risco na atividade para o arrendador.
Já quanto ao Condomínio, também chamado de co-propriedade, a diferença é demonstrada no percentual de participação. Pois, por exemplo, enquanto na Parceria cada uma das partes poderá ingressar com 100% de um meio de produção e, consequentemente, dividir os frutos, no Condomínio será necessário que cada condômino possua uma fração ideal do meio de produção trazido para a exploração desejada. Isto é, todos precisam partilhar nas mesmas proporções dos insumos e áreas adicionadas ao condomínio.
Verifica-se, assim, que na relação de Parceria prevalece a comunhão das forças e dos resultados, sendo que a partilha dos frutos deve obedecer às proporções compatíveis com os meios de produção disponibilizados por cada um dos parceiros exploradores. Trata-se da união do que cada um dos parceiros cede à Parceria e da divisão proporcional dos resultados e riscos gerados a partir do contrato firmado com base nesta “junção de esforços”.
Além do mais, o contrato de Parceria oferecerá inúmeros benefícios tributários, os quais não serão observados nos contratos de Arrendamento. Contudo, vale ressaltar que se faz necessária a exata compreensão das modalidades contratuais, tendo em vista que apenas trocar o nome do instrumento e não dividir os riscos, ou possuir pagamento fixo poderá ocasionar o comprometimento fiscal dos parceiros envolvidos, uma vez que as autoridades fiscalizadoras podem descaracterizar a Parceria e aplicar a tributação relativa aos arrendamentos.
Assim, vale destacar a importância do trabalho desenvolvido pela Safras & Cifras – empresa com expertise em assessorar produtores rurais em todo o Brasil há quase três décadas – a qual conta com um grupo de profissionais qualificados que, divididos em equipes, trabalham multidisciplinarmente a fim de dar o suporte necessário e atender as necessidades dos clientes.
Jacqueline da Silva Kaster
(jacqueline.kaster@safrasecifras.com.br)
Graduada em Direito
William Bitencourt Borges
(william.borges@safrasecifras.com.br)
Graduado em Direito
fev 23, 2017 | Artigos

Emerson Perosa – Presidente da Cooperativa Sicredi Pantanal MS.
Seriam as Cooperativas capazes de transformar o mundo? É das cooperativas esta responsabilidade? Antes de respondermos a estas perguntas, precisamos visitar alguns cenários que nos ajudarão a entender o papel do cooperativismo em uma sociedade.
Quando foi pensado, o modelo cooperativo surgiu para auxiliar pessoas a saírem de uma situação de dificuldade econômica e social. Isso aconteceu em 1844, em plena revolução Industrial na Inglaterra. Dados históricos à parte, os valores do cooperativismo estariam formados desde então, mantendo suas ações focadas na democracia, liberdade, respeito às diferenças e justiça social.
Há mais de 113 anos, o Sicredi atua no Brasil como Instituição Financeira Cooperativa, levando mais do que soluções financeiras justas e adequadas ao mercado. O Sicredi, como instituição financeira, oferece produtos e serviços equivalentes aos ofertados pelos bancos. Como sistema cooperativo, valoriza o relacionamento e contribui para a qualidade de vida dos seus associados, comprometendo-se com seu desenvolvimento econômico e social. Há 113 anos estávamos prontos para surgir e crescer conforme a necessidade e comprometimento de nossos cooperados.
Alias, comprometimento é a palavra de ordem deste relacionamento, pois é o comprometimento que garante a solidez do nosso negócio. Quanto mais o associado investe, confia e trabalha com o Sicredi, mais o Sicredi investe, confia e trabalha com seu associado. Quanto mais resultado geramos, mais resultados distribuímos; e quanto mais resultados distribuímos, mais contribuímos para fortalecer nossos associados, aquecendo a economia local e, assim, possibilitando o início de novos negócios. Negócios que futuramente serão convertidos em resultados, que voltarão para os associados e assim por diante.
Esse é o ciclo do compromisso que fortalece. Quando fortalecemos as pessoas, estamos fortalecendo a comunidade onde elas vivem. Um Sicredi forte é capaz de investir em desenvolvimento de tecnologias por meio de apoio à instituições e iniciativas locais; é capaz de investir em desenvolvimento pessoal e qualificação profissional, levando palestras e treinamentos para a população; é capaz de promover o lazer e a cultura regional, pois o que é aplicado na cooperativa, fica para buscar o melhor para o seu associado.
O Sicredi é assim, investe em pessoas que querem um novo olhar para gerir a sua vida financeira. Investe nas pessoas que valorizam o relacionamento, o crescimento em conjunto e a participação nos resultados. A Cooperativa investe nas pessoas e, as pessoas, essas sim, são responsáveis e capazes de mudar o mundo.
Emerson Perosa – Presidente da Cooperativa Sicredi Pantanal MS.
fev 17, 2017 | Artigos

Janir Arruda
As sem razões do amor atingem a todos e a todas. Inclusive o lugar em que vivemos. Por isto, Ladário, a minha doce Pérola do Pantanal não pode ser vista apenas como um celeiro de riquezas naturais. Saber que o manganês, a areia e a argila estão aqui, é uma tranquilidade na obtenção de recursos de matéria prima, mas antes disto, viver no coração do Pantanal sul-mato-grossense é ainda mais divino. Resistir as transformações nas formas de vidas tradicionais, o que isso implica para a manutenção ou desaparecimento de certas coisas que nós amamos: o patrimônio que consiste num modo muito singular de viver o tempo, o corp o, o trabalho, a cidade são o nosso aumento de expectativa de vida. Não obstante, os atrativos culturais de Ladário, como o Sítio Arqueológico, a Casa do Artesão e o Pátio Ferroviário resgatam a história da cidade e a reavivam na memória dos moradores e visitantes
E quem não conhece Ladário, ainda, precisa conhecer. E uma oportunidade excelente, será o período do reinado de MOMO, com um carnaval essencialmente familiar e tranquilo. A frase do grande poeta Fernando Pessoa “ As viagens são os viajantes” sintetiza bem porque alguns destinos agradam a uns e desapontam a outros, pois na verdade uma viagem depende muito mais do que gostos e sim da disposição em aprender e em se deliciar com o que Deus criou.
Um bom exemplo disso é a Codrasa, às margens do rio Paraguai, ainda com detalhes a ajustar mas que representa um vasto campo de oportunidades para o turismo ecológico, de pesca e de contemplação, além de pousadas e sítios com produtores e pescadores que ocupam a região para a qual o atual chefe do executivo municipal, está estudando um projeto de desenvolvimento sustentável, por se tratar de uma Área de Preservação Ambiental. Destarte,, foi criada na região, em parceria com o Ministério de Meio Ambiente, a APA Baía Negra.
A região da Codrasa abrigou, na década de 80, um projeto experimental agropecuário de Ladário, implementado pela extinta Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) mas que atualmente busca-se ordenar a ocupação do solo e a exploração dos recursos naturais, reconhecendo e assegurando a dignidade das populações tradicionais e viabilizando atividades sustentáveis como o ecoturismo, capazes de incrementar a geração de riqueza e renda para a socie dade em geral, e isso é apenas uma questão de tempo.
Certamente não podemos esquecer que a importação do ritmo acelerado das “grandes metrópoles” mata os ritos e o ritmo que sempre caracterizaram as pessoas e as relações entre elas e justamente por isto Ladário é destino certo de contemplação da história e da tranquilidade. Aonde se pode realmente sentir a brisa pantaneira bater no rosto e como diz em seu hino com letra e música de Sebastião do Espírito Santo : Salve! Salve! A fibra ladarense Que aclamamos com voz varonil! Hás de honrar, sempre amar Mato Grosso do Sul, E servir com bravura ao Brasil!&nb sp;E como provocação eu poderia dizer ainda, que há certamente o “amor sem razões”, e que talvez essa seja nossa forma preferencial de amar !
· Assessora Executiva
fev 13, 2017 | Artigos

Fernando Di Diego foto Marcos Suguio
A sustentabilidade tem ganhado cada vez mais atenção: na moda, com a criação de roupas e consumo sustentável; na alimentação, com a escolha por itens mais saudáveis e a preocupação com o desperdício; e nos meios de transporte, com o destaque para o uso da bicicleta. Agora, também observamos este tema com espaço na construção civil. Você já reparou quanta água é utilizada em uma construção de alvenaria, além da quantidade de outros recursos – como areia, cimento e ferro – necessários para a finalização de uma obra? Pois saiba que a construção civil está se adaptando a essa tendência de ecoeficiência e uma das alternativas são as casas contêiner.
Este modelo de construção tem por características a agilidade nas adaptações necessárias para a transformação em moradia e a inovação, e estão cada vez mais em evidência no Brasil e em todo o mundo. Ao mesmo tempo em que se tornam residências, os contêineres têm atraído empresários que objetivam fins comerciais, como lojas e escritórios, por exemplo.
Além de proporcionar uma obra mais limpa, com redução de entulho e de outros materiais, a construção e montagem da casa contêiner pode ficar até 30% mais barata do que a tradicional, de acordo com a administração dos recursos. Leva em média entre 60 a 90 dias para ficar pronta e, geralmente, não requer serviços de fundação e terraplenagem, mantendo boa permeabilidade do terreno, possibilita diversas configurações devido suas características modular e geométrica. Além disso, tem longa durabilidade, pois o contêiner é projetado para resistir às diversas intempéries e suportar grandes volumes de cargas.
Inserido na essência da educação financeira, o consórcio de imóveis tem se consolidado como uma opção segura para adquirir a casa própria ou imóvel comercial. Comprar por meio da captação de recursos em um grupo fechado de pessoas é vantajoso. O consumidor pode planejar a aquisição do imóvel com parcelas mensais acessíveis, e com custos finais menores. Não há pagamento de juros à instituição financeira, pois o valor disponibilizado ao associado contemplado é resultado do autofinanciamento dos participantes do grupo de consórcio. Além disso, a taxa de administração é diluída ao longo do tempo de duração do grupo, tornando cada parcela paga em investimento no imóvel, como formador ou ampliador de patrimônio pessoal, familiar ou empresarial.
E usar o consórcio para adquirir um imóvel – inclusive a moderna e ecológica casa contêiner – é “unir o útil ao sustentável”, pois um dos maiores atrativos é que o produto possibilita a programação da compra do seu imóvel residencial ou comercial, bem como a flexibilidade na utilização do crédito contemplado. O Sicredi, instituição financeira cooperativa presente em 20 estados brasileiros, oferece cartas de créditos de consórcios, com prazo de duração de até 200 meses, que variam de R$ 50 mil até R$ 460 mil. Os associados das 118 Cooperativas de Crédito filiadas ao Sicredi podem usar o valor para aquisição de imóveis residenciais e comercias, novos ou usados, quitação de financiamento, reformas e ampliação, aquisição na planta, além das casas contêiner.
É fato que para realizar esse desejo é necessário planejamento, mas com algumas facilidades que o mercado traz, essa conquista pode ser mais fácil, principalmente quando falamos de consórcio imobiliário.
(*) Fernando Di Diego, Gerente de Produto e Mercado da Administradora de Consórcios Sicredi