jul 15, 2023 | Colunistas
SINAIS: Deputado Lucas de Lima revelou a jornalistas no saguão da Assembleia Legislativa que o PDT nacional monitora seu desempenho como pré-candidato a prefeito da capital. Pés no chão, revelou que pesquisas qualitativas o colocam como o nome mais conhecido e com menor rejeição ao lado da ex-deputada Rose Modesto.
QUALITATIVA: Essa pesquisa é uma abordagem que estuda os chamados aspectos subjetivos de fenômenos sociais e do comportamento humano. Foca temas impossíveis de serem quantificados em equações e estatísticas. Ela estuda as crenças, símbolos, os valores, o ambiente e também as relações humanas de um determinado grupo social.
DIFERENÇAS: A qualitativa não tem como prioridade as respostas objetivas para seus alvos de estudo. Já a quantitativa é usada mais nas ciências exatas e naturais. Ela busca resultados palpáveis e objetivos, (usando questionários) com base em conhecimentospossíveis de serem calculados.
ATENÇÃO: É através do modelo de pesquisa qualitativa que os grupos políticos e partidos montam estratégias para as campanhas. Por meio dela descobre-se o perfil do eleitorado para colher dados de suas aspirações, demandas e preferencias. Ao contrário da quantitativa, repetida várias vezes ao longo da campanha, a qualitativa – embora importante – é pouco destacada.
ROSE MODESTO: Tem currículo, popularidade, é boa de voto. Não por acaso que é cortejada por vários grupos. Ao ocupar o cargo maior na Sudeco, criou uma cilada para ela mesmo. Deixará o órgão, entre 4 a 6 meses a eleição, ficando no sereno para disputar a prefeitura da capital? Ora! Optará pela Sudeco, onde tem a visibilidade, faz política com vencimento$ de ministério.
TEREZA CRISTINA (PP): Eleita senadora com 829.112 mil votos (60,86%). Só em Campo Grande superou a casa dos 240 mil votos. Expostos os números – a pergunta é se ela apenas como apoiadora conseguirá transferir prestígio/votos para quem receber seu apoio?Eleições com cenário e concorrentes diferentes do pleito de 2022.
‘FOGO AMIGO’: É a expressão do deputado João H. Catan (PL) para definir as divergências entre as lideranças dos principais partidos da direita. Embora veladas, as constantes críticas, recíprocas, mostram as dificuldades naturais de convivência onde os objetivos partidários perdem espaço para os projetos pessoais de seus líderes.
MÃO FORTE: O protagonismo salutar do TCE-MS de volta ao cenário com a intervenção do seu presidente conselheiro Jerson Domingos a respeito dos serviços de revestimento primário na rodovia pantaneira ‘MS-228’ contratados pela Agesul. A proteção ao meio ambiente do delicado ecossistema é argumento fortemostrado na mídia. Mas o final do episódio ainda é uma incógnita. É esperar.
DE CAMAROTE: Após dois procedimentos cirúrgicos o deputado Zeca do PT tem sido mais contido no plenário do Legislativo Estadual para evitar o estresse. Nesta semana, enquanto seus colegas Pedro Kemp (PT) e Rafael Tavares (PRTB) debatiam ardorosamente, Zeca se manteve tranquilo só assistindo. Entre o poder e a vida optou pela última.
A PROPÓSITO: Zeca do PT reconhece: “o Bolsonaro e o bolsonarismo são muitos fortes”. Aliás as pesquisas mostram que o ex-presidente é a referência como oposição. Ao atacar os projetos de Bolsonaro há o risco de vitimá-lo ou no mínimo de mantê-lo presente aos olhos do eleitor. O fim das escolas cívico-militares é um exemplo.
RECADO SÁBIO: “…A feira perdeu seu encanto, não tem gritos de vendedores de abacaxi, não tem mais o sanfoneiro, não tem uma só comida típica, não funciona nas madrugadas, possui horário de abertura e de fechamento. O sobá muitas vezes congelado ou guardado em geladeiras, não tem indígenas c mercadorias sazonais, não temburburinho, não tem cheiro de pão caseiro, cheiro de verdura, não tem especificidade…” (Lenita M. Rodrigues Calado – doutora em história)
O ARTIGO “Era uma feirona que virou um ‘shoppingzão’ – publicado no último dia 10 no Correio do Estado é uma abordagem crítica da história da feira de Campo Grande iniciada em 1925 e transferida de local em 2004, perdendo as suas características originais. Quando se fala inclusive em transformar a atual feira num shoppingzão da Esplanada Ferroviária, a historiadora abre a discussão sobre o tema. Com a palavra as entidades e os vereadores.
O HINO do MS ainda continua desconhecido. Poucos conhecem sua letra de pouca divulgação. Nas solenidades cívicas e esportivas as falhas ficam perceptíveis aos nossos ouvidos. Se a garotada sabe mais as letras de músicas em inglês do que o próprio hino nacional, como convencê-los a decorar a letra do hino estadual?
1-FRASES Mineiro não briga, mas também não perdoa! Quem não ouve com paciência, não decide com precisão. Aos vencedores as batatas; aos vencidos as cascas. Se Brasília fosse boa Nemeyer teria morado nela. Sem ilusões, não se engane – todo ato de bondade é acima de tudo uma demonstração de poder.
2-FRASES Se o governo comprar um circo, o anão começará a crescer. A comissão faz o ladrão. Nenhum banco morre de repente. No meu Governo não faltará carne bovina e nem porquina na mesa dos mineiros. Do incomparável e folclórico ex governador Newton Cardoso das Minas Gerais.
3-FRASES O Governo culpa a janela pela paisagem. O poder desgasta, sobretudo quem não o tem. Estou PHD: por hora desempregado (ex-governador do Mato Grosso Dante Oliveira). Estou prevendo uma crise de consequências imprevisíveis. (Dinarte Marins – ex-governador do Rio Grande do Norte)
4-FRASES: Senado é só pose e mordomia. Quem manda mesmo no pedaço é o deputado federal. Quanto aos vices são como aqueles ciprestes que só crescem à beira dos túmulos. A vitória tem vários pais; mas a derrota é órfã. 90% dos políticos dão aos 10% restantes uma péssima reputação.
TUDO AZUL: Para o ágil e pragmático presidente Gerson Claro (PSDB) é só elogios ao ritmo e nível das sessões nesse semestre. Prevaleceu o bom senso em algumas situações. Também a deputada Mara Caseiro (PSDB) diz ter ficado confortável na presidência da poderosa CCJR por onde passaram 245 proposições, das quais 144 aprovadas, 26 reprovadas e 9 retiradas.
PEPINOS: Como seu sempre lembro: o cidadão deixa o cargo e aí começa a insônia . É o caso do ex-deputado Carlos Marun que responde ação do Ministério Pùblico Federal desde 2013 cobrando-lhe R$16,6 milhões. A ação é por improbidade administrativa ao tempo em que chefiou a Agehab – Agência de Habitação Popular do Estado de MS.
ATRASO: Basta de ufanismo. O Brasil amarga o 60º lugar entre 64 nações em matéria de competividade. Só ganha da Venezuela, África do Sul, Argentina e Mongólia. Entre outros, estão em nossa frente a pequena Estônia (26º), Malásia (27º), Cazaquistão (37º), Romênia (48º), Peru (55º) e a africana Botsuana (59º lugar) com 2,3 da área do estado de São Paulo.
AVISO:Devido as nossas férias a coluna não circulará na próxima semana.
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jul 7, 2023 | Colunistas
OPINIÕES: Para o deputado Pedrossian Neto (PSD) o MS perderá a autonomia e muita receita com 90% da arrecadação sendo encaminhada ao Conselho Federativo. Já o deputado Junior Mochi (MDB) critica o fim dos incentivos fiscais que geram emprego e renda. Mochi alerta que as empresas sairão daqui rumo ao outro lado do rio Paraná.
SOMBRIA: Essa é a previsão dominante para os estados da região centro oeste, que produzem muito, tem baixa população e consomem pouco. O deputado Gerson Claro (PP) se diz preocupado pois “ essa reforma põe fim ao modelo republicano – o que faz o ente federativo ter a sua autonomia é exatamente sua arrecadação. ”
NÚMEROS: MS arrecadou em 2021 R$16,8 bilhões e a estimativa é atingir R$28,5 bilhões até 2026. A previsão é um crescimento na faixa de 70% – numa média anual acima de 6% contra os modestos 4% de outros estados. Uma previsão segura indica que com as regras da reforma o estado perderá, no mínimo, R$30 bilhões em 10 anos.
DANOSAS: Assim podem ser chamadas as consequências para os governantes com a implantação das novas regras. Não por acaso que o governador Riedel (PSDB) reagiu incontinenti num movimento com outros colegas. Os indicativos preocupam, Riedel terá que rever prioridades justamente quando Mato Grosso do Sul deslancha.
RONALDO CAIADO: “…Isso é coisa de venezuelano… O que é isso? Conselho Federativo para decidir sobre meu estado, sobre as prefeituras do pais! Quer dizer, vai me passar uma mesada se eu estiver bem com o Conselho – vou receber o fundo de compensação – e se estiver mal vou receber o fundo de desenvolvimento regional. Eu vou ser o que? Um ordenador de despesa ou um governador eleito pelo povo? ” ( na Globo News)
MUDANÇAS: Criação de imposto único sobre consumo substituindo 5 tributos. PIS e Cofins substituídos pela Contribuição Sobre Bens e Serviços (CBS). Já o ICMS e o ISS (municipal) dando lugar ao Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS). Caberá ao Conselho Federativo (aí reside o perigo para o MS) arrecadar o IBS e repassá-lo aos entes federativos.
ASSUMIDO: Estreante na Câmara, o deputado Rodolfo Nogueira (PL) tem marcado pela postura oposicionista em várias situações. Na Reforma Tributária citou os riscos de inflação, do custo da cesta básica em 70%, do aumento da carga tributária e o desestímulo ao produtor rural pela alta dos juros e novas regras fiscais. Ele ironiza: Por que tanta pressa em votar?
TOMA LÁ DÁ CÁ: Na ‘ilha da fantasia’, sai governo, entra governo e nada muda. Foram R$7,5 bilhões liberados em emendas no critério ‘é dando que recebe’. O pessoal do PL levou R$699 milhões, PP – R$660 milhões, PSD – R$611 milhões, PT – R$562 milhões, MDB R$543 milhões, União Brasil – R$453 milhões.
PREVISÃO: Para o deputado João H. Catan (PL) o 2º turno na eleição da capital será decidido entre o candidato apoiado pelo Governo Estadual e o representante da direita. Ele entende que o debate inevitavelmente será nacionalizado por várias circunstâncias e que o cenário está sujeito a alterações, como aliás ocorreu no pleito de 2022.
E AGORA? Ainda não é a hora do senador Nelsinho Trad (PDS) se posicionar no pleito de Campo Grande. É prematuro avaliar eventuais estragos causados pelo seu mano Marquinhos Trad? Distante do PSDB, do PT e outras siglas, avalia uma postura no pleito. Mas no Senado ele não decepciona – sempre trazendo recursos federais.
EXPECTATIVA: Diante dos episódios envolvendo o ex-prefeito Marquinhos Trad (PSD) questiona-se sobre o futuro do partido (PSD) e de algumas de suas lideranças. Permanecerão na sigla ou aproveitarão a janela partidária de 30 dias que ocorrerá 6 meses antes das eleições de 2024? Não é o caso do deputado Pedrossian Neto (PSD).
PESQUISAS: Apesar de críticas e suspeitas, elas dão indicativo do quadro de pretendentes à prefeitura da capital. Claro, tudo é possível. Mas se verifica por exemplo, que André Puccinelli (MDB), bate no teto de desempenho, mas tem alta rejeição. Isso explica a sua frequente presença na mídia tentando a reversão. O tempo passou.
A SOLUÇÃO: Pagar à vista o ITCD no inventário extrajudicial é difícil aos herdeiros para efetuar a partilha. O deputado Roberto Hashioka é autor de projeto que a partir do pagamento da primeira parcela do ITCD o inventariante já possa lavrar a escritura e só após a quitação de todas parcelas efetuar o registro como é permitido nos inventários judiciais. Assim, resolveria a vida dos herdeiros sem riscos e prejuízos ao Estado.
CONFIRA: Dos 24 mil alunos que concluem o ensino médio todos os anos no MS só de 10% a 15% ingressam nas faculdades – 85% dos universitários são oriundos da escola pública, o que atesta a nossa qualidade de ensino. Os dados são do reitor da UEMS Laercio N. Carvalho no evento da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Assembleia Legislativa.
‘DEMOCRACIA RELATIVA’: Ela é comparada a gravidez. Não há meia gravidez, ao contrário que disse Lula ao minimizar as ditaduras comunistas da Venezuela, Cuba e Nicarágua chefiadas pelos seus amados amigos. E pensar que Lula critica os militares de 1964, especialmente o general Geisel, famoso por usar a expressão nas entrevistas.
ZÉ TEIXEIRA: (PSDB) “… há 14,5% das terras brasileiras destinadas aos indígenas, o que dividindo daria em torno de mais de 250 hectares por indígena; e para a reforma agrária se discute a dar de 6 a 10 hectares a pai de família para criar seus filhos, sem estrada, sem energia elétrica, sem escola. Como que faz? Será que tá certo? Sem estrutura, sem água potável para trabalhar e viver, eu lamento…”
MARÇAL FILHO: Justiça seja feita; é de autoria do ex-deputado federal o projeto de lei de 2009 – que combate e pune a discriminação salarial entre homens e mulheres na iniciativa privada. Curiosamente por anos a fio, ‘forças estranhas’ engavetaram o PL que sofreu alterações – só agora sancionado. O mérito é de Marçal, só dele. De leve.
‘QUINTA COLUNA’: A origem do termo é política. Explico: em 1936 o gal. Franco, aliado de Hitler, deu o golpe na República e 4 colunas militares mantiveram Madrid sob cerco por 3 anos. Mas dentro da cidade outra coluna – a quinta – indicava aos golpistas os pontos vulneráveis e estratégicos a serem atacados. Daí o termo significar traição a companheiros da mesma causa.
REAGE? O desânimo comercial no chamado centro de Campo Grande é uma realidade, mas o fenômeno não é exclusivo nosso. Nas outras capitais e grandes cidades de outros estados a recessão econômica é visível. Lojas sem estoque, prédios para locação e a presença de desocupados espantando os poucos compradores.
‘DETONADA’: O Correio do Estado mostrando ‘detalhes escabrosos’ que envolvem a concessão da ponte do rio Paraguai pelo Governo Estadual em 2008. A concessionária faturou ao longo dos anos mas devolveu a ponte detonada e os aditivos do contrato motivam críticas e comentários. Os verdadeiros interessados se esconderam usando laranjas. A velha tática.
jul 3, 2023 | Colunistas
A violência gera um ciclo vicioso de mais violência. É alarmante o número de desentendimentos que variam desde simples afastamentos até brigas físicas e até mesmo mortes, entre pessoas. Esses conflitos envolvem indivíduos de diferentes personalidades, inclusive aquelas que são consideradas “calmas” e “pacíficas”, aparentemente incapazes de cometer qualquer forma de violência.
Atualmente, a sociedade vive um ritmo acelerado e agitado, influenciada pela imensa quantidade de informações que circulam entre as pessoas, principalmente através das mídias sociais. Elas se envolvem com assuntos políticos, sociais, esportivos e outros, formando julgamentos de valor sobre cada um deles. O problema surge quando, no cotidiano, durante conversas, inclusive entre membros de uma mesma família, defendem com veemência seus pontos de vista, gerando discussões e brigas quando são contrariadas.
Embora a modernidade tenha proporcionado acesso a uma quantidade considerável de informações, é necessário ter cuidado com nossos relacionamentos com os outros, especialmente aqueles que pensam de forma diferente de nós. Na jornada da vida, cada indivíduo deve se espelhar na trajetória de Jesus Cristo, o maior exemplo de amor ao próximo e convívio com divergências.
Quando Ele nos ensina a “orar e vigiar”, está nos instruindo a observar constantemente nossos pensamentos e ações em relação a tudo que ocorre em nosso dia a dia. Por exemplo, um pequeno erro de um motorista no trânsito não deve, de forma alguma, nos tirar do sério e nos levar a reagir com xingamentos, palavrões ou violência física. Atos dessa natureza frequentemente resultam em brigas e, infelizmente, em mortes.
É essencial ser calmo e tolerante ao lidar com qualquer situação de conflito. Esse comportamento não está relacionado à covardia ou à falta de personalidade, mas sim ao comportamento correto de um indivíduo sábio que reconhece sua força e superioridade (moral e espiritual) diante de seu agressor nas mais diversas situações.
Quantas famílias não estão desestruturadas devido a brigas e contendas entre seus próprios membros? Quantos pais não conseguem se comunicar com os próprios filhos devido a conflitos no relacionamento? Como uma família pode viver nesse estado de separação devido à intolerância?
Jesus Cristo andou entre nós e conviveu com as pessoas, mas nunca reagiu com violência contra ninguém. Ele é verdadeiramente nosso maior exemplo de comportamento social e de amor ao próximo. Esse, aliás, é o segundo grande mandamento de Deus: Amar ao próximo como a ti mesmo.
Além dos argumentos mencionados, a importância de não se irar e não ser violento no relacionamento humano pode ser ampliada com os seguintes pontos:
Preservação da paz interior: A raiva e a violência afetam negativamente nosso bem-estar emocional e mental. Ao escolhermos a paz e a não violência, mantemos a serenidade e promovemos uma melhor qualidade de vida para nós mesmos.
Construção de relacionamentos saudáveis: A violência cria rupturas e danos irreparáveis nos relacionamentos. Ao adotarmos a paciência, a tolerância e o respeito, cultivamos laços saudáveis e duradouros com as pessoas ao nosso redor.
Transformação social: A não violência é uma poderosa ferramenta para a transformação social. Movimentos pacíficos ao longo da história, como o liderado por Mahatma Gandhi, demonstraram como a resistência não violenta pode gerar mudanças significativas e promover a justiça.
Exemplo para as gerações futuras: Ao optarmos pela não violência, estamos deixando um legado positivo para as gerações futuras. Inspiramos outros a seguirem um caminho pacífico e a resolverem conflitos de maneira construtiva, promovendo um mundo mais harmonioso.
A Bíblia nos ensina a importância da paz e da reconciliação, como em Mateus (5:9): “Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus.” (Mateus 5:9) – Jesus enfatiza a importância de ser um pacificador, promovendo a paz entre as pessoas e refletindo a natureza divina.
Em Romanos (12:18): “Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos”, o apóstolo Paulo nos instrui a buscar a paz com todas as pessoas, mostrando que a paz é uma responsabilidade compartilhada.
A bondade, a compaixão e o perdão são essenciais para a construção de relacionamentos pacíficos e harmoniosos, como vemos em Efésios (4:32): “E sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.”
Essas passagens bíblicas reforçam a necessidade de sermos pacificadores em nossas interações com os outros, buscando a paz, a compaixão e o perdão como base para relacionamentos saudáveis e uma convivência pacífica.
*Jornalista e Professor
jun 30, 2023 | Colunistas
‘C’EST FINI’: Eleita graças ao fator Bolsonaro, a senadora Soraya Thronicke tenta se salvar deixando o União Brasil rumo ao Podemos. Está literalmente queimada junto ao eleitorado que votou nela. Mudar de partido não resolve; é como só tirar o sofá da sala noadultério. Seus eleitores não a perdoam pela sua traição oceânica. ‘Zé fini’.
NOVIDADE: Essa visita do deputado Lucas de Lima (PDT) à Sudeco está motivando comentários. A ex-deputada Rose Modesto – hoje no comando do órgão – não jogou a toalha quanto à sucessão da capital. É o melhor nome de seu partido (União Brasil) para 2024 e ter o parlamentar pedetista como candidato a vice prefeito é uma possibilidade.
LUCAS: As pesquisas registram desempenho ascendente do deputado radialista, fato que já provoca reações preocupantes nos bastidores. Pelo que se nota, ele não gosta, de alguma forma, ser comparado a outros ex-políticos radialistas da capital, tomando cuidados para preservar a sua imagem. Mas ele sabe, não pode atropelar o sistema.
ESSES JAPONESES… Mais de 15 mil na capital, mais de 30 mil no estado. O evento promovido pelo deputado Roberto Hoshioka na Alems em comemoração aos 115 anos de imigração japonesa mostrou a força e a unidade da colônia. Quem foi saiu convencido do papel importante desta colônia no nosso contexto social.
IMPRESCINDÍVEIS: Quem de nós não dependeu dos préstimos de profissionais da enfermagem? Eles buscam a melhoria salarial junto ao Governo do Estado e bateram às portas da Assembleia Legislativa na busca de apoio para suas reivindicações. Deu a lógica: os argumentos irrefutáveis sensibilizaram os deputados. Serão atendidos.
COOPERATIVAS: Pasmem! São 126 no MS, 12.931 empregos, 451 mil cooperados, 60 unidades no agro, 12 no crédito, 14 na saúde, 25 no transporte, 8 de bens e serviços,6 na infraestrutura, uma de consumo. Otimista, o coordenador da Frente Parlamentar do Cooperativismo, o deputado professor Rinaldo acredita na força do sistema em todos segmentos de atividades.
HONRA & POLÍTICA:Sempre atual o velho ditado romeno “a mudança de governantes éa alegria dos tolos”. Apesar da vigilância pela internet, políticos ignoram os valores necessáriosna vida pública e privada.Utopia exigir políticos comparáveis, por exemplo, ao general Charles de Gaulle, referência em seriedade e honradez no poder.
‘TALENTOSO’: “ ( )…o ministro Alexandre Silveira, de Minas e Energia é um sujeito modesto. Político há quase duas décadas se apresenta aos eleitores como ex-policial, servidor público e parlamentar…( )… esconde atrás da porta de sua modéstia uma evolução patrimonial invejável. Em 2006 quando disputou seu primeiro mandato, ostentava patrimônio de R$2,6 milhões, em valores atualizados. Hoje, acumula uma riqueza de mais de R$79 milhões…” (Josias de Souza – FSP – 26/06/2023)
IMPRESSIONA:A mídia está repleta de notícias locais e nacionais sobre escândalos envolvendo figuras públicas e políticos suspeitos. Pelo odor e outros fatores(leia-se postura dos envolvidos) a população acredita na veracidade do noticiário. Aabsolvição judicial éinconvincente,incapaz de mudar o conceito de acusados junto a opinião pública.
1-METAMORFOSE: Nas eleições voltam os discursos prometendo refundar a ética. Mas os poucos navegantes ousados acabam tragados pelo rebojo das águas de outros interesses pessoais/partidários. Exemplos ocorreram nas eleições estaduais de 2022. O sistema de ‘2 turnos’ obriga os políticos retirarem as máscaras usadas no 1º turno.
2-METAMORFOSE: Os discursos e posturas dos candidatos ao Governo Estadual no primeiro e o segundo turno mostraram faces diferentes. Dois casos emblemáticos: o apoio do candidato Puccinelli (MDB) ao seu ex-concorrente Capitão Contar (PRTB) e aquele apoio do líder Zeca do PT ao ex-opoente Eduardo Riedel (PSDB).
VALE TUDO: No segundo turno vale futuros cargos na administração, vale promessa de novas alianças, vale obras para empreiteiras de gente mancomunada financiando a campanha e assim por diante. Essa balela usual de ‘identidade partidária’ para tentar justificar alianças estranhas, pecaminosas, não passa de papo para boi dormir.
‘OUTSIDERS’: Estarão presentes no pleito de 2024? Sim, com aquele discurso crítico e promessas utópicas. Em várias cidades figuras despreparadas serão adotadas como representantes do eleitor desconectado. Há chances de renovação ‘tsunami’, sem rosto.É o ‘efeito Tiririca’ já constatado pelos adesivos nos veículos –“amigos do …”
E AGORA?: Que tal lembrar o conceito de Leon Tróstski, ex-ministro da Defesa da União Soviética após a chegada ao Kremlim: “…é imperativo, para que o socialismo consolide o poder, desarmar a população. A história nos ensina que não se pode tomar o poder onde o povo está fortemente armado. Um povo armado é um povo livre”.
DOURADOS: Sobre o habitual cenário político indecifrável e seu futuro, um colega da terra definiu: “Dourados? Definitivamente não é para amadores”. Sefosse ainda vivo, nem mesmo o pesquisador francês Champollion (que decifrou os hieróglifos egípcios a mando de Napoleão) garantiria uma solução inquestionável.
É DEMAIS: Em 2011 a Caixa Econômica Federal usou num filme um ator branco interpretando Machado de Assis (filho de negro com uma portuguesa branca). Entidades reagiram -apesar do escritor ser apenas moreno. Sob pressão, a Caixa suspendeu a campanha substituindo o personagem de Machado por um ator negro. Imagine o Pelé jogando hoje e sendo chamado de ‘negão’.
BRONCA: Os resultados do censo causando reclamações e motivando até piadas nas redes sociais. A reclamação é que os números apresentados são inconsistentes, não refletem a realidade das cidades. Aqui não tem sido diferente. Os casos da capital e de Corumbá – por exemplo – mostram isso. Concluo questionando se todos os lares foram visitados pelos recenseadores.
O DUELO: A fronteira entre a mentira e a verdade mistura hábitos e necessidades. Uns mentem para ganhar dinheiro, outros para ganhar poder, poucos para ter os dois e muito para sobreviver. Vivemos a era da mentira. Desde sempre a mentira é parte integrante do ser humano, uma espécie capaz de conquistar muito mais coisas mentindo do que dizendo a verdade. Ninguém jamais venceu uma guerra falando a verdade; muito menos uma eleição. ( MarceloTognozzi)
‘CALMANTE?’ Segundo dados oficiais existem 68 milhões de brasileiros que estão inadimplentes em suas contas do dia a dia. Daí chega-se a conclusão óbvia de que pouco adianta – ou quase nada – o governo oferecer carros populares ao custo de R$60 mil se eles não tem grana para abastecer ou arcar com as prestações com juros lá em cima.
REFLEXÃO: “Na vida, cada um leva sua carga de vícios, virtudes, afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar necessário. A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas. Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros e a chegada” (da parábola contada pelosaaudoso rabino Henry Sobel quando da morte de Mario Covas)
PONTO FINAL:
Corrupção escondida vale tanto como pública; a diferença é que não fede. (Machado de Assis)
jun 29, 2023 | Colunistas
Em 1820, Joseph Smith, um garoto pobre e semianalfabeto de apenas 14 anos, residente em Palmyra, Condado de Ontário, Nova York/EUA, encontrava-se diante de inúmeros pregadores que tentavam “fisgar” pessoas e famílias para as suas religiões. Ele foi tomado por uma grande dúvida: em qual delas deveria se filiar? Foi então que, por intermédio das Escrituras em Tiago 1:5 (“E se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, sem repreender, e ser-lhe-á dada”), encontrou uma maneira de obter a resposta.
Essa Escritura iluminou seu coração como um raio de luz. Ele se preparou para ir a um bosque próximo à sua casa, a fim de orar ao Senhor, na esperança de receber a orientação que desejava.
Para sua surpresa, enquanto estava ajoelhado no bosque, sozinho, Joseph Smith presenciou uma aparição divina que deu um novo rumo à história da humanidade. Tempos depois, já como um homem formado, Joseph traduziu manuscritos antigos, revelados pelo Senhor, que deram origem ao Livro de Mórmon, impresso pela primeira vez em 26 de março de 1830, dez anos após a aparição divina.
Esse livro representa a mente e a vontade de Deus para as pessoas nestes últimos dias. Nossa geração tem o privilégio de ouvir a avaliação que o próprio Senhor faz desse grandioso livro: “O Livro de Mórmon contém um registro de um povo decaído e a plenitude do evangelho de Jesus Cristo para os gentios e também para os judeus. Foi dado por inspiração e é conferido a outros por meio do ministério de Anjos, sendo proclamado por eles ao mundo, provando que as sagradas escrituras são verdadeiras, que Deus inspira os homens e os chama para Sua santa obra, nesta época e nesta geração, assim como fez em gerações passadas” (Doutrina e Convênios 20:9-11).
Logo após superar todos os desafios e perseguições de bandidos que tentaram roubar as placas de ouro que originaram o Livro de Mórmon, Joseph Smith recebeu outra grande missão do Senhor: restaurar Sua igreja na Terra, depois do longo período de apostasia que o mundo enfrentou ao rejeitar os Apóstolos do Senhor.
Em abril, um mês após o lançamento oficial do livro, Joseph organizou a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias por orientação do Senhor. Essa instituição nunca teve e não possui clero remunerado.
A igreja começou a crescer rapidamente. A alegria especial de seus membros por pertencerem à Igreja de Jesus Cristo e por finalmente conhecerem e viverem o Evangelho restaurado passou a incomodar muitas pessoas, que começaram a perseguir os santos.
Muitas pessoas e famílias pareciam aguardar inconscientemente essa ação de Deus de restabelecer o sacerdócio na Terra e trazer à tona a confirmação de Sua Palavra já estabelecida e clara na Bíblia. Não foi por acaso que muitas famílias, especialmente da Inglaterra, ao receberem a notícia do Livro de Mórmon – Outro Testamento de Jesus Cristo, venderam tudo o que tinham e se mudaram para os EUA, onde Joseph iniciava o estabelecimento da igreja.
Para muitos, hoje em dia, a fé que moveu famílias de todas as classes sociais, levando-as a deixar suas cidades e países para se unirem à igreja de Cristo, é mais uma das inúmeras provas de que o Livro de Mórmon e a Igreja de Cristo são verdadeiros.
A fúria contra os santos crescia cada vez mais, principalmente entre membros de outras denominações religiosas e políticas. Tanto que nos meses de novembro e dezembro de 1833, os santos foram expulsos do condado de Jackson. Muitos foram mortos, atacados por multidões enfurecidas.
As perseguições e mortes atingiram um ponto tão extremo que, em 27 de outubro de 1838, o governador Bogges emitiu uma “ordem de extermínio” contra os santos.
Com isso, as perseguições e as mortes de filhos especiais de Deus aumentaram. Em 30 de outubro de 1838, ocorreu o massacre de Houn’s Mill, no qual dezenas de santos, homens, mulheres e crianças, foram mortos por turbas enfurecidas.
Os ataques continuaram até que, em 27 de junho de 1844, Joseph Smith, preso mais uma vez sem motivo algum, foi assassinado a tiros dentro de uma cela na Delegacia de Carthage, juntamente com seu irmão Hyrum Smith.
A morte de seu líder na Terra não abalou a igreja, pois Cristo sempre foi seu grande líder. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias sobreviveu à expulsão de quatro estados, a ataques e perseguições constantes a seus líderes e membros, a uma ordem de extermínio decretada por um governador, ao martírio de seu profeta, à perda de direitos civis imposta pelo Governo e à pobreza dos santos.
Após a morte de Joseph, o Senhor levantou outro grande líder da igreja: Brigham Young, que desempenhou um papel semelhante ao de Moisés ao conduzir seu povo para o grande Oeste montanhoso dos Estados Unidos, uma região deserta e inóspita. As caravanas enfrentaram chuva, frio e neve profunda, o que dificultou o avanço de carruagens e carrinhos de mão (instrumento muito utilizado por milhares de famílias que transportavam seus pertences por centenas de quilômetros em terreno selvagem). Muitos membros da igreja morreram devido à dureza desse caminho em direção à terra prometida.
Finalmente, após muita fé e determinação, o grupo chegou ao Vale do Lago Salgado (Salt Lake City), onde Brigham Young fincou seu cajado depois de meses de exaustiva caminhada, declarando: “Aqui é o lugar”. Com o tempo, a região se tornou uma das mais prósperas dos Estados Unidos, e continua sendo até os dias atuais.
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é uma das que mais crescem no mundo. De acordo com dados levantados em dezembro de 2022, conta com 17 milhões de membros, 3.521 estacas, 31.330 alas e ramos, 62.544 missionários de proselitismo em tempo integral, 27.070 missionários seniores de serviço da igreja.
* Jornalista e professor.
jun 23, 2023 | Colunistas
‘COMBU$TÍVEL’ Pregar candidaturas no interior é fácil. Difícil é viabilizar recursos para motivar companheiros e não deixá-los na mão na hora agá. A divisão da grana do Fundo Partidário sujeita a critérios estranhos, não contempla a todos. O temor é perder a eleição e não poder para pagar as contas: de combustível a cabos eleitorais.
RESSACA: Sonhos. Que não os tem? A perspectiva de chegar ao poder alimenta a coragem de candidatos a prefeito que às vezes metem os pés pelas mãos. Derrotados, ficam a ver navios. Os seus padrinhos e incentivadores normalmente ‘tomam Doril’ e não cumprem os compromissos de ajuda nos gastos de campanha do parceiro.
1-OPINIÃO: Na Assembleia Legislativa consultei vereadores interioranos sobre o acordo PSDB e MDB para 2024. Opinião unânime: em suas cidades há basicamente dois grupos políticos, de quem está no poder e de quem está fora dele. Um deles ironizou: “ não esquecemos o foguetório dos adversários na vitória deles em 2020”.
2-OPINIÃO: Os vereadores ainda criticaram sutilmente as lideranças maiores das duas siglas em questão sob o argumento de que elas não vivem a realidade do cotidiano, onde todos os fatos acabam tendo um viés político. Ao final um deles desafiou a realização de pesquisa para comprovar a postura da população – contrária ao acerto com a oposição.
REFORMA TRIBUTÁRIA: Assunto delicado que merece melhor estudo. Preocupa também a parte do projeto que prevê o recolhimento dos impostos no destino sem outra compensação. Ora. Nossa maior fonte de receita é o ICMS arrecadado na origem das mercadorias. Exceção dos combustíveis, cujos tributos são cobrados no destino.
LEI KANDIR: Lembra dela? Só nos deu prejuízo ao isentar o ICMS nas exportações. A tal compensação aos Estados foi uma embromação que durou de 1996 a 2020 – ano do acordo com a União. O episódio serve agora como alerta aos governantes dos estados com a mesma matriz econômica, cuja produção é direcionada à exportação.
ENIGMA: O projeto nem passará pelas comissões temáticas para ser aprovado em julho. A previsão de economistas é de menos impostos para a indústria e o setor financeiro. Mas outros setores (80% do PIB) terão reajustes. Inevitáveis o aumento de preços e a volta da inflação. Pressa para assunto tão importante é uma incoerência.
EM ALERTA: O governador Riedel preocupado e com razão. O assunto é debatido na Assembleia mesmo com a falta de dados e informações técnicas confiáveis sobre o texto da reforma. Até as implicações legais da reforma sobre o Fundersul vem merecendo atenção e ensejando questionamentos válidos neste contexto de incertezas.
CORAGEM: O deputado Pedrossian Neto (PSD) tem tratado de temas significativos. Unir as comunidades terapêuticas que cuidam dos dependentes químicos, fortalecendo-as com a sua legalização junto ao SUS (Sistema Único de Saúde) é um deles. Essas entidades substituem o poder público e por falta de organização ou orientação deixam de receber verbas.
VERDADES: Não adianta virar o rosto ou ignorar os personagens que vivem nas ruas. São párias sociais entregues ao vício por motivos diversos. Mas apenas a ação de entidades religiosas não basta. É preciso dotar o estado de política efetiva municiando as entidades chamadas de comunidades terapêuticas (11 em Campo Grande) com recursos oficiais. O deputado Rinaldo Modesto é um expert no assunto com participação significativa na área.
JUNIOR MOCHI: Justiça seja feita. Em 2015 o deputado foi autor de emenda destinando 1% do ICMS de bebidas, cigarros e cosméticos às instituições atuantes na recuperação de dependentes químicos, alcoólicos e idosos (asilos). Depois foi decidido que esse percentual seria destinado ao Fundo de Investimentos Sociais que incluiu no rol dos contemplados as entidades cuidadoras de crianças e adolescentes.
ZEBRA: A ‘gloriosa’ FUNAI deve ser contra a Ferroeste no MS devido aos possíveis impactos ambientais e prejuízo aos indígenas. A vistoria caminha neste sentido. Deve-se repetir aqui o caso (no STF) da ‘Ferrogrão’ ligando Sinop (MT) ao Porto de Mirituba no Pará, com 900 kms de extensão. Lá o argumento é que a ferrovia alteraria os limites da reserva natural do Jamaxim.
CONVENHAMOS: Se em termos de tecnologia regredimos, importando de cabide a papel carbono, lideramos em matéria de política ambiental. Toda obra pública ou privada, depende da aprovação do meio ambiente. Perde-se competitividade como no caso da Ferrogrão, um empreendimento exclusivamente privado ao custo de 12 bilhões de dólares.
‘ PÉROLA’: Aprovado a toque de caixa na Câmara, deve ser ratificado no Senado o projeto da deputada Dani Cunha (filha do ex-deputado Eduardo Cunha) (União Brasil-RJ) que acrescenta mais uma camada de imunidade aos políticos envolvidos em corrupção. Uma espécie de ‘lei de mordaça’ que irá castrar a opinião pública já decepcionada com esse tipo de político estigmatizado.
LÍDIO LOPES: Empenhado na campanha pela conscientização e a inclusão da pessoa com Síndrome de Down na sociedade. Agora viu aprovado seu projeto na Assembleia Legislativa que comemora anualmente em 21 de março o Dia da Conscientização da Síndrome de Dow. Uma iniciativa que vem merecendo elogios da opinião pública.
ROMEU ZEMA: “Não mudei nada. Meus hábitos são os mesmos. Sempre tive uma vida simples, tranquila. Meu antecessor tinha 7 aviões a disposição, morava num palácio com 32 empregadas. Eu não tenho nenhuma aeronave. Vendi, as que ficaram atendem a saúde e segurança. Moro numa casa e pago minha empregada. Posso dizer que sou um político diferente. Não tenho mordomias e privilégios e não gosto de quem tem”.
APOSTAS: Não faltam quanto as eleições na capital. Pergunta-se: Beto Pereira repetirá o fenômeno Riedel? Quem irá para 2º turno? O eleitor bolsonarista marchará unido ou dispersará entre algumas candidaturas? O PT- se ficar fora do turno final – ficará com quem? Puccinelli será novamente castigado pelos eleitores? O fator Reinaldo pesará até onde? A prefeita Adriane terá tempo para arrumar a casa e se tornar mais competitiva?
NA ÁREA: Ao seu estilo o ex-deputado Paulo Duarte não esconde o otimismo na missão de presidir o PSB estadual à partir do próximo dia 30 de junho quando toma posse no cargo. O que se sabe nos bastidores é que o PSB terá papel de destaque na sucessão da capital com o presidente da Câmara – vereador Carlos A. Borges sendo o nome mais forte para ser o companheiro de chapa do deputado Beto Pereira (PSDB)
IMPORTADOR: O deputado Renato Câmara (MDB) tem razão: no comércio da capital e interior a maioria dos produtos hortifrutigranjeiros e dos derivados de leite vem de fora. É preciso reverter o quadro para ajudar o pequeno produtor e o consumidor. Câmara tem ouvido reclamações e sugestões ao participar das Conferencias Regionais da Agricultura Familiar.
PARCEIRO: O deputado Zeca do PT é outro entusiasta com essas conferencias. Segundo ele, permite que o Governo tenha um diagnóstico detalhado das necessidades para cada região do MS. Zeca lembrou por exemplo que a realidade da nossa região Sul é diferente da região Norte e que ao incentivar esses encontros o Governo Riedel caminha no rumo certo.
Ponto final:
Antigamente não era tão caro passar fome (Fraga)