abr 5, 2019 | Política

Vereadores cobram e governo anuncia ações imediatas para garantir segurança na fronteira
O vereador Hemerson Buiu e Fabrizia Tinoco participaram do evento levando solicitação para garantir mais segurança em Bela Vista.
A população de Ponta Porã deve começar a se sentir mais segura a partir de agora. A garantia é do Governo do Estado e foi dada durante uma reunião da alta cúpula da segurança pública estadual com os vereadores de Ponta Porã na tarde de quinta-feira, 4 de abril. O encontro ocorreu na Câmara Municipal e os parlamentares cobraram ações urgentes das forças de segurança para reverter uma situação preocupante.
Por mais de três horas, os vereadores reivindicaram e ouviram o posicionamento das autoridades estaduais. Elas assumiram o compromisso de enviar mais policiais para a cidade com o objetivo de desenvolver uma operação especial, sem prazo para acabar, visando coibir os crimes e proporcionar tranquilidade aos moradores da fronteira.
“Queremos paz em Ponta Porã. Queremos que as famílias da fronteira possam circular com tranquilidade, sem medo de serem assaltadas. Estamos satisfeitos com o resultado desta reunião. Os 17 vereadores estão unidos no objetivo de sensibilizar as autoridades estaduais para que nos atendam, providenciando as medidas para garantir segurança”, disse o presidente da Câmara Municipal, Candinho Gabínio.
A reunião envolvendo os vereadores e os representantes da Secretaria Estadual de Segurança Pública foi articulada em conjunto com a Prefeitura. O vereador Agnaldo Miudinho, presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, com o apoio dos demais colegas, entrou em contato com o senador Nelsinho Trad que fez um pedido especial ao governador Reinaldo Azambuja que determinou a vinda da cúpula da SEJUSP para debater o tema com os parlamentares.
“Nossa avaliação é positiva pois obtivemos a garantia de que a polícia estará nas ruas de Ponta Porã. Isso vai reduzir a criminalidade, dando paz e tranquilidade à população”, disse Miudinho.
Estiveram presentes na reunião o tenente coronel Carlos Magno, comandante do 4 Batalhão da PM, Marcos Paulo Gimenez, diretor do DOF- Departamento de Operações de Fronteira, Kleber Haddad Lane, superintendente de Segurança Pública da SEJUSP, Coronel Givaldo Mendes de Oliveira, comandante do Policiamento da Área 1, Delegado Ivan Barreira, do Departamento de Polícia do Interior, Dr. Alberto Vieira Rossi, coordenador de políticas do interior, Dr. Clemyr Vieira, delegado regional de Polícia Civil. O Executivo Municipal foi representado pelo secretário municipal de Segurança Pública, Marcelino Nunes de Oliveira. Também estiveram presentes vereadores de municípios vizinhos como Bela Vista e Aral Moreira.
No encontro os vereadores entregaram a “Carta de Ponta Porã”, documento contendo reivindicações para o município. Nela, os parlamentares expõem a situação preocupante vivida pela população fronteiriça que clama por segurança, apavorada pela onda de crimes, especialmente assaltos em plena luz do dia. Dentre as medidas solicitadas está o aumento do efetivo das forças policiais. Apenas a PM precisa de pelo menos mais 300 homens para combater o crime na região. Também aumento do efetivo da Polícia Civil e investimento na melhoria das condições de trabalhos dos policiais. Outro pedido é pela criação da Polícia Integrada de Fronteira com ações conjuntas entre as forças que atuam na região.
A Carta, assinada pelos 17 vereadores, aponta que uma das maiores necessidades, no entendimento dos parlamentares, é de investimento forte na estrutura das polícias. Uma das providências urgentes seria o envio de mais viaturas. Hoje a Policia Militar tem apenas dois veículos adequados que raramente são utilizados em patrulhamento no centro e nos bairros, porque são deslocados para transporte e escolta de presos.
Legendas das fotos: Dorgeval Amaro
Reunião envolvendo vereadores e representantes da Secretaria Estadual de Segurança Pública foi realizada na Câmara Municipal de Ponta Porã. Governo garantiu ações para combater o crime na fronteira.
Vereadores, representantes da Secretaria Estadual de Segurança Pública após a reunião. Parlamentares entregaram a “Carta de Ponta Porã”, cobrando medidas urgentes para diminuir criminalidade na fronteira.
abr 4, 2019 | Política

MPMS pede que Estado e município disponibilizem transporte para alunos de escola integral de Bela Vista
Por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Bela Vista, o MPMS formulou pedido judicial visando obrigar o Município de Bela Vista e o Estado de Mato Grosso do Sul a disponibilizarem serviço de transporte escolar aos estudantes matriculados no 2º Ano do Ensino Médio, em período integral, da Escola Estadual Ester Silva.
Segundo o Promotor de Justiça William Marra Silva Júnior, “pais de adolescentes compareceram à Promotoria de Bela Vista para relatar que, a partir deste ano letivo, foi disponibilizada turma de período integral aos alunos do 2º Ano da Escola Ester Silva, porém, o Poder Público não está providenciando o transporte desses alunos, o que vem prejudicando a frequência e assiduidade dos estudantes residentes em localidades rurais, fazendo, inclusive, com que alguns deixem de estudar na referida escola”.
O caso passou a ser acompanhado pela Promotoria de Justiça de Bela Vista, que expediu ofícios aos órgãos responsáveis pela rede pública de educação.
Consta nos autos que, apesar das solicitações ministeriais, os entes públicos não solucionaram a falta de transporte dos alunos do período integral, ora argumentando falta de recursos, ora permanecendo inerte, fatores que justificaram o pedido judicial.
De acordo com os pais, residentes em assentamento e em localidade rurais, o Poder Público informou que o transporte não será prestado aos alunos de período integral, o que os prejudica e dificulta ou impede a frequência escolar.
Em razão disso, o pedido do Ministério Público consiste em determinar ao Estado de Mato Grosso do Sul e ao Município a disponibilização imediata de adequado e contínuo transporte escolar aos estudantes matriculados em turma de período integral na Escola Estadual Ester Silva, beneficiando também aqueles que ocuparem novas vagas disponíveis ou eventualmente surgidas.
Texto: 1ª Promotoria de Justiça de Bela Vista, editado por Ana Carolina Vasques/Jornalista-Assecom -Foto: Banco de Imagens
abr 3, 2019 | Política

Vereador Johnys Basso diz que cidade vive caos administrativo e prefeito perdeu o rumo
O vereador Johnys Hemory Denis Basso (DEM) fez indicação verbal na sessão ordinária dia (01) de abril, endereçado ao prefeito municipal de Bela Vista, solicitando que tome atitude a respeito do caos administrativo que o município esta vivendo, e necessário uma reação urgente, pois a população cobra ações que venha beneficiar toda comunidade.
O vereador apontou que Bela Vista vive a pior crise administrativa já vista no municipio. “O que estamos vendo é um total caos na administração municipal”, disse Johnys destacando várias áreas da administração pública municipal que enfrentam sérios problemas, a exemplo da cidade que se encontra literalmente no buraco, nossas ruas parecem um queijo suíço de tanto buraco.
Basso não poupou críticas ao comportamento do prefeito. “Quando estava em campanha tinha solução para todos os problemas dessa cidade”, disse ele destacando que até agora pouco tem feito. Falando especificamente sobre o abandono que se encontra as ruas e as estradas rurais, o mato tomou conta, e um descaso, falta de respeito com a comunidade.
O edil disse que o prefeito está precisando agir. “O que nós cobramos aqui é ação. Está mudando, sim, mas está mudando para pior. Johnys disse que a camara sempre estendeu a mão, mas o prefeito não esta nem ai. Para Johnys, a Câmara sempre está aberta ao diálogo, ao contrário do prefeito. “Esta Casa está aberta ao diálogo, o Executivo não”, apontou.

Ruas virou trilheiro em Bela Vista

Asfalto esta totalmente destruído

Mato toma conta dos bairros
Assessoria de Imprensa
abr 3, 2019 | Política

Coronel David recebe em seu gabinete a visita de Coronel Adib Massad
Emocionado, parlamentar destaca a importância de Adib dentro da Segurança Pública em MS
O deputado Coronel David (PSL) recebeu em seu gabinete, na manhã desta terça-feira (2), a visita do Coronel Adib Massad, uma referência para o parlamentar e à Segurança Pública de Mato Grosso do Sul. Durante a visita, emocionado, Coronel David demonstrou toda sua gratidão e admiração ao Coronel da Polícia Militar.
Coronel David começou sua carreira na fronteira entre Brasil e Paraguai, comandando o pelotão de Mundo Novo, desafiou muitos bandidos e consequentemente sofreu muitas ameaças de morte. Numa dessas situações, Coronel Adib frustrou um atentado ao parlamentar. “ Se hoje estou vivo, é graças à ação preventiva do Coronel Adib, no qual sou eternamente grato por ter salvo a minha vida”, emocionado, ressaltou David.
Em Dezembro de 2017 foi aprovada a Medalha Coronel PM Adib Massad, criada pelo deputado estatual Coronel David. A homenagem é destinada às pessoas ou entidades que tenham prestado serviços relevantes à segurança pública de Mato Grosso do Sul. Cada deputado pode fazer duas indicações, e caso o homenageado já tenha falecido, a honraria é entregue ao cônjuge, descendente, ascendente ou outra pessoa escolhida pela família. Coronel David defende que as instituições e profissionais da segurança pública devem ser exaltados e homenageados, uma vez que prestam serviços à sociedade com empenho e dedicação.
abr 2, 2019 | Política

Pela primeira vez na história de Ladário, prefeito tem mandato cassado
Após quatro tentativas consecutivas, em 2016 o empresário Carlos Anibal Ruso Pedroso (PSDB) foi eleito prefeito pelo município de Ladário. Ele obteve uma expressiva votação, conseguindo 4.281 votos (50,09%). Entretanto, começou a sua administração com fortes embates na Câmara Municipal de Ladário. Ainda em 2017, conseguiu barrar judicialmente o andamento de uma CPI que apurava suposta prática de nepotismo em sua administração. No mesmo ano, uma forte denúncia feita no plenário da Casa de Leis pela ex-secretária de Saúde, Ana Lúcia de Vasconcellos Pereira, abalou novamente a sua gestão.
Levantamentos do Ministério Público Estadual (MP), apontam que a partir daí começaram as tratativas para barrar a segunda CPI, com entrega mensal de propinas aos vereadores André Caffaro (Dedé-PPS), Lilia Maria (Pastora Lilia-MDB), Augusto de Campos (Gugu-MDB), Agnaldo dos Santos (Magrela-PTB), Paulo Rogério (PMN), Osvalmir Nunes (Baguá-PSDB) e Vagner Gonçalves (PPS), no valor aproximado de R$ 3 mil. Ainda conforme o MP, haviam fortes influências dos vereadores em vários órgãos, com indicações de pessoas ligadas aos parlamentares.
No final de 2018, o Ministério Público desencadeou a operação “Terra Branca I”, em conjunto com o GAECO, para apurar o suposto esquema do “Mensalinho” montado em Ladário. Diante das gravidades dos fatos apresentados pelo MP, o desembargador do Tribunal de Justiça de MS, Emerson Caffure, acatou o pedido da promotoria e ordenou o afastamento e a prisão preventiva de Ruso e dos 07 vereadores. Também foi decretada a prisão preventiva do ex-secretário de Educação, Helder Naulle.
No início de 2019, o MP e o GAECO desencadearam a segunda fase da operação, denominada de “Terra Branca II”. Nela foram determinas as prisões preventivas de mais quatro pessoas ligadas a administração de Carlos Ruso, a ex-secretária de Administração, Andressa Paraquett (presa no Rio de Janeiro), a ex-secretária de Assistência Social, Eiza Nágila Bassoli e a ex-diretora de diretoria da Assistência Social, Marilene Ribeiro de Souza. Além das três mulheres, também foi cumprido mandado de prisão contra o ex-gerente da Assistência Social, Walter Junior Landiva Nunes.
Eiza Nágila e Marilene Ribeiro conseguiram “habeas corpus” e encontram-se em liberdade respondendo o processo. Já a vereadora Lilia, encontra-se em prisão domiciliar. Vale destacar que os benefícios concedidos podem ser suspensos a qualquer momento, caso a justiça assim determine.

Do céu ao inferno – Cassação
Na manhã desta segunda-feira (01), foi realizada a sessão de julgamento da denuncia apresentada pela munícipe ladarense Marinalva Aranda da Silva, pedindo que a Câmara de Vereadores apurasse possível infração político administrativo cometida pelo prefeito Carlos Ruso.
Após leitura da denúncia e do relatório da Comissão Processante, que optou pela cassação do mandato de Ruso, o presidente da Casa de Leis, vereador Daniel Benzi (MDB), colocou o parecer da comissão para que o plenário fizesse o seu julgamento. Com 09 votos favoráveis e 01 abstenção, Carlos Ruso se torna o primeiro prefeito de Ladário cassado pela Câmara de Vereadores.
A mesa diretora deverá publicar na imprensa oficial um Decreto Legislativo, oficializando a cassação do mandato de Ruso. Além do processo administrativo de cassação, ainda corre contra o ex-alcaide os processos penal e cível na esfera judicial.
abr 2, 2019 | Política

Deputado estadual Antônio Vaz (PRB)
Presidente da Comissão de Saúde da ALMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), o deputado estadual Antônio Vaz (PRB) aponta que, entre os principais fatores que influenciam na notificação de casos de violência obstétrica em Mato Grosso do Sul, está o fato de que as mulheres têm medo de denunciar por precisar usar o serviço futuramente.
Primeiro é preciso entender o que caracteriza a violência obstétrica. O deputado explica: “é aquela em que a mulher sofre durante o atendimento ao pré e pós parto e durante o trabalho de parto propriamente dito”.
Depois, o que ocorre para que os casos sejam pouco investigados. “A mulher não denuncia por temor de ver o seu atendimento prejudicado, caso necessite novamente do serviço do hospital. São situações inadmissíveis, justamente quando a mulher está mais vulnerável e precisa de acolhimento e atenção. Essa atenção especial à mulher faz parte do plano do Ministério da Saúde no programa de humanização do atendimento, o Humaniza SUS”, lembra.
Tanto é que a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa não tem casos registrados de violência obstétrica, mesmo com as várias denúncias na mídia. Apesar de os registros serem poucos, o parlamentar entende que é necessário fazer um trabalho de conscientização dos profissionais da saúde para melhorar o tratamento às mães grávidas e em período de puerpério (em que a mulher acabou de ter o bebê).
“Como presidente da comissão permanente de saúde da ALMS, apoio medidas que possam minorar essa situação. A exemplo da recomendação da Promotora de Justiça, Dra Daniela Cristina Guiotti, que determinou em junho de 2018, a adoção de medidas educativas simples, como cartazes e palestras para trabalhadores que estão diretamente no cuidado de mulheres como as enfermeiras, médicos, técnicos, etc”, destaca Vaz.