Com a sanção da lei que garantiu novo reajuste ao funcionalismo público estadual o Governo de Mato Grosso do Sul consolidou uma política de valorização contínua do funcionalismo público ao garantir reajustes lineares que, somados entre os anos de 2023 e 2026, alcançam 18,77%.
A medida, publicada na segunda-feira (30), reforça o compromisso com a recomposição do poder de compra dos servidores e com o reconhecimento do papel estratégico que desempenham na prestação de serviços à população, e os percentuais concedidos – 5% em 2023, 3,73% em 2024, 5,06% em 2025 e 3,81% agora em 2026 – evidenciam uma política consistente, planejada e responsável do ponto de vista fiscal.
Mais do que assegurar reposições pontuais, o Estado adotou uma trajetória de recomposição gradual, alinhada à sustentabilidade das contas públicas e à previsibilidade administrativa.
No acumulado dos últimos 48 meses, o índice total de reajustes supera a inflação oficial medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que foi de 14,92% no mesmo período. Assim, houve um ganho real nos salários, o que além de preservar o poder aquisitivo dos servidores demonstra os avanços na remuneração promovidos pelo Governo do Estado.
A iniciativa reafirma o equilíbrio entre responsabilidade fiscal e valorização do capital humano, pilares fundamentais para a eficiência da gestão pública. Ao priorizar os servidores, o Governo do Estado fortalece a qualidade dos serviços oferecidos à sociedade e consolida um ambiente institucional pautado pelo respeito, reconhecimento e compromisso com o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul.
Comunicação Governo de MS Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo
No coração de Campo Grande, o posto de identificação instalado no Pátio Central — o mais movimentado do Estado — vem se consolidando como um modelo de política pública voltada à cidadania e à inclusão. Ao completar um ano da sala “Posto Amigo do Autista”, a unidade não apenas amplia o acesso à documentação civil, como redefine padrões de atendimento ao incorporar práticas sensíveis às necessidades de pessoas com TEA (transtorno do espectro autista).
Os números ajudam a dimensionar o impacto. Desde janeiro de 2024, o posto responde por cerca de 20% das CIN (Carteiras de Identidade Nacional) emitidas com o símbolo do TEA em Mato Grosso do Sul. Em termos absolutos, são 1.098 documentos emitidos até o fim de março deste ano — um indicativo de que a iniciativa deixou de ser pontual para se tornar parte estruturante da rotina do serviço público.
Vinculada ao Instituto de Identificação, que integra a Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, a unidade também lidera em volume geral de emissões. Com mais de 134 mil documentos expedidos desde a implantação da nova CIN, o posto responde por quase um quinto de toda a produção estadual. A alta demanda, cerca de 500 atendimentos diários, evidencia o desafio: garantir eficiência sem abrir mão da qualidade e da equidade no atendimento.
É nesse contexto que a sala adaptada ganha relevância. Criada a partir da observação prática de entraves recorrentes — como sobrecarga sensorial, dificuldade de permanência e interrupções no processo de coleta biométrica —, o espaço foi pensado para reduzir estímulos e tornar o ambiente mais previsível. Com isolamento acústico, recursos táteis e elementos de conforto, a estrutura atua como um mediador entre o usuário e o serviço, permitindo que o atendimento seja concluído com maior tranquilidade.
A iniciativa, viabilizada por meio de contrato de gestão com a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) de Mato Grosso do Sul, contou com investimento de R$ 82 mil. Mais do que a adequação física, o projeto incluiu capacitação de equipes, sinalizando uma mudança de cultura institucional — aspecto central quando se trata de políticas públicas inclusivas.
Na prática, os efeitos já são perceptíveis. Casos que antes resultavam em remarcações ou atendimentos domiciliares tornaram-se exceção. O ambiente controlado, aliado ao preparo dos servidores, contribui para reduzir a ansiedade e garantir a finalização do processo — etapa essencial para o exercício pleno da cidadania.
Sob a perspectiva da gestão pública, o “Posto Amigo do Autista” representa mais do que uma inovação pontual. Trata-se de uma ação alinhada a princípios de compliance social e de respeito aos direitos fundamentais, ao assegurar que o acesso a um documento básico não seja inviabilizado por barreiras sensoriais ou estruturais. Ao mesmo tempo, fortalece a atuação do Instituto de Identificação e da Polícia Científica, ampliando sua função para além da emissão documental, como agentes de inclusão e garantia de direitos.
O avanço também dialoga com uma tendência mais ampla: a personalização do atendimento no serviço público. Ao reconhecer que igualdade não significa uniformidade, iniciativas como essa apontam para um modelo mais responsivo, capaz de adaptar-se às diferentes realidades dos cidadãos.
Em Mato Grosso do Sul, onde mais de 13 mil documentos já foram emitidos com algum tipo de identificação de deficiência, sendo o TEA a condição mais frequente, a experiência do Pátio Central sugere um caminho possível: investir em estrutura, capacitação e escuta ativa para transformar o atendimento em um instrumento efetivo de cidadania.
No fim das contas, a emissão de um documento pode parecer um ato burocrático. Mas, para muitas famílias, ela representa pertencimento, reconhecimento e acesso a direitos. E é justamente nesse ponto que iniciativas como o “Posto Amigo do Autista” revelam sua verdadeira dimensão.
Após um período de diálogo, conversas e avaliações responsáveis, decidi permanecer no Podemos para disputar as eleições ao Senado em 2026 por Mato Grosso do Sul.
O Podemos é o partido que me abriu as portas em 2023, com carinho, respeito e espírito de acolhimento — valores que sempre nortearam minha relação com a legenda.
Ao longo desse período, mantive conversas com outras siglas, como é natural no ambiente político. No entanto, em nenhum momento agiria de forma imprudente ou com ingratidão em relação ao partido que confiou em mim desde o início.
Todas as tratativas foram conduzidas com transparência, respeito e diálogo aberto, especialmente com minha amiga e presidente nacional do Podemos, a deputada Renata Abreu, que sempre me deu liberdade e confiança para avaliar caminhos e construir, de forma conjunta, o melhor projeto político.
Seguimos unidos, trabalhando na construção de candidaturas fortes, competitivas e comprometidas com a população. Tenho convicção de que vamos avançar ainda mais, fortalecendo o Podemos e apresentando propostas concretas para melhorar a vida das pessoas.
Nosso compromisso é com o povo, com responsabilidade, seriedade e resultados.
_Assessoria de Imprensa da Senadora Soraya Thronicke_
Mato Grosso do Sul traça seu novo eixo de desenvolvimento, reforçando sua posição como referência nacional na transição energética com a implantação da primeira planta de biometano da empresa Atvos no Estado. O projeto, localizado em Nova Alvorada do Sul, representa um investimento superior a R$ 350 milhões e marca uma nova etapa na diversificação da matriz energética sul-mato-grossense.
Durante a Expocanas, principal vitrine tecnológica do setor sucroenergético no Estado, o governador Eduardo Riedel, acompanhado do secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, visitou a unidade industrial e acompanhou de perto o andamento das obras e o início das etapas operacionais do empreendimento.
A planta terá capacidade estimada de produzir cerca de 28 milhões de metros cúbicos de biometano por safra, a partir do aproveitamento de subprodutos da cana-de-açúcar, como vinhaça e torta de filtro — reforçando o conceito de economia circular e agregação de valor à produção. Isso representa menos 25 milhões de litros de diesel ao ano.
Para o governador Eduardo Riedel, o projeto está alinhado à estratégia estadual de descarbonização e desenvolvimento sustentável. “Esse projeto reforça o papel do Mato Grosso do Sul como protagonista na transição energética no Brasil. Estamos avançando na geração de energia limpa com base em soluções que agregam valor à nossa produção e impulsionam o desenvolvimento regional”, afirmou o governador.
O secretário Jaime Verruck destacou que o avanço do biometano no Estado está diretamente conectado à política de bioenergia e à estratégia de neutralidade de carbono. “O Mato Grosso do Sul estruturou uma política consistente de bioenergia, baseada na diversificação de matérias-primas e no aproveitamento integral da biomassa. O biometano surge como uma solução estratégica, que amplia a competitividade do setor sucroenergético, reduz emissões e fortalece a agenda de carbono neutro do Estado”, afirmou Verruck.
Espaço onde está sendo construída a unidade da Atvos
Além do impacto ambiental, o projeto também traz ganhos logísticos e operacionais. O biometano será utilizado principalmente para abastecer a frota da própria companhia, substituindo o diesel nas operações. A meta da empresa é converter ao menos 50% do consumo das unidades Eldorado, Santa Luzia e Conquista do Pontal para o uso de gás renovável.
“Trata-se de um projeto inovador de transição energética para o biometano para 28 milhões de metros cúbicos que vão substituir 25 milhões de litros de diesel ao ano. A empresa vai substituir todos seus caminhões de diesel pata biometano. É assim que se faz transição energética. Com inovação, novas tecnologias, desenvolvimento econômico. É o MS fazendo seu eixo de desenvolvimento na transição energética”, ressaltou.
A iniciativa integra um movimento mais amplo de inovação no setor. A Atvos já iniciou testes com caminhões movidos a biogás e firmou parceria com a Scania para renovação da frota pesada. A substituição do diesel pode reduzir entre 40 e 50 mil toneladas de CO₂ por ano.
A empresa também projeta expansão. Nos próximos anos, há potencial para implantação de outras sete unidades de biometano no país, o que pode elevar a produção para até 137 milhões de metros cúbicos por safra e reduzir em até 88,3% as emissões associadas ao uso de diesel.
Bioenergia e política de carbono neutro
Parte da produção de biometano poderá, futuramente, atender municípios do entorno, contribuindo diretamente para a política de descarbonização e para a meta de carbono neutro de Mato Grosso do Sul até 2030. O Estado já se consolidou como um dos principais polos de bioenergia do país, com forte crescimento do etanol de milho e da cogeração de energia a partir da biomassa da cana, ampliando sua relevância na matriz energética nacional.
Atualmente, a Atvos opera três unidades industriais em Mato Grosso do Sul — em Nova Alvorada do Sul, Rio Brilhante e Costa Rica — gerando mais de 11 mil empregos diretos e indiretos.
Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc Foto: Mairinco de Pauda/Semadesc
Relatora da proposta aprovada no Senado, senadora de MS reúne projetos contra feminicídio, violência doméstica e digital e de fortalecimento da Lei Maria da Penha
Em um cenário de aumento da violência de gênero e de recordes sucessivos de feminicídio no Brasil, o combate à misoginia e a defesa das mulheres têm ganhado ainda mais urgência no Congresso Nacional. Nesse contexto, a senadoraSoraya Thronicke (Podemos-MS) se destaca atuação consistente em prol da proteção feminina, com uma série de projetos e relatorias voltadas ao enfrentamento da violência doméstica, do feminicídio, da violência digital e de outras formas de agressão que atingem diariamente milhares de brasileiras.
Como mais um passo dessa trajetória, o plenário do Senado Federal aprovou, no dia 24 de março, o Projeto de Lei nº 896/2023,sob relatoria da senadora, que inclui amisoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. A proposta representa um marco no enfrentamento jurídico e cultural da violência motivada por ódio ou aversão às mulheres, reconhecendo que o desprezo e a hostilidade direcionados ao gênero feminino não são apenas manifestações culturais, mas podem se transformar em violência concreta e que precisam ser combatidos com rigor legal.
A aprovação do PL 896/2023 ocorre em um momento alarmante: onúmero de feminicídios bateu recorde no Brasil em 2025, com 1.470 casos registrados de janeiro a dezembro, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O totalsupera os1.464 registros de 2024, a maior marca até então. Os dados equivalem aquatro mulheres mortas por dia,realidade que mostra como o feminicídio é consequência direta de uma sociedade ainda marcada pela misoginia, em que mulheres são violentadas, diminuídas e silenciadas.
Para Soraya Thronicke, o enfrentamento dessa realidade exige ação contínua e firme, tanto na legislação quanto na cultura. A senadora reforça que a aprovação do PL da Misoginia não é um ponto final, mas parte de uma caminhada permanente em defesa das mulheres.
“Essa aprovação é uma vitória necessária. O combate à violência contra a mulher precisa ser diário, firme e inegociável. A misoginia alimenta o feminicídio, a violência doméstica, o abuso e a tentativa de silenciar mulheres. Infelizmente, ainda vivemos em uma sociedade que muitas vezes se incomoda mais com a voz feminina do que com a violência cometida contra ela. Nosso dever é garantir leis mais duras, proteção efetiva e respeito, para que nenhuma mulher tenha que viver com medo”, avalia.
Trabalho contínuo com projetos estruturantes
A atuação legislativa da senadora Soraya Thronicke em defesa das mulheres vai além da relatoria do PL 896/2023. Ao longo do mandato, ela tem apresentado ou apoiado proposições voltadas a fortalecer a rede de proteção, ampliar mecanismos de segurança, endurecer punições contra agressores e garantir medidas efetivas para prevenir a reincidência da violência.
Entre os principais projetos relacionados ao combate à violência contra a mulher, destacam-se:
Combate à misoginia e ao ódio contra mulheres PL 896/2023 (Relatoria) – Inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo, fortalecendo o enfrentamento à discriminação e ao ódio de gênero.
Prioridade para pautas de proteção feminina no Senado PRS 5/2025 – Dá precedência e prioridade de tramitação às proposições que tratam do combate à violência contra a mulher.
Enfrentamento à violência digital contra mulheres PL 1033/2025 – Aumenta penas para crimes de violência digital praticados contra mulheres, reconhecendo o avanço desse tipo de agressão.
Bloqueio de bens de agressores PL 1032/2025 – Prevê bloqueio imediato de contas bancárias e bens do agressor em casos de violência doméstica e familiar.
Feminicídio como crime autônomo PL 1548/2023 – Atualiza e fortalece a tipificação do feminicídio, tratando-o como crime específico e autônomo.
Ampliação de delegacias especializadas PL 1096/2022 – Determina que municípios com mais de 100 mil habitantes tenham Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).
Mais agilidade nas medidas protetivas PL 2450/2019 – Permite que a intimação das medidas protetivas possa ser entregue pelo defensor da vítima ou por agente policial.
Proteção patrimonial e combate à fraude em separações PL 2452/2019 – Trata de fraude na partilha de bens em dissolução do casamento, ampliando proteção contra abusos econômicos.
Reforço na execução penal contra agressores reincidentes PL 2083/2022 – Endurece medidas na Lei de Execução Penal para reforçar a proteção da mulher vítima, prevenindo reiteração de ameaças e agressões.
Defesa pessoal e prevenção PL 1813/2021 – Prevê oferta de curso de defesa pessoal para mulheres. PL 1928/2021 – Regulamenta comercialização e porte de spray de pimenta e arma de eletrochoque para defesa pessoal.
Depoimento com mais proteção e menos revitimização PL 628/2022 – Aperfeiçoa procedimentos de depoimento de vítimas e testemunhas, especialmente em causas cíveis, com foco em acolhimento.
Aumento de pena em crimes sexuais com abuso de confiança PL 2034/2022 – Prevê aumento de pena quando o crime contra a dignidade sexual ocorre com abuso de confiança.
Direito de acesso com cão protetor PL 2325/2023 – Garante que mulheres em situação de violência doméstica possam ingressar e permanecer em ambientes coletivos acompanhadas de cão protetor.
Como referência nacional na produção de bioenergia, Mato Grosso do Sul se consolida como um dos principais estados produtores de energia limpa e renovável do Brasil, concentram 22 usinas em operação – todas produtoras de etanol hidratado, que cogeram bioeletricidade, e 14 delas exportam o excedente para a rede nacional de energia elétrica.
Para fortalecer a atuação do Estado na área, a 4ª Expocanas é realizada desta quarta-feira (25) até sexta-feira (27), em Nova Alvorada do Sul, município reconhecido como o segundo maior produtor de cana-de-açúcar do Brasil. O governador Eduardo Riedel participou da abertura do evento e destacou a importância da produção do município, que chega a 8,1 milhões de toneladas.
“É um evento que começou pequeno e está na quarta edição, com dimensão estadual e nacional. Reflete o que vem acontecendo em termos de transformação energética no Estado. Pelo etanol, e geração de eletricidade pelo biometano. São grandes investimentos do setor industrial na área de biometano, que está no coração da nossa estratégia. A Expocanas é onde tudo isso começa, no campo, na produção, na eficiência produtiva”, disse Riedel.
A Expocanas, consolidada como o principal evento do setor sucroenergético no Estado, se destaca como um importante espaço para geração de negócios, troca de conhecimento e fortalecimento da cadeia produtiva.
Dados da Biosul (Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul) apontam que MS se consolida como um dos principais polos nacionais de produção de energia limpa e renovável, sendo o quarto maior produtor de cana-de-açúcar e de etanol, segundo maior produtor de etanol de milho, quinto maior produtor de açúcar e o quarto maior exportador de bioeletricidade do País.
Na abertura do evento também foi apresentado o balanço da safra 2025/2026 e perspectivas da bioenergia, além da assinatura de concessão de incentivos fiscais para a indústria de beneficiamento de amendoim ‘MS Grãos Nuts’, que investirá cerca de R$ 30 milhões na implantação de uma unidade em Nova Alvorada do Sul.
Na safra 2024/2025, Mato Grosso do Sul alcançou a produção de 4,3 bilhões de litros de etanol, dos quais 37% tiveram origem no milho. Para a safra 2025/2026, a projeção é de crescimento, com produção estimada em 4,7 bilhões de litros, sendo o milho responsável por 42% desse total – os dados de 2025/2026 serão apresentados no decorrer do evento.
O setor também se destaca pela produção de 2,6 milhões de toneladas de açúcar e pela geração de 2.200 GWh em bioeletricidade — volume equivalente ao consumo residencial anual de todo o Estado. Com aproximadamente 800 mil hectares destinados ao cultivo de cana-de-açúcar e unidades industriais estrategicamente distribuídas, a cadeia produtiva está presente em 42 municípios.
O segmento é responsável pela geração de cerca de 34 mil empregos diretos e movimenta mais de R$ 1,4 bilhão em massa salarial, posicionando-se entre os principais motores da economia industrial sul-mato-grossense, correspondendo a 18,9% do PIB industrial do estado (2023).
Biometano
O governador também visitou a planta de biometano da Atvos, uma das maiores produtoras de biocombustíveis do país. A empresa anunciou a construção de sua primeira planta de biometano, localizada em Nova Alvorada do Sul. O projeto, que avança na estratégia de diversificação de portfólio, representa uma nova etapa na atuação da companhia e conta com investimento superior a R$ 350 milhões.
A partir do aproveitamento de subprodutos da cana-de-açúcar, como vinhaça e torta de filtro, a unidade terá capacidade estimada de produzir cerca de 28 milhões de metros cúbicos de biometano por safra.
“É o início de uma nova cadeia produtiva no Estado. E ajuda a transformar a matriz energética de Mato Grosso do Sul. O Estado se posicionou estrategicamente dentro de dois grandes temas globais, transição energética e segurança alimentar com sustentabilidade. O Mato Grosso do Sul tem crescido e está cada vez mais bem posicionado nessas duas áreas, com toda a cadeia produtiva do início ao fim, com a industrialização dessa base produtiva. Isso gera emprego, renda, capacidade de investimento, oportunidade para as pessoas, que é o que a gente quer ver”, finalizou Riedel.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS Fotos: Saul Schramm/Secom-MS