No mês dedicado à saúde do homem, o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), 1º secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, alerta para um tema que ainda enfrenta resistência entre muitos homens: a prevenção ao câncer de próstata. A doença é o segundo tipo mais comum no país e pode ser curada em até 90% dos casos quando detectada a tempo.
Corrêa reforça que a informação e o diagnóstico precoce são fundamentais para aumentar as chances de cura e reduzir o número de casos graves.
“O homem precisa quebrar o tabu e entender que cuidar da saúde é um ato de responsabilidade, não de fraqueza. Consultar o médico regularmente e realizar os exames é a melhor forma de garantir mais tempo e qualidade de vida”, afirmou Paulo Corrêa.
Especialistas recomendam que homens a partir dos 50 anos procurem o urologista anualmente. Já aqueles com histórico familiar da doença ou que são negros — grupo considerado de maior risco — devem iniciar o acompanhamento médico a partir dos 45 anos.
Os principais exames de rotina são o PSA (Antígeno Prostático Específico) e o toque retal, fundamentais para detectar alterações ainda em estágio inicial. Na maioria dos casos, o câncer de próstata não apresenta sintomas no começo, o que reforça a necessidade da prevenção.
Além dos cuidados médicos, manter hábitos saudáveis, como boa alimentação, exercícios físicos, não fumar e evitar o álcool em excesso, também ajuda a prevenir a doença e melhora a saúde como um todo.
“A informação é a nossa melhor aliada. Quanto mais falarmos sobre prevenção, mais vidas serão salvas. É isso que o Novembro Azul nos lembra todos os anos”, destacou Paulo Corrêa.
O deputado também ressaltou que a Assembleia Legislativa segue engajada em ações que incentivam a conscientização e o cuidado com a saúde masculina em todo o Estado.
“O nosso papel, como representantes da população, é apoiar campanhas que salvam vidas e levar informação a quem mais precisa. Saúde é prioridade, e nós estamos juntos nessa causa”, concluiu.
O governador Eduardo Riedel (PP) e o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) se reuniram nesta quinta-feira (6), em Brasília (DF), com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, para discutir o fortalecimento do campo de centro-direita e o alinhamento político em torno de um projeto nacional de desenvolvimento.
Reinaldo, que assumiu em setembro o comando do PL em Mato Grosso do Sul e é pré-candidato ao Senado, destacou que a reunião consolidou o papel estratégico do Estado no avanço da pauta liberal-conservadora.
“Foi uma boa reunião. Discutimos os caminhos do PL em Mato Grosso do Sul, o fortalecimento da aliança pró-Riedel e a estruturação partidária”, afirmou.
Segundo o ex-governador, a sintonia entre os líderes reforça o compromisso com um projeto político que combina estabilidade, responsabilidade fiscal e crescimento.
“Esse encontro reforça a importância de estarmos unidos em um projeto estadual e nacional de centro-direita, que é essencial para o desenvolvimento do Brasil”, completou Reinaldo.
Mato Grosso do Sul entra em uma nova fase da política de saúde pública com a implementação da Pehosp (Política Estadual de Incentivo Financeiro Hospitalar), novo modelo de financiamento hospitalar. A medida, desenvolvida pelo Governo do Estado por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), reorganiza a forma de repasse e acompanhamento dos recursos do SUS (Sistema Único de Saúde), fortalecendo a rede hospitalar e promovendo maior qualidade e eficiência no atendimento à população.
A nova política de incentivo contempla unidades hospitalares distribuídas em 64 municípios, e faz parte do eixo estruturante da Nova Arquitetura da Saúde, que moderniza a gestão e estimula resultados baseados em desempenho. A SES já iniciou o processo de formalização contratual, com 17 contratos assinados das unidades sob gestão estadual e previsão de conclusão até o final de novembro, quando o novo formato de financiamento passa a vigorar em todo o Estado.
“Esse modelo representa um novo patamar de governança e transparência. Ele garante previsibilidade financeira, fortalece a produção hospitalar e estimula boas práticas de gestão”, afirma Crhistinne Maymone, secretária-adjunta da SES.
Rede hospitalar fortalecida
Pacientes aguardam atendimento na Policlínica Cone Sul, em Dourados.
Com o novo formato, os hospitais passam a receber dois tipos de incentivo — um fixo, voltado à manutenção da estrutura e das equipes, e outro variável, calculado com base no desempenho assistencial. O investimento anual previsto é de R$ 198,5 milhões, beneficiando diretamente sul-mato-grossenses de todas as regiões do Estado.
A contratualização dos hospitais representa uma das entregas da Nova Arquitetura da Saúde, estratégia que também envolve modernização tecnológica, ampliação de equipamentos e fortalecimento da regionalização do SUS.
A formalização contratual da política é acompanhada de perto pela Superintendência de Governança Hospitalar e pela Coordenadoria de Contratualização de Serviços Hospitalares, responsáveis por garantir que todas as unidades estejam aptas a operar dentro do novo modelo.
“Além de garantir a sustentabilidade das unidades, a contratualização traz segurança jurídica e transparência na aplicação dos recursos. Estamos acompanhando cada etapa para assegurar que o novo modelo comece com eficiência e solidez”, destaca a coordenadora da Contratualização de Serviços Hospitalares da SES, Francielly Sayuri Caneppele.
A adesão à política estadual alcançou 99% das unidades contempladas, com 64 das 65 unidades aptas já tendo confirmado a adesão ao novo modelo de financiamento.
Segundo a SES, a nova forma de financiamento hospitalar também reforça o compromisso do Estado com a descentralização da assistência, permitindo que mais atendimentos especializados sejam realizados nas próprias regiões de origem dos pacientes — reduzindo filas e transferências para Campo Grande.
Investimento e qualidade
O fortalecimento da rede hospitalar está aliado a uma série de investimentos em infraestrutura e tecnologia. Por meio do Incentivo ao Parque Tecnológico, o Estado tem destinado equipamentos modernos às unidades participantes, incluindo arcos cirúrgicos, torres de videolaparoscopia, autoclaves, bisturis elétricos, focos cirúrgicos e aparelhos de raio-X digital fixo, entre outros.
Essas entregas acompanham a expansão física da rede, com obra de grande porte sendo realizada no Hospital Regional de Dourados; em andamento a PPP do Hospital Regional de Campo Grande; e perspectivas de construção do novo bloco do Hospital Regional de Três Lagoas e ampliação do Hospital Regional de Ponta Porã. Todas essas iniciativas ampliam a capacidade assistencial e elevam o padrão de atendimento em todo o Estado.
Somente no segundo quadrimestre de 2025, o Governo de Mato Grosso do Sul liquidou R$ 917,9 milhões em recursos de saúde, segundo o RDQA (Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior) apresentado na Assembleia Legislativa regularmente. O documento aponta crescimento expressivo nas internações hospitalares e nos procedimentos ambulatoriais, refletindo o fortalecimento da rede e a eficiência dos investimentos públicos.
Nova fase do SUS em MS
Com a entrada em vigor do novo modelo de financiamento hospitalar, Mato Grosso do Sul consolida um SUS mais moderno, sustentável e eficiente, capaz de integrar resultados financeiros e qualidade assistencial.
A política reforça o papel do Estado como protagonista na gestão pública da saúde e inaugura uma nova etapa na consolidação da rede hospitalar.
“Esse é um momento histórico para a saúde de Mato Grosso do Sul. Estamos reorganizando a rede hospitalar com base em critérios técnicos e resultados mensuráveis, garantindo mais qualidade e transparência na aplicação dos recursos públicos”, ressalta a superintendente de Atenção à Saúde, Angélica Segatto Congro.
Construção e critérios da Pehosp
A Pehosp foi construída com as áreas técnicas da SES e de forma participativa. Desde o início, contou com o envolvimento de prefeituras, gestores municipais de saúde, dirigentes hospitalares e do Conselho Estadual de Saúde, garantindo que o modelo refletisse a realidade e as necessidades de cada região. Foram consideradas informações sobre produção hospitalar, leitos ativos, integração às Redes de Atenção à Saúde e fluxos assistenciais, o que permitiu desenhar critérios claros de adesão e repasse.
Quanto aos critérios de adesão e aos incentivos, os hospitais interessados devem cumprir requisitos como funcionamento 24 horas por dia, equipes qualificadas, implantação — ou plano de implantação — de prontuário eletrônico, além de protocolos de segurança do paciente e integração à regulação estadual.
O incentivo financeiro ocorre em duas frentes: um repasse fixo para garantir a manutenção dos serviços essenciais (pronto-atendimento 24 h, cirurgias, partos, UTI) e um repasse variável atrelado à produção e aos resultados assistenciais. O modelo busca dar previsibilidade de recursos, premiar o desempenho e fortalecer hospitais locais e regionais, reduzindo a sobrecarga nas unidades de alta complexidade.
“Essa política hospitalar foi amplamente discutida e construída de forma conjunta, unindo a base técnica da SES à realidade política e de gestão dos municípios. O modelo foi debatido entre os diversos setores, apresentado na Assembleia Legislativa, na CIB (Comissão Intergestores Bipartite), no Conselho Estadual de Saúde, na Assomasul e em encontros com gestores municipais e dirigentes hospitalares. Esse processo de construção participativa assegurou que a política seja sólida, realista e capaz de fortalecer o SUS em todo o Mato Grosso do Sul”, finaliza o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa.
Danúbia Burema, Comunicação SES
Foto de capa: Juliana França/HRD
Internas: Victor Arguelho/Vice-governadoria
A nova pesquisa do Ipems (Instituto de Pesquisas de Mato Grosso do Sul), divulgada pelo Correio do Estado, confirma a ampla liderança do governador Eduardo Riedel (PP) na corrida pela reeleição ao Governo de Mato Grosso do Sul. O levantamento, realizado entre os dias 20 e 31 de outubro, mostra o progressista com 56,94% das intenções de voto no cenário estimulado — índice que o colocaria eleito ainda no primeiro turno, caso as eleições fossem hoje.
O instituto ouviu 1.720 eleitores em 54 municípios, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa revela um cenário de estabilidade política e de aprovação ao atual governo, que mantém ritmo de crescimento econômico, investimentos em infraestrutura e equilíbrio fiscal, fatores que podem ter pesado positivamente na percepção popular.
Enquanto Riedel consolida sua posição, a oposição segue dispersa. Marcos Pollon (PL) aparece com 16,66%, seguido por Fábio Trad (PT) com 15,23% e Delcídio do Amaral (PRD) com 11,17%.
O desempenho de Trad — nome que representa o campo da esquerda — mostra mais uma vez a dificuldade do PT em reconquistar espaço no Estado, tradicionalmente conservador e com eleitorado mais inclinado a pautas de segurança, agronegócio e gestão técnica.
A pesquisa mostra diferença expressiva entre os eleitores da Capital e do interior. Em Campo Grande, Riedel tem 49,05% das intenções de voto, contra 60,54% no interior.
Pollon e Trad aparecem mais competitivos na Capital, mas não conseguem avançar nas cidades menores — onde o governador é visto como gestor presente e de resultados. Essa vantagem regional reforça a capilaridade da base aliada de Riedel, que conta com o apoio de prefeitos e lideranças locais em praticamente todas as regiões do Estado.
No cenário espontâneo — quando o eleitor cita um nome sem que lhe sejam apresentadas opções — Riedel lidera com 9,23%, número considerado expressivo por especialistas. Os demais nomes somam índices muito baixos: Capitão Contar (0,60%), Reinaldo Azambuja (0,56%) e André Puccinelli (0,50%).
O dado que chama atenção é o alto índice de indecisos, que chega a 87,01%. Apesar da vantagem do atual governador, o percentual indica que há espaço para movimentação nas próximas etapas da campanha.
REJEIÇÃO
Riedel tem 39,89% de rejeição, número abaixo de seus principais adversários. Delcídio do Amaral lidera nesse quesito com 78,54%, seguido de Pollon (76,52%) e Fábio Trad (73,64%).
Segundo o Ipems, a rejeição ao atual governador é maior na Capital (45,58%) e menor no interior (27,03%), o que reforça o bom desempenho fora da região metropolitana.
ANÁLISE POLÍTICA
Os números confirmam que Eduardo Riedel entra na disputa com ampla vantagem, sustentado por um governo de perfil técnico, sem grandes rupturas e com boa imagem junto ao setor produtivo.
O resultado indica que a população do Mato Grosso do Sul valoriza estabilidade, gestão e resultados, e que o discurso populista de esquerda não encontra eco entre os eleitores locais.
Se o cenário permanecer estável, Riedel pode ser reeleito no primeiro turno, consolidando um ciclo político de continuidade administrativa e pragmatismo — sem espaço para aventuras ideológicas.
O mês de novembro marca uma grande mobilização nacional contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Em Mato Grosso do Sul, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) realiza, no dia 13 de novembro, o Dia D Estadual de Combate às Arboviroses, com programação especial no Bioparque do Pantanal, em Campo Grande.
A ação integra as atividades promovidas ao longo do mês em todo o Estado, reforçando o compromisso com a educação em saúde, a prevenção e o enfrentamento às doenças causadas pelo vetor.
Durante todo o dia, escolas e visitantes poderão participar de atividades educativas e interativas. Um dos destaques será a presença do ‘Senhor Arbo’, personagem da Turminha da Saúde Única, que sensibiliza o público infantil de forma lúdica e divertida. O evento também contará com um estande educativo, exibindo amostras reais de larvas do mosquito e explicando as fases do ciclo do Aedes aegypti.
Para a coordenadora de Saúde Única da SES, Danila Frias, o trabalho integrado é o que garante ações mais eficazes de prevenção. “O enfrentamento às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti envolve uma abordagem integrada entre saúde humana, animal e ambiental. Essa é a essência da Saúde Única: compreender que o equilíbrio entre o meio ambiente e as nossas ações diárias é fundamental para a prevenção das arboviroses”, explica Danila Frias, Coordenadora de Saúde Única da SES.
O público poderá aprender, na prática, como pequenas atitudes diárias, como manter caixas d’água tampadas, eliminar recipientes que acumulam água e limpar calhas e quintais são fundamentais para evitar novos focos de reprodução. Serão distribuídos materiais informativos e educativos, reforçando a importância do engajamento da sociedade no combate às arboviroses.
Para a gerente de Doenças Endêmicas, Jéssica Klener, cada pessoa tem um papel essencial na prevenção à dengue. “A participação da comunidade é fundamental para manter o mosquito longe. Pequenas atitudes no dia a dia, como eliminar recipientes com água parada e cuidar dos quintais, fazem toda a diferença. O Dia D é um lembrete de que todos nós temos um papel no combate à dengue”, afirma Jéssica.
Ações em todo o Estado
Além da mobilização no Bioparque, diversas atividades locais estão sendo realizadas em municípios sul-mato-grossenses ao longo de novembro, com o apoio das secretarias municipais de saúde, escolas e instituições parceiras. As ações incluem reuniões técnicas, capacitações e atividades de campo voltadas à prevenção e à vigilância, especialmente no período de chuvas, quando o risco de proliferação do mosquito aumenta.
No dia 10 de novembro, será realizada em Maracaju uma capacitação sobre Manejo Clínico da Chikungunya, direcionada aos profissionais de saúde e ministrada pelo Dr. Rivaldo Venâncio, referência nacional na área. Já no dia 11 de novembro, a SES participa da 1ª Oficina “Arboviroses em Foco”, promovida em parceria com o município de Campo Grande, com o objetivo de fortalecer a integração entre vigilância, atenção básica e controle de vetores.
Para o coordenador de Controle de Vetores da SES, Mauro Lúcio Rosário, é fundamental redobrar a atenção e os cuidados para proteger vidas. “O mosquito precisa de muito pouco para se reproduzir, e é justamente por isso que o cuidado precisa ser diário. A vistoria em casa ainda é a forma mais eficaz de evitar surtos e salvar vidas”, alerta Mauro.
Até o dia 6 de novembro, reuniões com o Ministério Público Estadual e o programa Colaborador Voluntário discutem estratégias de engajamento da sociedade civil no enfrentamento ao Aedes aegypti, ampliando a rede de mobilização em defesa da saúde pública.
Situação epidemiológica em Mato Grosso do Sul
De acordo com o boletim da 44ª semana epidemiológica, divulgado pela SES nesta terça-feira (4), Mato Grosso do Sul já registrou 13.534 casos prováveis de dengue em 2025, sendo 8.272 confirmados.
O documento também aponta 18 óbitos confirmados e sete em investigação.
Nos últimos 14 dias, os municípios de Caracol, Bonito e Dourados registraram incidência baixa de novos casos confirmados, enquanto os óbitos ocorreram em Inocência, Três Lagoas, Nova Andradina, Aquidauana, Dourados, Ponta Porã, Coxim, Iguatemi, Paranhos, Itaquiraí, Água Clara, Miranda, Aparecida do Taboado, Ribas do Rio Pardo e Campo Grande. Entre as vítimas, sete possuíam algum tipo de comorbidade.
Em relação à chikungunya, o Estado já notificou 13.695 casos prováveis, sendo 7.525 confirmados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). O boletim também confirma 74 casos em gestantes e 16 óbitos decorrentes da doença, registrados em Dois Irmãos do Buriti, Vicentina, Naviraí, Terenos, Fátima do Sul, Dourados, Sidrolândia, Glória de Dourados, Maracaju e Iguatemi. Destas mortes, 12 ocorreram em pessoas com comorbidades.
A SES reforça o alerta para que a população evite a automedicação e procure uma unidade de saúde em caso de sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya.
Vacinação e novas perspectivas
A vacinação segue sendo um dos principais avanços no enfrentamento à dengue. Conforme o boletim, 188.875 doses do imunizante já foram aplicadas na população-alvo. Desde o início da campanha, Mato Grosso do Sul recebeu do Ministério da Saúde 241.030 doses. O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas, e é indicado para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue.
Outro avanço importante é o desenvolvimento da vacina 100% brasileira pelo Instituto Butantan, com expectativa de registro pela Anvisa até o fim deste ano e início da produção em larga escala em 2026.
O combate às arboviroses depende da atuação conjunta do poder público e da sociedade. Além das ações das equipes de vigilância e controle de vetores, é essencial que cada cidadão adote hábitos simples de prevenção:
Manter caixas d’água e reservatórios devidamente tampados;
Limpar calhas, lajes e ralos;
Remover recipientes que possam acumular água;
Usar repelentes e telas de proteção;
Apoiar as mobilizações e campanhas realizadas pelos profissionais do SUS.
Com o lema “Contra o mosquito, todos do mesmo lado”, o Dia D de Combate às Arboviroses em Mato Grosso do Sul reforça a importância da união de esforços para proteger vidas e fortalecer a saúde pública em todo o Estado.
Serviço:
Dia D Estadual de Combate às Arboviroses
Local: Bioparque do Pantanal, Campo Grande – MS
Data: 13 de novembro de 2025
Público-alvo: Escolas e visitantes do Bioparque
André Lima, Comunicação SES Fotos: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo
Para cooperação na agenda climática e de desenvolvimento sustentável, os governos dos estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo formalizaram um protocolo de intenções durante o evento “Summit Agenda SP+Verde”, realizado nesta terça-feira (4), em São Paulo (SP).
O governador Eduardo Riedel participou da abertura e assinou a carta de intenções juntamente com o governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas. A carta de intenções foi assinada ainda pelo secretário Jaime Verruck (Semadesc) e a secretária de Estado de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo, Natália Resende. O secretário Rodrigo Perez (Segov) e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, também participaram da abertura do “Summit Agenda SP+Verde”.
O acordo reconhece a importância da cooperação entre os estados para o enfrentamento das mudanças climáticas e a promoção de um modelo de desenvolvimento sustentável, considerando que compartilham de ecossistemas estratégicos, bacias hidrográficas interligadas e fronteiras produtivas de relevância nacional.
“Assinei com o governador Tarcísio um convênio, protocolo de intenções de uma série de áreas de interesse comum entre Mato Gross do Sul e São Paulo. Na infraestrutura, preservação, combate a incêndios, restauração de áreas degradas. Foi muito produtiva a discussão que tivemos. E depois participamos juntos do Summit, um debate sobre a questão do desenvolviemto sustentável onde pudemos explorar um pouco os assuntos que estão em voga em Mato Grosso do Sul e fazem parte do dia a dia de São Paulo também, como a geração de energia renovável, florestas plantadas, geração de energia pelas indústrias de celulose, a e captura de carbono por essa indústria”, disse Riedel.
A carta também considera a integração das políticas públicas nas áreas ambiental, logística e de infraestrutura, essencial para fortalecer a resiliência climática, o uso sustentável dos recursos naturais e o desenvolvimento regional.
Com esforço conjunto de MS e SP foi formalizada a cooperação nos eixos de prevenção e combate a incêndios, restauração ecológica e corredores de biodiversidade, infraestrutura verde e integração logística, governança e intercâmbio técnico, além de infraestrutura logística para escoamento de cargas. A intenção do protocolo é reduzir emissões, conservar a biodiversidade, prevenir desastres e promover a restauração ecológica,
O “Summit Agenda SP+Verde” é um evento pré-COP promovido pelo Governo do Estado de São Paulo, Prefeitura de São Paulo e USP (Universidade de São Paulo) que promove um grande debate sobre desenvolvimento sustentável e economia verde. É uma plataforma catalisadora de parcerias e conexões, que vai estabelecer bases para resultados ambiciosos, além de gerar cooperação de impacto por meio de diálogos orientados para a ação e da articulação multissetorial em temas como investimentos verdes, justiça climática, resiliência urbana, transição energética e economia circular.
“Parabéns a toda equipe de MS pelo grande trabalho que é realizado. Agro e susntentabilidade tem tudo a ver e o Brasil tem grnde pontencial agroambiental. O produtor percebeu que se preservar o solo terá mais produtividade, se proteger a nascente terá mais água. A produtividade da lavoura aumenta e a reserva floretal também. Os produtores estão preocupados e fazendo o trabalho de preservação. Temos uma riquesa enorme que vem do campo e vai auxiliar na transição energética”, disse Tarcísio.
Na abertura a secretária de Estado de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo, Natália Resende, reconheceu as ações desenvolvidas em Mato Grosso do Sul. “Com organização e planejamento das ações, vamos estreitar a relação com o Mato Grosso do Sul, nas áreas de biometano e biocombustíveis. Temos proximidades territoriais e alinhamento de agenda. Fico muito feliz de ter o Mato Grosso do Sul aqui, para assinar essa carta de intenções, com vários eixos, desde a parte de restauração, biometano, hidrovia Paraná, prevenção de incêndios. Uma série de iniciativas que a gente já tem vamos estreitar cada vez mais”.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, também pontuou sobre a importância das ações conjuntas e estratégicas com MS. “É uma alegria receber aqui, este grande governador. Riedel, nos espelhamos muito nas suas ações. Aqui também temos gestão responsável, cuidado com o recurso público, sempre trabalhando com responsabilidade fiscal para não gastar mais do que arrecada. E isso tem tudo a ver com sustentabilidade e meio ambiente”.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: João Valério/ Governo do Estado de SP