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Bela Vista-MS Sábado, 26 de Setembro de 2026
Com saída iminente de Lucas Lima, Dorival já procura um novo meia

Com saída iminente de Lucas Lima, Dorival já procura um novo meia

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Lucas Lima está no Santos desde o início de 2014 e conquistou o Campeonato Paulista no ano seguinte (Foto: Ivan Storti)

No início dessa semana, Lucas Lima deixou claro que pretende deixar o Santos na janela de transferência do meio do ano. Em entrevista ao SporTV, o meia santista avisou que vai usar este primeiro semestre de 2016 para chamar atenção de algum clube europeu, já que nem mesmo a oferta milionária, fora dos padrões normais do futebol, feita pelo chineses em janeiro o seduziu.

“A janela do meio do ano, para mim, vai ser essencial. Por isso, é uma motivação a mais. Sempre deixei claro que quero jogar em um time grande da Europa. É meu objetivo jogar em um clube ‘top’. Sei que tenho esses meses para mostrar meu valor. Depois é sentar, negociar, ver o que é melhor para mim e para o Santos. Mas essa janela é importante, sim, pela minha idade, pelo tempo que estou no Santos. Vamos sentar e ver o que é melhor”, admitiu o camisa 20, hoje também jogador da Seleção Brasileira.

Por isso, Dorival Júnior também não esconde sua preocupação em relação a sequência do time para a temporada. Como provavelmente não poderá mais contar com Lucas Lima para o Campeonato Brasileiro e para a Copa do Brasil, que são disputada em sua maior parte na segunda metade do ano, o treinador já começou a pensar em alternativas.

“Conversado nós temos. Substituições difíceis. Temos que conhecer a realidade do clube. Tento buscar aqui dentro (do Brasil) um jogador que ocupe a função, não sendo o substituto do Lucas, mas que mantenha a postura. Podemos perder por um lado e ganhar pelo outro. Cabe a nós desenvolver uma nova formação”, revelou Dorival.

“Natural que estejamos atentos ao mercado, mas, a solução pode vir daqui. Eu prefiro ainda pensar que o Lucas está aqui e torço para ele ficar. Não quer dizer que esteja definido”, completou, ainda com um ar de esperança.

Para Dorival, Lucas Lima é “sem dúvidas”, o melhor meia do Brasil “há uns dois anos”. E mesmo com o atleta falando abertamente sobre seu interesse em deixar o Santos em um futuro breve, o técnico garante que isso não terá nenhum reflexo em campo, enquanto tudo seguir como está.

“Não muda, porque existe o comprometimento dele, a vontade. Enquanto eu puder contar, vou confiar naquilo que está apresentando. Ele se entrega em campo. Se tem vontade de sair, temos que respeitar. Não importa muito o restante, porque quero jogadores comprometidos”, reforçou.

Lucas Lima tem vínculo com o Santos até dezembro de 2017 e uma multa rescisória de 50 milhões de euros. Seus direitos econômicos são divididos entre Doyen Sports (80%), Khodor Soccer (10%) e o Santos (10%).

Gazeta Esportiva

São Paulo terá “um ou dois titulares” em clássico contra o Palmeiras

São Paulo terá “um ou dois titulares” em clássico contra o Palmeiras

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Edgardo Bauza está preocupado com a recuperação física dos titulares do São Paulo (Foto: Juan Mabromata/AFP)

O desgaste acumulado pelos jogadores são-paulinos depois do empate por 1 a 1 contra o River Plate, nessa quinta-feira, no Monumental de Núñez, fez o técnico Edgardo Bauza confirmar a presença de um time reserva no clássico contra o Palmeiras. O Choque-Rei, marcado para as 11 horas (de Brasília) do domingo, no Pacaembu, é a chance que o Tricolor tem nas mãos para recuperar a liderança do Grupo C do Paulistão e fazer as pazes com a torcida. A missão, no entanto, caberá aos atletas que não tiveram atuação destacada em Buenos Aires.

“Só vamos repetir um ou dois jogadores, no máximo. Esses jogadores [titulares] não podem jogar no domingo. São menos de 72 horas [até o clássico]”, disse Bauza, em entrevista concedida após o duelo com o River Plate. O time, que desembarca em São Paulo nessa sexta-feira de manhã, fará um treino regenerativo no CCT da Barra Funda durante a tarde. Para o Patón, essa será uma primeira oportunidade para testar a formação reserva que deverá entrar em campo no final de semana.

Entre os relacionados deve constar o nome do atacante Calleri, que recebeu o terceiro cartão amarelo diante do River e terá de cumprir suspensão automática no jogo da próxima quarta-feira, contra o Trujillanos, na Venezuela. Caso o argentino não se recupere a tempo de ir a campo, Bauza optará pela escalação do ex-palmeirense Alan Kardec no comando do ataque.

Outro que possivelmente estará em campo é Denis, cuja recuperação física é mais rápida do que a apresentada pelos jogadores de linha. Renan Ribeiro, reserva imediato do goleiro, foi operado por apendicite e está fora de combate. Já Léo não tem experiência suficiente para jogar um clássico – ele está há nove anos no Tricolor e só atuou uma única vez, em um amistoso contra o Londrina, em 2013.

Presença confirmada no time é a de Rodrigo Caio. O zagueiro, titular em quase toda a temporada, foi poupado por Bauza no duelo contra o River Plate. Além de ter priorizado a experiência da dupla Lugano e Maicon, o Patón disse que tomou a decisão pensando na sequência de jogos importantes que o defensor terá pela frente.

Grêmio não supera cansaço e empata com San Lorenzo na Arena

Grêmio não supera cansaço e empata com San Lorenzo na Arena

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Zagueiro Fred abriu o placar com gol de falta (Foto: Lucas Uebel/GFPBA)

Desgastado pelas batalhas contra a LDU e o Inter, o Grêmio não saiu do empate contra o San Lorenzo pela Copa Libertadores na noite desta quarta-feira em sua Arena, em Porto Alegre. Com o resultado, o time segue em segundo lugar no grupo 6, com 4 pontos, e pode sair da zona de classificação se a LDU vencer o Toluca nesta quinta-feira.

O San Lorenzo também não tem motivos para comemorar o resultado, afinal, permanece na lanterna ndo grupo, com dois pontos. As duas equipes voltarão a se enfrentar na próxima terça-feira, no Nuevo Gasómetro, em Buenos Aires.

Antes disso, o Tricolor Gaúcho terá pela frente o Cruzeiro-RS, pelo campeonato estadual, no Estádio do Vale.

O jogo – A partida começou com uma forte pressão do San Lorenzo. Precisando da vitória para continuar com chances de classificação, a equipe argentina começou a marcar sob pressão no campo tricolor, iniciando as jogadas sempre pelas laterais, com Blanco e Buffarini.

Entretanto, a pressão do San Lorenzo não se traduzia em finalizações. O time dificilmente chegava na área com boas chances de finalizar, fora alguns chutes mal posicionados de Cauteruccio.

A maior posse de bola da equipe argentina, entretanto, preocupava o Grêmio. Roger insistia para que os meias Éverton e Giuliano voltassem para marcar. Aos 24 minutos, o lance que o Grêmio precisava: Wesley avançou pela direita e sofreu falta de Blanco, na ponta da área. O zagueiro Fred cobrou à meia altura e o goleiro Torrico, que foi heroico na classificação da equipe azul-grená na Libertadores de 2014, espalmou para dentro do gol: 1 a 0 para o Grêmio.

O gol animou a equipe tricolor, que passou a atacar com mais perigo: aos 26, Éverton chutou uma bola no travessão após um drible curto no zagueiro.

O San Lorenzo demorou para se recuperar do baque. Porém, quando o fez, conseguiu o que queria: após uma falta na lateral, o atacante Cauteruccio aparou o cruzamento de Belluschi para a área, cabeceando para as redes. A bola ainda bateria na trave e nas costas de Grohe: 1 a 1.

Nos minutos seguintes, o San Lorenzo continuou atacando pelas duas pontas. Em um chute de Blanco, Fred tirou bem perto da linha do gol aos 37 minutos. O Grêmio, por sua vez, tentava cavar faltas e chutar de fora da área, mas não teve sucesso até o fim do primeiro tempo.

No segundo tempo, com menos de um minuto, Éverton teve uma chance clara de gol: abriu para si mesmo na ponta esquerda e chutou forte, para defesa de Torrico. O Grêmio estancou a sangria na defesa, marcando com mais força no meio campo e diminuindo os espaços pelas laterais.

Aos 16 minutos, Geromel quase fez um gol épico: da intermediária, deu uma pancada que bateu na trave; no cabeceio, Luan não conseguiu finalizar. Aos 21 minutos, após uma falta próxima à área, dois chutes errados fizeram a bola sobrar para Cerutti, que chutou forte; Geromel tirou a bola perto da linha e Grohe defendeu na sequência.

Com as entradas de Fernandinho e Bobô, Roger quis maior presença na área e mais vantagem pessoal pelos lados. Entretanto, a bem posicionada defesa do San Lorenzo dificultava. Aos 31, Henrique Almeida entrou no lugar de Douglas.

Muito desgastado pelos últimos jogos, o Grêmio tinha dificuldades para atacar com força e velocidade. Enquanto isso, cedia terreno para o San Lorenzo, que não conseguia qualidade nas finalizações. Mesmo com a pressão da torcida tricolor, o San Lorenzo dominava as ações no meio-campo, não conseguindo chegar na área graças à excelente atuação de Geromel.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 1 X 1 SAN LORENZO

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Horário: 21h45 (de Brasília)
Público: 41.927 (39.126 pagantes)
Renda: R$ 2.104.161
Árbitro: Daniel Fedorzuck (URU)
Assistentes: Nicolás Taran e Richard Trinidad (URU)
Cartões Amarelos: Edinho e Marcelo Oliveira (Grêmio), Mussis, Ortigoza e Angeleri (San Lorenzo)

GOLS:
GRÊMIO: Fred, aos 24 minutos do 1º tempo
SAN LORENZO: Cauteruccio, aos 32 minutos do 1º tempo

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Wesley, Geromel, Fred e Marcelo Oliveira; Edinho, Maicon, Giuliano (Fernandinho), Douglas (Henrique Almeida) e Éverton; Luan (Bobô)
Técnico: Roger Machado

SAN LORENZO: Torrico; Buffarini, Angeleri, Caruzzo e Más; Mussis, Ortigoza (Kalinski), Belluschi, Cerutti (Romagnoli) e Blanco; Cauteruccio (Mauro Matos)
Técnico: Pablo Guede

Gazeta Esportiva 

Corinthians termina com nove e perde para o Cerro Porteño no Paraguai

Corinthians termina com nove e perde para o Cerro Porteño no Paraguai

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Centroavante Beltrán fez o que quis com Felipe e marcou dois dos gols do Cerro (foto: AFP)

O Corinthians perdeu dois jogadores expulsos, perdeu para o Cerro Porteño e perdeu a liderança do Grupo 8 da Copa Libertadores. Em um jogo no qual o árbitro peruano Diego Haro mostrou muito mais rigor com um dos lados, os donos da casa levaram a melhor por 3 a 2 no estádio Defensores del Chaco, em Assunção.

O triunfo deu sobrevida ao técnico César Farías e a liderança da chave aos paraguaios, que chegaram aos sete pontos. O Corinthians, com seis, está em segundo lugar e terá a revanche na próxima quarta-feira, em Itaquera. Santa Fe, com quatro, e Cobresal, com zero, completam a classificação.

Mais efetivo no primeiro tempo, o time dirigido por Tite abriu o gol com André, que perdeu outras duas oportunidades e foi expulso por duas divididas no alto. Ele viu o cartão vermelho pouco após o empate, em cabeceio do centroavante Beltrán no início da etapa final.

A igualdade foi mantida até a segunda expulsão, de Rodriguinho, que havia levado o amarelo por reclamação e parou jogada com carrinho. Na sequência, Díaz se livrou de Yago para virar. Beltrán ainda ampliou, e Giovanni Augusto descontou em um pênalti bobo cometido por Valdez.

No fim das contas, poupar mais de meio time e perder o clássico para o Santos não rendeu ao Corinthians nem um ponto na prioritária Libertadores. Além da derrota, Tite voltará do Paraguai com desfalques e com problemas sérios a ser resolvidos em sua defesa, que foi mal. Giovanni Augusto esteve muito bem e ganhou pontos.

Tropeço em Assunção
Time de pouca posse de bola nas duas rodadas anteriores da Copa Libertadores, o Cerro Porteño procurou iniciar a partida de maneira mais agressiva. A estratégia era chegar com força pelos lados – Díaz criava muitos problemas na esquerda – e usar força física na marcação no meio – o juiz Diego Haro colaborava.

O Corinthians também não se limitava a marcar, buscando os passes rápidos no meio e a velocidade de Lucca pela esquerda. Foi dele a primeira oportunidade, em chute na rede pelo lado de fora. Na resposta, Díaz dominou na área, cortou Fagner e perdeu a oportunidade clara em uma defesa de Cássio com os pés.

Diego Haro já havia ignorado uma falta dura e claríssima em Giovanni Augusto e não conseguiu ficar sem assoprar quando Guilherme levou entrada na meia esquerda. A batida de Lucca, aos 12 minutos, não foi a melhor, mas Silva se atrapalhou com o quique da bola. André apareceu para aproveitar o rebote.

O gol não mudou a cara do jogo. O Cerro buscava o ataque e pegava firme no meio, mas eram os visitantes os mais eficientes. Após ajeitada de peito de Giovanni Augusto, André acertou o poste em chute de fora da área. Mais tarde, em boa troca de passes, Giovanni cruzou na medida para André, livre, cabecear fora.

Não houve alterações no intervalo, mas tudo mudou no início do segundo tempo. Aos três minutos, Leal girou com muita facilidade sobre Uendel e cruzou para Beltrán, que ganhou também facilmente de Felipe e cabeceou no ângulo esquerdo. Três minutos depois, André ergueu o pé em dividida e levou um segundo amarelo tão questionável quanto o primeiro.

Tite montou duas linhas de quatro marcadores, com Guilherme à frente delas. E quase viu sua equipe levar a virada em escanteio – Valdez ficou com sobra na cara do gol e parou em Cássio. Guilherme correu o risco de ser o segundo expulso e foi substituído por Romero, aos 15.

As linhas foram mantidas, com Romero na direita e Giovanni Augusto à frente. E Giovanni sofreu uma falta que só não acabou em gol pela conclusão ruim de Yago. A situação se complicou ainda mais aos 27, quando Rodriguinho – que estava amarelado por reclamação – deu carrinho e também foi expulso.

Com nove, o Corinthians sucumbiu rapidamente. Aos 29, após um dos muitos cruzamentos na área alvinegra, Díaz recebeu de Leal, passou por Yago e bateu rasteiro na saída de Cássio. Mesmo com a virada, Tite trocou o atacante Lucca pelo zagueiro Balbuena.

Mais um beque em campo não impediu Beltrán de mais uma vez levar grande vantagem sobre Felipe, girando no zagueiro e marcando de pé esquerdo, aos 36. Quando já não havia risco para o Cerro, Diego Haro apontou pênalti bobo de Valdez, que empurrou Yago na área. Giovanni Augusto bateu bem, no canto esquerdo, aos 42.

FICHA TÉCNICA
CERRO PORTEÑO 3 X 2 CORINTHIANS

Local: estádio Defensores del Chaco, em Assunção (PAR)
Data: 9 de março de 2015, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Diego Haro (PER)
Assistentes: Braulio Cornejo (PER) e Coty Carrera (PER)
Cartões amarelos: Rodrigo Rojas (Cerro Porteño); Lucca e Guilherme (Corinthians)
Cartões vermelhos: André e Rodriguinho (Corinthians)

Gols:
Cerro Porteño: Beltrán, aos três minutos do segundo tempo, Díaz, aos 20 minutos do segundo tempo, e Beltrán, aos 36 minutos do segundo tempo
Corinthians: André, aos 12 minutos do primeiro tempo, e Giovanni Augusto, aos 42 minutos do segundo tempo

CERRO PORTEÑO: Silva; Bonet, Mareco, Valdez e Alonso (Estigarribia); Rodrigo Rojas (Torales), Jorge Rojas, Oviedo e Díaz, Leal e Beltrán (Ortigoza)
Técnico: César Farías

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Felipe, Yago e Uendel; Bruno Henrique, Giovanni Augusto, Rodriguinho, Guilherme (Romero) e Lucca (Balbuena); André
Técnico: Tite

Gazeta Esportiva 

Com dois a mais e maior público, Verdão perde em casa do Nacional

Com dois a mais e maior público, Verdão perde em casa do Nacional

dv_pal_x_nac_1aa-1024x682O Palestra Itália recebeu o seu maior público em 2016, com 37.073 pagantes, e o Palmeiras teve um jogador a mais desde a expulsão de Fucile, aos 43 minutos do primeiro tempo. Léo Gamalho ainda recebeu o vermelho nos acréscimos. Mas a noite desta quarta-feira só serviu para complicar o Verdão na Copa Libertadores da América: o time perdeu por 2 a 1 para o Nacional do Uruguai.

Leia Mais: Palmeiras demite o técnico Marcelo Oliveira após derrota

A equipe de Montevidéu soube marcar o Verdão, mesmo com os lentos ex-palmeirenses Victorino e Eguren na zaga, e abriu 2 a 0 quando ainda tinha 11 em campo. Nico López, que chegou a acertar a trave finalizando de calcanhar pouco antes, fez o seu aos 37 e Barcia ampliou três minutos depois.

Quando Fucile foi expulso, recebendo o segundo amarelo por falta em Gabriel Jesus, a torcida vibrou. A comemoração aumentou quando o próprio Jesus descontou, ainda aos 48 minutos do primeiro tempo. O telão da arena até exibiu imagens da histórica virada alviverde sobre o Flamengo, na Copa do Brasil de 1999, para inflamar os presentes. Mas o que funcionou depois do intervalo foi a cera do Nacional, que ainda teve Léo Gamalho recebendo o vermelho por entrada em Egídio aos 47 da etapa final. Para aumentar a irritação da torcida, Lucas ainda acertou a trave no último lance.

O 50º jogo de Libertadores da história do Palestra Itália (34 vitórias, 11 empates e cinco derrotas) deixou o Palmeiras dividindo a segunda colocação do grupo 2, com os mesmos quatro pontos do Rosario Central e igualado em todos os critérios com o time argentino. O Nacional passa a liderar a chave, agora com cinco pontos.

O Verdão, que teve o auxiliar Tico dos Santos no banco porque Marcelo Oliveira cumpriu suspensão por ter sido expulso na rodada anterior, joga novamente pelo torneio continental no dia 17, em Montevidéu, visitando o Nacional. Antes, o Palmeiras enfrenta o São Paulo, às 11 horas (de Brasília) de domingo, no Pacaembu, pelo Campeonato Paulista.

O jogo – O Palmeiras veio repetindo a escalação e a estratégia do primeiro tempo diante do Rosario Central. O losango no meio-campo, com Robinho se aproximando da linha de frente pela direita e Dudu solto para se juntar a Gabriel Jesus, foi repetido. Cristaldo ainda se mexia para dar opções de passe.

Como já era previsto, a velocidade deu certo inicialmente. O Nacional tinha os lentos Victorino e Eguren, volante de origem, como zagueiros. Ambos conhecidos da torcida palmeirense exatamente pela incapacidade de acompanhar os rivais na correria. Explorando a deficiência, com menos de dez minutos, o Verdão fez o goleiro Conde trabalhar em chute de Dudu e bola desviada por seu colega, Romero.

O Palmeiras, contudo, se sentiu confortável demais com a vantagem técnica, e foi acumulando erros. Robinho não acertava nada pela direita com Lucas e, pelo outro lado, Jean se desdobrava para tentar ajudar Gabriel Jesus. O problema é que a equipe não usava a esquerda de seu ataque, até porque Dudu insistia em carregar a bola.

Os donos da casa não percebiam o simples: qualquer tabela deixava alguém na cara do goleiro, como ocorreu com Gabriel Jesus, que chutou fraco, nas mãos de Conde aos 33. O Nacional, que se acumulava no terço central do gramado, resolveu soltar seus meio-campistas e explorar as laterais defensivas palmeirenses. Foi o necessário para balançar as redes.

A defesa mal cortava na primeira trave e, aos 35 minutos, Nico López estava livre na pequena área para dar de calcanhar, acertando a trave. Dois minutos depois, o atacante levou a jogada mais a sério, pegando a sobra na área e limpando adversários até estufar as redes. Ficou pior aos 40, quando o árbitro não marcou falta em Cristaldo e, na sequência da jogada, Barcia arrancou sem ser incomodado para bater na saída de Prass.

Os palmeirenses, do campo e das arquibancadas, tentavam assimilar o golpe quando a lentidão uruguaia, enfim, deu resultado. Aos 43 minutos do primeiro tempo, Fucile cometeu falta dura em Gabriel Jesus, recebeu o segundo cartão amarelo e acabou expulso. A torcida vibrou e o Nacional passou a abusar das provocações, tentando igualar o jogo numericamente.

A esperança alviverde se materializou de vez aos 48 minutos, quando Gabriel Jesus aproveitou passe de Robinho que deu errado e mostrou tranquilidade para limpar o goleiro antes de balançar as redes. Com um a mais, a expectativa era de que o time sufocasse o Nacional em busca da virada.

Os primeiros minutos do segundo tempo confirmaram a previsão, com Vitor Hugo, sozinho, mandando rente ao travessão, aos dez minutos. Mas o Verdão foi diminuindo seu ritmo, nem parecendo que tinha um jogador a mais, e o auxiliar Tico dos Santos atendeu em segundos o pedido da torcida, colocando Allione. Mas desmontou seu meio-campo, sacando Jean.

A situação foi piorando por problemas físicos. Thiago Martins machucou o tornozelo direito após receber entrada dura de Fernández e Cristaldo sentiu lesão muscular. O Palmeiras queimou as substituições restantes, colocando Egído (o volante Thiago Santos virou zagueiro e Zé Roberto passou a ser volante) e Alecsandro em campo. Mas os erros continuaram se acumulando.

Melhor para o Nacional, triunfante com sua cera e só lamentando outra expulsão, a de Léo Gamalho, por entrada em Egídio já nos acréscimos. Quem mais lamentou, porém, foram os palmeirenses, inclusive no último lance do jogo, quando Fernando Prass já estava na área adversária: Lucas dominou a bola completamente livre e carimbou o travessão chutando de pé direito.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 X 2 NACIONAL

Local: Estádio Palestra Itália, em São Paulo (SP)
Data: 9 de março de 2016, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Público: 37.073 pagantes
Renda: R$ 2.490.655,54
Árbitro: Enrique Osses (Chile)
Assistentes: Carlos Astroza e Christian Schiemann (ambos do Chile)
Cartões amarelos: Zé Roberto, Thiago Martins e Egídio (Palmeiras); Eguren, Fernández, Conde, Romero e López (Nacional)
Cartões vermelhos: Fucile e Léo Gamalho (Nacional)

Gols:
PALMEIRAS: Gabriel Jesus, aos 48 minutos do primeiro tempo
NACIONAL: López, aos 37, e Barcia, aos 40 minutos do primeiro tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Thiago Martins (Egídio), Vitor Hugo e Zé Roberto; Thiago Santos, Jean (Allione), Robinho e Dudu; Gabriel Jesus e Cristaldo (Alecsandro)
Técnico: Tico dos Santos

NACIONAL: Conde; Fucile, Eguren, Victorino e Espino; Barcia (Carballo), Romero, Porras e Ramírez; López (Léo Gamalho) e Fernández (Cabrera)
Técnico: Gustavo Munúa

Gazeta Esportiva

Jogador de Bella Vista é aprovado no 3 de febrero, clube paraguaio

Jogador de Bella Vista é aprovado no 3 de febrero, clube paraguaio

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Luis Felipe Rodrigues Freitas de 16 anos

O atleta de Bella Vista Norte Paraguay Luis Felipe Rodrigues Freitas de 16 anos foi aprovado nos testes do 3 de febrero de Ciudad del Lest cidade que faz divisa com Foz do Iguaçu-Pr.

Luis Felipe é médio volante e já esta treinando na equipe juvenil,o atleta que é neto do ex-centroavante Afranio Freitas ja esta morando na cidade paraguaia e dentro de poucos dias estreiara na equipe juvenil do 3 de febrero que disputa a primeira divisão nacional.

Reportagem – Armando Loureiro