maio 5, 2016 | Esporte

Cristiano Ronaldo viu o Real Madrid melhor do que o City durante todo o confronto (Foto: Javier Soriano/AFP)
Finalista da Liga dos Campeões pela 14ª vez na sua história, o Real Madrid já saiu da vitória sobre o Manchester City pregando respeito ao adversário Atlético Madrid. Os rivais da capital espanhola voltarão a se enfrentar em uma final do torneio europeu apenas dois anos depois da decisão que deu a décima taça europeia aos galácticos e Cristiano Ronaldo já demonstrou ansiedade com o reencontro: “Será especial”.
Mesmo já tendo derrotado o Atlético em uma final, tanto o craque português, quanto o treinador Zidane tiveram o mesmo discurso de que a decisão será “50 a 50”. Feliz pela participação crucial no jogo, Bale lembrou como é complicado enfrentar o técnico Simeone. “Obviamente, é ótimo estar na final de novo, mas teremos um jogo muito difícil pela frente”.
Apesar da superioridade do clube merengue, o jogo contra o City foi sofrido. Com um a zero no placar, os ingleses precisavam apenas de um gol para tomar o lugar do Real na decisão. “Tivemos que sofrer até o fim”, desabafou Zidane na saída. Ronaldo viu o seu time melhor durante toda a semifinal.
“Na primeira partida, em Manchester, já merecíamos marcar. Hoje foi um jogo difícil, mas acho que jogamos melhor. Criamos mais chances e fomos mais intensos, controlamos a partida. Um a zero foi um resultado curto, mas estamos justamente na final”, atestou o português.
Caso vença o Atlético de Madrid, o Real conquistaria a sua 11ª Liga dos Campeões, ampliando ainda mais o seu recorde de títulos do torneio. O segundo clube que mais levantou a taça foi o Milan, com sete triunfos. Autor da jogada do gol, Bale lembrou do tamanho do clube na competição. “Vim aqui para isso, ganhar Liga dos Campeões. Já tenho uma e posso ganhar outra agora”.
Além da Liga dos Campeões, o Real ainda disputa o título do Campeonato Espanhol. Os galácticos estão um ponto atrás de distância do líder Barcelona e ainda tem pela frente o Valencia e o Deportivo La Coruña. Mesmo eufórico com a classificação, Zidane não esqueceu dos compromissos nacionais. “Vamos desfrutar agora e logo já pensaremos na partida de domingo”.
Gazeta Esportiva
maio 5, 2016 | Esporte

André se lamenta após bater mal o pênalti defendido pelo goleiro uruguaio Conde (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
O Corinthians não foi o time frio que prometia ser para ir além das oitavas de final da Copa Libertadores da América. Nesta quarta-feira, a equipe comandada por Tite repetiu o seu fracasso de 2015 – eliminação nesta fase do torneio continental logo após cair nos pênaltis nas semifinais do Campeonato Paulista – ao empatar com o uruguaio Nacional por 2 a 2 em Itaquera.
Havia tensão na Zona Leste de São Paulo antes mesmo de a bola rolar. A torcida organizada do Corinthians fez festa com o uso dos controversos sinalizadores, o que retardou o início do jogo. Pouco tempo depois, Nico López abriu o placar em um vacilo da defesa corintiana. A reação veio ainda no primeiro tempo, com Lucca, porém Romero (o uruguaio) reduziu as esperanças brasileiras no segundo. André ainda desperdiçou um pênalti – o sétimo da sua equipe em dez batidos no ano. Marquinhos Gabriel converteu o 11º no final.
Após considerar que tinha conquistado um bom resultado ao empatar por 0 a 0 com o Nacional em Montevidéu, portanto, o Corinthians não soube tirar proveito da “vantagem” para evitar a manutenção de um trauma recente. Já são cinco eliminações acumuladas em Itaquera – antes, o time parou em Palmeiras (Campeonato Paulista), Guaraní, do Paraguai, (Libertadores), Santos (Copa do Brasil) e mais recentemente Grêmio Osasco Audax (Paulista).
A queda desta semana foi ainda a sétima do Corinthians em uma oitavas de final de Libertadores, somando-se às de 1991, 2003, 2006, 2010, 2013 e 2015. Fora do torneio continental, os comandados do antes elogiado Tite precisarão se conformar em iniciar a defesa do título brasileiro do ano passado. A estreia na competição de pontos corridos será contra o Grêmio, em Itaquera, no domingo de 15 de maio. Nesse período, o Nacional irá se preparar para enfrentar o vencedor do confronto entre Boca Juniors, da Argentina, e Cerro Porteño, do Paraguai.
O jogo – A torcida resolveu incendiar a partida em nome do Corinthians. Minutos antes de o árbitro Néstor Pitana soar o seu apito, o público organizado acendeu os seus polêmicos sinalizadores atrás do gol defendido por Cássio, o que trouxe muita fumaça para dentro de campo.
Não demorou para que o ambiente ficasse ainda mais nebuloso para o Corinthians. Aos quatro minutos, o Nacional aproveitou uma falha generalizada da defesa do time da casa para abrir o placar. Em posição duvidosa, Nico López cruzou para a área da direita, e Fagner levou a pior pelo alto. O mesmo centroavante ficou com a sobra após disputa entre Cássio e Fernández e chutou para a rede.
Já àquela altura, estava excluída a possibilidade de a vaga nas quartas de final ser decidida por meio dos pênaltis, já traumáticos para o Corinthians nesta temporada. A “frieza” que Tite tanto pediu aos seus jogadores na véspera do jogo, no entanto, começava a faltar à sua equipe também com a bola rolando.
Foram com cobranças de escanteio, em meio à gritaria da torcida, que o Corinthians voltou para a partida. Felipe assustou o Nacional com duas boas cabeçadas depois de tiros de canto.
Aos 14 minutos, o Corinthians marcou o gol de empate. Giovanni Augusto tabelou com Fagner pela direita e colocou a bola na área do Nacional. Lá dentro, Victorino e Fucile se atrapalharam com a presença de André, e Lucca ficou livre para empurrar para dentro.
Lucca extravasou e reagiu como um torcedor após a igualdade. Ergueu a mão para o céu, cumprimentou quase todos os seus companheiros e brandiu os braços no ar. De tão empolgado, ficou afoito e passou a abusar do individualismo, embora fosse uma boa válvula de escape pela esquerda. Na direita, Giovanni Augusto, recuperado de lesão bem antes do previsto, sentia o ritmo intenso da partida.
Mesmo com a classificação assegurada com um empate, o Nacional não cedeu facilmente à pressão corintiana. O técnico Gustavo Munúa adiantou a marcação do seu time, prejudicando a saída de jogo adversária. Muitos torcedores, então, contrariaram Tite e impacientaram-se nas arquibancadas. Rodriguinho colaborava com a irritação com erros de passe e de domínio.
Para acalmar o público, o Corinthians colocou a bola no chão. Aos 33, Elias avançou bem pelo meio e deixou Lucca em condições de marcar o seu segundo gol na ponta esquerda. Desta vez, o goleiro Conde fez a defesa com o pé. Pouco depois, Rodriguinho desperdiçou outra boa chance, cabeceando por cima do gol após cruzamento de Fagner.
Apesar da melhora, o final do jogo foi preocupante para o Corinthians. Giovanni Augusto reclamou de dores e quase deu lugar a Marquinhos Gabriel. E, aos 45, o mesmo meia titubeou por causa de Nico López (que pedia para receber atendimento médico e levantou-se em seguida), gerando pane na defesa corintiana. Na sequência do lance, Cássio evitou o gol uruguaio com grande defesa em cabeceio de Fernández.
A malandragem de Nico López foi um prenúncio de que a partida ficaria bastante pegada no segundo tempo. Os jogadores das duas equipes só desceram para o vestiário depois de muita confusão. O Corinthians, com pressa, retornou de lá rapidamente. O Nacional, satisfeito com o resultado parcial, valorizaria o tempo o máximo que pudesse.
E a tranquilidade do Nacional superou o ímpeto corintiano. Depois de 14 muitos de contundência (ainda que sem tanta organização) da equipe mandante, a visitante chegou ao gol. Fernández recebeu de Nico López e bateu de fora da área. Cássio espalmou, e Romero finalizou cruzado e certeiro no rebote.
De imediato, Tite apostou em Romero e no estreante Marquinhos Gabriel nos lugares de Lucca e Giovanni Augusto. Como o Corinthians continuou abatido, apenas rolando a bola de um lado a outro diante da área, o técnico resolveu contar também com a experiência de Danilo. Bruno Henrique saiu vaiado para a entrada do meia. Guilherme, apática principal contratação para 2016, permaneceu no banco de reservas.
Mudado, o Corinthians iniciou um jogo de ataque contra defesa diante do Nacional. A melhor chance para empatar apareceria aos 37 minutos, quando André foi derrubado por Polenta. Pênalti. O próprio centroavante se apresentou para a cobrança, deu a sua paradinha característica e praticamente jogou nas mãos de Conde a vaga nas quartas de final da Libertadores.
No final, a noite melancólica ainda teve a expulsão de Fagner, por cometer uma falta com o jogo parado. E, mesmo com um atleta a menos, o time de Tite alcançou o empate. Em uma penalidade – agora, bem cobrada por Marquinhos Gabriel (apesar dos gritos da torcida para Danilo bater), no penúltimo minuto de vida do Corinthians na Copa Libertadores da América deste ano.
FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 2 X 2 NACIONAL
Local: Estádio de Itaquera, São Paulo (SP)
Data: 4 de maio de 2016, quarta-feira
Horário: 21h45 (horário de Brasília)
Árbitro: Néstor Pitana (Argentina)
Assistentes: Diego Bonfá e Cristian Navarro (ambos da Argentina)
Público: 43.098 pagantes
Renda: R$ 2.888.299,19
Cartões amarelos: Felipe e Bruno Henrique (Corinthians); Espino, Romero, Tabó, Porras e Victorino (Nacional)
Cartão vermelho: Fagner (Corinthians)
Gols:
CORINTHIANS: Lucca, aos 14 minutos do primeiro tempo, e Marquinhos Gabriel, aos 49 minutos do segundo tempo
NACIONAL: Nico López, aos 5 minutos do primeiro tempo, e Romero, aos 12 minutos do segundo tempo
CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Felipe, Yago e Uendel; Bruno Henrique (Danilo), Giovanni Augusto (Marquinhos Gabriel), Elias, Rodriguinho e Lucca (Romero); André
Técnico: Tite
NACIONAL: Conde; Fucile, Victorino, Polenta e Espino; Barcia (Tabó), Romero, Porras (Eguren) e Ramírez; Fernández (Carballo) e Nico López
Técnico: Gustavo Munúa
Gazeta Esportiva
maio 5, 2016 | Esporte

Michel Bastos anotou o único gol do São Paulo e teve de sair de campo contundido (Foto: Maria Calls/AFP)
O São Paulo está classificado para as quartas de final da Copa Libertadores, mas continua sem vencer fora de casa nessa temporada. Nessa quarta-feira, o Tricolor foi derrotado por 3 a 1 pelo Toluca, no estádio Nemesio Díez, e se garantiu na próxima fase por ter goleado os mexicanos por 4 a 0 no jogo de ida, no Morumbi. O adversário da equipe na sequência da competição será o Atlético-MG, que venceu o Racing por 2 a 1, no Independência.
Assim como fez no empate por 1 a 1 com o Strongest, na altitude de La Paz, o técnico Edgardo Bauza deixou Ganso no banco e apostou numa trinca de volantes formada por Hudson, Thiago Mendes e Wesley. A estratégia tinha o objetivo de minimizar os efeitos dos 2.600 metros de altitude da cidade de Toluca. Dessa vez, contudo, o Patón optou por manter o camisa 10 entre os reservas durante toda a partida.
No primeiro tempo, o time sofreu com a pressão dos mexicanos e levou um gol de Uribe. Mas Michel Bastos, no início do segundo tempo, balançou as redes para tranquilizar o São Paulo. Aos 15 da etapa complementar, Triverio aproveitou cruzamento da esquerda e colocou o Toluca à frente mais uma vez. Aos 41, Uribe anotou o terceiro e sacramentou a vitória – insuficiente para classificar a equipe local.
A eliminação do Toluca marcou o último jogo do paraguaio José Cardozo à frente do time. Ele já havia adiantado que se demitiria do cargo no último domingo, quando disse adeus à disputa do Campeonato Mexicano. Já o São Paulo fará a primeira partida das quartas de final na próxima semana. O duelo de ida será realizado no Morumbi.
O Jogo – O São Paulo não deixou o Toluca respirar e sofreu uma falta com Thiago Mendes, na entrada da área, no primeiro minuto da partida. Na cobrança, o volante Wesley mandou no canto direito e obrigou Talavera a se esticar para espalmar a bola. Após o susto, os mexicanos entraram no jogo e foram para cima do rival. Entre os cinco e 12 minutos, a equipe da casa finalizou com certo perigo em três ocasiões, mas não conseguiu vazar a defesa do Tricolor.
Com volume maior de jogo, o Toluca contou com uma falha de posicionamento do São Paulo para abrir o marcador. Aos 17 minutos, o time cobrou falta rápida na esquerda e Trejo cruzou a bola para a área. O atacante Uribe se livrou da marcação de Rodrigo Caio e só teve o trabalho de empurrar com a cabeça para dentro do gol. Aos 21, o Tricolor respondeu em chute cruzado de Michel Bastos, mas o tiro saiu sem assustar Talavera.
O treinador do Toluca, José Cardozo, estava irritado com as decisões do juiz Wilson Lamouroux e reclamou de forma tão insistente que foi expulso de campo aos 27 minutos. Ele pulou a cerca que separava o campo da arquibancada e continuou comandando o time junto da torcida. Entre os fãs mexicanos ele viu o meia Cueva perder uma grande oportunidade. Aos 30, o jogador invadiu a área pela esquerda, ganhou de Maicon na corrida e finalizou para fora do gol.
A pressão mexicana seguiu até o início do intervalo. Aos 42 minutos, Rodrigo Caio apareceu na hora certa e cortou um cruzamento perigoso para o atacante Trivério. O alívio tricolor só veio aos cinco minutos do segundo tempo. O meia Michel Bastos aproveitou a ausência de marcação e invadiu a área pela esquerda. Sem ângulo, ele mandou um chute cruzado e superou o goleiro Talavera para igualar o placar. O jogador, no entanto, sofreu uma lesão no lance e teve de ser substituído por Centurión.
Irritado com os rivais mexicanos, Calleri foi preservado por Bauza e acabou substituído por Alan Kardec. Centurión, aos 13, foi derrubado dentro da área pelo zagueiro, mas o árbitro entendeu que o lance havia ocorrido fora e deu somente a falta. Dois minutos depois, Trejo cruzou da esquerda e Triverio se adiantou à marcação para cabecear. O goleador do Toluca contou com um desvio de Rodrigo Caio para passar por Denis e anotar o segundo dos mexicanos.
A dianteira do time local deu início a uma série de provocações entre os jogadores. Kelvin, inclusive, foi substituído por Mateus Caramelo por se envolver em discussões com os mexicanos. Uribe, aos 41 minutos, foi o autor do gol que selou a vitória do Toluca. Ele aproveitou o passe que recebeu dentro da área e finalizou livre de marcação. Já o argentino Centurión encontrou tempo de ser expulso ao cuspir no rosto de um jogador adversário.
FICHA TÉCNICA
TOLUCA 3 X 1 SÃO PAULO
Local: Estádio Nemesio Díez, em Toluca (México)
Data: 04 de maio de 2016, quarta-feira
Horário: 19h15 (de Brasília)
Ártbitro: Wilson Lamouroux (Colômbia)
Auxiliares: Wilmar Navarro e Alexander Leon (ambos da Colômbia)
Cartões amarelos: Paulo da Silva, Trejo (Toluca), Hudson, Calleri, Kelvin, Centurión (São Paulo)
Cartão vermelho: Centurión (São Paulo)
GOLS:
TOLUCA: Uribe, aos 17 minutos do primeiro tempo e aos 41 do segundo tempo, e Trivero, aos 15 do segundo tempo
SÃO PAULO: Michel Bastos, aos cinco minutos do segundo tempo
TOLUCA: Talavera; Jordan Silva, Galindo, Paulo da Silva e Rodríguez; Ríos (Navarro), Trejo (Brambila), Esquivel e Cueva; Uribe e Trivério
Técnico: José Cardozo
SÃO PAULO: Denis; Bruno, Maicon, Rodrigo Caio e Mena; Hudson, Thiago Mendes, Wesley, Kelvin (Mateus Caramelo) e Michel Bastos (Centurión); Calleri (Alan Kardec)
Técnico: Edgardo Bauza
Gazeta Esportiva
maio 4, 2016 | Esporte

Equipe de Bela Vista. Foto. Ademir Mendonça
Para a disputa da 38ª Copa Morena de futsal, o município de Bela Vista fez opção de ter uma equipe formada por 20 bela-vistenses. Time mais ‘original’ da competição, Bela Vista não tem jogadores de fora.
– Foi a nossa opção em valorizar os jogadores da casa e tentar colocá-los nesta vitrine para que eles pudessem ser mais valorizados – conta o Diretor de Esporte, Sebastião Pinheiro (Alemãozinho).
Vamos oferecer oportunidade aos jogadores de Bela Vista. Nosso intuito nesta competição é participar. Sei que haverá um desfile de craques na Copa Morena e que nossa vida não será fácil. Mas o nosso principal objetivo é montar um parâmetro para as próximas competições, disse o Prefeito Douglas Gomes.
Entre os jogadores, todos possuem uma profissão paralela à prática do futsal. De motorista a estudante, todos usam os turnos da manhã e da tarde para o trabalho e deixam a parte da noite para seguir nos treinos de futsal.
– A gente divide o esporte com a profissão e dá certo. Com força de vontade, dá para pensar em ir longe na competição – pontuou o ala Ariel.
– Não temos tanta experiência como às outras equipes, mas podemos surpreender. Eles não conhecem a gente. Jogamos aqui em Bela Vista e todos se conhecem e sabemos que o entrosamento é a nossa arma para superar os adversários na Copa Morena – pontuou o diretor de esporte Alemãozinho.
Única equipe do certame composta inteiramente por jogadores do município, Bela Vista já pode se considerar a equipe mais ‘original’ do torneio, como explicou o técnico.
Somos a equipe mais original desta competição. Se vamos ganhar, eu não sei. Quem sabe a gente tira uma carta da manga e surpreende os adversários. As dificuldades aqui são grandes, mas eu acredito no meu time – concluiu Ariel.
A edição deste ano terá um total de 64 equipes participantes na primeira fase. As equipes são dividas em grupos iguais com 4 equipes, passam à segunda fase as duas melhores colocadas de cada grupo.
Equipe convocada
Goleiros – Cleisson Tavares – Kleiydson Moura – Jonathan Ruiz – Zozimo Sativa – Cerâmica
Thirson Lemes – SAAE – Rowert Benites – Mauro Bitencourt – Paulo Henrique – Tiago Davi – Anilton Junior (Passoca) – Ariel – Julio- Tiago Gavilan – Leandro Lescano – Fernando – Mateus – Marlon Marin – Rodrigo – Sergio -Leandro Diniz
Comissão Técnica Professor Marko William
Massagista Chico Bento
Jogos de Bela Vista no grupo 8° será no Município de Jardim
Sexta-feira – 06 de maio
19h30 – Bela Vista x Twister Porto Murtinho
Sábado – 07 de maio
08h30 – Bela Vista x Novos Talentos
20h30 – Bela Vista x Jardim
Assessoria de Imprensa
maio 2, 2016 | Esporte

Pintado chegou ao México antes do grupo para observar jogo do Toluca (Foto:Fernando Dantas/Gazeta Press)
Já instalado no México, antes mesmo da delegação, para organizar a recepção do elenco, que acontecerá nesta segunda-feira, Pintado, coordenador técnico do São Paulo, exaltou a união do elenco tricolor nesta semana que pode ser decisiva.
Contratado quando ainda estava como técnico do Guarani na A3, Pintado realizou um sonho ao integrar a comissão técnica do São Paulo e garante que agora o maior objetivo é avançar na Libertadores, competição em que o São Paulo predomina com três títulos, sendo o brasileiro que mais conquistou o torneio.
“A expectativa é de um grande jogo, o Toluca não vai se entregar. É uma característica do futebol mexicano: muita luta e correria. Acho difícil que as coisas se decidam rápido, mas vamos buscar”, disse em entrevista à ESPN Brasil, ciente de que o Tricolor tem uma grande vantagem, após o 4 a 0 no Morumbi, para chegar às quartas.
Pintado foi ao México, entre outras razões, para acompanhar a partida do Toluca no Campeonato Mexicano. No fim de semana, a equipe perdeu para o tradicional Cruz Azul, mas já deu mostras ao coordenador de que pode complicar a vida do Tricolor.
Confiando no trabalho desenvolvido por Edgardo Bauza, bicampeão da Libertadores com LDU, em 2008, e San Lorenzo, em 2014, Pintado admitiu uma melhora nas atuações do time de uns tempos para cá.
“Eu cheguei e o São Paulo já vinha numa ascensão. Já se mostrava uma equipe que nunca desistiu do resultado. Tem muita gente trabalhando para o São Paulo que muitas vezes não aparece. A gente se fechou para oferecer as melhores condições de trabalho para o Bauza. Competência ele tem, o que precisa é desse apoio no dia-a-dia”, citou.
maio 2, 2016 | Esporte

Jogo do Sete contra o Comercial no Douradão – Foto: Clezer Gomes / Divulgação
Em uma final inédita, o Sete de Setembro, de Dourados, começou com pé direito e venceu o Comercial por 2 a 1 na primeira partida da final do Estadual Sul-Mato-Grossense. O jogo foi realizado no Estádio Douradão, hoje (1º). O jogo de volta acontecerá no domingo (8), em Campo Grande, às 15h.
Com esse resultado, a equipe douradense joga pelo empate, enquanto o Colorado precisa de uma vitória simples para ficar com o troféu.
Os gols do Sete de Dourados foram marcados por Peu, aos cinco minutos da primeira etapa. Tity chutou de fora da área aos sete do segundo tempo e ampliou a vantagem.
A redenção do Comercial só aconteceu aos 48 minutos da etapa complementar. Aloisio Chulapa descontou e encerrou o placar.