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Bela Vista-MS Sábado, 26 de Setembro de 2026
Judoca sul-mato-grossense conquista o ouro no peso-médio da Taça Brasil

Judoca sul-mato-grossense conquista o ouro no peso-médio da Taça Brasil

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Judoca sul-mato-grossense conquista o ouro no peso-médio da Taça Brasil

A judoca sul-mato-grossense Gabriela Paliano foi campeã da categoria meio-pesado, na primeira edição da Taça Brasil de Juniores, que chegou ao fim hoje, no Centro de Treinamento da Confederação Brasileira de Judô, em Lauro de Freitas, na Bahia.

A atleta faz parte da Associação Atlética Judô Futuro, de Mato Grosso do Sul, que terminou a competição em segundo lugar no feminino, que teve o Minas Tênis Clube como campeão.

No masculino, o clube Sogipa foi quem se deu melhor, virando o jogo com os dois ouros do masculino no segundo dia da competição e sendo o grande campeão.

O Campeonato Pan-Americano Sub 18 e Sub 21, será realizado em Córdoba, na Argentina, de 1º a quatro de julho.

Alan Patrick perde pênalti no fim, São Paulo empata com Fla e fica fora do G4

Alan Patrick perde pênalti no fim, São Paulo empata com Fla e fica fora do G4

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O argentino Calleri fez dois gols e recebeu um cartão vermelho no empate com o Flamengo (Foto: Rubens Chiri/SPFC)

O São Paulo saiu duas vezes na frente do placar, mas cedeu o empate por 2 a 2 ao Flamengo, neste domingo, no Mané Garrincha, e perdeu a chance de entrar no G4 nesta nona rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado, que manteve o time na quinta posição, com 14 pontos, poderia ter sido pior se Alan Patrick não tivesse desperdiçado um pênalti já nos acréscimos do segundo tempo.

Calleri inaugurou o placar aos 11 minutos do primeiro tempo, após um passe genial de Ganso. Mas o Flamengou buscou o empate onze minutos depois, após Rodrigo Caio marcar um gol contra. O argentino voltou a colocar o São Paulo na frente, com um gol de cabeça, aos seis do segundo tempo. Só que Willian Arão aproveitou uma desatenção defensiva para igualar pela segunda vez, aos 13 minutos.

Após a nova igualdade, Calleri perdeu a cabeça e se irritou com a arbitragem. Ele recebeu um cartão amarelo por reclamação, aos 20 da etapa complementar, mas não parou de argumentar com o juiz Elmo Resende. Três minutos depois, com o jogo paralisado para uma substituição, Calleri voltou a questionar o árbitro, recebeu o segundo amarelo e foi expulso de campo.

Sem o artilheiro, o São Paulo fará seu próximo jogo no Brasileirão nesta quinta-feira, contra o Sport, no estádio do Morumbi. No dia anterior, o Flamengo viajará até o Recife para enfrentar o Santa Cruz, no estádio do Arruda. O empate deixou os rubro-negros com os mesmos 14 pontos do Tricolor, mas na sexta colocação do campeonato.

O Jogo – Paulo Henrique Ganso não poderia ter voltado em melhor estilo ao São Paulo. Após integrar a delegação brasileira na Copa América Centenário, o armador precisou de 11 minutos para desequilibrar a favor do Tricolor. Próximo à linha do meio-campo, ele viu Calleri disparando para o ataque e tocou em velocidade. O argentino trombou com Márcio Araújo, prosseguiu livre de marcação para a área e tocou na saída de Alex Muralha para anotar o primeiro gol do jogo.

Apesar da vantagem, o São Paulo cessou as investidas ao ataque e sofreu para conter os avanços flamenguistas. O zagueiro Rodrigo Caio, que também voltou da Seleção Brasileira, teve atuação sofrível no primeiro tempo e permitiu o empate. Aos 22 minutos, Bruno se descuidou na marcação e deixou Everton livre na grande área. Ele cruzou à meia altura e Denis soltou a bola nos pés de Rodrigo Caio, que acabou empurrando para as próprias redes.

O São Paulo acusou o golpe. Aos 30 minutos, Alan Patrick finalizou com força de fora da área e exigiu defesa de Denis. Já aos 37, Felipe Vizeu se livrou facilmente da marcação de Rodrigo Caio e chutou fraco para o gol. Denis não conseguiu segurar e só não sofreu um perigo maior porque a zaga afastou. Nos acréscimos, Márcio Araújo concluiu mais uma vez de fora da área e exigiu outra intervenção do goleiro tricolor.

Como a defesa do São Paulo não se encontrava no jogo, o setor ofensivo atendeu aos pedidos da torcida e “tocou no Calleri”. Aos seis minutos do segundo tempo, Kelvin fez cruzamento da direita e encontrou o argentino no miolo da área. Ele subiu nas costas do zagueiro Réver e cabeceou fora do alcance de Alex Muralha.

Novamente em desvantagem, William Arão arriscou outro chute de fora da área, aos nove minutos, e Denis saltou para defender. Aos 13, no entanto, o goleiro são-paulino ficou estático após uma cabeçada de William Arão. Em falta cobrada da direita por Alan Patrick, o volante se descolou da marcação são-paulina e cabeceou à esquerda de Denis para igualar o placar pela segunda vez.

Irritado, Calleri recebeu dois cartões amarelos por reclamação e foi expulso de campo, aos 23 minutos. O técnico Edgardo Bauza, então, foi obrigado a colocar o lateral Mateus Caramelo no lugar de Kelvin. Por cansaço, Ganso também deixou o gramado para a entrada de Ytalo.

O Flamengo, aproveitando a superioridade numérica, passou a exercer pressão e acertou a trave esquerda de Denis, aos 34, com Fernandinho.  Aos 39, Alan Patrick finalizou de novo de fora da área e Denis salvou o São Paulo da derrota. Quando a partida já parecia decidida, o árbitro apontou pênalti após Maicon dar um chute no rosto de Emerson Sheik. Alan Patrick foi para a cobrança, mas chutou para fora a chance de colocar o Rubro-Negro na frente.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 2 X 2 SÃO PAULO

Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Data: 19 de junho de 2016, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Assistentes: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Guilherme Dias Camilo (MG)
Cartões amarelos: Marcelo Cirino (Flamengo); Kelvin, Calleri e Caramelo (São Paulo)
Cartão vermelho: Calleri (São Paulo)

GOLS:
FLAMENGO: Rodrigo Caio, contra, aos 22 minutos do primeiro tempo. e William Arão, aos 13 do segundo tempo
SÃO PAULO: Calleri, aos 11 minutos do primeiro tempo e aos seis do segundo tempo

FLAMENGO: Alex Muralha; Rodinei, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo, William Arão, Alan Patrick e Everton (Fernandinho); Marcelo Cirino (Gabriel) e Felipe Vizeu (Emerson Sheik)
Técnico: Zé Ricardo

SÃO PAULO: Denis; Bruno (Alan Kardec), Maicon, Rodrigo Caio e Matheus Reis; João Schmidt, Artur, Kelvin (Mateus Caramelo), Paulo Henrique Ganso (Ytalo) e Michel Bastos; Calleri
Técnico: Edgardo Bauza

Gazeta Esportiva

Corinthians recepciona Cristóvão Borges com vitória sobre o Botafogo

Corinthians recepciona Cristóvão Borges com vitória sobre o Botafogo

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Corinthians recepciona Cristóvão Borges com vitória sobre o Botafogo

No dia em que se despediu de Tite, novo técnico da Seleção Brasileira, e recepcionou o substituto Cristóvão Borges em Itaquera, o Corinthians conquistou uma importante e suada vitória por 3 a 1 sobre o Botafogo. O resultado positivo deste domingo foi o primeiro do currículo do interino Fábio Carille em quatro partidas disputadas pelo clube.

Apesar do triunfo, Cristóvão teve com o que se preocupar de um camarote de Itaquera. O treinador que será oficialmente apresentado na segunda-feira viu um desorganizado Corinthians abrir o placar com Bruno Henrique, mas também ser vazado em um chute cruzado de Leandrinho – defensável, segundo o próprio Cássio. Já sem o goleiro, que acusou um mal-estar e foi substituído por Caique França, os donos da casa melhoraram e alcançaram a vitória com gols de Marquinhos Gabriel e, outra vez, Bruno Henrique no segundo tempo.

Os três pontos levaram o Corinthians a 16 na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, três atrás dos líderes Palmeiras e Internacional, e garantiram a reação após as derrotas por 1 a 0 para o grande rival e para o Fluminense. Já o Botafogo, que vinha de uma vitória por 3 a 1 sobre o América-MG, permaneceu com 8.

Os times alvinegros de São Paulo e do Rio de Janeiro voltarão a campo na quarta-feira. Enquanto o Corinthians visitará o Atlético-MG no Mineirão, na estreia de Cristóvão Borges, o Botafogo buscará a sua reabilitação diante do Figueirense, em Juiz de Fora.

O jogo – Meia hora após o técnico Tite ser ovacionado por torcedores e antigos colegas de trabalho, na última vez em que pisou no gramado de Itaquera antes de assumir a Seleção Brasileira, já não havia mais motivos para aplausos na Zona Leste de São Paulo. O Corinthians de Fábio Carille se mostrou ainda mais descoordenado do que eu seus últimos tropeços.

As mudanças que o interino prometeu – a contragosto e por vontade própria – não surtiam efeito. Cássio estava inseguro. Pedro Henrique ficava exposto a cada avanço de Uendel. Como volante, Rodriguinho tinha as mesmas dificuldades criativas de quando era escalado como armador. Lucca (substituiu Giovanni Augusto, lesionado de última hora) parecia empenhado em chutar a bola para fora do estádio. E Romero, como centroavante, tornou-se presa fácil para a marcação do Botafogo.

A equipe carioca, para sorte do Corinthians, também não era das mais virtuosas. Logo na primeira participação botafoguense na partida, Sassá e o argentino Gervásio Núñez trombaram na lateral esquerda e provocaram risadas em um grupo de torcedores até então mais animado para degustar os seus lanches e refrigerantes, no setor oeste de Itaquera.

Apesar de o Botafogo ter parado de bater cabeça com o passar do tempo, foi o Corinthians que abriu o placar. Aos 23 minutos, Fagner fez boa jogada pela direita e cruzou rasteiro para trás. Bruno Henrique dominou a bola na entrada da área, clareou e bateu colocado para vencer o goleiro Sidão – o mesmo que havia sido algoz corintiano nas semifinais do Campeonato Paulista, pelo Grêmio Osasco Audax.

A torcida do Corinthians teve três minutos para comemorar, eufórica. Aos 27, Leandrinho recebeu enfiada de bola de Sassá na ponta direita e tirou proveito da fragilidade defensiva corintiana para chutar alto e cruzado. Cássio aceitou, e a bola tocou no travessão antes de entrar.

O gol deu confiança ao Botafogo e desestabilizou o Corinthians. A virada quase veio nos minutos finais do primeiro tempo. Só não ocorreu aos 40 porque Neílton, livre de marcação dentro da área, desperdiçou ao concluir torto, de canela. No lance seguinte, Gervásio Núñez recebeu de Sassá com liberdade pela esquerda e bateu cruzado. Na trave.

“Olha o que o Botafogo está fazendo com a gente!”, berrou um torcedor do Corinthians, no intervalo. Já os jogadores se dirigiram para o vestiário com semblantes fechados. E voltaram de lá sem Cássio, que assumiu a falha no gol de empate, reclamou de tontura e dor de cabeça e acabou substituído pelo jovem Caique França. Na equipe visitante, Ricardo Gomes trocou Sassá por Ribamar.

Menos tonto, o Corinthians diminuiu a dor de cabeça dos seus torcedores no princípio do segundo tempo. Embora Lucca ainda chutasse e cruzasse como se estivesse em um jogo de futebol americano, o time ganhou mobilidade com Romero mais recuado, participativo. Marquinhos Gabriel também parecia disposto a apagar a má impressão deixada na etapa inicial.

Aos sete minutos, a receita corintiana para vencer funcionou. Marquinhos Gabriel recebeu a bola de Romero e arrancou pela direita, passando entre dois marcadores para invadir a área e finalizar cruzado, com o pé esquerdo, para a rede. Na comemoração, o meia correu em direção à principal torcida organizada do Corinthians e simulou uma pescaria, como se trouxesse o público para dentro de campo.

Os torcedores corresponderam com muita gritaria. Como o Corinthians já ameaçava dominar a partida, Ricardo Gomes agiu, na esperança de fazer com que o Botafogo enfim testasse o novato Caique França. Trocou Gervásio Núñez por Victor Luis. Fábio Carille esperou um pouco para contra-atacar com o contestado André na vaga do apático Guilherme.

Com as mudanças, a partida ficou mais pegada, com bastante discussão. O Botafogo se lançou desesperadamente ao ataque para tentar empatar no final, porém a melhor oportunidade de gol foi criada pelo Corinthians. Aos 36 minutos, Sidão defendeu bem um chute cruzado de Marquinhos Gabriel e ainda pegou a conclusão de Romero no rebote, com o pé.

A bola entraria não muito tempo mais tarde. Aos 43, Fagner fez o levantamento em cobrança de falta da direita, e Balbuena escorou de cabeça para Bruno Henrique sacramentar o resultado positivo do Corinthians que foi de Tite, é de Fábio Carille e será de Cristóvão Borges.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 3 X 1 BOTAFOGO

Local: Estádio de Itaquera, em São Paulo (SP)
Data: 19 de junho de 2016, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Assistentes: Ivan Carlos Bohn e Rafael Trombeta (ambos do PR)
Público: 34.747 pagantes (total de 35.024)
Renda: R$ 2.023.396,50
Cartões amarelos: Balbuena e André (Corinthians); Fernandes e Victor Luis (Botafogo)
Gols: CORINTHIANS: Bruno Henrique, aos 23 minutos do primeiro tempo e aos 43 minutos do segundo tempo, e Marquinhos Gabriel, aos 7 minutos do segundo tempo; BOTAFOGO: Leandrinho, aos 27 minutos do primeiro tempo

CORINTHIANS: Cássio (Caique França); Fagner, Balbuena, Pedro Henrique e Uendel; Bruno Henrique, Rodriguinho (Willians), Marquinhos Gabriel, Guilherme (André) e Lucca; Romero
Técnico: Fábio Carille

BOTAFOGO: Sidão; Luis Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Silva e Diogo Barbosa; Fernandes, Bruno Silva, Gervasio Núñez (Victor Luis) e Leandrinho (Salgueiro); Neilton e Sassá (Ribamar)
Técnico: Ricardo Gomes

Gazeta Esportiva

São Paulo toca no Calleri, e Lugano consolida triunfo sobre o Vitória

São Paulo toca no Calleri, e Lugano consolida triunfo sobre o Vitória

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Polícia paraguaia continua buscas pelos assassinos de Jorge Rafatt

O São Paulo seguiu o mantra de sua torcida para voltar a vencer no estádio do Morumbi. Diante de um bem postado Vitória e atrapalhado pelo frio, apagão das luzes e a má arbitragem de Wagner Reway, o Tricolor conseguiu a vitória por 2 a 0 com um gol de Jonathan Calleri, já na parte final do embate, deixando em euforia os mais de 9 mil presentes. Depois, para fechar a festa, Lugano completou para as redes e assegurou o triunfo.

Os artilheiros, por sinal, conseguiram “lavar a alma”. Calleri não conseguia anotar um gol desde a vitória sobre o Strongest, no dia 21 de abril, pela Libertadores, enquanto Lugano reclamava de ter feito seu primeiro tento no retorno justo no revés para o Internacional, há três semanas.

Com o resultado, os tricolores chegam a 13 pontos conquistados no Campeonato Brasileiro, seguindo na cola do G-4 do torneio. Também equilibra o retrospecto dentro de casa na competição, agora com duas vitórias e duas derrotas frente à sua torcida. O Rubro-Negro, por sua vez, permanece com 9 pontos, próximo à zona de rebaixamento para a segunda divisão nacional.

Na próxima rodada, os comandados de Edgardo Bauza visita o Flamengo, em jogo que será realizado no estádio Mané Garrincha, em Brasília, no domingo, às 16h. Já os representantes de Salvador voltam para casa, local onde recebem a Chapecoense, às  11h (de Brasília), também no domingo, no Barradão.

Clima frio, apagão e jogo quente

O primeiro tempo começou totalmente diferente da atmosfera que cercava a partida. O clima frio e as arquibancadas ainda pouco preenchidas no Morumbi pareciam destinadas a acompanhar um jogo de poucas emoções. Logo nos primeiros minutos, no entanto, ambos times fizeram questão de mostrar um ímpeto de vencer muito maior do que qualquer desânimo externo poderia indicar.

No primeiro lance, Calleri roubou a bola de Victor Ramos com segundos no relógio e rolou para Ytalo. O meio-campista chutou forte da entrada da área e o goleiro Fernando Miguel espalmou para o lado. Auro correu para o rebote e também chutou forte, exigindo outra boa intervenção do goleiro rubro-negro. No escanteio cobrado na sequência, porém, a zaga afastou sem dificuldade.

Com a bola no pé, foi a vez dos visitantes mostrarem que também tinham poderio ofensivo. Em falta lateral cobrada por Dagoberto, Kieza apareceu livre na área e cabeceou para ótima defesa de Denis, que tirou com o peito. Na sequência, após bola recuperada, novo cruzamento, dessa vez pela esquerda, e Marinho cabeceou no contrapé Denis, rente à trave esquerda, mas para fora.

Depois do início intenso, no entanto, jogo caiu de produção, muito por conta do juiz Wagner Reway, do Mato Grosso. O árbitro marcou diversas faltas no meio-campo, parando a partida a todo momento e impedindo os ataques de evoluir. Tanto que, até o apagão, aos 39 minutos, nada demais aconteceu. Sem luz, o duelo passou 27 minutos parado até os refletores serem acesos novamente. No curto espaço restante, deu tempo de Calleri desviar de cabeça e marcar um gol. O argentino, porém, estava em posição de impedimento, observada pela arbitragem.

“O Ganso vem aí”, mas “toca no Calleri que é gol”

Desde que os os jogadores desceram para o vestiário, a torcida do São Paulo começou a cantar “Olelê, olalá, o Ganso vem aí e o bicho vai pegar”. A empolgação com a participação do meia, que estava a serviço da Seleção Brasileira até o último final de semana, tomou conta das arquibancadas. A explosão veio logo na primeira bola, quando o camisa 10 dominou a bola na defesa, deu um drible seco no marcador e saiu jogando com Matheus Reis.

O armador realmente deu novo ritmo à equipe, principalmente na hora de servir os companheiros de ataque. Ele só não contava com as boas defesas de Fernando Miguel, que impediram-no de ser o assistente da noite. A principal foi aos 25 minutos, quando deu um toque de cabeça para Ytalo já dentro da área. O atacante bateu de chapa, firme, mas parou em excelente intervenção do arqueiro adversário, que espalmou para o lado direito.

Quem resolveu decidir, no entanto, foi um outro xodó da torcida, que já estava em campo. Thiago Mendes puxou contragolpe pelo lado esquerdo e foi desarmado por Victor Ramos. O volante foi bem ao cobrar rapidamente e entregar a bola nos pés de Matheus Reis. O garoto cruzou na medida para Calleri, livre na pequena área já que Victor Ramos não conseguiu retornar. O argentino tocou de chapa, sem chances para Fernando Miguel, e vibrou muito.

Na comemoração, o centroavante, visivelmente emocionado, tirou a camisa tricolor para mostrar uma que tinha a foto do amigo Vlad, em uma visita ao Morumbi. Foi ele quem faleceu em um acidente de moto, na semana passada, que tirou Calleri do jogo contra o Atlético-PR minutos antes do apito inicial. No fim, ainda deu tempo de Lugano, com o pé direito, completar escanteio cobrado por Ganso e selar a festa com chave de ouro.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 0 VITÓRIA

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 15 de junho de 2016, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Assistentes: Eduardo Gonçalves da Cruz (MS) e Fábio Rodrigo Rubinho (MT)
Público: 9.213 presentes
Renda: R$ 264.262,00
Cartões amarelos: Bruno, Thiago Mendes, Michel Bastos, Lugano e Calleri (São Paulo); Kieza, Willian Farias (Vitória)
Gol:
SÃO PAULO: Calleri, aos 30, e Lugano, aos 41 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Denis; Bruno (Caramelo), Maicon, Diego Lugano e Matheus Reis; João Schmidt, Thiago Mendes, Auro (Paulo Henrique Ganso), Ytalo e Centurión (Michel Bastos); Calleri
Técnico: Edgardo Bauza

VITÓRIA: Fernando Miguel; Norberto (José Welison), Victor Ramos, Ramon e Diego Renan; Amaral (Vander), Willian Farias, Tiago Real e Dagoberto (Alípio); Kieza e Marinho
Técnico: Vagner Mancini

Karatecas de Bela Vista se destacam em competição e trazem medalhas

Karatecas de Bela Vista se destacam em competição e trazem medalhas

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Karatecas de Bela Vista se destacam em competição e trazem medalhas

Bela Vista (MS) – No ultimo (11.6), alunos do Projeto de Karate de Bela Vista, destacaram- se na Copa Centro-Oeste de Artes Marciais Educativas, e o Campeonato de Brasileiro de Karate, sediada na Cidade de Porto Murtinho.

Participaram 50 atletas Bela-vistenses, que trouxeram 18 medalhas de ouro, 18 de prata, e 16 de bronzes.  Na bagagem da delegação vieram grandes resultados, premiações almejadas e conquistadas com muito esforço.

Os atletas foram comandados pelo seu, SENSEI Muller Vasques, que destacou o desempenho das atletas Mayury, de apenas (06), de idade que juntamente com Bianca Marinho, e Professora Larissa Cristaldo; conquistaram duas medalhas de ouro cada.

Participaram do evento as Cidades do Distrito Federal (Brasília), Rio de Janeiro, Goiânia e dos municípios de Maracaju, Sidrolândia e Bela Vista.

Fonte: Jatobanews

Braço de ferro entre Sanchez e Del Nero adia acordo com Tite

Braço de ferro entre Sanchez e Del Nero adia acordo com Tite

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Dizem as más línguas que Andrés Sanchez transformou-se no “Lula” do Corinthians

Ninguém está entendendo nada. Afinal, o técnico Tite deveria ter sim aceito o convite da CBF para dirigir a seleção brasileira na última terça-feira. Por vários motivos. Primeiro, é unanimidade nacional. Até o “cone” da Copa 2014, o Fred (hoje no Atlético Mineiro) deu a maior força. O polêmico Romário, o Senador rifando o apoio do “impeachment” de Dilma no Congresso, gozou Dunga e atirou pétalas de rosa em Tite, sem falar de todo torcedor de bom senso em  nosso País. O corintiano dá de mil a zero em Dunga e, sem dúvida, com um mínimo de apoio, iria longe com a Canarinho.

O quê, então, emperrou a máquina? Sem dúvida a “queda de braço” entre o atual deputado federal Andrés Sanchez e o presidente da entidade, Marco Polo Del Nero. O ex-presidente corintiano não esconde nem do porteiro do Parque São Jorge o desejo de assumir a CBF. Impetuoso, ousado, bom administrador e com uma boa dose de “malandragem” no bom sentido, acredita ser o homem certo para levantar o esporte. Vem trabalhando essa possibilidade nos bastidores da bola há tempos. Só está esperando uma abertura, uma oportunidade, uma bobeada de Del Nero, ou uma brecha na Lei para dar o bote.
Mas se Tite deixar o Corinthians (casa de Sanchez, onde manda e desmanda), o dirigente perde a força. Não foi à toa que saiu dizendo por aí que o treinador do Timão seria “burro de aceitar o convite”. Exatamente porque Sanchez têm planos, metas e quer o poder na CBF. E vai levar Tite com ele. Del Nero, esperto, sabe dos trunfos, dos prós e contras do inimigo, e foi direto na veia, ou seja, fazer Tite mudar de lado e tirar a maior carta sob a manga do adversário.
Bem, e a seleção brasileira? Ainda temos eliminatórias pela frente e o futebol pentacampeão virou um deboche no mundo inteiro. Levou gol do Haiti na Copa América Centenário. Foi desclassificado pelo fraco Peru com gol de mão. FBI caça cartolas onde tem jurisdição ativa. Estamos no fundo do poço. E agora, José? Pois é, de novo a bola nacional se resume à briga de dois “caudilhos”, como nos tempos de Havelange x Giulite Coutinho, Ricardo Teixeira x Nabi Abi Cheddid, lá trás Almirante Heleno Nunes e Havelange, quando importava o Poder e o futebol que se danasse. Ou seja, o tempo passa, a bola nacional continua sujeita à disputas de dirigentes vaidosos, ambiciosos, sem nada a perder (geralmente são empresários ricos e nadam em dinheiro), porém colocando absolutamente tudo a perder graças à cobiça.
Por outro lado, Tite não pode ficar no meio desse fogo cruzado. Já deveria ter caído fora há um mês atrás, quando o presidente atual do Corinthians, Roberto Andrade, disse que tinha autorizado torcedores de uniformizadas a conversarem com jogadores e comissão técnica. Isso por ser ele a “autoridade máxima no clube”. Segundo as más línguas, Tite quase pediu demissão pela empáfia e pela ingerência no ótimo trabalho desenvolvido por ele e equipe nos últimos anos. Agora, Andrade só falta ir de joelhos da CT Joaquim Grava até Aparecida do Norte para ser perdoado pelo treinador.
A crise da bola nacional é como uma moeda, tem duas caras: dentro de campo, falta um treinador competente e caiu a qualidade técnica do atleta brasileiro; e fora de campo, organização está podre, corrupta, sem previsão de conserto a curto e médio prazos. O quê fazer? O mais fácil, diria o sábio Dom João VI, ou seja arrumar dentro de campo. Tite é a solução mais viável hoje e fim de papo. Que Del Nero e Andrés deixem de frescura e pensem um pouco, apenas um pouquinho só no querido, esquecido e largado Brasil
E tenho dito!
Chico Lang