set 18, 2016 | Esporte

Flamengo segue firme na briga pela liderança (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)
São Paulo (SP) – O Flamengo mostrou que segue na briga pelo título do Campeonato Brasileiro, ao vencer o Figueirense por 2 a 0, neste domingo, no Pacaembu. Com o resultado, os rubro-negros chegaram a 50 pontos e permanecem apenas um atrás do líder Palmeiras. Já os catarinenses seguem com apenas 28, dentro da zona de rebaixamento.
Os cariocas contaram com a presença da torcida no Pacaembu, e dominaram o confronto. O Flamengo foi para o intervalo a frente no marcador após gol de Willian Arão. No segundo tempo, Diego fez de pênalti para sacramentar o triunfo rubro-negro na manhã deste domingo.
Na próxima rodada, o Flamengo terá pela frente o Cruzeiro, no próximo domingo, em Cariacica. No mesmo dia, o Figueirense vai receber o Santa Cruz, no Orlando Scarpelli, em duelo de desesperados.
O jogo – Desde os primeiros minutos, o Flamengo pressionou o Figueirense em busca do gol. No entanto, os rubro-negros tinham dificuldade em passar pela retranca dos catarinenses. O primeiro chute aconteceu somente aos 11 minutos, quando Rafael Vaz arriscou de longe e viu a bola passar à direita da trave.
Aos poucos, os cariocas aumentaram o poder ofensivo e conseguiram criar espaços. Aos 17 minutos, Arão tocou para Diego na área. O meia chutou cruzado, mas a bola passou à esquerda da trave de Gatito Fernández. Depois, foi a vez do próprio Arão arriscar e mandar sobre o travessão.
O Flamengo teve a chance de abrir o placar aos 31, após o árbitro marcar pênalti, em lance que a bola pegou no braço de Ayrton após cabeceio de Leandro Damião. O próprio atacante foi para a cobrança, mas Gatito Fernández acertou o canto e fez a defesa.
Os cariocas não se abateram com a perda do pênalti e abriram o placar aos 36 minutos. Willian Arão aproveitou cruzamento do zagueiro Rafael Vaz e cabeceou no canto, sem chance para o goleiro rival.
Após o gol, os flamenguistas diminuíram o ritmo, principalmente pelo forte calor no Pacaembu. Com isso, o Figueirense conseguiu avançar em alguns momentos, mas sem levar qualquer perigo ao gol de Alex Muralha. Com isso, os rubro-negros administraram o resultado até o intervalo.
No segundo tempo, o panorama da partida não mudou. O Flamengo seguia melhor em campo e quase ampliou aos 4 minutos. Leandro Damião lançou Diego, que chutou para boa defesa de Gatito Fernández. Dois minutos depois, Leandro Damião recebeu cruzamento rasteiro, mas chutou por cima do travessão. O Figueirense tentava avançar com mais intensidade que na etapa inicial, e conseguiu finalizar aos 10 minutos, com Bady, sem qualquer perigo.
A resposta rubro-negra veio no minuto seguinte. Após novo cruzamento rasteiro pela direita, a bola chegou em Leandro Damião, mas o atacante acertou na trave. No rebote, Gabriel fez a finalização, só que para fora.
Quando o confronto se encontrava em equilíbrio, o Flamengo acabou com as esperanças do Figueirense, aos 25 minutos. Felipe Vizeu foi derrubado na área e o árbitro marcou o pênalti. Desta vez, Diego foi para a cobrança e colocou na rede.
Após o baque, o Figueira não teve mais forças para buscar o resultado. Com isso, o Flamengo cresceu na partida, e quase chegou ao terceiro, aos 28. Alan Patrick achou Arão na área. O volante tocou para Felipe Vizeu finalizar, mas Gatito Fernández fez milagre para salvar os catarinenses.
Para piorar a situação dos visitantes, o lateral esquerdo Marquinhos Pedroso foi expulso após receber o segundo cartão amarelo. Depois disso, o Flamengo diminuiu o ritmo e apenas administrou o resultado até o apito final.
FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 2 X 0 FIGUEIRENSE
Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 18 de setembro de 2016, domingo
Horário: 11 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP)
Público: 28.168 pagantes
Cartões amarelos: William Arão e Diego (Flamengo); Bruno Alves e Ferrugem (Figueirense)
Cartão vermelho: Marquinhos Pedroso (Figueirense)
Gols: FLAMENGO: William Arão, aos 36min do primeiro tempo; Diego, aos 25min do segundo tempo
FLAMENGO: Alex Muralha, Pará, Rafael Vaz, Réver e Jorge; Gustavo Cuéllar, Willian Arão, Diego, Gabriel (Fernandinho) e Everton (Alan Patrick); Leandro Damião (Felipe Vizeu)
Técnico: Zé Ricardo
FIGUEIRENSE: Gatito Fernández, Bruno Alves, Nirley e Werley; Ayrton, Jefferson, Yago (Ferrugem), Marlon (Rafael Silva), Bady (Elvis) e Marquinhos Pedroso; Maurides
Técnico: Tuca Guimarães
Gazeta Esportiva
set 18, 2016 | Esporte

Atual campeão, Edu Dracena sente “elenco com cara de vitorioso”
São Paulo (SP) – Ganhador da edição de 2015 do Brasileiro pelo Corinthians, o zagueiro Edu Dracena tem a oportunidade de conquistar o bicampeonato com a camisa do Palmeiras. Aos 34 anos de idade, dono de uma coleção invejável de títulos, o defensor sente o elenco alviverde no caminho certo.
“Já participei de vários grupos vitoriosos e esse grupo está com cara de vitorioso, porque todo o mundo se respeita, todo o mundo se gosta e o mais importante: não tem vaidade. Estamos no caminho certo, mas não ganhamos nada ainda”, declarou Dracena.
Contratado pelo Palmeiras para ser titular em 2015, o zagueiro foi atrapalhado por lesões e recentemente ganhou a concorrência do promissor Yerry Mina. Na vitória por 2 a 0 sobre o Corinthians, com Vitor Hugo suspenso pelo terceiro amarelo, ele formou o miolo da defesa em Itaquera ao lado do colombiano.
“Sabíamos que ganhar seria muito difícil. Sempre é complicado. Joguei aqui no ano passado e sei da força da torcida. Por mais que o clube (Corinthians) venha passando por um momento complicado, se nossa equipe não entrasse focada como entrou, poderíamos não ter vencido”, afirmou Dracena.
Com 51 pontos ganhos, o Palmeiras lidera o Campeonato Brasileiro. Nas próximas rodadas do torneio nacional, o time alviverde enfrenta Coritiba, Santa Cruz, América-MG, Cruzeiro, Figueirense e Sport, todos atualmente ameaçados pelo rebaixamento.
“Se entrarmos da mesma forma, respeitando os adversários e focados, é difícil não ganhar os jogos. Se conseguirmos mais sete ou oito vitórias, podemos nos credenciar ao título e é isso que vamos buscar, jogo a jogo”, afirmou Dracena.
Depois de vencer o arquirrival no sábado, o elenco palmeirense ganhou o domingo de folga do técnico Cuca. A reapresentação está marcada para a tarde de segunda-feira. Na quarta, pela Copa do Brasil, o time alviverde visita o Botafogo-PB com uma equipe alternativa. No sábado, pelo Brasileiro, recebe o Coritiba.
Gazeta Esportiva
set 18, 2016 | Esporte

Pablo foi o autor do gol atleticano na Arena da Baixada (Foto: Geraldo Bubniak/AGB/Gazeta Press)
Parana (PR) – O São Paulo parecia bem próximo de conquistar um ponto na Arena da Baixada e manter sua invencibilidade recente no Campeonato Brasileiro, mas um escorregão de Denis e uma furada de Rodrigo Caio no mesmo lance acabaram dando a Pablo, do Atlético-PR, a chance de marcar o único gol da vitória rubro-negra sobre os tricolores. Foi o 16º jogo dos são-paulinos no estádio, ainda sem vitória.
Com o resultado, o clube do Morumbi permanece com 34 pontos na tabela de classificação, ainda a uma distância razoável da zona de rebaixamento, e agora terá pela frente o duelo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, contra o Juventude, fora de casa, na quinta-feira. Os gaúchos venceram por 2 a 1 na capital paulista e jogam por um empate em casa. Os paranaenses, por sua vez, chegam aos 39 pontos e encostam no G4.
Na próxima rodada do torneio de pontos corridos, os comandados de Ricardo Gomes visitam a equipe do Vitória, no estádio do Barradão, em duelo marcado para o domingo, dia 25, às 16h (de Brasília). Já Paulo Autuori e sua trupe continuam na Arena da Baixada. No mesmo dia, os paranaenses recebem a Ponte Preta, às 11h.
Goleiros param os raros ataques
O primeiro tempo do duelo na capital paranaense reuniu duas equipes com sistemas defensivos aplicados e atletas bastante dedicados. Na parte ofensiva, por outro lado, faltou a ambos os lados uma qualidade maior na hora de vencer as marcações e colocar os companheiros na cara do gol, com as bolas paradas sendo as maiores aliadas na hora de chegar com perigo ao gol adversário.
Na primeira boa oportunidade, aos 12 minutos de bola rolando, os donos da casa só não abriram o placar porque Denis mostrou ter superado a fase de desconfianças que o cercou nesta temporada. Após levantamento na área feito pelo lateral esquerdo Lucas, cobrando falta na intermediária ofensiva, Thiago Heleno subiu na altura da marca do pênalti, totalmente livre de marcação e cabeceou para o chão. O goleiro são-paulino caiu rapidamente e praticou bela defesa.
Depois disso, o duelo passou por cerca de 20 minutos de muitos erros de passe e desconcentração dos atacantes, seguidamente impedidos tanto pelo lado dos anfitriões quanto pelo lado dos visitantes. Para quebrar a monotonia que se estabelecia foi preciso que o peruano Cueva desse seu toque de classe, aos 35 minutos do segundo tempo. O armador recebeu na esquerda, limpou Léo e cruzou na pequena área, onde Chavez desviou com a perna esquerda. Rápido, Weverton espalmou para longe.
Ainda antes do intervalo, cada lado conseguiu criar mais uma chance, dessa vez em chutes de fora da área, mas novamente os goleiros foram soberanos. Na primeira, Pablo aproveitou sobra de bola na intermediária e arriscou de primeira. A bola ia no canto esquerdo, mas Denis espalmou para escanteio. Na resposta, Cueva recebeu na meia-lua da grande área, ajeitou para o pé direito e bateu colocado, mas sem força. Weverton defendeu em dois tempos.
Falhas e azar decretam derrota tricolor
O São Paulo retornou para a etapa final com uma proposta de jogo semelhante à da primeira, esperando o Atlético em seu campo de defesa e apostando nas esticadas de bola para o peruano Cueva. Insatisfeito com o 0 a 0, o técnico Paulo Autuori tratou de jogar os mandantes para frente, apostando na entrada de Luciano Cabral para dar mais qualidade à sua armação de jogo.
Ainda assim, prevaleceram as defesas sobre os ataques, mas, dessa vez, o jogo transcorreu praticamente a todo momento no campo de ataque dos atleticanos. Cabral deu trabalho logo a um minuto, ganhando jogada dentro da área, pelo lado esquerdo, e arriscando chute rasteiro, que passou ao lado da trave de Denis.
Os espaços na defesa são-paulina só foram aparecer aos 30 minutos, quando o mesmo Cabral descolou belo passe para Juninho, que invadia a área pelo lado direito. Sem marcação, o atacante deu um toque na bola e chutou cruzado, exigindo outra boa defesa do goleiro Denis, espalmando para o lado e afastando o perigo.
Quando parecia que o arqueiro tricolor voltaria para casa como grande herói, no entanto, uma sucessão de falhas e até certo azar selou o revés do clube do Morumbi. Aos 35 minutos, após escanteio curto cobrado pela direita, Juninho levantou na área e a bola desviou de leve em Michel Bastos, mudando um pouco sua rota. Denis tentou acertar a passada, mas escorregou e não conseguiu afastar o perigo. A bola ainda passou por André Lima e Rodrigo Caio antes de bater no peito de Pablo e entrar lentamente no gol. Rodrigo ainda tentou evitar o lance, mas furou e caiu junto com a redonda dentro do gol.
FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 1 X 0 SÃO PAULO
Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 18 de setembro de 2016, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (Fifa-RS)
Assistentes: Elio Nepomuceno de Andrade Junior (RS) e Antônio Joao do Prado Lima Albornoz (RS)
Cartões amarelos: Léo (Atlético-PR); Denis (São Paulo)
Gols:
ATLÉTICO-PR: Pablo, aos 35 minutos do segundo tempo
ATLÉTICO-PR: Weverton; Léo, Thiago Heleno, Paulo André e Nicolas; Otávio, Hernani, Matheus Rossetto (Luciano Cabral) (Renan Paulino) e Pablo; Lucas Fernandes (Juninho) e André Lima
Técnico: Paulo Autuori
SÃO PAULO: Denis; Julio Buffarini, Maicon (Lyanco), Rodrigo Caio e Eugenio Mena; Thiago Mendes, Hudson, Kelvin (Robson), Wesley (Michel Bastos) e Christian Cueva; Andres Chavez
Técnico: Ricardo Gomes
Gazeta Esportiva
set 18, 2016 | Esporte

Santos vence Santa Cruz no Pacaembu e encosta no Atlético-MG
São Paulo (SP) – O Santos alcançou a terceira vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro neste domingo. Em uma noite chuvosa no Estádio do Pacaembu, o time alvinegro ganhou por 3 a 2 do Santa Cruz e consolidou sua posição entre os quatro primeiros colocados do torneio.
Atual quarto lugar, o Santos contabiliza 45 pontos, um a menos que o Atlético-MG e quatro a mais que o Corinthians. Às 18h30 (de Brasília) de sábado, o time visita o Sport. Já o Santa Cruz, penúltimo com 23 pontos, pega o Figueirense às 11 horas de domingo, em Santa Cruz.
Superior na etapa inicial, o Santos saiu na frente com um gol do colombiano Copete. No segundo tempo, atrasado por falta de energia elétrica no Pacaembu, Keno marcou dois gols para o Santa Cruz, mas a equipe alvinegra contou com Jean Mota e Vitor Bueno para ganhar.
O Jogo – O Santos conseguiu inaugurar o placar no estádio municipal logo aos quatro minutos de jogo. Vitor Bueno desceu pela direita e cruzou para cabeçada de Ricardo Oliveira. A bola bateu no lateral direito Léo Moura e sobrou para conclusão certeira de Copete.
O time mandante quase aumentou sua vantagem aos 31 minutos do primeiro tempo. Vitor Bueno recebeu de Lucas Lima pela esquerda e rolou para Ricardo Oliveira. Livre de marcação, em uma situação que não costuma desperdiçar, o centroavante parou na saída do goleiro Tiago Cardoso.
O Santos dominou a metade inicial sem maiores dificuldades e não correu riscos no campo de defesa. Por outro lado, foi incapaz de ampliar sua vantagem. Durante o intervalou, houve falta de energia no Estádio do Pacaembu, o que atrasou o começo do segundo tempo.
Com a iluminação devidamente reestabelecida, a etapa complementar finalmente foi iniciada e, logo aos 10 minutos, o Santa Cruz chegou ao empate. Léo Moura recebeu dentro da área pela direita e cruzou. Victor Ferraz cortou e a bola sobrou para Keno, que limpou a marcação e finalizou com sucesso.
Com o jogo empatado, uma das torres de iluminação do Pacaembu apagou e o jogo foi paralisado por 15 minutos. Aos 26, o Santos retomou a vantagem. Em um lance pelo lado esquerdo, Ricardo Oliveira recebeu cruzamento de Copete e ajeitou para chute forte de Jean Mota, substituto de Thiago Maia.
No contra-ataque, o Santa Cruz empatou aos 39 minutos do segundo tempo. Keno recebeu de Grafite na cara do goleiro Vanderlei e tocou para o fundo das redes. Dois minutos depois, Vitor Bueno dominou pela direita, carregou para o meio e chutou da entrada da área para marcar um golaço.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 3 X 2 SANTA CRUZ
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 18 de setembro de 2016, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)
Assistentes: Pedro Jorge Santos de Araújo (AL) e Rondinelle dos Santos Tavares (AL)
Público: 24.586 pagantes
Renda: R$ 884.560,00
Cartões amarelos: Luiz Felipe (SAN); Wellington Cezar (STA)
Gols:
SANTOS: Copete, aos 4 minutos do 1º tempo, Jean Mota, aos 26 minutos do 2º tempo, e Vitor Bueno, aos 41 minutos do 2º tempo
SANTA CRUZ: Keno, aos 10 e aos 39 minutos minutos do 2º tempo
SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Luiz Felipe e Zeca; Renato, Thiago Maia (Jean Mota), Lucas Lima (Yuri) e Vitor Bueno; Copete e Ricardo Oliveira (Rodrigão)
Técnico: Dorival Júnior
SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Léo Moura, Néris, Danny Morais e Allan Vieira (Luan Peres); Derley, Jadson (Wellington Cezar) e João Paulo; Pisano, Keno e Grafite Bruno Moraes (Grafite)
Técnico: Doriva
Gazeta Esportiva
set 16, 2016 | Esporte

Equipe do Guaicurus brilhou na Copa São Paulo em 2014 – Foto: JED VIEIRA/GAZETA MS
Campo Grande (MS) – Presidente da Federação de futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) Francisco Cezário de Oliveira, confirmou na manhã de hoje, que o Estado terá duas vagas na Copa São Paulo Juniores 2017.
Com isso, o campeão e vice do Estadual sub-19, terão as vagas na principal competição de base do país, que iniciará em janeiro.
Neste momento, Novoperário e União/ABC estão próximos a garantir sua vaga. No chaveamento da 4º rodada, o Novoperário está com 6 pontos, contra 3 do União. Amanhã as duas equipes se enfrentam no estádio Olho do Furacão, em Campo Grande, as 15h, de olho na liderança do grupo.
set 15, 2016 | Esporte

Santos soube suportar a pressão do Botafogo para festejar a vitória (foto: Armando Paiva/AGIF/Gazeta Press)
O Santos entrou no G4 do Campeonato Brasileiro ao vencer por 1 a 0 o Botafogo nesta quarta-feira, no Estádio Luso Brasileiro. Com o resultado, os paulistas chegaram a 42 pontos, à frente do Atlético-MG. Já os cariocas permanecem com 35 e desperdiçaram a chance de encostar na zona de classificação para a Copa Libertadores da América.
O Santos chegou à vitória em sua primeira chance na partida. Zeca roubou a bola de Neilton na intermediária ofensiva e chutou forte, sem chance para Sidão. A partir dai, o Botafogo foi superior e desperdiçou diversas chances de empatar. Os santistas só conseguiram equilibrar as ações no início do segundo tempo, mas se defendeu bem no restante dos 90 minutos para sair de campo com a vitória fora de casa.
Na próxima rodada, o Santos terá pela frente o Santa Cruz, no Pacaembu, no domingo. No mesmo dia, o Botafogo irá até Salvador para enfrentar o Vitória.
O jogo – Empurrado pela torcida, o Botafogo começou a partida tentando pressionar o Santos. No entanto, na primeira oportunidade, os paulistas abriram o placar aos três minutos. Zeca roubou a bola de Neilton já no campo de ataque e acertou chute forte, no canto esquerdo, sem chance para Sidão.
Os donos da casa sentiram o revés e viram o Santos dominar o jogo por um período. No entanto, o Botafogo se restabeleceu e criou boa chance aos 12 minutos. Diogo Barbosa arriscou de fora de área e obrigou Vanderlei a fazer boa defesa. Depois, foi a vez de Bruno Silva tentar de longe e parar em mais uma boa defesa do goleiro santista.
Após os lances, os cariocas aumentaram a pressão e passaram a criar mais chances de empatar a partida. Primeiro, Dudu Cearense aproveitou bola na área, mas finalizou sobre o gol. Depois, Gustavo Henrique tentou cortar um lateral para a área e acertou o travessão. Por último, Canales aproveitou cruzamento pela direita e cabeceou, mas a bola bateu na cabeça de Ricardo Oliveira e foi pela linha de fundo.
Na parte final, o panorama do jogo não mudou. O Botafogo seguiu na pressão em busca do empate, com o Santos apenas se defendendo. Os cariocas tiveram boa chance aos 39 minutos, quando Emerson cruzou rasteiro para Neilton finalizar, mas para fora. Assim, os donos da casa tiveram que se contentar em sair de campo com a desvantagem no placar.
No segundo tempo, o Santos voltou mais organizado e impediu a pressão inicial do Botafogo. Com o confronto equilibrado, as duas equipes tinham dificuldade em criar boa jogadas. Tanto que a primeira boa chance aconteceu somente aos 17 minutos. Em contra-ataque, Lucas Lima lançou Ricardo Oliveira, mas o atacante chutou sobre o travessão. Os cariocas responderam em seguida, em chute de Neilton que passou próximo ao gol santista.
Com o passar do tempo, o Botafogo voltou a dominar o confronto e quase empatou aos 29 minutos. Rodrigo Pimpão cruzou pela direita para o meio da área onde estaca Camilo. O meia chutou de primeira, mas Vanderlei estava atento e fez grande defesa.
Nos minutos finais, os donos da casa foram para cima na última esperança de chegar a igualdade no placar. No entanto, os cariocas sofreram com o nervosismo e pouco produziram. Somente nos acréscimos, o Botafogo teve duas chances, sendo a última em uma bicicleta do goleiro Sidão no último lance do jogo. Assim, o Santos conseguiu segurar o resultado até o fim.
FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 0 X 1 SANTOS
Local: Arena Botafogo, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 14 de setembro de 2016, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Paulo H Schleich Vollkopf (MS)
Assistentes: Cicero Alessandro de Souza (MG) e Marcos dos Santos Brito (MS)
Público: 11.422 pagantes
Renda: R$ 185.240,00
Cartões amarelos: Bruno Silva e Rodrigo Pimpão (Botafogo); Jean Mota (Santos)
Gol: SANTOS: Zeca, aos 3min do primeiro tempo
BOTAFOGO: Sidão; Emerson (Rodrigo Pimpão), Renan Fonseca e Emerson Silva; Victor Luis, Bruno Silva, Dudu Cearense (Leandrinho), Camilo e Diogo Barbosa; Neilton e Canales (Vinícius Tanque)
Técnico: Jair Ventura
SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz (Caju), Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia, Lucas Lima (Lucas Veríssimo), Vitor Bueno (Yuri) e Jean Mota; Ricardo Oliveira
Técnico: Dorival Júnior