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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 25 de Setembro de 2026
De volta à Libertadores, Santos mira reforços de atual campeão

De volta à Libertadores, Santos mira reforços de atual campeão

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O atacante Berrío é um dos nomes do Atlético Nacional que podem pintar na Vila em 2017 (Foto: Rodrigo Buendia/AFP)

Santos (SP) – Apesar de ainda faltarem quatro rodadas para o final do Campeonato Brasileiro, o Santos já está classificado para a Copa Libertadores da América de 2017. Com 64 pontos e na segunda colocação, o Peixe não tem mais possibilidades matemáticas de deixar o G6 nem mesmo se perder todos os quatro jogos restantes. Por conta disso, a diretoria alvinegra já começou a busca para reforçar o elenco visando a próxima temporada. E o principal alvo da cúpula santista é justamente o atual campeão do torneio continental.

Antes mesmo do término da Libertadores desde o ano, o Santos trouxe do Atlético Nacional o atacante Jonathan Copete. Agora, o Peixe pensa em buscar mais três jogadores da equipe colombiana, que conquistou o título da competição em julho após bater o Independiente del Valle na final.

O nome da vez é o de Orlando Berrío. O atleta, ex-companheiro de ataque de Copete, foi aprovado pelo técnico Dorival Júnior e se encaixa no perfil procurado pelo clube para a próxima temporada: atua pelos lados do campo e tem experiência na Libertadores.

O jogador chamou a atenção porque também pode fazer o papel de centroavante, pois tem 1,82m de altura. Durante a carreira, ele soma passagens por Millonarios e Patriota, da Colômbia. Seu contrato com o Atlético Nacional vai até junho de 2018.

Além de Berrío, o Santos também está de olho em mais dois nomes do atual campeão da Libertadores. O meia Alejandro Guerra segue sendo um dos alvos principais do alvinegro. Porém, a permanência de Lucas Lima pode atrapalhar o negócio. 

Por fim, o Peixe também analisou a situação de Ibargüen, de 24 anos. Mas após ver notícias de que o atacante faltou a treinamentos e possui uma agitada vida noturna, a diretoria esfriou o negócio.

Até o momento, o Santos já acertou duas contratações para a próxima temporada. Tratam-se do lateral-direito Matheus Ribeiro, do Atlético-GO, e do atacante colombiano Vladimir Hernandez, do Junior do Barranquilla.

Final do estadual de enduro de regularidade em motos será sábado (19) em Dourados

Final do estadual de enduro de regularidade em motos será sábado (19) em Dourados

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Final do estadual de enduro de regularidade em motos será sábado (19) em Dourados

Dourados (MS) – A cidade de Dourados irá receber no dia 19 de Novembro (sábado)  a 10ª Edição do Enduro Pedreira, última etapa válida do Campeonato Estadual de Enduro de Regularidade 2016.

A organização da etapa é do grupo Moto Trilha Dourados e informa que esse ano a prova terá um percurso de 91 km e 4 horas e trinta minutos de prova e ainda terá novidades nas variadas trilhas da região com obstáculos naturais em pedras, riachos e troncos, aliás, muitos troncos já tradicionais da etapa.

“Nas trilhas teremos novidades em relação à prova realizada no ano passado, como a Trilha Cascavel e o Morro do Carrapato, é claro que teremos os nossos tradicionais troncos e algo a mais que os pilotos irão descobrir na hora… Tem trilha para agradar todos os gostos…” comentou Vinícius um dos organizadores da prova.

Os pilotos poderão participar nas principais categorias: Novatos, Over, Sênior, Junior e Master. E como forma de incentivo para os pilotos que querem iniciar o esporte, os organizadores criaram uma categoria extra (Trilhão), onde os participantes fazem todo o percurso da prova sem a utilização de equipamento de navegação, sempre acompanhados e orientados por guias disponibilizados pela organização, a inscrição para esta categoria será R$ 80,00.

O sorteio da ordem de Largada será dia 18/11 (sexta-feira) às 19h no Posto Santo Antônio Rodovia BR 163 – cidade/aeroporto – KM 01, s/n no mesmo local onde no dia 19/11 (sábado) às 09hs será a largada oficial do primeiro piloto.

No sábado 19 às 20h, será realizado a festa de encerramento para entrega de troféus da prova e do campeonato, com direito a música, bebida e muita descontração e animação no Clube Indaiá – Rua Indaiá, Alto do Indaiá. Os convites para a festa já estão à venda e os pedidos podem serem feitos pelo fone (67) 99983-0501 com Alcir.

O Ellus Hotel será o hotel oficial da prova e irá oferecer descontos nas diárias, mais informações sobre reservas falar com Valmor ou Jailton nos fones (67) 3411-2300 / 3411-2363. O Ellus Hotel fica na Rua Floriano Peixoto, n. 85, Centro – ellushotel.com.br

Mais informações sobre a prova e as inscrições estão disponíveis no site www.mototrilhadourados.esp.br, assim como as planilhas para download, contendo os detalhes de navegação ou pelo fone com Vinícius (67) 99624-6403 ou Chitão (67) 99611-9280.

Gabriel Jesus e Coutinho desbancam Neymar na artilharia da Seleção

Gabriel Jesus e Coutinho desbancam Neymar na artilharia da Seleção

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Gabriel Jesus e Coutinho desbancam Neymar na artilharia da Seleção

A cada jogo a Seleção Brasileira vai perdendo a sua dependência excessiva de Neymar, como acontecia antes de Tite assumir o comando técnico. O camisa 10 segue sendo o principal jogador da equipe e tem até crescido nas mãos do sucessor de Dunga, mas, o Brasil já encontra outras alternativas para jogar bem, marcar gols e vencer mesmo quando o craque do Barcelona está sob forte marcação ou em um dia não tão inspirado. E talvez a grande evidência disso seja a concorrência que Neymar ganhou para ser o artilheiro da Seleção Brasileira.

Sobrando diante de seus companheiros, desde 2011 o atacante tem terminado os anos como artilheiro isolado do time pentacampeão mundial. Contra a Argentina, inclusive, Neymar marcou seu 50º gol defendendo a equipe principal do Brasil, sem contar as Olimpíadas, e se tornou o quinto maior goleador da história da Seleção, atrás apenas de Romário (55 gols), Zico (66 gols), Ronaldo (67 gols) e Pelé (95 gols).

Em 2016, porém, a Seleção Brasileira encerra seu ano com um novo artilheiro. Um, não. Dois. Gabriel Jesus e Philippe Coutinho fecharam a temporada com cinco gols cada um, enquanto Neymar marcou um a menos que a dupla recém promovida a titularidade.

O quinto gol do centroavante do Palmeiras, que já está de malas prontas para o Manchester City, da Inglaterra, saiu nessa quarta, no último compromisso do Brasil nesse ano, e serviu para abrir o caminho para a vitória sobre o Peru.

“Não imaginava (ir tão bem na Seleção). Tenho fé em Deus e trabalho para isso. As coisas vão fluir e oportunidades eu vou ter. Estou querendo ajudar meus companheiros dentro e fora de campo. É trabalhar, esquecer tudo que acontece fora de campo e focar só no trabalho”, disse à TV Globo o agora dono da mítica camisa 9.

“No Brasil existem outros atletas com qualidade e condições de usar a camisa 9. Fico orgulhoso de usar essa camisa consagrada por diversos jogadores que servem de referência e que eu sempre admirei”, contou o garoto de apenas 19 anos e que não marca um gol há oito jogos pelo seu clube.

Todos os gols de Gabriel Jesus pela Seleção Brasileira foram marcados nas Eliminatórias Sul-americanas. Com mais seis jogos pela frente em 2017, o jogador pode até pensar em brigar pela artilharia da competição. O uruguaio Cavani puxa a fila com oito gols.

Outro que está nessa competição paralela é Philippe Coutinho. Cada vez mais o meia do Liverpool se torna fundamental para o time brasileiro, seja por seus gols, pelas assistências ou pela sua noção de posicionamento. Contra o Peru, Coutinho não balançou a rede, mas saiu de campo como um dos melhores, fora o mérito de terminar o ano com os mesmos cinco gols de Jesus.

Diferente do palmeirense, o ex-vascaíno marcou apenas duas vezes nas Eliminatórias Sul-americanas para a Copa, a última delas em um golaço sobre a Argentina de Messi. Seus outros três gols foram marcados durante a disputa da Copa América, nos Estados Unidos, competição que o Brasil acabou eliminado logo na primeira fase.

Apesar dessa mudança de cenário na divisão dos gols, essa disputa sadia entre os atacantes da Seleção Brasileira pela artilharia da equipe só tem fortalecido o conjunto. O Brasil não joga mais em função de apenas um atleta e tem sido ainda mais eficiente. Nos seis jogos sob o comando de Tite, foram seis vitórias seguidas, com 17 gols marcados e apenas um sofrido, e olha que este foi anotado pelo zagueiro Marquinhos, contra. Tudo isso ajuda a explicar a liderança isolada nas Eliminatórias e o fato da vaga na Copa do Mundo estar a apenas um ponto de ser confirmada com seis jogos pela frente ainda, todos em 2017.

Gazeta Esportiva

Felipe Nasr pode renovar contrato e ajudar Sauber com R$ 135 milhões

Felipe Nasr pode renovar contrato e ajudar Sauber com R$ 135 milhões

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Felipe Nasr pode ter ajudado a Sauber a faturar R$ 135 milhões (Foto: Paul Crock/AFP)

São Paulo (SP) – A Sauber só foi somar seus primeiros pontos no Mundial 2016 de Fórmula 1 na 20ª de 21 etapas. No último domingo, Felipe Nasr realizou uma corrida de recuperação e terminou o GP Brasil em nono após largar no 21º e penúltimo lugar. Satisfeito e muito festejado por amigos e parentes que compareceram no Autódromo de Interlagos, o brasileiro afirmou que o resultado pode convencer a equipe suíça a renovar seu contrato, que se encerra no final deste ano.

“Sempre ajuda. Independente do momento, sempre falei que eu estava focado no final de semana, não estava nada preocupado com o meu futuro. Mantive meu foco, minha concentração. Estou aliviado por ter marcado pontos. O que eu sempre quis era ter marcado pontos, então eu fiquei feliz por isso”, comemorou o piloto de 24 anos.

Em seu segundo ano disputando a categoria, Nasr tem sofrido com os problemas financeiros da Sauber nesta temporada. O carro mostra-se defasado em relação aos concorrentes e tem tido dificuldades até para completar as corridas.

No entanto, com os dois pontos somados pelo brasiliense, o time suíço ultrapassou a Manor no Mundial de Construtores e caso mantenha a posição receberá 40 milhões de dólares (cerca de R$ 135 milhões) como premiação da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), quantia que ajudaria no orçamento da Sauber para 2017.

“Vou ganhar o bônus por isso (risos)”, brincou Felipe, celebrando o resultado inesperado. “A Fórmula 1 é feita de momentos assim em que você consegue aproveitar a oportunidade. (O resultado) Deixa claro a minha prioridade do meu trabalho que faço para ficar aqui e para dar continuidade da minha carreira na Fórmula 1”, acrescentou, revelando ter sido parabenizado pela chefe da Sauber, a indiana Monisha Kaltenborn.

“Eu falei com ela por telefone, estava supercontente. É como eu falei: foi um ano difícil para todo mundo e a gente sabe o quanto vale um momento assim”, concluiu.

Após somar seus primeiros pontos na temporada, Felipe Nasr buscará manter a Sauber à frente da Manor no GP de Abu Dhabi, o último da temporada. A corrida acontecerá no dia 27 deste mês.

Gazeta Esportiva

Com maiores públicos do Brasileirão, tricolores valorizam apoio da torcida

Com maiores públicos do Brasileirão, tricolores valorizam apoio da torcida

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Com maiores públicos do Brasileirão, tricolores valorizam apoio da torcida

São Paulo (SP) – O desempenho do São Paulo no Campeonato Brasileiro não agradou o torcedor tricolor. A equipe paulista chegou a flertar com a zona de rebaixamento e, recentemente, conseguiu afastar o fantasma da segunda divisão após uma goleada por 4 a 0 sobre o arquirrival Corinthians. Apesar da 12ª colocação, o torcedor são-paulino apoiou a equipe em muitos jogos na competição e compareceu em dois, dos três maiores públicos do Brasileirão.

O jogo com mais torcedores aconteceu no empate por 2 a 2 com a Chapecoense, no dia 31/07, totalizando 54.996 pagantes. O terceiro jogo com maior público foi na recente goleada por 4 a 0 sobre o Corinthians, no dia 05/11, com 53.781 torcedores nas arquibancadas do Morumbi.

O segundo maior público do Brasileirão aconteceu no jogo entre Flamengo e Corinthians, no Maracanã, somando 54.250 pagantes.

“O torcedor e os atletas gostam do Morumbi. É a nossa casa. Todos querem ganhar do São Paulo no Morumbi, mas conseguimos uma série positiva importante como mandante. Tivemos coisas negativas e positivas durante a temporada, mas com certeza ter o apoio do nosso torcedor no Morumbi é um dos fatores que merecem destaque em 2016”, comentou o lateral Bruno.

Apesar do bom público, a campanha do Tricolor no estádio Cícero Pompeu de Toledo não é tão elogiável. Das 12 vitórias da equipe no Brasileirão, sete foram conquistadas frente ao seu torcedor. Em 16 jogos realizados no Morumbi, o São Paulo ainda empatou em quatro oportunidades e foi derrotado em outras cinco.

Para melhorar o retrospecto são-paulino na competição, o clube entra em campo na próxima quinta-feira, 17/11, contra o Grêmio, em partida válida pela 35ª rodada. Para o atacante Chavez, que balançou as redes na goleada contra o Corinthians, a presença do torcedor será muito importante para a conquista de um resultado positivo.

“É lindo ver o Morumbi lotado. Foi assim nos últimos dois jogos (Ponte Preta e Corinthians), e isso nos incentiva bastante. Tomara que possamos repetir isso contra o Grêmio, porque também será um jogo importante. Precisamos de um resultado positivo para subir na tabela, e contamos com o torcedor para nos ajudar neste objetivo”, disse Chavez.

Ex-atleta, Genivaldo reergue vôlei de Mato Grosso do Sul após 30 anos

Ex-atleta, Genivaldo reergue vôlei de Mato Grosso do Sul após 30 anos

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Genivaldo é o segundo em pé da direita para a esquerda

Campo Grande (MS) – Ele não chegou a atuar profissionalmente, principalmente por conta de um acidente de moto aos 18 anos. No entanto, o amor pelas quadras o manteve intimamente ligado ao voleibol.

Natural de Diamantino (MT), especificamente do bairro Pedregal, Genivaldo Alves faz questão de relembrar as origens. Prova disso é o nome do clube que ajudou a fundar: AVP (Associação de Vôlei do Pedregal), equipe oriunda do Mato Grosso e que há três anos migrou para Campo Grande e, junto com o Rádio Clube, recolocou Mato Grosso do Sul no cenário nacional do vôlei após quase três décadas, desde a equipe da Copagaz.

“Depois de 30 anos, é um orgulho. A gente tem apenas um ano trabalhando e já conseguimos chegar onde a maioria das equipes sonham chegar, que é uma vaga na Superliga B”, comemora o diretor administrativo e financeiro da Associação.

A AVP/Rádio Clube disputou, em outubro, a Taça de Prata, que reuniu sete clubes no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro (RJ). Com uma única derrota na competição, o selecionado sul-mato-grossense garantiu vaga na Superliga B, divisão de acesso à elite do voleibol brasileiro.

Agora, conforme Genivaldo, o objetivo é alçar voos ainda mais altos. Porém, o apoio financeiro é imprescindível. “O futuro está nas mãos de Deus. Se não tivermos patrocínio, não conseguiremos levar adiante um projeto focado na Superliga B, que é alto e tem um custo muito elevado. Você precisa manter um nível de equipe bem alto, com atletas bons, e isso tem custo”, analisa.

Confira a entrevista, realizada em parceria com o Esporte Ágil

Por que o interesse pelo voleibol?
EU fui atleta, não atuei profissionalmente, mas joguei muitos anos da minha vida. Até que, aos 18 anos, sofri um acidente de moto e isso me impediu de jogar. Mas sempre amei o voleibol e, sempre que posso, estou no meio do esporte, principalmente do vôlei. A equipe se chama AVP justamente por conta da cidade de onde vim, do bairro. Associação de Vôlei do Pedregal, que é um bairro de Diamantino. Lá sempre joguei, conheço muito gente, foi lá onde tudo começou. Levo com muito orgulho meu bairro no nome da equipe.

Como começou a equipe?
Ela começou há três anos, no Mato Grosso, e não era para vir para Mato Grosso do Sul. Sou de Diamantina, a 200 quilômetros de Cuiabá (MT). Tudo começou lá, com a equipe jogando na cidade. Em julho, tinham os Jogos de Férias, e começamos a montar o time. Como moro há 15 anos em Campo Grande, começamos a levar os meninos daqui para jogar lá. Ganhamos alguns torneios e surgiu essa ideia, de montar uma equipe para jogar campeonatos.

E como houve essa profissionalização?
Assim que a equipe começou, a gente escolhia um ou dois campeonatos, montávamos equipe competitiva e íamos participar. Com um ano, começamos a falar de montar uma equipe para nós mesmos. Por que não termos uma equipe nossa, para jogar em alto nível? Continuamos com uma equipe catada, quando pega alguns atletas e vai competir. Nessas equipes, começamos a observar os atletas, quem era bom, quem era de grupo, quem não era de briga. E anotávamos tudo e, nas competições, sempre chamávamos os mesmos jogadores.

Houve respaldo da federação do Mato Grosso?
Com dois anos e meio para três anos, queríamos montar a equipe no Mato Grosso. Mas, na Federação de lá, não tivemos respaldo. Cobrou taxas absurdas para federar os meninos. No primeiro momento, não formamos a equipe por conta dos custos. Depois, viemos para Campo Grande, já que temos empresa lá e aqui.

Por isso a equipe migrou para Mato Grosso do Sul?
Em seguida, começamos a conversar com alguns amigos e atletas de voleibol, e todos gostaram da ideia. Fomos até a FVMS (Federação de Voleibol de Mato Grosso do Sul), e o professor Madrugada (presidente da FVMS) tem nos ajudado muito. Através dele fizemos a parceria com o Rádio Clube. Ele não cobrou para federar os atletas, registrar. Só cobra transferência, que é um valor bem simbólico.

O respaldo foi importante para vocês então?
A Federação não dá dinheiro, claro. Há a taxa anual, que é R$ 1,5 mil para todos. A gente conversou com o professor, para saber o que ele achava de ter uma equipe de alto rendimento aqui, e ele aprovou. A partir daí a gente começou jogando em Mato Grosso do Sul, os torneios da federação, e também saímos para outras competições.

Os jogadores se dedicam integralmente ao vôlei?
Acredito que seja a única equipe de alto rendimento. Os meninos vivem pelo vôlei. São três períodos de treinamento, com academia à tarde.

E como a equipe é mantida?
Hoje, o que mantém a equipe são nossas empresas, do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Praticamente 100% do que entra de valores na associação, para repassar à equipe, como gastos com alimentação e despesas médicas, saem das nossas empresas. Quando o Cícero (Gomes da Silva, presidente e investidor do clube) ficou doente, ficou essa incógnita, se o time continuaria. Ele ainda está se tratando, mas como os meninos abriram mão de salários, começaram a reduzir despesas… Todas essas coisas ajudaram a minimizar os custos. Assim, resolvemos tocar adiante o projeto. E o resultado foi essa vaga na Superliga B.

Qual avaliação você faz do ano de 2016?
Foi um ano bom. Produtivo, pena que aconteceu a triste notícia com o Cícero. Isso deixou a gente um pouco triste. As conquistas que almejávamos, conseguimos. Trabalhamos forte durante o ano para conquistar essa vaga na Superliga B. Agora, esperamos que o Estado e a Prefeitura possam nos dar o apoio devido. Possa apoiar os meninos, pois eles são de fora e não têm salário. A gente não tem condição. Não sei se a Prefeitura tem algum projeto onde eles possam ser incluídos. Assim, poderemos trazer cada vez mais atletas para Mato Grosso do Sul. Depois de 30 anos, é um orgulho. A gente tem apenas um ano trabalhando e já conseguimos chegar onde a maioria das equipes sonham chegar, que é uma vaga na Superliga B.

E quais os planos futuros?
Tudo vai depender da Prefeitura, do Estado, de patrocínio. A partir de agora, muda o patamar. A Superliga B é outro nível, tem atletas bons que ganham até R$ 4 mil por mês. Se não tiver apoio, você não consegue fazer uma boa temporada. A gente não consegue arcar com esses custos. A gente consegue por a equipe lá, mas precisamos do respaldo do Estado, da Prefeitura, de parceiros, enfim. O futuro está nas mãos de Deus. Se não tivermos patrocínio, não conseguiremos levar adiante um projeto focado na Superliga B, que é alto e tem um custo muito elevado. Você precisa manter um nível de equipe bem alto, com atletas bons, e isso tem custo.

Fonte: Top Midia News