Vai começar a temporada 2023 do beach tennis sul-mato-grossense mas antes de dar a largada na 1ª etapa do estadual, acontece a tradicional disputa de Rei e Rainha, que reúne os oito melhores do ranking.
De acordo com o diretor de comunicação da Federação de Beach Tennis de Mato Grosso do Sul, Arthur Mário, foram convocados atletas de Campo Grande, Bonito, Dourados e Corumbá. “Os atletas que disputaram o Circuito Sul-mato-grossense foram pontuando a cada etapa e no final da temporada os oito melhores disputam o reinado, a competição mais esperada do ano” revela Arthur.
O atleta com maior número de títulos na competição é Jailson Paz, da categoria principal, Rei em quatro das seis edições realizadas desde 2016.
O Circuito teve início em 2012, quando a Federação foi criada e, de lá pra cá, realizou etapas em Campo Grande e outros municípios do estado. Em 2023, serão 3 na capital, uma em Corumbá e outra em Bonito.
O torneio Rei e Rainha do Beach Tennis em Mato Grosso do Sul acontece nos dias 25 e 26 de fevereiro na Arena Paz, que fica no Jardim Polonês, em Campo Grande. Informações sobre o Circuito no LetzPlay ou redes sociais @beachtennisfbtms
Campo Grande (MS) – Ex-atletas profissionais têm direito à entrada gratuita em eventos esportivos realizados em Mato Grosso do Sul, a exemplo do Campeonato Sul-Mato-Grossense de Futebol Série A 2023. É o que dispõe a Lei estadual nº 5.565, de 10 de setembro de 2020 (clique aqui para acessar), que busca valorizar desportistas que se destacaram no estado.
De acordo com a lei, deverá ser reservada a quantidade de 3% dos ingressos para a entrada gratuita dos ex-competidores, com assentos disponibilizados em local de destaque. Por sua vez, estes deverão comunicar à entidade organizadora o interesse, por escrito, em comparecer ao evento dois dias antes de sua realização.
“É importante que os ex-atletas tenham conhecimento dessa lei e de seus direitos”, destaca o diretor-presidente da Fundesporte, Herculano Borges, que foi um dos autores do projeto de lei, enquanto deputado estadual. “O benefício da gratuidade é válido para todas as modalidades, como uma forma de reconhecer aqueles que muito já prestaram serviço ao esporte do nosso estado”, completa.
Para o secretário de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania, Marcelo Ferreira Miranda, a lei dá significado aos atletas que marcaram época atuando em Mato Grosso do Sul. “Temos muitos ídolos nos ginásios, campos, piscinas e que elevaram o nome de Mato Grosso do Sul pelo resto do país. É um estímulo que esses personagens estejam sempre nas competições, até mesmo para inspirar novos atletas”.
Como comprovante da condição de ex-atleta profissional, deverá ser apresentada carteira de identificação a ser emitida pela federação esportiva da respectiva modalidade, sem qualquer custo ao solicitante. Segundo o vice-presidente da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS), Marco Antonio Tavares, a entidade começará a emitir a carteirinha de comprovação, já pensando nesta edição do Campeonato Sul-Mato-Grossense de Futebol.
“Acredito que a lei beneficia a classe do trabalhador do futebol e que merece ter um reconhecimento da sociedade. É fundamental que o ex-atleta continue tendo acesso ao campo de futebol, aos estádios, para que possamos aproveitar a imagem e a experiência que eles nos passam”, afirma Tavares. De acordo com o dirigente, para obter a carteira de identificação, basta entrar em contato com a federação. A gratuidade também valerá para demais competições de futebol que tenham venda de ingresso, como partidas da Série B do Estadual, Copa Verde, Série D do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil.
A manifestação do interesse em comparecer ao evento desse ser feita com antecedência de pelo menos 48 horas. Conforme a lei, aos ex-atletas será disponibilizado assento em local de destaque nas competições esportivas em que ingressarem. O organizador do evento que não atender ao percentual de reserva de ingressos gratuitos será multado em 100 UFERMS por ex-atleta profissional que tenha ficado sem assento.
Barba, cabelo e bigode. Mato Grosso do Sul conquistou ouro, prata e bronze na disputa do Meeting Nacional de Judô Sub-18 e Sub-21, que ocorreu neste fim de semana no ginásio Guanandizão, em Campo Grande. Ao todo, o Estado contou com 14 atletas no torneio. O ouro foi conquistado por Ana Demarco, beneficiária do Bolsa Atleta estadual.
O meeting realizado em solo sul-mato-grossense abriu a temporada 2023 do judô nacional, recebendo os principais atletas de categoria de base da modalidade. Organizado pela CBJ (Confederação Brasileira de Judô), o campeonato recebeu apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, através de ação da Fundesporte (Fundação do Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul), para ocorrer com toda a estrutura que teve no sábado (4) e domingo (5).
Beneficiária do Bolsa Atleta, a jovem Ana Demarco foi quem garantiu a medalha de ouro para Mato Grosso do Sul. Atleta da Associação Desportiva Moura, uma das mais tradicionais, ela venceu a disputa na categoria Feminino Médio Sub-18 (até 63 kg).
O judô está no sangue de Ana, caçula de um trio de irmãos judocas: José Marco é o mais velho e quem abriu as portas para a família no esporte, que tem ainda Milena como destaque nos tatames – ela ficou em 5º na categoria Feminino Leve Sub-21 (até 57kg).
“Estou muito feliz com essa conquista, algo que venho buscando a muito tempo e estava nos meus planos. Agora é seguir trabalhando bastante, bem focada, para dar o meu melhor nos próximos desafios que virão”, diz a medalhista. Tanto Ana quanto José Marco e Milena Demarco são beneficiários do Bolsa Atleta estadual e lutam pela Moura.
A conquista veio em torneio onde Mato Grosso do Sul recebeu a nata do judô nacional e futuros integrantes de equipes olímpicas. “Alegria grande de poder mostrar que Mato Grosso do Sul está preparado para grandes eventos, principalmente no Guanadizão, um símbolo do esporte”, frisa o diretor-presidente da Fundesporte, Herculano Borges.
Herculano completa ainda que o torneio dá chance para que os atletas de Mato Grosso do Sul tenham intercâmbio com atletas de outros estados e, se classificados, de representar brasileiros e sul-mato-grossenses em outros países.
“Tivemos atletas que chegaram à reta final e agora terão a chance de representar o Brasil em competições mundo afora. É uma motivação, inclusive, para aqueles que estão começando no judô, uma fonte de inspiração para a próxima geração, para que continuem treinando firme”, conclui o titular da Fundação do Desporto.
Competição reuniu os principais atletas Sub-18 e Sub21 do Brasil em Campo Grande
Já o titular da Setescc (Secretaria de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania), Marcelo Miranda, projeta como fundamental o apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, através da Fundesporte, para o esporte local, que adota como princípio básico da transversalidade.
“É algo que reflete na sociedade. Torneios dessa magnitude movimentam economia, com hotéis, transporte, entre outros, sem contar o legado esportivo deixado, que vai além das medalhas. Tem o incentivo ao esporte como instrumento de inclusão”, frisa.
Vaga garantida na Croácia
Todos os medalhistas garantiram vaga para a disputa no próximo mês da etapa do Circuito Europeu em Zagreb, capital da Croácia. Os três sul-mato-grossenses classificados vão contar com o apoio da Fundesporte para participar do torneio fora do país.
“Agora vamos treinar e conseguir o melhor resultado lá, onde estão os melhores de cada país, todos bem treinados”, comenta Marcos Paulo, atleta do Judô Clube Rocha/Rádio Clube que ficou com o bronze na categoria masculino ligeiro Sub-18 (até 55kg).
O jovem judoca destaca ainda a importância do meeting ser realizado no Mato Grosso do Sul, tanto para os atletas locais somarem pontos no ranking nacional, quanto no fator motivação. “Eu estava meio nervoso, mas fui me soltando e consegui essa medalha. Ter a torcida ao lado é sempre bom e ajuda a gente a lutar”, completa.
A prata no meeting veio nas disputas do Sub-21, realizadas no domingo (5) – já o Sub-18 foi todo disputado no sábado (4). A atleta que garantiu a conquista para Mato Grosso do Sul foi Nathália Camily, do Judô Futuro, na categoria Feminino Médio (até 70kg).
Confira abaixo a classificação de todos os sul-mato-grossenses que participaram do Meeting Nacional de Judô neste fim de semana, nas categorias Sub-18 e Sub-21:
SUB-18 MASCULINO
Marcos Paulo Silva – 3º lugar
Judô Clube Rocha
Ligeiro (até 55 kg)
João Pedro Gomes – 4º lugar
Judô Clube Rocha
Meio-pesado (até 90 kg)
Andrey Kuttert – 5º lugar
Associação Yada de Judô
Superligeiro (até 50 kg)
Henrique de Sena – 7º lugar
Judô Futuro
Meio-médio (até 73 kg)
Gabriel Arruda – 7º lugar
Clube Sakurá de Judô
Meio-pesado (até 90 kg)
SUB-18 FEMININO
Ana Demarco – 1º lugar
Associação Desportiva Moura
Médio (até 63 kg)
Stefanny Carbonaro – 5º lugar
Associação Yada de Judô
Meio-pesado (até 70 kg)
Rafaela Rocha – 7º lugar
Judô Clube Rocha
Leve (até 52 kg)
Mirella Santos – 7º lugar
Clube Sakurá de Judô
Meio-médio (até 57 kg)
SUB-21 FEMININO
Nathália Camily Arruda – 2º lugar
Judô Futuro
Médio (até 70 kg)
Milena Demarco – 5º lugar
Associação Desportiva Moura
Leve (até 57 kg)
Ana Carolina Spessoto – 5º lugar
Associação Yada de Judô
Meio-pesado (até 78 kg)
SUB-21 MASCULINO
Bruno Dias Duarte – 5º lugar
Associação Cano de Judô
Pesado (mais de 100 kg)
Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS Lucas Castro, Comunicação Fundesporte Fotos: Lucas Castro
Com a participação de quase 400 judocas de 94 clubes brasileiros, Campo Grande foi escolhida para sediar pela primeira vez o Meeting Nacional Sub-18 e Sub-21 de judô, uma das modalidades mais tradicionais do esporte nacional, rendendo diversas medalhas olímpicas e vitórias internacionais em competições oficiais.
O campeonato terá disputas no Ginásio Poliesportivo Avelino dos Reis, o popular Guanandizão, neste sábado (4) e domingo (5). O evento tem o apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, por intermédio da Setessc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania) e Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer).
As disputas têm início às 9h neste sábado, com o sub-18. A cerimônia de abertura está marcada para 14h30 e as lutas da categoria sub-21 começam no domingo, também às 9h. O canal oficial da CBJ no YouTube transmitirá as lutas: www.youtube.com/brasiljudo.
Organizado pela CBJ (Confederação Brasileira de Judô), o Meeting é uma das principais competições nacionais para as equipes de transição do judô brasileiro. Um lugar no pódio do campeonato rende pontos ao ranking nacional da base e, juntamente às outras competições do calendário da CBJ ao longo do ano, define os representantes do país em estágios internacionais e em competições maiores, como o Pan-Americano e Mundial.
Além disso, o Meeting integra o ciclo olímpico com foco na Olimpíada de Paris-2024. Segundo a CBJ, vão participar do Meeting os 12 melhores colocados na Seletiva Nacional, além dos classificados até a quinta posição em campeonatos brasileiros, Jogos da Juventude e eventos internacionais da modalidade.
MS representado
Mato Grosso do Sul terá a participação de 28 atletas, de seis clubes: Associação Atlética Judô Futuro, Associação Cano de Judô, Associação Yada de Judô, Associação Desportiva Moura, Clube Sakurá de Judô e Judô Clube Rocha/Rádio Clube.
“Nomes entre os principais do esporte estarão em Mato Grosso do Sul. É um orgulho poder receber e acompanhar de perto esses judocas, que podem, quem sabe, representar nosso país em Olimpíadas”, destacou o diretor-presidente da Fundesporte, Herculano Borges.
No ano passado, em Porto Alegre (RS), Mato Grosso do Sul conquistou dois ouros e dois bronzes no Meeting Nacional Sub-18 e Sub-21, classificando uma atleta para o Campeonato Pan-Americano Sub-21.
“O judô sul-mato-grossense é uma das potências no cenário nacional e, agora, nossos atletas vão entrar com ainda mais garra no tatame. É a chance de lutar em casa, com a torcida apoiando. Fico muito feliz de podermos trazer mais uma competição tão importante para Mato Grosso do Sul”, enfatiza o titular da Setescc, Marcelo Miranda.
Lucas Castro, Comunicação Fundesporte Foto: Bruno Rezende
Associação porto-alegrense pediu uma liminar judicial para suspender o Festival Internacional de Pesca Esportiva de Corumbá (FIPEC), que acontece a partir desta sexta-feira (3/2), porém, o pedido foi indeferido tanto no âmbito da 1ª instância como também pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. A atuação da Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul foi determinante para garantir a realização desse evento cultural e impedir que diversos setores da economia sofressem perdas imensuráveis, já que o pedido de suspensão do Festival foi feito na iminência do festejo, sem a comprovação dos requisitos legais para o seu atendimento.
Em suas alegações, a associação disse que o festival aconteceria em período de piracema e questionava a constitucionalidade das normas federais e estaduais que regulamentam a atividade de pesca esportiva, pois o pesque e solte geraria maus-tratos aos peixes. Porém, a PGE refutou a alegação de período de piracema, já que na época e no local da competição havia permissão legal para realização desse tipo de pesca, e defendeu a constitucionalidade da legislação, sobretudo porque o festival é considerado uma manifestação cultural do povo brasileiro, além do que não há evidência científica segura dos maus-tratos ao animal.
Conforme a Constituição Federal, é assegurado o direito às manifestações culturais, registradas como bem de natureza imaterial, integrante do patrimônio cultural brasileiro. Como também está previsto no Decreto Estadual nº 15.166/2019, a proibição da pesca predatória no período do defeso (novembro a fevereiro), na bacia do Rio Paraguai, Taquari, Miranda e Aquidauana, salvo a modalidade da pesca amadora ou desportiva, exclusivamente no sistema pesque-solte, na calha do Rio Paraguai.
O procurador do Estado, Jaime Caldeira Jhunyor, explicou que há estudos que apontam que a modalidade do pesque e solte é viável, desde que seja realizada de forma correta, com equipamentos compatíveis com o porte do peixe (anzóis sem farpas e alicates, de preferência, de plástico). Ele ressaltou que a proposta do festival é válida e vai ao encontro da conscientização do pescador esportivo sobre a preservação do estoque pesqueiro e do combate à pesca predatória. E também ponderou que a atividade de pesque e solte fomenta empregos e gera renda e tributos, sem mencionar que o festival promove benefícios à população com a interação social, e com a prática desportiva.
Procurador Jaime Caldeira Jhunyor, coordenador jurídica da Procuradoria-Geral do Estado no Imasul (foto: Max Arantes)
“Na análise dos direitos postos em conflito, procuramos sensibilizar os magistrados de que o palco para a discussão (judicial) era inadequado e o momento era inoportuno, pois a suspensão judicial de um evento dessa magnitude e na véspera de sua realização, além de ferir a Lei, geraria tamanho prejuízo à população que poderia se tornar irreversível”, frisou.
A tradição da modalidade pesque e solte, em Corumbá, vem de décadas. A cidade é nacionalmente reconhecida pela prática e é considerada umas das maiores em números e estrutura para esse lazer.
O presidente da Acert (Associação Corumbaense das Empresas Regionais de Turismo), Luiz Antônio Martins, diz que o festival envolve toda a sociedade local e questiona o objetivo da liminar. “O festival, como qualquer outra prática da pesca esportiva, tem o princípio da preservação. Nestes eventos, desenvolvemos uma abordagem que mostra a importância de se preservar o peixe, os rios. E eventos deste porte, nos credencia e nos permite a investir ainda mais em ações onde o direito ao lazer e ao esporte se concentra também na preservação do meio ambiente.
Luiz conta que Corumbá hoje é a cidade com maior número de barcos hotéis do país, e que a tradição da pesca local deve ser assegurada, pois movimenta setores da economia que passam pelos segmentos da hotelaria, bares, restaurantes, comércio em geral e também os ribeirinhos.
“As pessoas que participam do evento não têm o viés predatório, elas pescam, manuseiam de forma correta e devolvem ao rio”, ponderou.
Adeptos da pesca esportiva chegam de várias cidades de MS e do Brasil
Segundo a diretora-presidente da Fundação de Turismo do Pantanal de Corumbá, Ana Cláudia Moreira Boabaid, a prática do pesque e solte é regulamentada e exige uma série de ações que primam pela preservação dos peixes. “Não é permitido o uso de anzóis com farpas, atuamos na educação ambiental, mostrando a necessidade de preservar para o futuro do planeta e também da prática e ainda trabalhamos no escopo da economia que geramos para os corumbaenses, em receitas para o comércio, como também de tributos que são revertidos em serviços para a população local”.
Ana Cláudia também explica que, no caso do FIPEC, a exigência do uso de isca viva, movimenta a comunidade ribeirinha que ganham economicamente com a comercialização desse apetrecho. “O festival tem bases culturais, esportivas e de preservação e educação ambiental, completou.
As competições do Festival Internacional de Pesca Esportiva de Corumbá são nas categorias infantil e adulta e iniciam neste sábado (04). “Este ano colocamos guias de pesca para ensinar as crianças a forma correta da soltura, sem que haja traumas para os peixes, justamente por entendermos que a missão do festival também se insere na preservação da fauna”, completou Ana Cláudia, que também é coordenadora do evento
Economia
O festival ampliou número de inscrições para as categorias infantil e adulto nesta 2ª edição
A realização de um evento deste porte movimenta vários setores da cidade. Segundo dados da ACERT, toda a rede hoteleira de Corumbá já está com as vagas esgotadas. São mais de 1200 crianças inscritas e 274 equipes da categoria adulta, de pessoas que vêm de diversas cidade de Mato Grosso do Sul, como também de outras regiões do Brasil.
Essa 2ª edição teve o crescimento no número de inscritos. Na categoria infantil, por exemplo, o aumento foi de 50%, já nas equipes da modalidade dos adultos, 12%. Segundo a diretora da Fundação de Turismo, Ana Cláudia, cada empresa ligada ao setor, que já está com todo o planejamento para receber esse público do festival, emprega em média 1 mil pessoas direta ou indiretamente. “Imagina o impacto negativo na vida de tantas pessoas se o festival tivesse sido cancelado”, finalizou.
Beatricce Bruno, PGE Fotos: Renê Márcio Carneiro (Prefeitura de Corumbá)
Ex-treinador de futsal e ex-deputado estadual, Herculano Borges foi nomeado nesta quinta-feira (2) pelo governador Eduardo Riedel como diretor-presidente da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul). Ele substitui Silvio Lobo Filho, que estava interinamente no cargo desde o início do ano.
Profissional de Educação Física e ex-deputado estadual, Borges possui vasta experiência no esporte tanto como professor quanto como técnico, idealizando projetos para o segmento na Assembleia Legislativa no período em que atuou ali.
Agora, ele tem a missão de dar continuidade aos projetos esportivos de excelência implantados pelo Governo de Mato Grosso do Sul nos últimos anos, ampliando o acesso da população a essas políticas públicas para o esporte, além de seguir a linha de um estado inclusivo, próspero, verde e digital buscada pela atual gestão.
“Fico feliz em poder retornar à minha origem. Sou profissional de Educação Física e trabalhei no esporte a vida toda. No Legislativo, também fui um soldado do esporte e, agora, no Poder Executivo, o desafio é muito grande”, enfatiza Herculano.
Ele completa ainda que o objetivo de seu trabalho é que anseios da comunidade esportiva sejam colocados em prática e que Mato Grosso do Sul assuma, a cada ano, ainda mais protagonismo no cenário esportivo nacional.
“O governador Eduardo Riedel é um amante do esporte, confiou a mim essa missão e já sinalizou que vamos ampliar ainda mais os programas esportivos, buscando sempre a transversalidade com as demais áreas, como assistência social, educação, turismo e cultura”, explica Borges, lembrando do conceito de integração.
Secretário de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania, Marcelo Miranda destacou a sequência positiva no trabalho realizado nos últimos anos, que tornou Mato Grosso do Sul uma referência no país na consolidação de políticas públicas para o esporte.
“É um momento muito importante do esporte no Estado, porque é a primeira vez que há uma sequência de diretores-presidentes da Fundesporte realmente ligados ao esporte. O Herculano foi atleta, técnico, é profissional de Educação Física e tem uma experiência muito grande com o Legislativo. O esporte em Mato Grosso do Sul só tem a ganhar e, sem dúvidas, continuará em pleno desenvolvimento”, analisa.
Currículo
Herculano Borges Daniel nasceu em Campo Grande no dia 10 de setembro de 1974. Formou-se em Educação Física pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e é pós-graduado em Treinamento Desportivo pela Unig (Universidade de Nova Iguaçu-RJ) e em Teoterapia pelo UniFil (Centro Universitário Filadélfia-PR).
Ex-diretor de Ensino Médio do Colégio CBA/ABC, foi também coordenador de esportes do Colégio ABC, técnico da Seleção de Futsal de Mato Grosso do Sul e treinador de futsal da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco) e dos colégios Dom Bosco e ABC.
Na carreira política, elege-se vereador e deputado estadual, ambos por dois mandatos. Além disso, em 2013 assumiu o comando da Secretaria de Estado da Juventude, sendo o primeiro secretário estadual da pasta em Mato Grosso do Sul.
Na Assembleia Legislativa, foi autor da lei que tornou o exercício físico como atividade essencial na pandemia de covid-19, além de ter criado a Carteira do Estudante Digital e Gratuita em Mato Grosso do Sul. Herculano também foi o responsável por instituir o Maio Laranja, campanha de conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes no Estado.
Texto e fotos: Lucas Castro, Comunicação Fundesporte