Com o tema “Perguntadores”, estratégia de divulgação terá a participação de crianças e adolescentes que mostram os impactos positivos da iniciativa
Para reforçar a importância do ProgramaAUnião Faz a Vida, o Sicredi, por meio da sua Fundação, lança nova campanha institucional. Com o mote “Gente que pergunta cresce”, a iniciativa apresenta uma equipe de repórteres crianças e adolescentes, os“Perguntadores”, que sai em busca de perguntas sobre assuntos relacionados ao Programa. Em formatos diversos de programetes e trailers, eles entrevistam alunos, educadores, pais, comunidade, entre outros públicos, que falam sobre os impactos positivos da ação educacional do Sicredi.
A campanha tem o objetivo de divulgar a iniciativa e seu impacto nas comunidades brasileiras. “O Programa A União Faz a Vida traz para as escolas uma forma diferente de ensinar e aprender, que estimula crianças e adolescentes a perguntar, para explorar novos saberes e encontrar novas respostas. Com a campanha baseada nos ‘Perguntadores’, reforçamos o caráter investigativo e curioso dos estudantes, fundamental para o processo de aprendizado”, afirma Romeo Balzan, superintendente de Cooperativismo e Sustentabilidade da Fundação Sicredi.
A nova campanha do Programa A União Faz a Vida será divulgada via canais próprios da ação educacional e do Sicredi no YouTube, Facebook e Instagram. Os canais digitais também apresentarão filmes institucionais sobre o Programa e seus resultados. Além disso, estão programados anúncios, banners, folders e spots, entre outros materiais.
Criado em 1995, o Programa A União Faz a Vida faz parte das iniciativas de responsabilidade social da Fundação Sicredi, que apoiam o desenvolvimento local das comunidades, por meio das práticas de educação cooperativa. Sua metodologia propõe o aprendizado baseado no desenvolvimento de projetos, os quais têm como característica a pedagogia ativa e participativa, com ênfase nas interações, interesses e curiosidades dos alunos, além da contextualização das áreas de conhecimento aos elementos da realidade local de cada município e região.
Desde o seu lançamento, a iniciativa já alcançou, no território brasileiro, mais de 4 milhões de crianças e adolescentes, envolvendo mais de 200 mil educadores. Somente em 2022, mais de 40 mil educadores participaram do Programa, impactando mais de 506 mil alunos de 575 municípios.
A Fundação Sicredi tem o propósito de manter viva a essência do cooperativismo na cultura do Sicredi por meio das iniciativas educacionais, sociais, culturais e sustentáveis. Suas iniciativas e programas são voltados para gerar impacto positivo aos associados e nas comunidades.
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.400 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros.
Agência: HOC – House of Creativity Direção de Criação: Carlos Farneda Criação: Renata Leiria, Thiago Borges, Alberto Ourique, Manoela Bandinelli, André Uberti e Renan Brasil Atendimento: Mônica Sosnoski, Cristiane Sinhorelli, Gabriela Wolffenbuttel e Christiane Lautert Produção: Alessandra Santos
Mídia: Mariah Oliveira
Produtora de vídeo: Cuka Filmes
Direção de cena: Claudio Catota
Direção de fotografia: Rubens Angelotti
Direção de produção: André Mello
Direção de pós-produção: David de Lima
Produção executiva: Leonardo de Souza
Diretor comercial: Antônio Martendal
Atendimento: Marta Koetz
Coordenação de pré-produção: Priscilla Moraes
Coordenação de pós-produção: Jéssica Pereira
Direção de arte: Eve Lise Machado
Contrarregra: Rafael Dias
Assistente de arte: Rodrigo Pacheco
Produtora de locações: Beatriz Boleman
Assistente de câmera: Jorge Bauer
Operador de som direto: Israel Manerich
Maquinaria: Alexandre Miranda e Rafinha Miranda
Eletricista: Amarildo Ribeiro
Catering: Angélica Mari Beutler
Styling: Manuela Matias
Beauty: Luciana Enderle
Elenco: Parler
Montagem: Alan Carvallho e André Mello
Color: Alan Carvallho
Finalização: David de Lima
Áudio: Coletivo 4″33″
Produção: Andrio Barbosa, Brenno Di Napoli, Thiago Grün e Valmor Pedretti Jr.
Pela primeira vez no carnaval de São Paulo, o polígamo Arthur Medeiros, de 37 anos, vai desfilar pelo grupo especial paulistano acompanhado de suas seis mulheres. O modelo e influenciador brasileiro, também conhecido como Arthur O Urso, ganhará destaque no segundo carro da agremiação Barroca da Zona Sul, que levará para avenida o enredo sobre os indígenas Guaicurus.
Faltando um mês para a folia, o influencer vem se dedicando em aprender o samba-enredo e aproveita o tempo livre para treinar o samba no pé na companhia das esposas.
— Estamos nos preparando intensamente. Usamos o tempo juntos em casa para aprender o samba-enredo e em muitos momentos treinar o samba. Não queremos passar vergonha. Estou engatinhando na dança, mas estou rodeado de esposas me ensinando. Vai ser legal e desafiador — brinca o modelo.
Arthur conta ainda que, a expectativa para o carnaval paulista é uma mistura de “euforia” e “medo” , principalmente, pela receptividade das pessoas. E relembra quando teve o muro de casa pichado, em João Pessoa, no ano passado.
— Hoje, posso dizer que estamos preparados pra essa eventualidade. Superamos tudo o que passou no ano passado com as pichações no muro e etc. E então, decidimos juntos aceitar esse grande desafio. Até porque seremos a primeira família poligâmica a desfilar na história do carnaval. É um mix de euforia e medo com relação a receptividade das pessoas. — ressalta Arthur, que diz já ter recusado outros convites com receio da exposição.
Sem dar muitos detalhes sobre como será sua fantasia, Arthur revelou que o segundo carro da escola verde rosa, representará a corte brasileira.
Urso ganhou notoriedade após a repercussão internacional de seu casamento com oito mulheres em São Paulo. O caso foi publicado em tabloides como “Daily Mail”. Sua história chamou atenção por ter desejado aumentar a família, numa decisão tomada em conjunto com sua primeira mulher, Luana Kazaki, no que Arthur descreveu como um “protesto contra a monogamia”.
O modelo brasileiro, que chegou a ter nove esposas, atualmente está casado com seis. A separação mais recente ocorreu em outubro do ano passado.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anunciou nesta terça-feira (17/01) a criação do Observatório Nacional da Violência contra Jornalistas, para monitorar casos de ataques à categoria. O anúncio aconteceu um dia após o ministro se reunir com a presidenta da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Samira de Castro, os diretores do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal (SJPDF), Silvio Luiz Vasconcellos de Queiroz e Cristiane Silva Sampaio, e a presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Katia Brembatti.
“Acolhendo o pedido das entidades sindicais dos jornalistas, vamos instalar no Ministério da Justiça o Observatório Nacional da Violência contra Jornalistas, a fim de dialogar com o Poder Judiciário e demais instituições do sistema de justiça e de segurança pública”, escreveu Dino em sua conta no Twitter.
No encontro, que aconteceu na segunda-feira (16/01), no Palácio da Justiça, em Brasília, Dino se solidarizou com os jornalistas e colocou a pasta à disposição das entidades de classe que representam os jornalistas. O objetivo é cessar a onda de violência contra os profissionais em todo o Brasil. A reunião contou com a participação do interventor federal da Segurança Pública no DF, Ricardo Cappelli, também jornalista e secretário-executivo do MJSP, e do secretário Nacional de Segurança Pública (Senasp), Tadeu Alencar.
Para o ministro, o que houve com a imprensa no dia 8 de janeiro, nos ataques terroristas às sedes dos Três Poderes em Brasília, se encaixa no escopo de comportamentos antidemocráticos, uma vez que um jornalista é atacado não é o ataque a uma pessoa, mas ao que ela representa, sendo que o jornalismo é essencial para a democracia.
“Quando o jornalismo é atacado, é um sinal inequívoco de que a democracia está sob ataque. Foi muito importante prestar nosso apoio integral à atividade profissional de jornalismo e aos jornalistas, além de nos colocar à disposição para apurar todo tipo de violência sofrida pelos profissionais de comunicação no Brasil”, completou Ricardo Cappelli.
Para a presidenta da FENAJ, Samira de Castro, a iniciativa do MJSP tem um significado muito representativo. “Mostra que a gente sai de um período de quatro anos, sem nenhum diálogo com o Governo Federal, para um período em que temos a possibilidade de construir medidas concretas para garantir o livre exercício do jornalismo no país”, observou.
A FENAJ apresentou uma série de propostas ao ministério para o fortalecimento da atividade jornalística. Entre elas, está a realização de uma campanha com as forças de segurança nos estados para a compreensão da sociedade sobre o papel dos jornalistas, bem como o respeito e a necessidade de garantir a liberdade de imprensa. “Essa é apenas uma das propostas, mas, sem dúvida, é uma das mais importantes que a gente pode tentar viabilizar de uma forma muito concreta a partir de agora”, disse Samira de Castro.
A presidente da Abraji, Katia Brembatti, considera que essa abertura é importante para que o governo reconheça que os ataques sofridos pelos jornalistas não são comuns. “É uma violência política e direcionada a uma categoria profissional”, destacou.
Segundo Brembatti, a expectativa é que a partir do compromisso do MJSP, os casos de violência contra os jornalistas sejam investigados com rigor e que as perseguições diminuam. “Para isso acontecer, são várias as iniciativas que precisam ser tomadas, entre elas, o reconhecimento de que a imprensa é parte dessa estrutura democrática, além da conscientização de que é inaceitável qualquer tipo de violência contra os profissionais de comunicação”, sugeriu a presidente da Abraji.
Prova será aplicada dia 5 de março em sete capitais e no DF
Estão abertas as inscrições a partir de hoje (16), para a primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2023.
Sendo assim, os interessados em participar do exame têm até o dia 20 para se inscrever por meio do Sistema Revalida. O valor da taxa ficará R$410,00 e deverá ser pago até o dia 26 por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU).
A prova será aplicada no dia 5 de março em Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio Branco (AC), Salvador (BA) e São Paulo (SP).
De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), é liberado prova de Residência Médica a profissionais brasileiros ou estrangeiros em situação legal no Brasil, que tenham diploma de graduação em medicina expedido por instituição de educação superior estrangeira, reconhecida no país de origem ou órgão equivalente.
O exame terá uma etapa teórica e outra prática que abordam, de forma interdisciplinar, as cinco grandes áreas da medicina: clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria e medicina da família e comunidade (saúde coletiva).
Sendo que a primeira etapa (teórica) é formada pela avaliação escrita, com a aplicação de duas provas: uma objetiva, composta por 100 questões de múltipla escolha, e outra discursiva, com cinco questões, e quem obteve boas notas do Enem terá facilidade em concluir a avaliação escrita.
Sendo aprovado na primeira etapa estará apto para se submeter à avaliação prática. O edital com o cronograma para a realização da segunda etapa ainda será divulgado pelo Inep.
Aplicado desde 2011, o Revalida tem por objetivo subsidiar a revalidação, no Brasil, do diploma de graduação em medicina expedido no exterior. O exame avalia as habilidades, competências e os conhecimentos necessários para primeiro emprego e exercer o profissional adequado aos princípios e necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
Instituição financeira cooperativa agora conta com 6,4 milhões de associados
O Sicredi, instituição financeira cooperativa com atuação em todos os estados e no Distrito Federal, conquistou mais de 1 milhão de novos associados em 2022, totalizando mais de 6,4 milhões de pessoas. O dado representa um aumento de 15% na base de associados em comparação ao fechamento de 2021.
O crescimento da base de associados foi impulsionado pela atuação das mais de 105 cooperativas de crédito que integram o Sicredi, as quais buscaram proporcionar a melhor experiência e relacionamento próximo aos associados a partir da disponibilização de canais físicos e digitais. Para isso, a instituição investe continuamente na ampliação e qualificação do portfólio de soluções digitais e ao mesmo tempo na sua rede de agências físicas.
Com a chegada ao estado de Roraima em abril de 2022, o Sicredi passou a atuar em todas as unidades federativas do Brasil. Atualmente são 2.439 agências no país, sendo que 250 delas foram abertas este ano. Em mais de 200 municípios brasileiros, o Sicredi é a única instituição financeira fisicamente presente.
Os canais digitais do Sicredi também têm contribuído bastante para a expansão e para a adesão de novos associados a partir da possibilidade de uma jornada mais digital. Atualmente o aplicativo do Sicredi é um dos mais bem avaliados entre as instituições financeiras nas principais lojas.
“O cooperativismo de crédito é regido por um propósito genuíno de apoiar as pessoas na sua vida financeira e de gerar prosperidade nas regiões de atuação. A vinda de mais de um milhão de novos associados apenas em 2022 nos enche de orgulho, pois demonstra o quanto a sociedade está receptiva a esse modelo de negócio que é baseado na cooperação e no interesse pela comunidade, gerando uma cadeia de valor que beneficia a todos”, contextualiza Odair Dalagasperina, diretor-executivo de Produtos e Negócios do Sicredi.
“Quem se associa à uma cooperativa têm todas as soluções financeiras que necessita e, além disso, tem voz e participação nos resultados da sua cooperativa e apoia na realização de programas e iniciativas sociais que contribuem para o desenvolvimento de todas as regiões do Brasil”, complementa.
Um estudo realizado em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), chegou à conclusão de que o cooperativismo gera incremento mensurável nos municípios. “Onde há presença de uma cooperativa de crédito, em comparação com onde não há, o PIB é superior em 5,6%, são criadas 6,2% mais vagas de trabalho formal e o número de estabelecimentos comerciais cresce em 15,7%, estimulando, portanto, o empreendedorismo local”, destaca Odair.
Cooperativismo de crédito no Brasil e no Mundo
De acordo com dados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), atualmente existem 763 cooperativas de crédito no Brasil, atendendo 13,9 milhões de associados e empregando diretamente quase 90 mil pessoas. Os ativos totais delas atingem R$ 518,8 bilhões, e as operações de crédito ultrapassam os R$ 258 bilhões. Somadas as cooperativas de crédito têm 7,9 mil agências.
No mundo, de acordo com o relatório de 2021 do Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito), são mais de 393 milhões de associados às quase 90 mil cooperativas de crédito existentes. Enquanto a média mundial de penetração do cooperativismo de crédito é de 12,69%, a América Latina ultrapassa os 16%.
O vice-governador Barbosinha e o chefe da Casa Civil, Eduardo Rocha, compareceram nesta quinta-feira (05) a posse da nova ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. A cerimônia ocorreu no Salão Nobre do Palácio do Planalto, em Brasília.
Representando o governador Eduardo Riedel, Barbosinha afirmou que a posse da nova ministra será importante para o Estado. “O Governo de Mato Grosso do Sul se sente prestigiado, com a presença da Simone Tebet como ministra do Brasil. Muito importante para o Estado pelo trabalho que ela vai fazer lá em Brasília, pela interlocução que ela terá para alavancarmos grandes projetos de investimento para nosso Estado”, afirmou.
Barbosinha também elogiou o discurso sobre os planos para o orçamento. “O discurso dela foi importante, não há país rico se esta riqueza não for compartilhada com as pessoas mais pobres. Não adiantar ter grandes obras, se a pessoa sente fome. O recado que foi dado é que o orçamento será inclusivo e participativo. Todos estarão incluídos, as grandes obras, as ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos e sobretudo estarão inseridas as pessoas”.
Vice-governador Barbosinha, ex-presidente José Sarney e chefe da Casa Civil, Eduardo Rocha, durante cerimônia (Foto: Divulgação)
O chefe da Casa Civil, Eduardo Rocha, que é esposo de Simone Tebet, destacou que mais uma vez o Estado vira destaque nacional. “A Simone (Tebet) não será ministra de qualquer pasta, e sim do Planejamento e Orçamento. Mais uma vez uma grande satisfação ao Estado, ter alguém que vai planejar o futuro e que pode também ajudar Mato Grosso do Sul. Temos interesses legítimos nesta interlocução, como obras de infraestrutura, entre elas a fábrica de fertilizantes (Três Lagoas) que está 80% pronta”.
Simone Tebet durante posse como Ministra do Planejamento e Orçamento (Foto: Divulgação)
A nova ministra afirmou que as ações da pasta serão fundamentais para levar desenvolvimento ao País. “Passou da hora de dar visibilidade aos invisíveis, seguindo o que está previsto no plano de governo. Estaremos prontos para apresentar os melhores diagnósticos para o Brasil, e os melhores caminhos ao País. Com objetivos e metas bem definidas, tendo avaliações periódicas”, afirmou.
A posse de Simone Tebet teve a presença do vice-presidente, Geraldo Alckmin, ministros, senadores e parlamentares. Nascida em Três Lagoas, a nova ministra é mestre em Direito, professora universitária, já exerceu os cargos de prefeita (Três Lagoas), deputada estadual, vice-governadora do Estado e senadora da República.
Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de Mato Grosso do Sul Fotos: Divulgação