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Bela Vista-MS Sábado, 20 de Junho de 2026
Comitê Mulher da Sicredi Centro-Sul MS/BA promove primeiro encontro do ano no próximo sábado

Comitê Mulher da Sicredi Centro-Sul MS/BA promove primeiro encontro do ano no próximo sábado

Também estarão presentes no evento integrantes do Comitê Mulher da Bahia, a artista e gestora cultural,Társila Bonelli, e a consultora e socióloga, Gisele Gomes

 No próximo sábado, 9 de março, a Sicredi Centro-Sul MS/BA – instituição financeira cooperativa – vai promover o primeiro encontro de 2024 do Comitê Mulher, que terá como tema de aprendizagem do primeiro módulo a “Comunicação, desinibição e oratória”. O evento será realizado no Kikão Restaurante, das 8h às 16h.

Uma das palestrantes do dia, a artista e gestora cultural Társila Bonelli, vai aplicar técnicas e metodologiasvoltadas para o falar em público e ensinar, por meio de estratégias diferenciadas,para que todospossam desbloquear seus talentos. Já a gaúcha Gisele Gomes, consultora do Sicredi e socióloga, conduzirá os trabalhos do dia juntamente com a assessora de desenvolvimento do cooperativismo da Sicredi Centro-Sul MS/BA, Mirtes Moreno.

Cerca de 40 mulheres estarão presentes, todas integrantes do Comitê Mulher da Cooperativa que foi criado em 2022, com intuito de formar lideranças femininas para exercerem a gestão em todos os níveis da organização e dos negócios. A proposta integra também o programa nacional do Sicredi que discute e amplia a participação feminina, em âmbito global, no mundo do cooperativismo.

Este ano, as membras do Comitê Mulher da Sicredi Centro-Sul MS/BA já participaram do Clube do Livro e de formações da Plataforma Crescer Mulher, além de elaborarem regulamentos e outras formalidades necessárias para a execução da proposta. Segundo a assessora de desenvolvimento do cooperativismo, Mirtes Moreno, as ações se estendem também para o desenvolvimento de políticas e práticas destinadas a garantir a igualdade e o respeito nas relações de trabalho, incorporando o tema também aos negócios de todas as membras.

Para o presidente da Sicredi Centro-Sul MS/BA, Paulo Roberto Neves, a atuação do Comitê Mulher é abrangente, com um plano de ação claro e objetivo que tem como base os direcionadores de sustentabilidade do Sicredi, que são o relacionamento e cooperativismo; o desenvolvimento local e as soluções responsáveis. “A ideia é congregar mulheres a uma causa maior, que é a igualdade de gênero para uma sociedade mais justa e próspera”.

Sobre a Sicredi Centro-Sul MS/BA

A Sicredi Centro-Sul MS/BA é uma instituição financeira cooperativa que possui 49 agências e área de atuaçãoem 38 municípios do Mato Grosso do Sul e 54 municípios da Bahia. A Cooperativa oferece mais de 300 soluções para o seu dia a dia e para o dia a dia do seu negócio, te envolvendo nas decisões, fortalecendo a região onde atua, dividindo os resultados.

O atendimento a todo associado é feito presencialmente, via WhatsApp (51) 3358-4770 ou pelos telefones 3003-4770 ou 0800 724 4770.

Conheça a Cooperativa pelo site www.sicredi.com.br/home e pelas redes sociais no Instagram @sicredicentrosulmsba e no Facebook @SicrediCentroSulMSBA

 

 

 

Humap é um dos hospitais da Rede Ebserh que atende pacientes com doenças raras

Humap é um dos hospitais da Rede Ebserh que atende pacientes com doenças raras

Brasília (DF) – O Dia Mundial das Doenças Raras é comemorado em 28 ou 29 de fevereiro (quando o ano é bissexto). O objetivo da data é aumentar a conscientização e gerar mudanças para as pessoas em todo o mundo que vivem com uma doença rara, suas famílias e cuidadores. São consideradas doenças raras (DRs) aquelas que afetam 65 de cada 100 mil indivíduos. Na rede dos 41 hospitais administrados pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), há atendimento para as DRs através do Sistema Único de Saúde (SUS).

Mundialmente, há cerca de 7 mil doenças raras descritas, sendo 80% de origem genética e 20% de causas infecciosas, virais ou degenerativas. Em 2014, o Ministério da Saúde (MS) estabeleceu a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras (PNAIPDR) no âmbito do SUS. O objetivo é reduzir a mortalidade, contribuir para a redução da morbimortalidade e das manifestações secundárias, e a melhoria da qualidade de vida das pessoas, por meio de ações de promoção, prevenção, detecção precoce, tratamento oportuno, redução de incapacidade e cuidados paliativos.

No Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Humap-UFMS), os pacientes com DRs são atendidos em diversas especialidades médicas, mas todos passam pelo Serviço de Terapia Infusional (mais conhecido como Pulsoterapia), conforme informou o nefrologista pediátrico Oreste Ângelo Ferra Neto, chefe da Unidade da Criança e do Adolescente e membro do Comitê de Doenças Raras da Sociedade Brasileira de Nefrologia.

Oreste atende principalmente os casos de Síndrome Hemolítico Urêmica Atípica (SHUa), doença caracterizada principalmente por início agudo com anemia hemolítica microangiopática (destruição dos glóbulos vermelhos e plaquetas), trombocitopenia e nefropatia. A SHUa pode acometer indivíduos de qualquer idade, mas são as crianças entre 1 e 10 anos de idade as mais atingidas. O médico destacou alguns fatos sobre os indivíduos com DRs: “São 300 milhões de pessoas afetadas mundialmente, maior que a população do Brasil; 13 milhões de pessoas com doenças raras no Brasil, maior que a população da cidade de São Paulo; 75% das doenças raras afetam crianças, e um terço delas não atingem cinco anos de vida”.

Em Aracaju, o Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS) também oferece tratamento para doenças raras. A médica Ângela Leal, especialista em endocrinologia e metabologia, explicou que há atendimento para DRs no Serviço de Neuroendocrinologia, para pacientes com acromegalia, hiperplasia adrenal congênita, doença de Cushing, doença de Addison, hipotuititarismo, e neoplasias endócrinas múltiplas.

O Hospital tem atendimento também no âmbito das doenças ósseas e possui um ambulatório de Hipotireoidismo Congênito, onde é feito o teste do pezinho em bebês, para se obter um diagnóstico precoce e tratamento da doença, além de outros ambulatórios na endócrino-pediatria. “O acompanhamento dos pacientes no HU-UFS ocorre por meio de consultas regulares. O tempo entre as consultas depende da gravidade do quadro da doença, podendo ser anualmente, mensalmente ou com uma frequência até maior”, disse Ângela Leal.

No Hospital Universitário Professor Alberto Antunes, da Universidade Federal de Alagoas (HUPAA-Ufal), de acordo com o médico geneticista Marshall Italo Barros Fontes, os pacientes com doenças raras são referenciados da atenção primária e de outras especialidades médicas, através de consultas reguladas pelo gestor local do SUS, contemplando todas as faixas etárias e todo o estado de Alagoas. Como o HUPAA não está habilitado como Centro de Referência em Doenças Raras, o atendimento e acompanhamento dos pacientes segue o fluxo interno do hospital e do SUS, além das particularidades de cada subgrupo de patologia.

Enfrentando um diagnóstico de doença rara

Receber um diagnóstico de uma doença rara não é fácil, foi o que vivenciou Edilaine Pires Matucheski Ribeiro, mãe de uma paciente atendida no Humap-UFMS, portadora de Síndrome Hemolítica Urêmica Atípica (SHUa). “Foi o pior dia de minha vida! Me senti sem chão e fiquei com muito medo de perder minha filha. Ela estava com apenas 5 anos de vida, hoje está com 12 anos e é uma mocinha linda”.

Edilaine não tinha conhecimento sobre a existência da doença de sua filha e enfatizou que o apoio da família para enfrentar essa situação foi fundamental: “É um momento muito difícil e estar com pessoas que amamos faz toda diferença”. Sua filha é acompanhada no Humap desde o diagnóstico, realizando exames e recebendo infusão de medicação na Pulsoterapia. “Graças a Deus a doença está sendo controlada!”, finalizou Edilaine.

Por fim, Edilaine deixa uma mensagem para os pais que passam pela mesma situação: “Diagnóstico não é sentença! Temos que reaprender a viver de acordo com uma nova realidade. Receber um diagnóstico não significa o fim de tudo, e sim de acolher, apoiar e respeitar o próximo. Olhar para a vida com uma nova perspectiva. Estar vivo é o mais importante de tudo”.

Desafios para o paciente

O Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG) atende diferentes doenças raras, sendo a maioria delas de causa genética. Para a neuropediatra Juliana Gurgel, coordenadora do Ambulatório de Doenças Neuromusculares da Infância e Adolescência do HC, de uma forma geral, o grande desafio para o paciente com uma doença rara é a jornada de passar em diferentes médicos e serviços que não estão preparados para este atendimento, podendo atrasar o diagnóstico e, eventualmente, um tratamento mais específico. “A falta ou atraso no diagnóstico correto gera um grande impacto emocional no paciente e na família, que muitas vezes se sentem perdidos e sem direcionamento”, explicou.

De acordo com Juliana, que também é professora titular da Pediatria (UFMG) e atual presidente da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil, algumas DRs podem ter um tratamento específico, como é o caso da Atrofia Muscular Espinhal (AME) – que atualmente é tratada com medicamentos que podem modificar a história natural da doença. “A AME foi incluída na triagem neonatal do estado de Minas Gerais, pois se o paciente iniciar o tratamento antes de ter sinais e sintomas da doença, poderá ter um desenvolvimento normal. Assim também, outras doenças, como alguns erros inatos do metabolismo, quando identificadas na triagem neonatal podem ser tratadas sem o paciente apresentar sinais da doença”, falou Juliana.

Para o geneticista Marshall Italo, embora tenham ocorrido recentes avanços com incorporação de tecnologias para diagnóstico e medicamentos para tratamento, possibilitando crescente conhecimento sobre as doenças raras, “para grande parcela das DRs, o tratamento ainda é inexistente. Para outras, existem medicamentos de alto custo que vêm sendo incorporados no âmbito do SUS. Sem dúvidas, é imperativo que mais hospitais da rede SUS sejam habilitados, para que possam minimizar as diferenças de acesso e tratamento a esse importante grupo de pessoas”, disse Marshall.

Sobre a Ebserh

Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 41 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.

Redação: Rosenato Barreto, com edição de Danielle Campos
Coordenadoria de Comunicação Social da Ebserh

Saúde e Vigilância Sanitária
Haddad testa positivo para covid-19

Haddad testa positivo para covid-19

Obministro da Fazenda, Fernando Haddad, testa positivo para covid-19. Ele se sentiu indisposto na noite de ontem (25/2) e realizou testagem. Seu estado de saúde é melhor hoje, apesar do diagnóstico positivo, segundo sua assessoria.

Devido à doença, sua participação presencial nos compromissos do G20 em São Paulo, ao longo da semana, poderá ficar comprometida. No entanto, Haddad presidirá as reuniões previstas para os dias 28 e 29 de fevereiro de forma virtual. Haverá participações presenciais do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e do secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan.

Fonte: Agência Brasil

Projeto coíbe assédio de bancos com oferta de crédito por telefone

Projeto coíbe assédio de bancos com oferta de crédito por telefone

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) apresentou um projeto de lei para coibir o assédio de bancos com a oferta de empréstimos. O PL 133/2024 proíbe o uso de ligações, mensagens eletrônicas e publicidade direcionada para o oferecimento de crédito a consumidores que não desejam ser incomodados.

O projeto também estabelece a criação de cadastro centralizado de consumidores com o objetivo de impedir o assédio. Para inclusão no cadastro, as pessoas físicas deverão manifestar sua vontade aos bancos de não receber as ofertas por fornecedores de produtos e serviços financeiros.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a ABBC (Associação Brasileira de Bancos) já criaram uma plataforma com esse objetivo. A “Não perturbe” restringe as ligações de ofertas por parte de empresas de telefonia, internet, TV por assinatura e bancos. Segundo Damares, a aprovação do projeto dará “força de lei” para a iniciativa.

“O presente projeto, além de consolidar essas disposições em lei e expandir sua incidência para outras operações, também obriga os bancos a informar aos seus clientes, efetivos ou potenciais, acerca da existência do cadastro e a fazer a inscrição daqueles que manifestarem desejo nesse sentido. Com isso, aumenta-se a efetividade do cadastro proposto sem acarretar transtornos às pessoas”, apontou a senadora.

Damares pondera que o fornecimento de crédito é importante ao desenvolvimento econômico, mas diz que as instituições usam “estratégias agressivas e desrespeitosas para expandir sua base de clientes”.

A senadora destaca que a cada 10 minutos um aposentado é vítima de estelionatários no Brasil e a fonte da maioria dos golpes é o empréstimo consignado. Somente em 2023, os Procons registraram aproximadamente 75 mil queixas relacionadas ao empréstimo consignado. Um crescimento de 28% em relação ao ano anterior.

“O presente projeto busca dar maior segurança e efetividade aos direitos do consumidor, em especial os hipervulneráveis, como alguns aposentados, pensionistas e outros beneficiários de políticas públicas”, reforça a senadora ao justificar o projeto.

A proposta será analisada pela Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC).

Fonte: Agência Senado

Laguna Carapã adere ao Programa A União Faz a Vida da Sicredi Centro-Sul MS/BA

Laguna Carapã adere ao Programa A União Faz a Vida da Sicredi Centro-Sul MS/BA

 Acordo de Cooperação entre Cooperativa e Secretaria Municipal de Educação estende proposta para todas as escolas da rede

A Sicredi Centro-Sul MS/BA – instituição financeira cooperativa – e a Prefeitura de Laguna Carapã, por intermédio da Secretaria Municipal de Educação, assinaram Acordo de Cooperação para o desenvolvimento do Programa A União Faz a Vida (PUFV) no município, estendendo as ações para todas as escolas da rede municipal de ensino. O programa do Sicredi tem mais de 27 anos de história e é um grande parceiro do professor em sala de aula.

A assinatura do Acordo de Cooperação aconteceu depois da palestra voltada aos professores, trabalhadores e gestores da educação do município, intitulada “Os valores que nos movem: a cooperação no centro de nossas ações”, ministrada pelo doutor em Educação, Rafael Pressoto. A palestra aconteceu no dia 15 de fevereiro, no Centro Social de Múltiplo Uso, Olinto Cassol.

Só no ano passado, o PUFV impactou mais de 1500 estudantes de oito cidades da área de atuação da Sicredi Centro-Sul MS/BA, incluindo Deodápolis, Ivinhema, Tacuru, Sete Quedas, Amambai, Itaquiraí, Dourados e Laguna Carapã. Os trabalhos desenvolvidos nessas localidades envolveram 90 professores de 20 escolas da rede pública. A proposta contribui com uma educação que ultrapassa os limites da escola, abrangendo também o bairro, a família, os amigos, ou seja, a comunidade fazendo com que esse aluno perceba o ambiente em que vive como espaço de aprendizagem.

Para o presidente da Sicredi Centro-Sul MS/BA, Paulo Roberto Neves, o PUFV se consolidou como um importante programa de apoio à educação pela sua efetividade e por possuir temas articulados com o conhecimento escolar. “O Programa possibilita aos professores a construção de saberes globalizados e isso é levado para a sala de aula, para o aprendizado com os estudantes. A prática do cooperativismo nas escolas desperta para novas atitudes e para um cidadão mais cooperativo e participativo. Dessa forma, o Sicredi contribui com o desenvolvimento de metodologias ativas, onde o estudante torna-se protagonista no ambiente escolar”, enfatizou o presidente.

Sobre a Sicredi Centro-Sul MS/BA

A Sicredi Centro-Sul MS/BA é uma instituição financeira cooperativa que possui 49 agências e área de atuaçãoem 38 municípios do Mato Grosso do Sul e 54 municípios da Bahia. A Cooperativa oferece mais de 300 soluções para o seu dia a dia e para o dia a dia do seu negócio, te envolvendo nas decisões, fortalecendo a região onde atua, dividindo os resultados.

O atendimento a todo associado é feito presencialmente, via WhatsApp (51) 3358-4770 ou pelos telefones 3003-4770 ou 0800 724 4770.

Conheça a Cooperativa pelo site www.sicredi.com.br/home e pelas redes sociais no Instagram @sicredicentrosulmsba e no Facebook @SicrediCentroSulMSBA

 

Em parceria com a Sudeco, UFMS apresenta Plano de Desenvolvimento e Integração da Faixa de Fronteira do Centro-Oeste

Em parceria com a Sudeco, UFMS apresenta Plano de Desenvolvimento e Integração da Faixa de Fronteira do Centro-Oeste

Na próxima segunda-feira (26), a partir das 9h30, a Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) apresentará o Plano de Desenvolvimento e Integração da Faixa de Fronteira do Centro-Oeste (PDIF) à Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco). O evento ocorrerá na reitoria da Universidade, no Campus de Campo Grande.

O projeto de pesquisa desenvolvido com recursos da Sudeco, por meio do Termo de Execução Descentralizada (TED) nº 12/2022, e em parceria também com a Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), está vinculado ao Programa de Pós-graduação (PPG) em Estudos Fronteiriços (UFMS) e ao PPG Geografia (UNEMAT).

Um dos principais objetivos da parceria é a definição de estratégias para promoção do desenvolvimento regional e urbano, melhorando a qualidade de vida da população dos municípios da fronteira de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, além de fortalecer relações com outros estados e países vizinhos, como a Bolívia e o Paraguai, por exemplo.

O estudo seguirá sete eixos de atenção: segurança pública, saúde, infraestrutura e logística, educação, desenvolvimento econômico, turismo e meio ambiente. A Faixa de Fronteira é um dos pontos de destaque abordados pela Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), e utiliza recursos dos fundos constitucionais e de desenvolvimento.

Assessoria de Comunicação – Ascom