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Prêmio Estácio de Jornalismo: faltam 10 dias para o término das inscrições da edição 2015

Prêmio Estácio de Jornalismo: faltam 10 dias para o término das inscrições da edição 2015

premioestacio2015Serão distribuídos R$ 125 mil para as melhores reportagens veiculadas sobre o ensino superior

O Prêmio Estácio de Jornalismo – edição 2015 está com as inscrições abertas até o dia 11/06. Cada jornalista pode inscrever até cinco reportagens com o tema Ensino Superior. O prêmio é hoje o único em nível nacional dedicado exclusivamente a esta temática. Veículos de imprensa de todo o Brasil podem concorrer nas mídias TV, Rádio, Internet e Impresso, tanto na modalidade Nacional, quanto na Regional. São elegíveis reportagens que tenham sido publicadas ou veiculadas pela primeira vez entre os dias 11 de junho de 2014 e 10 de junho de 2015.

Ao longo dos cinco anos de existência, o Prêmio Estácio de Jornalismo vem demonstrando um crescimento expressivo tanto na quantidade de reportagens inscritas quanto na qualidade dos conteúdos produzidos pelos jornalistas. Até o momento, o prêmio registrou a participação de mais de 500 jornalistas e profissionais de imprensa, que inscreveram um total de 761 reportagens veiculadas em 21 estados e no Distrito Federal. Foram 103 premiados, entre concorrentes individuais e equipes. Em função do sucesso e de sua grande repercussão, a Estácio aumentará o valor global da premiação, chegando este ano a R$ 125 mil.

Para o presidente da Estácio, Rogério Melzi, o grande legado do Prêmio é associar de forma inequívoca educação e imprensa livre. “Através deles, podemos mudar verdadeiramente o país e ajudar a fazer um Brasil melhor, mais justo e mais desenvolvido.”

Criado em 2011, o Prêmio Estácio de Jornalismo tem o objetivo de fomentar a produção pela imprensa de matérias jornalísticas que abordem o Ensino Superior no Brasil, de forma a ampliar o debate e a importância do tema para o desenvolvimento do país.
INSCRIÇÕES E PREMIAÇÃO

A pedido dos candidatos que participaram das últimas edições, a Estácio criou, ainda em 2014, uma plataforma online de inscrição para facilitar a participação dos jornalistas. É possível fazer o upload de matérias sem necessidade de enviar o material pelo Correio. Na edição 2014, 98% das reportagens foram encaminhadas através da plataforma de inscrição online, mostrando que além de prático, o processo é seguro e rápido. Mas aqueles que optarem por enviar suas reportagens pelo Correio poderão fazê-lo da mesma forma. Os dois formatos de envio serão igualmente aceitos.

As inscrições pela internet só poderão ser efetuadas até 23h59 do dia 11 de junho de 2015. A partir deste horário o sistema vai bloquear qualquer intenção de inscrição. Já a data limite de postagem ou entrega do material é 11 de junho de 2015, lembrando que cada reportagem inscrita pelo Correio deve ser acompanhada de uma ficha de inscrição (disponível no site do Prêmio Estácio de Jornalismo) e do arquivo digital (gravado em CD ou DVD). Cada concorrente poderá inscrever até 5 (cinco) reportagens.

Como nas duas edições anteriores, o Prêmio Estácio de Jornalismo irá atribuir à melhor reportagem produzida no ano sobre o ensino superior um prêmio principal. Todos os trabalhos finalistas, independentemente da categoria em que estiverem inseridos, concorrerão ao prêmio máximo, o “Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2015”.

Os R$ 125 mil distribuídos entre os nove vencedores, serão divididos entre duas modalidades: Nacional e Regional, e estas divididas nas categorias Impresso (Jornal e Revista), Televisão, Rádio e Internet. Na modalidade Nacional, o prêmio para cada vencedor será no valor bruto de R$ 15 mil. Na modalidade Regional, o prêmio para cada vencedor será no valor bruto de R$ 10 mil. O vencedor do prêmio principal, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2014, receberá a quantia bruta de R$ 25 mil. Todos receberão certificado e troféu alusivos à premiação.

JULGAMENTO

A apreciação das reportagens será realizada em três etapas:
Na primeira etapa, uma comissão da Estácio ficará encarregada de fazer uma pré-seleção dos trabalhos. Caberá a esta comissão averiguar se os trabalhos inscritos seguem os critérios definidos pelo regulamento.

As reportagens que atenderem aos critérios do regulamento serão encaminhadas para a Comissão de Seleção. Esta comissão será integrada por professores universitários de Jornalismo da Estácio, com atuação no mercado de trabalho em várias partes do país, que terão seus nomes e currículos divulgados ao longo do processo. Caberá a eles indicar os 3 (três) finalistas de cada categoria (Impressa, TV, Rádio e Internet), nas modalidades Nacional e Regional.

Na terceira e última etapa, uma Comissão de Premiação, composta por formadores de opinião de projeção nacional, como ocorreu nas quatro primeiras edições do prêmio, terá a função de indicar os vencedores do Prêmio Estácio de Jornalismo – edição 2015 em cada categoria e também o vencedor do prêmio principal, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2015. Os membros da Comissão de Premiação também serão conhecidos e divulgados ao longo do processo.

RESULTADOS

Os finalistas terão seus nomes divulgados em agosto e o anúncio dos vencedores será feito durante solenidade, em setembro, em lugar e data a serem divulgados oportunamente. Só nesta data serão divulgados os nomes dos vencedores.

SERVIÇO

Inscrições: até 11 junho de 2015
Reportagens elegíveis: Publicadas/veiculadas entre 11 de junho de 2014 e 10 junho de 2015
Website: www.premioestaciodejornalismo.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa

Brasileiro consome 5,2 litros de agrotóxico por ano, alertam ambientalistas

O Brasil é campeão mundial no uso de agrotóxicos, cabendo a cada brasileiro o consumo médio de 5,2 litros de veneno agrícola por ano.

O dado foi divulgado dia (3) por ambientalistas, quando é celebrado o Dia Internacional da Luta contra os Agrotóxicos.

A data lembra a tragédia ocorrida há 30 anos, na cidade de Bhopal, na Índia, quando uma fábrica da Union Carbide, atual Dow Chemical, explodiu, liberando toneladas de veneno no ar, matando nas primeiras horas 2 mil pessoas e vitimando de forma fatal outras milhares nos dias seguintes.

A data foi lembrada em diversas cidades brasileiras. No Rio de Janeiro foi organizado um protesto, na Cinelândia, em frente à Câmara de Vereadores. O integrante da coordenação nacional da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida Alan Tygel criticou o modelo agrícola brasileiro, dirigido à exportação e altamente dependente de agrotóxicos.

“Nós, aqui no Brasil, estamos desde 2008 na liderança como os maiores consumidores de agrotóxicos no mundo. Isso por conta do modelo adotado pelo país, do agronegócio.

O Brasil se coloca no cenário mundial como exportador de matérias primas básicas, sem nenhum valor agregado, como é o caso da soja, do milho e da cana.

São produtos que ocupam a maior parte da área agricultável brasileira, à medida em que a superfície para alimentos básicos vem diminuindo”, destacou o ativista.

Segundo ele, o país é campeão no uso de agrotóxicos, com consumo per capita de 5,2 litros por habitante ao ano.

“Mas isso não é dividido de forma igual. Se pegarmos municípios do Mato Grosso, por exemplo, como Lucas do Rio Verde, lá se consome 120 litros de agrotóxicos por habitante”, alertou Tygel.

Os ambientalistas querem o fim da pulverização aérea – medida já praticamente banida em toda Europa -, o fim da comercialização de princípios ativos proibidos em outros países e o fim da isenção fiscal para os agrotóxicos.

“Uma das nossas bandeiras é o fim da pulverização aérea, pois uma pequena parte do agrotóxico cai na planta, e a grande parte cai no solo, na água e nas comunidades que moram no entorno.

Temos populações indígenas pulverizadas por agrotóxicos, que desenvolveram uma série de doenças, desde coceiras e tonteiras até câncer e depressão, levando ao suicídio e à má formação fetal”, enfatizou Tygel.

Além disso, ressaltou que o meio ambiente é fortemente impactado, com extinção em massa de diversas espécies de insetos, como abelhas, repercutindo na baixa polinização das plantas e na produção de mel.

Também as águas são contaminadas com moléculas absorvidas pelos animais e pelo ser humano, levando a uma série de doenças, que muitas vezes são passadas das mães para os filhos. Mais informações sobre o assunto podem ser obtidas na página www.contraosagrotoxicos.org.

Fonte: Agência Brasil

Cai mortalidade por câncer entre homens e mulheres no Brasil

De 2003 a 2012, a variação anual das mortes relacionadas ao câncer entre os homens caiu 0,53% e entre as mulheres, 0,37%.

A taxa de mortalidade por câncer teve uma pequena queda no Brasil na última década. De 2003 a 2012, a variação anual das mortes relacionadas ao câncer entre os homens caiu 0,53% e entre as mulheres, 0,37%. Os números, divulgados nesta sexta-feira, fazem parte do Atlas de Mortalidade por Câncer no Brasil, documento elaborado pelo Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva (Inca), ligado ao Ministério da Saúde.

Os dados mostram um pequeno aumento no último ano incluído no documento. De 2011 a 2012, o índice de óbitos a cada 100 000 homens aumentou de 100,47 para 103,2. Entre as mulheres, a alta foi de 83,99 para 86,92. Nesse período, a quantidade de homens que morreu em decorrência da doença elevou-se de 94 649 para 98 033, e a de mulheres subiu de 82 455 para 86 040.

Esse crescimento, entretanto, está relacionado à melhora da qualidade da informação estatística. “O aumento discreto não significa uma elevação real. Ele se deve a mais notificações, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, que melhoraram o diagnóstico e atualmente têm mais precisão em informações médicas”, explica o cirurgião oncologista Thiago Celestino Chulam, coordenador do Programa de Prevenção do Câncer do Hospital A. C. Camargo.
Tumores — O câncer de estômago foi o que apresentou a maior diminuição de mortalidade na década. A queda foi de 2,95% entre os homens e 2,49% entre as mulheres. De acordo com o Inca, esta redução se deve à melhoria do saneamento básico e conservação de alimentos no Brasil, que diminuiu a incidência da bactéria Helicobacter pylori, o maior fator de risco para o desenvolvimento desse tipo de câncer.

No mesmo período, as taxas de mortalidade por câncer de próstata caíram 0,39% e de colo de útero, 1,62%, enquanto os dados de câncer de mama se mantiveram praticamente estáveis. Segundo o Inca, os casos de câncer de mama, próstata e colo de útero no Brasil estão aumentando. As taxas de mortalidade estáveis ou em queda demonstram o maior acesso ao diagnóstico precoce e tratamentos no país.

Entre os tipos de câncer mais letais, o índice ligado aos tumores de intestino apresentou crescimento. Subiu 1,65% entre os homens e 0,37% entre as mulheres. O Inca explica esse aumento pela elevação da taxa de obesidade no país. Já o câncer de pulmão apresentou uma diminuição de mortalidade de 1,65% na população masculina e aumento de 1,47% entre as mulheres. A tendência é que a mortalidade feminina e masculina se tornem semelhantes e, de acordo com o Inca, reflete o padrão de tabagismo das duas últimas duas ou três décadas.

Letalidade — Entre 2011 e 2012, a taxa de letalidade aumentou nos cinco tipos de cânceres mais incidentes no sexo feminino: mama, brônquios e pulmões, colo de útero, estômago e cólon. Para cada 100 000 mulheres, o índice de mortes subiu 11,88 para 12,10 no caso do câncer de mama e de 7,81 para 8,18 no de carcinoma de brônquios e pulmões.

Entre o sexo masculino, dos cinco dos carcinomas mais letais, o índice de óbitos do período teve uma leve queda apenas no caso do tumor de esôfago: de 6,54 para 6,53. No caso do câncer de pulmão, o mais fatal entre eles, subiu de 15,01 para 15,54. A taxa elevou-se de 13,50 para 13,65 no tumor de próstata, o segundo mais letal. Já os números de câncer de estômago subiram de 9,36 para 9,39 e os de fígado, de 4,98 para 5,46.

Sobrevida — Na terça-feira, um grande estudo publicado no periódico The Lancet constatou que as pessoas estão vivendo mais depois de serem diagnosticadas com câncer no mundo. De acordo com os pesquisadores, porém, a sobrevida varia muito de país para país, e é menor na América do Sul, América Central, África e Ásia do que na Europa, América do Norte e Oceania.

A pesquisa revelou que em 18 países mais de 85% das mulheres sobrevivem pelo menos cinco anos após a descoberta do câncer de mama. É o caso do Brasil: de 1995 a 1999, 78,2% das pacientes tinham esse tempo de sobrevida; entre 2005 e 2009, 87,4% delas viviam mais de cinco anos.

O Brasil também é referência no caso do tumor de próstata, ao lado dos Estados Unidos. Nos dois países, 95% dos pacientes vivem cinco anos ou mais depois do diagnóstico.

Os números brasileiros pioraram, no entanto, no caso do câncer de estômago. O índice de pacientes que sobrevivem cinco anos ou mais após o diagnóstico da enfermidade caiu de 33,1% entre 1995 e 1999 para 24,9% de 2005 a 2009.

O país também está mal avaliado no caso do câncer de ovário: apenas 31,8% das mulheres sobrevivem cinco anos ou mais. Nesse tipo de tumor, o país que apresenta o melhor índice na América do Sul é o Equador, onde 40% das mulheres com a doença vivem pelo menos cinco anos.

Fonte: Veja