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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 24 de Junho de 2026
Espaços compartilhados prometem mudar a forma de viver nas grandes cidades

Espaços compartilhados prometem mudar a forma de viver nas grandes cidades

Novo modelo de moradia oferece praticidade para quem busca agilidade e conforto em meio a rotina agitada

A rotina intensa das grandes cidades tem incentivado cada vez mais o setor imobiliário a pensar em moradias que atendam aos principais desafios da vida moderna. Esse novo formato de morar é impulsionado principalmente pelo novo estilo urbano das grandes cidades, no qual Campo Grande também está inserido. O ritmo frenético do dia a dia cheio de compromissos faz com que a vida seja repensada para o que realmente importa.

Neste momento, todos estão buscando reorganizar suas rotinas. É cada vez mais evidente a necessidade de equipamentos mais completos para que tarefas do dia a dia fiquem à mão, de maneira inteligente e otimizada. A tendência do morar é dispor de muitos recursos com conforto, sem demandar energia em excesso para os cuidados. Assim ampliam-se as propostas de ambientes compartilhados com serviços exclusivos que oferecem aos moradores uma rotina mais prática e mais qualidade de vida.

O morador moderno busca estar mais perto de tudo, inclusive da natureza. Assim, o mercado imobiliário assume este desafio e já se adapta para atender essas expectativas, mesmo em Campo Grande, cidade considerada de trânsito fácil se comparada à outras capitais. O movimento vem acontecendo: apartamentos compactos com condomínio totalmente equipado e acesso a serviços é o que o mercado espera.

Esse novo estilo de vida é resultado da chamada economia colaborativa, potencializada pela necessidade de promover boas práticas sustentáveis no modo de morar. Além da comodidade, esses ambientes integram os moradores em uma pequena comunidade, gerando economia pelo uso compartilhado de serviços, espaços para reuniões de amigos ou de trabalho, academia e até espaços exclusivos para os pets estão entre os pedidos do morador atual.

As construtoras estão atentas à essas mudanças que chegam rápido à Campo Grande. Um exemplo desse formato de condomínio está sendo executado pela SBS Empreendimentos. O imóvel fica num dos bairros mais centrais, o Jardim dos Estados. É todo projetado para que o morador tenha o máximo de espaços e serviços integrados, além de muito contato com a natureza. Para isso, arquitetura, design, tecnologia e segurança estão muito presentes.

De acordo com Phaena Spengler, executiva da SBS, foram muitos meses analisando o comportamento do novo morador que busca um conceito mais moderno de viver. “Observamos o que as pessoas entendem como qualidade de vida e vimos que elas querem ter acesso a diversos recursos sem precisar gastar mais ou dedicar muito tempo à manutenção.” Segundo Phaena, este desejo está em todas as faixas etárias e formatos de família. “Assim, o primeiro empreendimento apresentado para Campo Grande em 2020 foi projetado para resgatar um estilo de vida mais sustentável, levando em consideração as diversas relações interpessoais, sempre com muito conforto, privacidade e segurança”, afirma a diretora da SBS.

Sobre a empresa

A SBS Empreendimentos nasceu em Campo Grande (MS), em 1996. É uma empresa familiar comandada pelo engenheiro civil, Celso Spengler. Tem forte atuação também na região Norte do Brasil, com um portfólio de mais de 100 mil metros quadrados em área construída, forte investimento em tecnologia construtiva, sustentabilidade e qualidade com certificação nível A do PBQPH.

Estudo mostra capacidade do cooperativismo de crédito de levar serviços financeiros a pequenos municípios

Estudo mostra capacidade do cooperativismo de crédito de levar serviços financeiros a pequenos municípios

Segmento é um dos mecanismos mais eficazes para alavancar a inclusão financeira no país e levar desenvolvimento econômico às regiões mais remotas

 O cooperativismo de crédito, segmento que já conta com mais de 12 milhões de adeptos no Brasil é um dos mecanismos mais eficazes para promover acesso aos serviços financeiros às pessoas em municípios menores, mais distantes e rurais do Brasil. A afirmação é resultado do estudo “Benefícios do Cooperativismo de Crédito: impacto sobre a bancarização”, que cruzou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Banco Central do Brasil, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e do próprio Sicredi.

O trabalho foi conduzido pelo especialista em Microeconomia Aplicada e Desenvolvimento Econômico, Juliano Assunção, pesquisador do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). A pesquisa analisou dados de todos os municípios brasileiros, no período de 2007 a 2018, e traçou o perfil de atuação das instituições financeiras nos municípios. A partir da comparação da atuação de bancos e cooperativas de crédito no que tange a distância da capital e urbanização, foi revelado que as cooperativas de crédito têm a capacidade de prover serviços financeiros em regiões mais isoladas e rurais, quando comparadas aos bancos.

Entre as principais conclusões do estudo, está a relação de fatores limitantes para a abertura de uma agência de uma instituição financeira cooperativa em comparação a de um banco. Enquanto os bancos têm, em média, um limite mínimo de 8 mil habitantes para o estabelecimento de uma agência em um município, uma instituição financeira cooperativa como o Sicredi tem capacidade de abertura de agências em municípios a partir de 2,3 mil habitantes.

De acordo com o trabalho, existem hoje cerca de 1,9 mil cidades e nove milhões de pessoas somente no espaço de diferença entre o limite de entrada dos bancos em relação às instituições cooperativas, evidenciando a característica de bancarização das instituições financeiras cooperativas. Além disso, em termos de renda, foi apontado que as cooperativas conseguem operar em municípios com PIB de pelo menos R$ 79 milhões, enquanto para os bancos é necessário um PIB mínimo de R$ 112 milhões.

“Os dados demonstram que as cooperativas podem ser um excelente veículo para levar crédito e outros serviços financeiros para a população de municípios rurais menores, mais afastados das capitais e com menos renda por habitante. Considerando as cidades com o perfil traçado, que ainda não contam com atendimento bancário, o estudo também confirma um mercado bastante promissor para o cooperativismo de crédito no Brasil, com potencial de ainda bancarizar quase dois mil municípios, beneficiando cerca de nove milhões de pessoas”, afirma Assunção.

Para o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e presença em 22 estados e no Distrito Federal, o estudo torna ainda mais importante o papel do segmento para alavancar o desenvolvimento econômico do país e promover a inclusão financeira. “Atualmente, em mais de 200 municípios somos a única instituição financeira e percebemos, na prática, as oportunidades criadas para essas regiões com a chegada de uma cooperativa de crédito, gerando renda e inclusão financeira para essas comunidades”, explica Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU).

Outro estudo, encomendado pelo Sicredi à Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e publicado em fevereiro deste ano, avaliou dados econômicos de todas as cidades brasileiras com e sem cooperativas de crédito entre 1994 e 2017 e cruzou informações do IBGE. Concluiu-se que o cooperativismo de crédito incrementa o PIB per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, estimulando, portanto, o empreendedorismo local. O impacto agregado em 1,4 mil municípios que passaram a contar com uma ou mais cooperativas durante o período do estudo foi de mais de R$ 48 bilhões em um ano. As cooperativas também foram responsáveis pela criação de 79 mil novas empresas e pela geração de 278 mil empregos.

“Quando cruzamos os resultados deste estudo e do trabalho desenvolvido pela Fipe, enxergamos em dados estatísticos como se dão os benefícios gerados pelo cooperativismo de crédito, estando presente onde as pessoas precisam e gerando valor por meio da sua atuação. Mesmo com as opções de soluções digitais para a vida financeira, os dados comprovam a importância de presença física como propulsor de desenvolvimento local e é isso que realizamos há mais de um século”, conclui Dasenbrock.

Outros resultados do estudo “Benefícios do Cooperativismo de Crédito: impacto sobre a bancarização”:

·         50% das agências de bancos privados estão em municípios com população de 21 mil habitantes. Entre as cooperativas, esse indicador cai para 12 mil habitantes e no Sicredi 50% das agências estão em municípios com até 11 mil moradores.

·         Metade dos municípios com agências do Sicredi estão a mais de 285 km de distância das capitais. Já nos bancos, 50% das cidades com agências estão a mais de 230 km das capitais.

·         Quando olhamos para os municípios com baixa urbanização (até 30% de população residindo em área urbana), 17% das agências do Sicredi estão nessas cidades. Nos bancos esse indicador cai para 10%.

·         Em relação aos municípios sem atendimento bancário, de 2012 a 2018, os bancos deixaram de atuar em 301 (3.650 em 2012 para 3.349 em 2018). No mesmo período, o Sicredi passou a estar presente em 383 novos municípios que não contavam com agências (896 em 2012 para 1.279 em 2018).

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Sobre o autor da pesquisa

Juliano Assunção é pesquisador especializado em Microeconomia Aplicada e Desenvolvimento Econômico, com diversas contribuições em Economia Bancária e Economia do Meio Ambiente. Graduado em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais e doutor em Economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Na PUC-Rio, Assunção também é professor Associado do Departamento de Economia e coordenador do Núcleo de Avaliação de Políticas Climáticas. É membro do Consortium Financial System and Povety, da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos; e editor associado da Revista Brasileira de Economia e da Environment and Development Economics.

Senado aprova indenização a profissionais da saúde incapacitados pela covid-19  Fonte: Agência Senado

Senado aprova indenização a profissionais da saúde incapacitados pela covid-19 Fonte: Agência Senado

Sessão Deliberativa Remota (SDR) do Senado Federal realizada a partir da sala de controle da Secretaria de Tecnologia da Informação (Prodasen). Ordem do dia.   Senado vota o PL 848/2020, que estende a validade das receitas médicas e odontológicas durante da pandemia, e o PL 1.826/2020, que garante o pagamento de indenização a profissionais de saúde que ficarem incapacitados para o trabalho depois de serem contaminados pelo novo coronavírus.   Relator do PL 1.826/2020, senador Otto Alencar (PSD-BA), em pronunciamento via videoconferência.  Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

Voltará à Câmara dos Deputados o projeto que permite indenização da União de pelo menos R$ 50 mil aos profissionais da saúde incapacitados permanentemente para o trabalho por conta da covid-19 ou aos herdeiros desses trabalhadores que vierem a óbito pela doença. Esse projeto de lei (PL 1.826/202) foi aprovado com emendas no Plenário do Senado Federal. Foram 76 votos a favor e nenhum voto contrário na sessão remota deliberativa desta terça-feira (7).

A proposta é de autoria dos deputados federais Reginaldo Lopes (PT-MG) e Fernanda Melchionna (PSOL-RS). O texto já havia sido aprovado na Câmara, mas como o relator, senador Otto Alencar (PSD-BA), acolheu emendas do Senado modificando o projeto, terá de voltar à Câmara para nova análise.

— Sabe-se do esforço sobre-humano que todos os profissionais de saúde estão realizando no atual período da pandemia do novo coronavírus. O desgaste desses heróis nacionais, nossos profissionais, acontece por vários motivos, como o risco de contágio e a insegurança no trabalho, a inadequação, e também a insuficiência dos equipamentos individuais. É importante ressaltar o valor desses profissionais de saúde na recuperação da saúde, salvando vidas nos seus ambientes de trabalho. O Estado deve arcar com o auxílio financeiro extra aos profissionais de saúde que ficarem incapacitados em decorrência do trabalho da pandemia, bem como estender o auxílio aos seus familiares em caso de óbito — afirmou Otto Alencar.

Profissionais elegíveis

Serão elegíveis para o benefício, além dos respectivos dependentes (cônjuges, companheiros, filhos e herdeiros): profissionais de nível superior cujas profissões são reconhecidas pelo Conselho Nacional de Saúde; trabalhadores de nível técnico ou auxiliar vinculados às áreas de saúde; agentes comunitários de saúde e de combate a endemias; e aqueles que, mesmo não exercendo atividades-fim nas áreas de saúde, auxiliam ou prestam serviço de apoio presencialmente nos estabelecimentos de saúde — em serviços administrativos, de copa, de lavanderia, de limpeza, de segurança e de condução de ambulâncias, entre outros.

Otto Alencar acolheu emendas que acrescentam ao rol de trabalhadores beneficiados fisioterapeutas, nutricionistas, assistentes sociais e profissionais de nível superior e técnico que trabalham com testagem nos laboratórios de análises clínicas, além de trabalhadores dos necrotérios, bem como coveiros.

Também foram incluídos no projeto, durante a tramitação no Senado, os trabalhadores cujas profissões de nível superior, médio e fundamental são reconhecidas pelo Conselho de Assistência Social e que atuam no Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Todos os líderes partidários no Senado encaminharam voto pela aprovação do projeto.

Indenização

A indenização consiste em um valor fixo de R$ 50 mil para o profissional de saúde incapacitado (ou seus herdeiros, em caso de óbito do trabalhador) somado a um valor variável para cada um dos dependentes menores do profissional falecido.

O cálculo desse benefício variável será de R$ 10 mil multiplicados pelo número de anos inteiros ou incompletos que faltem para cada dependente atingir 21 anos de idade — ou 24 anos de idade caso o dependente esteja cursando nível superior. A extensão do benefício a menores de 24 anos estudantes foi por conta de uma emenda da senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), acolhida por Otto.

Se houver dependentes com deficiência, independentemente da idade deles, o benefício adicional será de pelo menos R$ 50 mil. Ainda em caso de morte, a indenização irá cobrir também as despesas do funeral — essa previsão foi acrescentada por uma emenda também da senadora Rose de Freitas.

As indenizações poderão ser divididas em três parcelas mensais de igual valor e o dinheiro virá da União.

Não será cobrado imposto de renda ou contribuição previdenciária sobre o benefício. E, mesmo recebendo a indenização, o profissional ou dependentes ainda têm direito aos benefícios previdenciários ou assistenciais previstos em lei.

Compensação

No relatório, Otto Alencar trouxe dados de 12 de junho do Ministério da Saúde: 19% dos 432.668 profissionais de saúde testados para o novo coronavírus no Brasil tiveram resultado positivo. No total, 83.118 trabalhadores foram diagnosticados com a doença. De acordo com a pasta, foram relatados 169 óbitos de profissionais da área até então.

Já o Conselho Federal de Enfermagem, em notícia veiculada em sua página na internet em 16 de junho, afirma que o Brasil responde por 30% das mortes de profissionais de enfermagem por covid-19. São mais de 200 profissionais da área mortos pela doença.

O senador lembra que esses números, que já são altos, devem ser maiores ainda por conta da subnotificação. “O número de profissionais testados, no entanto, representa um pequeno contingente dos cerca de seis milhões de profissionais da saúde cadastrados em conselhos de suas respectivas categorias no Brasil”.

Por isso ele ressaltou a importância do projeto: “Essa compensação é um investimento social de forma a proteger os verdadeiros heróis na luta contra o coronavírus, os profissionais de saúde, que colocam suas vidas e as de seus familiares em risco em prol da nação”.

“Esses profissionais se afastaram de suas famílias, abriram mão de cuidados pessoais, da quarentena, em favor da segurança daqueles que amam e em nome do atendimento rápido e eficaz para quem precisava ser tratado. Médicos sofreram e ainda sofrem com sentimentos de medo e de saudade, que se misturam à força e à coragem de quem precisa lidar, diariamente, com pacientes diagnosticados ou com suspeita de infecção de coronavírus e merecem ter uma garantia de que suas famílias serão recompensadas caso o pior aconteça”, acrescentou.

Dispensa de atestado médico

O projeto dispensava a apresentação de atestado médico para justificar a falta ao trabalho, por conta da covid-19, nos primeiros sete dias de afastamento no serviço. De acordo com o texto, a dispensa de atestado médico serviria também para pagamento do repouso semanal remunerado e dos feriados. Mas essa dispensa foi retirada do projeto por emenda do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), que foi aceita por Otto Alencar.

Ao eliminar essa previsão, Otto Alencar lembrou que tal possibilidade já havia sido aprovada no Congresso sob a forma do Projeto de Lei (PL) 702/2020, mas acabou sendo vetada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (VET 7/2020).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Jornalista lança romance ambientado em Veneza

Jornalista lança romance ambientado em Veneza

Livro conta o relacionamento tórrido entre uma aristocrata e um gondoleiro, numa Veneza de máscaras do século XVI

O romance de estreia da jornalista Andreia Salles conta com todos os elementos de uma boa trama, na linha tradicional das estórias trágicas de época: personagens fortes, drama, tensão e muita paixão.

O texto harmoniza uma pesquisa cuidadosa sobre cenários e hábitos da poderosa Veneza do século XVI, centro comercial de uma Europa pré-continental, politicamente falando. Com uma linguagem coloquial, o romance deixa o leitor ter o melhor dos dois mundos. As páginas o transportam para outro momento da história, mas permitem que o leitor se identifique com os personagens, que poderiam ser um amigo (ou rival) nos tempos de hoje.

Por vezes, é possível sentir o balanço das gôndolas, a brisa de um passeio no Gran Canale e, em outros trechos, se inteirar sobre o impacto da política da época sobre a vida das pessoas, comuns ou da alta sociedade. Os bailes de máscara no Carnaval veneziano ganham novos elementos no imaginário do leitor.

Repleto de trechos picantes detalhando os momentos íntimos do romance de Isabelle e Giovanni, é impossível ao leitor não se envolver na estória dos dois e não torcer pelo relacionamento acidental, ainda que ambos não tenham medido as consequências de uma conquista de baile de máscaras.

Serviço:

Lançamento do livro A GÔNDOLA VERMELHA

Data: 10 de julho

Local: Amazon.com, Estante Virtual, Livrariacultura.com, Apple, Google Play, Americanas.com, Clube de Autores, Mercadolivre.com, Submarino e Rakuten Kobo

Autor: Andreia Salles
Páginas: 185
Preço*: R$ 19,90 (Ebook)/ R$ 43,00 (Impresso) – (*valores estimados)
Instagram: https://instagram.com/agondolavermelha
Site: www.agondolavermelha.com.br
Facebook: https://facebook.com/agondolavermelha

Sinopse

Veneza, 1590. Isabelle é a mulher mais bonita da cidade. Chegou à região ainda adolescente, vinda do interior da França, para casar-se com um aristocrata riquíssimo, mas sem escrúpulos e da idade de seu pai. Ela levava uma vida de luxo e solidão. Até o dia em que Giovanni, um gondoleiro, atravessou seu caminho. Com ele, descobre o amor, durante um Carnaval de máscaras, e também descobre a fúria de um marido hipócrita e vil. Mas, ela decide enfrentar, mesmo que isso possa lhe custar a própria vida. Ou a de seu amor.

Sobre o autor

Andreia Salles é uma apaixonada por Veneza. Em paralelo às atividades como profissional de comunicação corporativa, que exerce desde 1993, ela estuda a vida e a sociedade dos tempos da República Sereníssima de Veneza (697-1797), quando os Doges comandavam a política e a economia da região. Apontada como um dos 350 profissionais de Public Relations mais influentes do mundo, pelo PRWeek Powerful Book, por dois anos consecutivos, em 2016 e 2017, a jornalista e empresária, que é pós-graduada em Jornalismo Digital pela ISE/IICS (Universidad de Navarra/Harvard School of Business), coleciona viagens pela cidade e escreve seu primeiro romance, baseado em tudo que leu, viu, ouviu e sentiu de Veneza.

Digital Influencer Enoara Monteiro encanta seguidores nas redes sociais

Digital Influencer Enoara Monteiro encanta seguidores nas redes sociais

A modelo e digital influencer, Enoara Monteiro, é formada em gestão de produto de moda, jornalismo de moda para internet e consultora de imagem e estilo.
Com quase 320 mil seguidores apenas no instagram, a beldade utiliza a ferramenta para expressar a sua paixão pelo desenvolvimento pessoal com a moda e comunicação.
“Tudo começou pelo amor à arte de inspirar, pude observar que cada vez mais pessoas se identificavam com a minha forma saudável de viver a vida e como isso transparecia no meu jeito de vestir, e desde então comecei a influenciar vidas e me apaixonei”, declara Enoara.
A loirinha ainda completou: “Tenho como proposta inspirar as pessoas a ousarem mais, e a serem criativas, além de terem mais segurança e autoestima, alinhando a uma comunicação saudável e agradável.”
Com este objetivo, a influencer que mora na capital de São Paulo, é libriana, apaixonada pela natureza e pelos animais, ama realizar caminhadas e frequentar a academia, vem se destacando na internet e suas redes sociais por meio de postagens com engajamento alto e conteúdo diferenciado.
Mãe de um lindo meninão, prestes a completar 1 aninho, Enoara já exibe seu corpo normal, com barriga chapada, em fotos que são compartilhada com seus seguidores e chamam atenção além da beleza da modelo, também pelas dicas e frases motivacionais que são compartilhadas, como por exemplo “Não trate com prioridade quem te trata como opção!”
O sucesso na rede já rende bons frutos, como por exemplo, pedidos de parceria de conceituadas marcas, para a realização de propagandas e divulgação de posts
publicitários.
Para acompanhar mais sobre a carreira de Enoara basta segui-la no Instagram  @_Enoara
Crédito das Fotos: Acervo Pessoal / @pcbeccbnews – Divulgação

Câmara dos Deputados aprova em primeiro turno adiamento das eleições municipais de 2020

A Câmara dos Deputados aprovou, na tarde desta quarta-feira (1º), em primeiro turno, o adiamento das eleições municipais de 2020 para os dias 15 e 29 de novembro devido à pandemia de coronavírus. As datas previstas anteriormente eram 4 e 25 de outubro. O texto-base foi aprovado no plenário por 402 votos a 90.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa medidas para assegurar o pleito com garantias à saúde.

— A alteração do calendário eleitoral de 2020 é medida necessária no atual contexto da emergência de saúde pública — disse o deputado Jhonatan de Jesus (Republicanos-RR), relator da proposta. — Os novos prazos e datas são adequados e prestigiam os princípios democrático e republicano, ao garantir a manutenção das eleições sem alteração nos períodos dos mandatos — completou.

O texto, que foi aprovado em dois turnos no Senado, encontrava resistências na Câmara. Associações de prefeitos haviam se manifestado contra o adiamento das eleições e negociavam com deputados para que o projeto fosse alterado na casa legislativa.

Na segunda-feira (29), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que ainda não havia acordo na Casa para aprovar a matéria, e que estava dialogando para conseguir um consenso em torno da proposta.

— É importante que a Câmara tome a sua decisão. Estamos dialogando para construir o apoio necessário, até a unanimidade, para que a gente possa votar, mas ainda estamos longe disso. A nossa intenção é, com diálogo, chegar até quarta-feira a uma solução para esse problema — disse Maia.