dez 17, 2020 | Brasil
No início da noite desta última quarta-feira (16), a atriz e empresária, Cinthia Santos, deu um susto e tanto em seus seguidores nas redes sociais.
A morena compartilhou imagens deitada em uma cama de hospital, sendo medicada, juntamente com um alerta sobre o Covid-19, e o post seguia de alguns recados. Entre eles, uma publicação com o pedido de envio de energias positivas, dizendo não ser apenas só uma gripezinha. E mesmo já negativo, teve uma crise de ansiedade e precisou cuidar dos brônquios.
Em um post mais detalhado, Cinthia disse:
Queridos amigos que me acompanham diariamente dividindo alegrias e tristezas, né!
Passando para tranquilizá-los, pois já saí da internação. Estou medicada e em casa.
Agora é me cuidar, pois foram 35 dias difíceis. Mas afirmo, o Pós #Covid-19 foi pior que o vírus em si pra mim, pois mexeu com o meu metabolismo me enfraquecendo e atacando meus pontos fracos, como os brônquios, pois há 5 anos atrás eu tive uma Broncopneumonia muito séria.
Irei me cuidar e ficarei ótima! Deus tem muitos propósitos para mim e muitos dependem de mim… Deus mais uma vez não permitiu a minha partida.
#Vigiem… Estamos lidando com algo desconhecido mundialmente!
A mensagem deixou todos preocupado, mas ao mesmo tempo deu um alívio, ao saber que agora tudo está caminhando para a melhora e recuperação da atriz, que até hoje ainda é lembrada por muitos pela ingênua personagem Índia Potira, no extinto humorístico A Escolinha do Gugu, exibida alguns anos atrás na Rede Record.
Outra lembrança muito grande por todos, apesar de não ter desfilado no último carnaval, a beldade foi destaque por mais de 15 anos no carnaval paulistano, pela escola de samba Águia de Ouro, onde com seu carisma e muito samba no pé, conquistou o cargo de Rainha Eterna da agremiação do bairro da Pompéia, a qual foi a grande campeã no último carnaval em São Paulo.
Crédito das Fotos: Reprodução Instagram / Renato Cipriano – Divulgação
dez 17, 2020 | Brasil

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (15) o Projeto de Lei (PL) 4.372/2020, que regulamenta, já a partir de janeiro de 2021, como devem ser aplicados os recursos do novo Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), agora de caráter permanente. Com a aprovação, o texto volta à Câmara dos Deputados, pois foi alterado no Senado.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já adiantou que votará a proposta ainda nesta semana, pois a regulamentação precisa ser aprovada este ano para que os recursos do Fundeb, que chegaram a R$ 160 bilhões em 2020, possam ser direcionados a estados e municípios já a partir de janeiro de 2021, devidamente reajustados.
Escolas públicas
O relator, senador Izalci Lucas (PSDB-DF), optou por resgatar o texto original apresentado pelo deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), relator na Câmara. Isso porque no plenário da Câmara o texto passou por alterações, abrindo a possibilidade de que escolas privadas, como as vinculadas ao Sistema S, as confessionais, comunitárias e filantrópicas, também recebessem recursos do Fundeb. Mas esta possibilidade sofreu forte rejeição no Senado e, após negociações, optou-se por aprovar a versão final de Izalci Lucas, reservando o Fundeb para a educação pública.
— Aqui preservam-se os recursos para a escola pública. A Câmara distorceu um pouco, colocando recursos do Fundeb para pagamento de folha até de terceirizados de escolas públicas, assim como nas escolas confessionais e comunitárias. Estamos tirando isso, e também o Sistema S. O Sistema S pode fazer convênio com qualquer estado ou município, desde que não seja com recursos do Fundeb. Então vai continuar fazendo o que vem fazendo. Da mesma forma, as escolas comunitárias e confessionais — explicou Izalci.
Segundo dados da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), apresentados pelo senador Paulo Paim (PT-RS), o texto, como saiu da Câmara, tiraria, já a partir de 2021, R$ 16 bilhões do ensino público. Tal possibilidade foi rejeitada pelos senadores. O texto de Izalci foi aprovado de forma unânime, em votação simbólica.
— Seria um golpe sem precedentes contra a escola pública e seus profissionais. O ensino privado, que já recebe R$ 6,7 bilhões de dinheiro público, teria mais R$ 16 bi do Fundeb, reajustado anualmente. Uma farra. É a escola pública que atende mais de 80% dos estudantes brasileiros. Com menor investimento no Fundeb, os mais pobres pagariam a conta outra vez — afirmou Paulo Paim.
O senador Sergio Petecão (PSD-AC) manifestou opinião semelhante.
— Se for aprovado o texto como veio da Câmara, vai ser o caos. Milhares de prefeitos não vão poder pagar a folha de pagamento dos professores. É isso o que eu ouvi desde a semana passada no Acre — disse.
A senadora Simone Tebet (MDB-MS) foi na mesma linha.
— Uma das poucas boas notícias que o Brasil comemorou em 2020 foi transformarmos o Fundeb em um fundo permanente, passando de 10% para 23% o percentual de participação da União. Isso representa R$ 12 bilhões. Mas o texto da Câmara, como veio, retira todo este avanço e um pouco mais. Ou seja, demos com uma mão e estávamos retirando com duas — afirmou Simone Tebet.
O presidente da Comissão de Educação (CE), senador Dário Berger (MDB-SC), ressaltou a penúria de grande parte das escolas públicas.
— 26% das escolas públicas ainda não têm fornecimento de água tratada. 5% não têm ligação de energia elétrica. 60% não têm ligação de esgoto com a rede pública. 70% não têm bibliotecas e 33% não têm internet. Então o Fundeb tem que ir exclusivamente para o ensino público e seus 2,5 milhões de professores e professoras. Precisamos recuperar o atraso estrutural — apelou Dario Berger.
O senador Esperidião Amin (PP-SC) conclamou a população a manter a pressão sobre os deputados para garantir os recursos à escola pública.
— A guerra não terminou, porque na Câmara as mesmas forças que alteraram o texto original estarão presentes. Apelo à sociedade civil, que buscou os senadores, nos mandaram milhares de mensagens para que resgatássemos o texto original, para que continuem a batalha agora na Câmara. Vocês precisam estar vigilantes — alertou Esperidião Amin.
Também o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, apoiou o relatório de Izalci. “Após a manifestação de representantes do setor da educação e parlamentares, o Senado Federal reverteu as modificações feitas pela Câmara ao texto de regulamentação do Fundeb. Os senadores garantiram a destinação de recursos para o ensino público do país, área que mais carece”, escreveu no Twitter.
Distribuição de recursos
No relatório, Izalci Lucas destaca que a regulamentação do Fundeb garante, dentro de cada estado, maior equidade na distribuição do dinheiro, beneficiando as cidades com menores possibilidades financeiras. O texto ainda reserva 50% dos recursos para a educação infantil.
O projeto cria o Valor Aluno/Ano Resultado (VAAR), determinando que 2,5% da complementação da União devem ser distribuídos às redes educacionais que tiverem melhorias nas taxas de atendimento e no aprendizado, e redução das desigualdades de aprendizado.
Outro indicador determinado pelo projeto é o do Valor Aluno/Ano Total (VAAT), que redistribui o dinheiro diretamente nas redes educacionais que têm o Valor Aluno/Ano menor. Entre as condicionalidades para receber os recursos, estarão o compromisso contra a desigualdade racial, a distribuição do ICMS de acordo com resultados educacionais, e a aprovação de currículos alinhados com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Fonte: Agência Senado
dez 15, 2020 | Brasil
Mais uma etapa foi concluída dentro dos preparativos para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que terá a edição de 2020 realizada apenas em janeiro do próximo ano, devido à pandemia. Na última sexta-feira (11), no 4º Batalhão de Infantaria Leve do Exército Brasileiro/Regimento Raposo Tavares, em Osasco (SP), foi promovida mais uma Reunião Técnica para o Alinhamento Operacional do Enem 2020, evento que contou com a presença dos Correios e demais órgãos envolvidos na operação do exame.
Na ocasião, o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/Ministério da Educação), Alexandre Ribeiro Pereira Lopes; o diretor de Gestão e Planejamento do Inep, Murillo Gameiro; o diretor de Operações dos Correios, Carlos Henrique de Luca Ribeiro e o comandante do 4º Batalhão de Infantaria Leve, coronel Leandro Ataido Acosta, assinaram a Ordem de Serviço para expedição de 11,4 milhões de provas – que serão transportadas pelos Correios para todo o Brasil, com escolta das Polícias Militares de cada Estado e da Polícia Rodoviária Federal e armazenamento nos quartéis do Exército Brasileiro em cada região.
Esta será a 22ª edição do Enem e a 12ª com a participação dos Correios. A operação logística é grandiosa, com o envio e coleta dos exames em 1.747 municípios em todo o país, vias aéreo e terrestre. No dia da aplicação do exame, em uma janela de 3 horas, os Correios entregarão as provas nos mais de 15 mil pontos e, após a finalização, realizarão a logística reversa.
“É possível fazer uma megaoperação logística com erro zero em um país continental como nosso? Sim, é possível com trabalho integrado de todos os parceiros. Nosso desafio nos Correios é entregar a prova certa, no local e na hora certos. Temos o desafio não apenas de entregar, mas de garantir a integridade das provas. Com muita dedicação de todos os envolvidos vamos entregar o melhor Enem de todos os tempos”, afirmou o diretor de Operações dos Correios, Carlos Henrique de Luca Ribeiro.
O Enem 2020 será realizado nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021, para cerca de 5,8 milhões de inscritos. Outra novidade deste ano será o Enem Digital, com provas em 31 de janeiro e 4 de fevereiro de 2021. Também participaram do evento o coordenador nacional da operação do Enem nos Correios, Robson Pereira da Silva, e o superintendente dos Correios em São Paulo a metropolitana, José Marcos Gomes.
dez 14, 2020 | Brasil
O Instituto Butantan deverá pedir à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o registro definitivo da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo governo de São Paulo em conjunto com a empresa chinesa Sinovac Biotech, no próximo dia 23. O movimento representa uma mudança na estratégia do governo paulista, que antes pretendia pedir a autorização de uso emergencial.
O anúncio foi feito pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em coletiva nesta segunda-feira (14). A data inicial estimada pelo governo estadual para entrega dos testes preliminares da 3ª fase da vacina seria na próxima terça-feira, 15 de dezembro.
Com essa entrega, a nova previsão do governo Doria é que o registro da CoronaVac seja concluído ainda em 2020.
A decisão ocorre após os estudos da 3ª fase indicarem que o número mínimo necessário de 154 voluntários infectados pela Covid-19 foi ultrapassado. De acordo com Doria, já são 170 voluntários que contraíram o novo coronavírus entre os grupos que receberam doses da vacina e doses de um placebo.
No resumo, ao invés de o Instituto Butantan pedir à Anvisa a autorização para uso emergencial da CoronaVac, o órgão irá solicitar o registro definitivo do imunizante.
A nova data foi acordada com a Sinovac para que a empresa chinesa também peça o registro da vacina na NMPA, a Administra Nacional de Produtos Médicos, equivalente a Anvisa na China.
“Os cientistas do Butantan e do laboratório Sinovac decidiram estratégicamente adotar a recomendação do Comitê Científico Internacional e concluir os estudos finais da fase 3ª da vacina do Butantan nesta semana. O Butantan vai solicitar o registro da vacina na Anvisa no próximo dia 23. Na prática, optar por registrar o estudo conclusivo garantirá agilidade no pedido de reconhecimento desta vacina. A solicitação ocorrerá de forma simultânea tanto na Anvisa quando na NMPA”, explicou Doria.
Dimas Covas, diretor do Instituto do Butantan, afirmou que o envio dos estudos concluídos irá agilizar a aprovação do registro na Anvisa que, segundo ele, é aguardado com ansiedade. “Aguardamos com ansiedade que os dois órgãos, tanto a Anvisa quanto a correspondente na China, possam proceder a análise e emissão desse registro o mais rápido possível”, afirmou Covas.
A vacina está na terceira fase de testes e ainda não teve estudos clínicos divulgados. O próprio Butantan divulgou dados de produção de anticorpos pela CoronaVac. No país asiático, a CoronaVac já está sendo administrada de forma emergencial desde sua aprovação de urgência, dada no final de agosto.
Apesar de o governado paulista ter anunciado a data do início da imunização no estado para 25 de janeiro, a vacina contra o coronavírus ainda não tem a aprovação da Anvisa. Para cumprir o cronograma passado, o Instituto Butantan iniciou a produção de 1 milhão de doses por dia da CoronaVac.
GUERRA POLÍTICA PELA VACINA
No Brasil, há um conflito entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo em relação à vacina. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, já havia prometido que compraria a CoronaVac, mas foi desautorizado por Bolsonaro. Recentemente, o ministro e Doria discutiram durante uma reunião por causa da vacina.
Houve ainda outros momentos de tensão entre o governo de São Paulo e Anvisa. O primeiro foi quando a agência interrompeu os estudos da terceira fase da vacina após a morte de um voluntário. Apesar de não haver relação entre a morte a imunização, a Anvisa disse que não foi informada sobre e, por isso, optou pela interrupção.
Também houve um mal-estar após o anuncio de Doria de que a população de São Paulo seria vacinada a partir de 25 de janeiro, mesmo sem a autorização da agência reguladora.
dez 12, 2020 | Brasil
Empresários e gestores públicos devem estar atentos a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que garante maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais, exigindo consentimento explícito para coleta e uso desses dados. Instituições que concentram banco de dados de terceiros devem atuar conforme a LGPD.
Na prática, a lei estabelece regras sobre a coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, e para explicar os detalhes e como implementar a LGPD, o Conselho Regional de Administração de Mato Grosso do Sul (CRA-MS) promove na próxima segunda-feira (14), um webinar virtual com Nilton de Souza, especialista no assunto.
O evento online, totalmente gratuito, “Implementando a LGPD – Direto ao Ponto”, será a partir das 15 horas pelo Youtube (https://www.youtube.com/c/cramsadministracao).
“O tema é extrema importância no expediente das empresas e instituições públicas, visto que a lei geral que trata de dados é uma realidade no mercado e que exige constante atenção dos gestores de empresas e do serviço público”, afirma o Adm. Marcelo Gomes Soares, diretor Administrativo do conselho.
Para participar é muito simples. Não precisa de inscrição antecipada, basta e conectar no canal do CRA-MS no Youtube e acompanhar. Apoiam o evento gratuito o Sebrae, CDL, ACICG e MS Competitivo.
dez 11, 2020 | Brasil
Como já era previsto várias regiões do Brasil ficaram sem um único médico depois da saída dos cubanos do programa Mais Médicos, praticamente expulsos do país com a posse do presidente Jair Bolsonaro. Sem opção e sem médicos para atender parte da população brasileira, o Governo decidiu reincorporar 350 profissionais de Cuba para trabalhar em 24 estados brasileiros. Em Mato Grosso do Sul, cinco médicos cubanos vão atender as cidades de Bandeirantes, Bodoquena, Caarapó, Figueirão e Mundo Novo.
Hoje pela manhã o Repórter MS teve acesso a publicação do Diário Oficial da União que traz a publicação da Portaria Nº 71, de 10 de dezembro de 2020, assinada pelo secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara Medeiros Parente, através da qual é divulgada a lista dos nomes e respectivos registros únicos de médicos cubanos reincorporados ao Projeto Mais Médicos para o Brasil.
No seu artigo primeiro a portaria traz a seguinte informação: “Art. 1º Conceder, com base nos respectivos processos administrativos, registro único para o exercício da medicina, no âmbito do Projeto Mais Médicos para o Brasil, aos médicos cubanos reincorporados em 4ª chamada do Edital nº 9 de 26 de março de 2020, indicados na lista constante do Anexo desta Portaria”. No anexo constam os nomes dos médicos e as cidades em que eles vão trabalhar.
Em Mato Grosso do Sul, foram reintegrados os seguintes médicos: Lomberto Ariel Romeu Valle, que vai trabalhar na cidade de Bandeirantes; Lian Ruiz Fernandes, Bodoquena; Gretter Varona Benitez, Caarapó; Luís Alberto Cespedes Laurêncio, em Figueirão; e Reinier Rodriguez Samon, que vai trabalhar em Mundo Novo.
Os 350 profissionais reincorporados ao programa Mais Médicos do Brasil trabalharão em municípios de 24 estados, entre eles, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.
Fonte: Edilson José