Nova estrutura é adaptada ao padrão Sicredi; ao todo, Cooperativa já possui seis agências instaladas em Dourados
A Sicredi Centro-Sul MS – instituição financeira cooperativa – inaugurou na última sexta-feira, 18 de novembro, a agência Água Boa, em novo endereço: avenida Hayel Bon Faker, 1620, no município de Dourados-MS. As novas instalações da agência proporcionam mais conforto e comodidade aos associados e colaboradores, com mais de 730 m² de estrutura totalmente adaptada ao novo padrão da marca Sicredi.
Estrutura
Os associados da agência passarão a contar com uma estrutura diferenciada, com dois pisos. Ao todo, são doze mesas de atendimento para maior relacionamento com os cooperados, seis caixas eletrônicos atendendo melhor o fluxo da comunidade e amplo estacionamento.
A agência do Sicredi no jardim Água Boa iniciou suas atividades em outubro de 2011. “Estamos sempre buscando atender melhor o nosso associado. Para nós, é um orgulho imenso a Cooperativa ter contribuído todos esses anos com o desenvolvimento de Dourados e com a comunidade da região do Água Boa, uma das mais populosas do município, entregando uma estrutura desse porte”, ressalta o presidente da Sicredi Centro-Sul MS, Paulo Roberto Neves.
Relacionamento
Com a nova instalação, a Cooperativa busca estar ainda mais próxima dos associados e da comunidade, disponibilizando estruturas adequadas e que prezam pelo bem-estar de todos. “O relacionamento é um dos nossos diferenciais e com essa nova estrutura vamos oferecer mais conforto e comodidade para os nossos associados e colaboradores”, enfatizou a gerente da agência, Maria Helenice Moura Betoni Mattos.
Serviço
A agência atenderá no novo endereço a partir do dia 21 de novembro, segunda-feira. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h.
A Sicredi Centro-Sul MS
A Sicredi Centro-Sul MS é uma instituição financeira cooperativa que possui 44 agências espalhadas por 38 municípios de Mato Grosso do Sul. A Cooperativa oferece mais de 300 soluções para o seu dia a dia e para o dia a dia do seu negócio, te envolvendo nas decisões, fortalecendo a região Sul de MS e dividindo os resultados.
O atendimento a todo associado é feito presencialmente; via whatsapp (51) 3358-4770 ou pelos telefones 3003-4770 ou 0800 724 4770.
Conheça a Cooperativa pelo site https://www.sicredi.com.br/home/ e pelas redes sociais no Instagram @sicredicentrosulms e no Facebook @ SicrediCentroSulMS
A região do Lago de Itaipu, que abrange 16 cidades do Brasil (15 no estado do Paraná e uma em Mato Grosso do Sul), já é conhecida pelo fluxo de ilícitos que passam do Paraguai para o Brasil. O lago fica na fronteira entre os dois países e foi constituído para ser o reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaipu, em uma área de 1.350 km², 170 km de extensão, largura máxima de 12 km e largura média de 7 km.
Forças de segurança e defesa estaduais e federais realizam, desde 2020, a “Operação Importunus”, com o intuito de destruir os portos clandestinos às margens do Lago. Em 2021, por exemplo, na segunda edição da Operação, 41 portos clandestinos foram destruídos. Em setembro de 2022, na quinta fase da operação, mais 5 portos também foram inviabilizados.
No dia 16 de novembro, em mais uma ação, policiais federais, em ação integrada com o BOPE, BPFron e COPE, concluíram a primeira etapa da operação “Lago Seguro”, que visa o fechamento de portos clandestinos e seus acessos, utilizados por quadrilhas de traficantes e contrabandistas que atuam na região.
Segundo nota divulgada pela Polícia Federal, os policiais, após identificarem e mapearem os pontos de desembarque de material ilícito trazido do Paraguai, utilizaram grande maquinário para o fechamento dos portos e inviabilização das rotas de acesso.
Destaca-se ainda que esta operação também visa a proteção do meio ambiente, pois a construção de portos clandestinos e a abertura de vias de acesso resulta em diversas árvores derrubadas, lixo e resíduos nas margens do lago, além de possível contaminação da área pelo despejo de óleo, combustível e agrotóxicos usados ou descartados nos locais.
Nesta primeira etapa, as ações da operação foram desencadeadas no município de Santa Helena (PR), cujo alvo foram 20 portos clandestinos nos distritos de São Clemente, Sub-Sede, Santa Helena Velha e Vila Celeste.
Pelas características do Lago, bem como da região, que apresenta mata ciliar em toda a extensão do reservatório, as rotas e a logística das atividades ilícitas já é estabelecida e, com isso, há uma convergência criminosa, uma variedade de ilícitos que são transportados.
Dentre os destaques, estão cigarros, drogas, armas, produtos contrabandeados e descaminhados e, nos últimos dois anos, têm sido registradas apreensões de grandes quantidades de agroquímicos com uso restrito ou proibido no Brasil. De acordo com o 2º Tenente QOPM, Vitor Cristiano Dorecki, Comandante do COBRA, as organizações criminosas que atuam na região do Lago de Itaipu vêm atuando com uma extensa rede. “Eles conseguem cooptar pessoas dos mais diversos níveis sociais para atuar como olheiros, batedores de carga, pilotos de embarcação, condutores de veículos, etc”. Ainda segundo Dorecki, há alternativas para fortalecer o combate aos ilícitos. “Uma alternativa muito boa para realizar a fiscalização são os bloqueios fluviais físicos, como acontece em Guaíra, com a chalana, que é organizada pela Polícia Federal junto a diversas forças. Vimos que depois que foi instalado esse bloqueio os índices de criminalidade tiveram uma diminuição absurda. Em uma noite, por exemplo, chegavam a passar uma média de 300 barcos, e agora não passa quase nada. Assim, conseguimos trabalhar de forma estratégica, direcionando esse patrulhamento para os locais onde não conseguimos ter esses bloqueios”.
Em termos de mercado formal, segundo informações da Receita Federal, há dois portos alfandegados no Lago de Itaipu, nas cidades de Guaíra e Santa Helena, ambas no Paraná. No porto de Santa Helena, por exemplo, de acordo com dados repassados pela Prefeitura da cidade, que é quem administra o porto, o volume de cargas em 2022, até o final do mês de outubro, somou 650 mil toneladas, num total de US$ 143 milhões de movimentação. Das importações, chegaram ao Brasil, vindos do Paraguai, principalmente milho, soja e trigo. Já o Brasil exportou adubo.
Segundo Luciano Stremel Barros, Presidente do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF), é evidente a necessidade de atacar a logística do crime, assim como as forças de segurança tem atuado, mas em uma escala maior e com a articulação e integração entre os municípios, estados e União. Além disso, Barros destaca a necessidade de aprimoramento, junto com o Paraguai, do processo de cooperação na securitização do Lago de Itaipu. “Em uma área como esta, o crime demonstra que tem muito mais estrutura do que o mercado formal, com muito mais agilidade, muito menos burocracia e com volumes muito maiores do que os volumes de trânsito de mercadorias formais. Pelo mapa dos portos clandestinos, podemos ver ainda que o crime se utiliza de logística multimodal, pois estas áreas estão cercadas por aeródromos, estradas rurais, municipais, estaduais e a BR-163, principal artéria de toda esta logística, cruza esse espaço, servindo de grande apoio logístico ao crime organizado”.
Ademais, em sua tese doutoral pela Universidade Autônoma de Lisboa, Barros tem chamado a atenção para o que ele nominou como o mercado e as rotas de “commodities ilícitas”, em que analisa a utilização da infraestrutura pública, no caso a hidrovia, pelo crime transfronteiriço, que se apropria das rotas mercantis lícitas e acessa as cadeias globais de valor para exportar tais “commodities”.
Medida pode atingir até quem já comprou armamento; ideia é tirar de circulação armas de grosso calibre
O senador eleito Flávio Dino (PSB-MA), que tem liderado o grupo técnico de segurança na equipe de transição do governo, afirmou que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva vai revogar atos do presidente Jair Bolsonaro, que culminaram no aumento de acesso a armas pela população.
O plano da gestão petista é que as medidas a serem adotadas pelo futuro governo afetem até mesmo quem já comprou armas na gestão Bolsonaro. O alvo principal são as armas de grosso calibre que teriam sido adquiridos a partir da liberação prevista em decretos editados pelo atual presidente.
Questionado sobre o assunto ao chegar no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde o governo de transição tem se concentrado em Brasília, Dino disse que o objetivo é fazer valer o que já estava previsto no estatuto do desarmamento de 2003.
“Eu estou falando como senador eleito. Aí sim, (deve-se revogar decretos que liberam armas). Não há dúvida que há um escopo principal do grupo, porque é um compromisso do presidente Lula e nós temos que ter um duplo olhar. O primeiro olhar: olhar daqui para frente. Nós temos uma lei vigente, o estatuto do desarmamento, que foi objeto de um desmonte por atos infralegais, abaixo da lei. Isso sem dúvidas é um tema fundamental do grupo de trabalho. É um tema que o presidente Lula escolheu e foi aprovado pela sociedade brasileira”, comentou Dino.
Flávio Dino, cotado para assumir o Ministério da Justiça, afirma que governo Lula vai rever atos de Bolsonaro que liberaram armamento para a população
Foto: Gilson Teixeira/ Divulgação / Estadão
Segundo o senador, que é cotado para assumir o Ministério da Justiça, o grupo técnico ainda está avaliando o assunto em detalhes, para verificar cada ação que será tomada. “O tema daqui para trás é um tema que exige algumas reflexões. A primeira: existe direito adquirido a faroeste? Não. Existe direito adquirido a andar com fuzil, metralhadora? Não. Imaginemos a questão de um medicamento que hoje é permitido e amanhã passa a ser proibido. Alguém terá direito adquirido a continuar a tomar o medicamento? Não. É possível que haja um efeito imediato, inclusive no que se refere aos arsenais já existentes? Sim, é possível”, disse.
O senador afirmou ainda que deverá haver medidas para que ocorra a devolução de armamento pesado que já foi adquirido pela população. “E o que já está em circulação? Provavelmente vai haver uma modulação. Aquilo que for de grosso calibre, por exemplo, deve ser devolvido. Algum tipo de recadastramento no que se refere aos clubes de tiro. Vai haver fechamento generalizado de clubes de tiro? Seguramente não. Mas não pode ser algo descontrolado, não pode ser liberou geral. Todos os dias vocês noticiam tiros em lares, em vizinhança, bares, restaurantes, de pessoas que possuíam registro de CAC (registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador). Mostra que esse conceito fracassou. E, se fracassou, deve ser revisto”.
Fim de sigilos de 100 anos de Bolsonaro
Flavio Dino confirmou a intenção do governo de também revogar os atos de Bolsonaro que impuseram sigilo de 100 anos a informações. “Não é propriamente tema do nosso grupo, porque não tem propriamente impacto na segurança pública. Mas, sem dúvida, que é plenamente possível (revogar), porque há um conceito jurídico fundamental que está contido na súmula 473 do Supremo, que quando há razões de conveniência e oportunidade, a mesma autoridade que decreta pode revogar”, disse.
Ao comentar sobre os atos antidemocráticos que ainda ocorrem em frente a quartéis do Exército e algumas cidades, Dino disse que, até o dia 31 de dezembro, esse é um tema que pertence ao atual governo. “A partir de 1 de janeiro esse tema pertencerá ao novo governo e ao novo Congresso. Evidentemente é preciso cumprir a lei. De um modo geral qual é o parâmetro de resposta ao extremismo? É a legalidade. Quanto mais a lei for cumprida menor o extremismo. É possível a perpetração de crimes em flagrante a luz do dia e ninguém fazer nada? Claro que isso é ilegal. A orientação, seguramente, é no sentido que o código penal tem que ser cumprido. É importante lembrar que segundo a constituição, os crimes políticos são crimes federais. Artigo 109 da constituição federal.”
O narrador Galvão Bueno está fora da transmissão da abertura da Copa do Mundo do Catar.
Em um pronunciamento exibido pelo Globo Esporte desta quarta-feira (16), ele contou que não estará recuperado a tempo de comendar o evento que será realizado no próximo domingo.
A Globo decidiu substituí-lo por Luis Roberto, que vai comendar a cerimônia ao lado de Caio Ribeiro e Roger Flores. Está será a primeira vez que ele não comanda a abertura da Copa desde 1986.
A primeira partida da competição, entre Catar e Equador, acontecerá no próximo domingo (20), às 13h (de Brasília).
A decisão foi para poupar o narrador que deve estar recuperado para transmitir a estreia do Brasil contra a Sérvia na terça-feira (24).
SUSTO
O jornalista de 72 anos foi surpreendido com um diagnóstico inesperado de Covid-19 cinco dias atrás e teve que ser internado.
O PL (Partido Liberal) de Valdemar Costa Neto e do presidente da República Jair Bolsonaro pode pedir a anulação das eleições de 2022. Duas auditorias apresentadas pelo partido sobre as urnas eletrônicas e suposta parcialidade do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) baseiam a contestação.
Um dos relatórios de fiscalização, obtido pelo site O Antagonista, concluiu que não é “possível validar os resultados gerados em todas as urnas eletrônicas de modelos 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015”.
O documento é assinado por Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Legal (IVL); seu vice Márcio Abreu, engenheiro eletrônico, e o membro associado Flávio Gottardo de Oliveira, engenheiro aeronáutico, ambos formados no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA).
A argumentação apresentada é sobre mau funcionamento das urnas eletrônicas antigas. Segundo eles, estudos estatísticos teriam identificado “interferência indevida nos percentuais de votação dos candidatos”.
“Para encontrar evidências de que este grupo de urnas não teria funcionado corretamente, foi realizada uma análise inteligente dos dados contidos nos arquivos Log de Urna de todos os modelos de urna eletrônica, utilizados nas eleições de 2022.”
Para defender a tese de que houve fraude eleitoral, a equipe do IVL, contratada pelo PL, diz que adotou procedimentos preconizados pelo TCU (Tribunal de Contas da União), como auditoria de conformidade, auditoria operacional, inspeção, acompanhamento e monitoramento.
Em parceria com a Gaio.io, um empresa de TI, construiu-se uma base de dados com todos os arquivos de Boletim de Urna e Log de Urna dos mais de 472 mil equipamentos usados na votação.
“Do ponto de vista técnico, quando gera um arquivo de Log de Urna inválido, a urna eletrônica apresenta falha de funcionamento e confirma que utilizou uma versão de código dos programas diferente da versão utilizada nas urnas eletrônicas modelo UE2020, lacrada em cerimônia pública no TSE. Códigos iguais de programas de urna eletrônicas geral arquivos válidos de Log de Urna.”
“Nesta perspectiva técnica, não é possível validar os resultados gerados em todas as urnas eletrônicas de modelos 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015, resultados estes que deveriam ser desconsiderados na totalização das eleições o segundo turno, em função do mau funcionamento destas urnas.” (Informações do Antagonista)
Instituição conquista o 2º lugar na categoria Serviços Financeiros e fica entre as top 50 Open Corps no ranking geral
O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 6 milhões de associados e presença em todos os estados brasileiros, é considerado um dos líderes de mercado em Open Innovation e está, pelo quarto ano consecutivo, classificado no ranking 100 Open Startups como uma das TOP Open Corps 2022. Além de figurar entre as 50 empresas selecionadas no ranking geral, o Sicredi conquistou o segundo lugar do prêmio na categoria “Serviços Financeiros”.
“Estamos muito felizes e orgulhosos do resultado. Estar no ranking há quatro anos seguidos e agora como uma das empresas líderes em Open Innovation, comprova que estamos no caminho certo com as nossas ações de inovação”, comenta Leonardo Menezes, superintendente de plataforma e parcerias do Sicredi. “Já temos uma trajetória de parceria com startups há algum tempo, mirando na evolução dos nossos produtos e serviços, com o objetivo de oferecer a melhor experiência aos nossos associados e cooperativas do Sistema”.
O ranking 100 Open Startups reconhece, além das startups mais inovadoras, as empresas líderes de mercado em Open Innovation, companhias que trabalharam lado a lado com startups a fim de oferecer produtos e serviços disruptivos à sociedade. De acordo com o ranking, este ano foi o recorde de negócios entre corporações e startups, com cerca de R$ 2,7 bilhões em contratos fechados de Open Innovation.
O Sicredi, por exemplo, executa o Inovar Juntos desde 2018, programa em parceria com startups com o objetivo de promover o desenvolvimento de soluções inovadoras para o setor. Atualmente, o programa está com 11 projetos em andamento focados em questões como melhorias na experiência para associados e otimização das áreas como cognição, open finance, meios de pagamento, marketing, entre outros. Mais de 660 startups já participaram do Inovar Juntos. Além disso, a instituição atua em parceria outros projetos relacionados ao ecossistema de inovação no Brasil, como o Agtech Garage, em Piracicaba – SP e o Instituto Caldeira, em Porto Alegre – RS.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.400 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros.