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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 31 de Julho de 2026

O morador da Colônia Ingazeira, Oldemar, conhecido como “Gordinho”, procurou a Rádio Alto Paraguai FM para revelar que foi ele a vítima do misterioso ataque ocorrido no último domingo (26), após uma pescaria na região da colônia, em Porto Murtinho.

Segundo Valdemar, ele decidiu se identificar após a repercussão da notícia divulgada anteriormente, que relatava o episódio sem mencionar o nome da vítima. De acordo com ele, após comentar o caso com moradores da região, sentiu a necessidade de tornar pública sua versão dos fatos.

Em entrevista à emissora, Oldemar afirmou que não havia ingerido bebida alcoólica no dia do ocorrido e que foi atingido por duas fortes pancadas na cabeça em momentos distintos, sem conseguir identificar o que teria provocado as agressões.

O primeiro ataque, conforme seu relato, aconteceu quando ele passava por uma porteira na região da Colônia Ingazeira. Ele conta que recebeu uma violenta pancada no lado direito da cabeça, provocando um hematoma. Já o segundo episódio ocorreu pouco depois, ao passar por outra porteira, nas proximidades de sua residência, também na mesma localidade.

Oldemar encaminhou à Rádio Alto Paraguai FM fotografias e vídeos que, segundo ele, mostram os hematomas deixados pelas agressões sofridas. As imagens evidenciam marcas na cabeça compatíveis com as lesões descritas pela vítima.

Questionado se já havia passado por alguma situação semelhante, Oldemar respondeu que nunca viveu algo parecido.

Conhecido nas redes sociais como “Mago da Pesca”, nome utilizado em sua página no Instagram, Oldemar também fez questão de esclarecer que seu objetivo ao relatar o ocorrido não é obter engajamento ou visibilidade nas redes sociais.

“Estou contando porque realmente aconteceu comigo. Não estou fazendo isso por internet ou para ganhar seguidores”, afirmou.

Até o momento, não há informações sobre a causa das agressões relatadas por Oldemar, e o caso continua cercado de dúvidas. O episódio chamou a atenção de moradores da região de fronteira e segue repercutindo pela falta de uma explicação para o ocorrido.

Fonte: Edi Carlos