(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Quarta-Feira, 11 de Março de 2026

Ai de vós, fariseus, que pagais o dízimo da hortelã, da arruda e de diversas ervas e desprezais a justiça e o amor de Deus. No entanto, era necessário praticar essas coisas, sem contudo deixar de fazer aquelas outras coisas. Ai de vós, fariseus, que gostais das primeiras cadeiras nas sinagogas e das saudações nas praças públicas! Ai de vós, que sois como os sepulcros que não aparecem, e sobre os quais os homens caminham sem o saber”. Um dos doutores da Lei lhe disse: “Mestre, falando assim também a nós outros nos afrontas”. Ele respondeu: “Ai também de vós, doutores da Lei, que carregais os homens com pesos que não podem levar, mas vós mesmos nem sequer com um dedo vosso tocais os fardos”.

Comentário

Toda a nossa esperança na existência de outra vida reside na fé. Não vemos nada além deste mundo, mas cremos que, depois da morte, veremos a Deus como Ele é, conforme São Paulo escreveu aos cristãos de Corinto: “Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos (a Deus) face a face. Hoje conheço em parte; mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido” (1Cor 13,12). Quando celebramos a Santa Missa, olhamos para o pão e o vinho, antes e depois da Consagração e, externamente, não percebemos mudança alguma. Então, o que nos faz crer que Jesus está presente no pão e no vinho consagrados? A Palavra de Deus. Hoje, após lermos o Evangelho, falta-nos aplicar a nós o que o Mestre disse aos fariseus, porque a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e tem força para nos mudar para seguirmos pelo caminho de Cristo (cf. Hb 4,12).

Leia  Evangelho do Dia: Mateus 18,21-35