TEMPO COMUM
“Ai de vós, fariseus, que pagais o dízimo da hortelã, da arruda e de diversas ervas e desprezais a justiça e o amor de Deus. No entanto, era necessário praticar estas coisas, sem contudo deixar de fazer aquelas outras coisas. Ai de vós, fariseus, que gostais das primeiras cadeiras nas sinagogas e das saudações nas praças públicas! Ai de vós, que sois como os sepulcros que não aparecem, e sobre os quais os homens caminham sem o saber. Um dos doutores da lei lhe disse: Mestre, falando assim também a nós outros nos afrontas. Ele respondeu: Ai também de vós, doutores da lei, que carregais os homens com pesos que não podem levar, mas vós mesmos nem sequer com um dedo vosso tocais os fardos.”
Não temos o direito de desvirtuar a Palavra de Deus. Ele não pode ser manipulado e não se deixa manipular! Quando agimos dessa forma, estamos, em última instância, fazendo conosco uma automanipulação; estamos buscando razões para as nossas razões, para as nossas justificativas, que, na grande maioria das vezes, são um poço vazio. Deixemos a Palavra transformar nosso interior, nossos pensamentos, nossas atitudes, nosso coração!