A ideia é criar o ambiente propício no município, que recebe a nova fábrica de celulose da Suzano com recursos que chegarão a R$ 19 bilhões.
Com futuro promissor e novo ciclo de desenvolvimento, Ribas do Rio Pardo recebe uma série de investimentos do Governo do Estado em diferentes setores, como infraestrutura, saúde, segurança, educação e qualificação profissional.
A ideia é criar o ambiente propício no município, que recebe a nova fábrica de celulose da Suzano com recursos que chegarão a R$ 19 bilhões.
O investimento privado bilionário vai mudar a realidade da cidade, por isso o governador Reinaldo Azambuja se comprometeu em atender uma série de compromissos junto a empresa, para qualificar a mão de obra local e preparar a infraestrutura e economia da cidade.
“A fábrica vai gerar um crescimento no PIB de mais de 5%. E nós assumimos vários compromissos na área de infraestrutura, saneamento básico, saúde, educação e segurança pública, que vão beneficiar a população de Ribas do Rio Pardo e de Mato Grosso do Sul”, afirmou o governador.
Dentro desta contrapartida estão setores essenciais. Na educação as duas escolas estaduais (João Ponce Arruda e Eduardo Batista Amorim) estão passando por reformas gerais, com direito a ampliação das salas e blocos, para ter um espaço mais qualificado e fortalecer o ensino e aprendizado dos estudantes. As duas revitalizações juntas somam um investimento de mais de R$ 5 milhões.
Segurança e rapidez
Para segurança pública, o governador já inaugurou o Quartel do Corpo de Bombeiros em Ribas do Rio Pardo, que vai dar mais rapidez e estrutura para as ocorrências de resgate e incêndios tanto na cidade, como no município de Água Clara. A unidade teve um investimento de R$ 1,4 milhão, em uma parceria com a prefeitura.
Para Reinaldo “este quartel na cidade dá segurança e tranquilidade aos moradores”, Foto Chico Ribeiro
Com este recurso foi feito uma reforma e adequação no prédio, assim como contribuiu para aquisição de viaturas, equipamentos e mobiliários. Antes a população de Ribas precisava esperar o socorro da Capital, agora vai dispor de atendimento rápido e qualificado.
“O Corpo de Bombeiros é um orgulho para população. Este quartel na cidade dá segurança e tranquilidade aos moradores, principalmente nos momentos difíceis como em incêndios e acidentes, que agora vai dispor de resgate mais rápido”, descreveu Reinaldo Azambuja.
Infraestrutura de qualidade
Para melhorar o acesso e a logística da região, o Governo do Estado segue com várias obras de infraestrutura. Entre elas a pavimentação da MS-338, em um trecho de 66 km, que tem um investimento de R$ 138,3 milhões. A obra ainda dispõe de mais duas frentes de trabalho na rodovia, para ligar o município a Camapuã. Somando todas as etapas são mais de R$ 227 milhões.
A rodovia MS-357 também ganha asfalto em um trecho de 12,18 km em Ribas do Rio Pardo, com investimento de R$ 22,2 milhões. A obra já começou e os trabalhos seguem em andamento dentro do cronograma. O acesso ao polo industrial da cidade recebe pavimentação para facilitar o transporte de produtos e atrair novas empresas.
Está sendo construído ainda uma ponte de concreto sobre o Córrego Viga, que tem 30 metros de extensão e 6 (metros) de largura, localizada em uma rodovia vicinal, no entroncamento com a MS-340. A troca das estruturas de madeira por concreto é um dos compromissos da atual gestão estadual.
Qualificação profissional
Com a chegada a nova fábrica da Suzano, o Governo fez parcerias para qualificação da mão de obra local, que vai ser importante no preenchimento das vagas de emprego, assim como preparar as empresas e serviços da cidade para atender a demanda dos novos investimentos.
Será instalado na cidade o Centro Integrado Sesi Senai, que terá a função de qualificação profissional no setor industrial. Para contribuir o governador se comprometeu em realizar a obra de pavimentação de acesso ao local onde vai funcionar a escola. “As escolas do Sistema S, sobretudo Sesi e Senai, têm um significado muito grande na melhoria da qualidade da nossa educação, e na qualificação da mão de obra”, descreveu o prefeito João Alfredo Daniese.
O Sebrae-MS em parceria com o Governo também fará a capacitação das empresas locais, para que se tornem aptas a serem fornecedores da Suzano. Podem participar empreendedores de Ribas, Água Clara, Campo Grande, Inocência e Três Lagoas. Esta qualificação será realizada pelo programa Propeq Dinamiza, que vai arcar com 70% dos custos.
“Fazemos essa alocação dos recursos para a capacitação entendendo que muitos perdem oportunidades por não terem qualificação para atender padrões. Essa parceria ajudará a encaixar o encadeamento produtivo em municípios estratégicos para o Estado”, destacou o secretário Jaime Verruck, titular da Semagro.
Este conjunto de investimentos em Ribas do Rio Pardo busca ajudar a cidade a se preparar para este novo ciclo econômico, que vai dispor de novos empreendimentos, geração de empregos, aumento da renda e oportunidades e crescimento de toda região.
Em visita a municípios do Cone Sul do Estado, o candidato do PSD ao Governo de Mato Grosso do Sul, Marquinhos Trad, conversou com comerciantes e empresários sobre carga tributária e soluções para a triste realidade trazida pela atual gestão com o aumento indiscriminado de tributos.
Ramona Cubilha da Cruz Ferreira, comerciante em Caarapó há 20 anos, quer mudança e um governo que traga estabilidade para todos os setores, em especial no que diz respeito a impostos. “Pagamos de todos os lados, e taxas altíssimas. Se olharmos realmente para estas taxas, a gente para de trabalhar. Muitas pessoas já fecharam as portas por causa disso”, lamenta.
O gerente comercial, Samuel Melo, é testemunha do quanto a carga tributária desproporcional impede o progresso em terras sul-mato-grossenses. “Quando eu trabalhava em Guaíra/PR, o pessoal de Eldorado, Itaquiraí e Mundo Novo ia tudo comprar comigo. A base de salário no Paraná é muito melhor que MS e o custo de vida é mais alto que lá. Há uma contradição. Lá ganham melhor e têm o custo de vida menor”, relembra.
Além da revisão do ICMS e incentivos para que empregos sejam gerados para a população local, Marquinhos ressaltou a importância de estimular a produção local, fazendo com que a riqueza gerada aqui, fique aqui e seja melhor distribuída.
“De todo o hortifrutigranjeiro vendido por aqui, 85% vem de fora porque só pensam em arrecadar. Um pequeno agricultor que vai vender R$ 100 de alface ou cebolinha, coentro, precisa ir até AGENFA e emitir nota e ela cobra R$ 23,60 por nota. Além disso, mais 7% de ICMS. De R$ 100, deixa, só para os cofres do Estado, R$ 30. Como este pequeno agricultor vai sobreviver? Agora, pega os grandes agricultores. Se você dá incentivos e condições ao grande, tem que dar ao médio e ao pequeno. Você não pode tratar diferente aqueles que contribuem menos. Se não der oportunidade para eles, vai fazer com que o Estado cresça apenas para os ricos, como está sendo”, observa.
O Programa de Governo de Marquinhos Trad prevê ações para auxiliar os pequeno e médios agricultores em todo o processo, ampliando a assistência técnica rural para orientá-los e acompanhá-los na propriedade, facilitando o acesso a financiamentos e criando políticas para que o mercado interno absorva sua produção, como através do programa “Rede Prato Cheio”, que promoverá segurança alimentar ofertando refeições de qualidade e alto valor nutritivo a preços bem acessíveis a pessoas em situação de vulnerabilidade, extrema pobreza, desempregadas, em situação de rua ou risco social nas regiões mais populosas do estado.
“Há dezesseis anos, dois governos diferentes, que concorrem agora também, nos prometeram uma redução da carga tributária e o que a gente vê hoje é boa parte dos empresários reclamando do ICMS antecipado, da substituição tributária e da margem de valor agregado. É isso que faz, cada vez mais, a população querer essa mudança”, conclui.
Candidato ao Governo do Estado, ele conta com o apoio do presidente Jair Bolsonaro e da candidata ao Senado, Tereza Cristina
“De fato sou novo na política, nunca fui candidato e não venho de uma família tradicional na política, mas isso não é problema, porque minha história e capacidade de gestão me credenciam”, disse Eduardo Riedel (PSDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro (Número 45).
Ele afirmou ter orgulho de ter participado de uma gestão que mudou Mato Grosso do Sul de patamar no país, e que esta experiência será fundamental para levar o Estado ao desenvolvimento.
“Sou o novo com experiência. As pessoas pensam que para entrar na política tem que ser político profissional. Muito mais estranho do que disputar um cargo eletivo pela primeira vez é querer ser político sem nunca ter tido uma experiência em gestão. Isso sim é temerário”, disse.
Para Eduardo Riedel, política se faz com políticas públicas por meio da gestão, da busca por resultados, e não por meio da demagogia. “Meus projetos englobam todas as áreas de gestão pública e serão esmiuçados durante a campanha. Posso adiantar que faremos um governo inovador, ousado e com propostas que farão de nosso Estado uma referência em gestão e desenvolvimento para todo país”, assegurou.
“A vontade de fazer mais pelo Mato Grosso do Sul foi o que levou Riedel ao desafio de candidatar-se ao Governo do Estado. A política é consequência de tudo o que ele viveu. Demagogia não engana ninguém. As pessoas querem resultados. Verdade, transparência e competência são os valores que devem nos guiar neste desafio”, afirmou a parceira de Riedel na chapa, e candidata ao Senado, a ex-ministra do presidente Jair Bolsonaro, Tereza Cristina.
É com base nesta filosofia que Riedel aceitou o desafio proposto. “A decisão foi fruto de minha história de vida e de um longo trabalho de gestão na iniciativa privada e na vida pública, que me levou a representar um novo modelo de gestão de trabalho. Sou empresário e produtor rural, dediquei minha vida à minha formação e aos negócios da minha família, e também trabalhando pelo coletivo em instituições. Tenho acúmulo de conhecimento, preparo e determinação para trabalhar pelo coletivo”, concluiu.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) vai analisar, nesta terça-feira (30), projetodo senador Angelo Coronel (PSD-BA) que estabelece um piso salarial nacional para fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. A reunião está marcada para 10h.
O PL 1.731/2021 é relatado pelo senador Romário (PL-RJ), que entregou seu voto nessa quinta-feira (25). Conforme o texto, os profissionais terão direito a um salário mínimo de R$ 4,8 mil mensais para uma jornada de 30 horas por semana.
“Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais atuam de forma decisiva para o bem-estar não só de pessoas com deficiência, mas também daqueles que sofrem de incapacidade temporária para o trabalho. Pessoas que foram vítimas de acidentes possuem sequelas de doenças ou simplesmente envelheceram. É por isso que esta comissão deve estar atenta ao tema”, avalia o relator.
Romário diz ainda que, do ponto de vista das contas públicas, o aumento da oferta de profissionais fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais pode trazer efeitos no próprio sistema previdenciário, pois eles tendem a atuar para aumentar a base de contribuintes e reduzir a base de beneficiários.
“Podemos pensar em um exemplo ilustrativo de um cidadão relativamente jovem que se aposenta por invalidez, por incapacidade permanente, mas que, ao ser auxiliado por este profissional, consegue retornar ao mercado e gerar renda de forma autônoma”.
O projeto já foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) e tramita de forma terminativa na CAE. Ou seja, se for aprovado, vai direto para a Câmara dos Deputados, sem necessidade de passar pelo Plenário, a menos que haja recurso.
Empréstimos
Os outros nove itens da pauta da CAE desta terça-feira são mensagens autorizando operações de crédito externo entre prefeituras e governos estaduais com instituições internacionais. A Constituição diz que empréstimos desse tipo, com a garantia da União, precisam do aval do Senado.
O Site Campo Grande Post e seu proprietário, Allyson Henrique Moreira Leguizamon, foram condenados a pagar multa de R$ 5 mil pela publicação de material difamatório contra o candidato do PSD ao governo de Mato Grosso do Sul, Marquinhos Trad.
A decisão assinada pelo juiz Ricardo Gomes Façanha trata de representação ajuizada pela Coligação Muda MS composta pelos partidos PTB/PSC/PATRIOTA e PSD por causa de um vídeo postado nas redes sociais com o objetivo de prejudicar Marquinhos na corrida eleitoral.
Ao analisar o conteúdo do vídeo, alvo da denúncia, a Justiça entendeu se tratar de conteúdo calunioso que extrapola o exercício regular da livre manifestação de pensamento, ultrapassando a barreira do debate político, com o único objetivo de macular a imagem do candidato, divulgando material extremamente ofensivo e inverídico, no Facebook e Instagram..
“A postagem veiculada pelo representado é difamatória e descontextualizada da verdade, encontrando-se em total afronta ao disposto no artigo 22, X da Resolução do TSE nº 23.610/19…é possível vislumbrar a configuração de estados mentais no eleitor ao passo que o conteúdo de sua mensagem atinge a honra do candidato Marquinhos Trad, incitando a revolta da população”, diz o documento.
O responsável pelo site Campo Grande Post contestou a decisão e disse que não fez propaganda negativa contra Marquinhos Trad, porém, o argumento não foi aceito e a condenação está mantida.
“Diante do exposto e com fulcro no art. 36, § 3º da Lei das Eleições c/c art. 10, § 2º, da Resolução TSE n. 23.610/19, acompanho o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral, confirmo a liminar concedida e julgo parcialmente procedente a presente representação, condenando o representado ALLYSON HENRIQUE MOREIRA LEGUIZAMON (CAMPO GRANDE POST) ao pagamento de multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais)”, conclui o magistrado, dando prazo de 30 dias para que o pagamento da multa imposta seja realizado.
Candidata é a única mulher indígena a disputar as eleições de 2022 em Mato Grosso do Sul
A candidata a deputada estadual por Mato Grosso do Sul pelo PSOL, Val Eloy Terena, lança sua candidatura na noite desta sexta-feira (26), em ato durante a 15ª Assembleia Terena, que acontece na aldeia Brejão, na cidade de Nioaque (MS). No evento, estarão presentes o cacique da aldeia Brejão, Aderval Barbosa, lideranças indígenas de todo o Estado, a cacique Arariquele Cardoso Pataxó Hãhãhãe (aldeia Cunhambebe Pindorama – RJ), o líder indígena Júnior Xukuru (PE), o líder indígena José Elias Tuxá Campos (PE), Álvaro Santos de Oliveira Xukuru (PE) e aliados da causa indígena.
Como forma de construir propostas plurais para seu mandato, a candidata dialoga com os participantes do evento, para que possam contribuir coletivamente. Os principais pontos de seu projeto são baseados nos direitos dos povos indígenas de Mato Grosso do Sul, como saúde, educação, territorialidade, defesa da democracia, cuidados com o meio ambiente, combate ao racismo e discriminações de qualquer tipo.
Val Eloy faz parte do projeto “Aldear a Política”, que tem intenção de eleger indígenas para a formação da Bancada Indígena, e da iniciativa “Campanha Indígena”, promovida pela APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil). Em Mato Grosso do Sul, ela é a única mulher indígena que disputa algum cargo nas eleições de 2022.
Para ela, é de uma importância muito grande fazer o lançamento de sua candidatura em um evento como a Assembleia Terena, o qual participa todo ano, desde 2010. “Uma candidatura indígena, para nós, é motivo de muita resistência, principalmente no período em que estamos vivendo, ano de desgoverno, de tantos retrocessos de direitos. Fazer este movimento da campanha aqui no território é um sinal de fortalecimento”, afirma.
Durante o encontro ainda haverá debates sobre os direitos dos povos indígenas, mulheres terena, saúde indígena nas aldeias de MS, educação e juventude. “Discutimos muitas pautas relevantes para nosso povo durante a assembleia, é um momento em que nos fortalecemos enquanto lideranças, mulheres, juventude, e podemos passar toda essa luta para os mais jovens e assim ir além”, pondera Val.
Val é uma mulher terena, que nasceu na aldeia Ipegue, localizada no território indígena Taunay-Ipegue, no município de Aquidauana. Em 2014 liderou uma retomada indígena na periferia de Campo Grande e tornou-se cacique da comunidade Tumuné Kalivono – atual aldeia Ynamati Kaxé. No ano de 2020 concorreu nas eleições municipais da Capital como vice-prefeita e agora concorre a uma das 24 vagas da ALMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul).