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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 28 de Outubro de 2026
Pesquisa do Instituto Ranking para deputado federal em Mato Grosso do Sul; veja os números

Pesquisa do Instituto Ranking para deputado federal em Mato Grosso do Sul; veja os números

Os três primeiros colocados na última pesquisa divulgada pelo Instituto Ranking Brasil para ocupar uma das oito cadeiras da Câmara Federal seguem na dianteira. Geraldo Rezende (2,20%), Professor Juari (1,90%) e Carlos Bernardo (1,80%) são os preferidos dos eleitores.

A novidade neste estudo é Delcídio do Amaral que deu uma guinada e saiu da décima primeira posição para ocupar o quarto lugar. O candidato do PTB cresceu 0,60 pontos percentuais.

Na sequência vem Tio Trutis (1,40%) que caiu uma posição, mas segue entre os cinco primeiros colocados. Depois vem Flávio Cabo Almi (1,40), Beto Pereira (1,40%), Dione Hashioka (1,30%) e Vander Loubet (1,30%).

Quem também surpreendeu é Wilton Acosta e Marcon Pollon que marcavam 0,40% das intenções de votos e agora estão com 1,20% da preferência dos eleitores.

O levantamento foi realizado com 3 mil eleitores em 30 municípios do Estado. A pesquisa é do tipo quantitativa, por amostragem, com aplicação de questionário estruturado em entrevistas com abordagem pessoal em ponto de fluxo populacional e domiciliar. Significa que todos tiveram a mesma chance de serem sorteados para responderem ao questionário.

Pesquisa Espontânea

A pesquisa que foi realizada de forma espontânea, ou seja, uma pergunta é feita aos entrevistados e não é dada nenhuma alternativa para resposta. Esta pesquisa serve para medir a lembrança da pessoa que participa do levantamento e a importância que eles dão aos questionamentos.

Geraldo Rezende – 2,20%, Professor Juari – 1,90%, Carlos Bernardo – 1,80%, Delcídio do Amaral – 1,70%, Tio Trutis – 1,40%, Flávio Cabo Almi – 1,40%, Beto Pereira – 1,40%, Dione Hashioka – 1,30%, Vander Loubet – 1,30%, Wilton Acosta – 1,20%, Marcos Pollon – 1,20%, Sindoley Morais – 1,20%, Alírio Villassanti – 1,10%, Keliana Fernandes – 1,00%, Dagoberto Nogueira – 1,00%, Waldemir Moka – 1,00%, Dr. Eudélio – 0,80%, Valter Carneiro Jr. – 0,80%, Bia Cavassa – 0,70%, Luiz Ovando – 0,70%, Chiquinho Assis – 0,60%, Fábio Trad – 0,50%, Rodolfo Nogueira – 0,40%, Dr. Antônio Cruz – 0,40%, Camila Jara – 0,40%, Del. Sidnéia Tobias – 0,40%, Malu Fernandes – 0,30%, Junior Coringa – 0,30%, Luciana Azambuja – 0,30%, Saulo Batista – 0,30%, Zé da Viola – 0,30%, Prof. Jaime Teixeira – 0,30%, Laudir Munareto – 0,30%, Dr. Cassiano Maia – 0,20%, Coronel Neidy – 0,20%, Danielzinho – 0,20%, Michella Dutra – 0,20%, Juliana Gaioso MS – 0,20%, Gilmar da Cruz – 0,20%, Dr. Guto – 0,20%, Sargento Betânea – 0,20%, Roberto Mateus– 0,20%, Victor Tatão – 0,20%, Branco/Nulo/Indeciso/Não sabe/Não respondeu – 66,19%

 

 

Onze partidos disputam as oitos vagas de Mato Grosso do Sul na Câmara Federal

Onze partidos estão na disputa por uma das oito vagas de Mato Grosso do Sul para a Câmara Federal. São eles PSDB, PT, MDB, União Brasil, Podemos, PL, PP, PSD, PTB, Republicanos e AGIR.

É que para concorrer a uma das vagas os partidos precisam atingir 80% de votos para fazer um deputado federal com as maiores sobras do coeficiente eleitoral. Além disso, o candidato mais votado do partido tem que obter no mínimo 20% de votos do coeficiente eleitoral.

Sendo assim, segue abaixo a análise do Instituto Ranking Brasil dos partidos e candidatos que estão na frente e podem vir a ocupar uma das oito vagas de Mato Grosso do Sul para a Câmara Federal.

PSDB

Tem mais chance de entrar Geraldo Rezende com 2,20% das intenções de votos, Professor Juari com 1,90% e Beto Pereira com 1,80%. Na sequência vem Dagoberto Nogueira e Keliana Fernandes, ambos com 1,00%. Bia Cavassa marca 0,70%.

 

 

PT

Está na frente da disputa o já deputado federal Vander Loubet com 1,30% das intenções de votos. Depois vem Camila Jara com 0,40% e Prof. Jaime Teixeira com 0,30%.

 

 

MDB

Estão na frente da disputa Carlos Bernardo com 1,40% das intenções de votos dos eleitores e Waldemir Moka com 1,00%. Depois vem Dr. Antônio Cruz com 0,40% e Laudir Munaretto com 0,30%. Victor Tatão está com 0,20%.

 

 

União Brasil

Tem mais chance de levar a disputa Sindoley Moraes que está com 1,20% das intenções de votos dos eleitores e Alírio Villasanti que está com 1,10%. Zé da Viola marca 0,30%, Michela Dutra 0,20% e Flávio Renato 0,10%.

 

 

Podemos

Tem mais chance de ocupar uma das cadeiras, os candidatos Flávio Cabo Almi que está com 1,40% das intenções dos votos e Dione Hashioka com 1,30%. Na sequência vem delegada Sidnéia Tobias com 0,40% e Dr. Guto com 0,20%.

 

 

PL

Tem mais chance de levar a disputa o já deputado federal Tio Trutis com 1,40% das intenções de votos dos eleitores e Marco Pollon com 1,20%. Na sequência vem Rodolfo Nogueira com 0,40%, Sargento Betânia com 0,20% e Luana Ruiz com 0,10%.

 

 

PP

Estão na frente da disputa Valter Carneiro Junior e Dr. Eudélio, ambos com 0,80% das intenções de votos. Na sequência vem Luiz Ovando com 0,70% e Luciana Azambuja com 0,30%.

 

 

PSD

Tem mais chance de entrar na Câmara Federal pelo PSD o já deputado Fábio Trad que está com 0,50% das intenções de votos dos eleitores. Junior Coringa está com 0,30%, Jorge Martinho com 0,07% e Léo Matos com 0,07%.

 

 

PTB

O candidato mais provável de levar a disputa é Delcídio do Amaral que está com 1,70% das intenções de votos dos eleitores. Na sequência vem Renata Lacerda e Dr. Erney Barbosa, ambos com 0,10%. João Victor e James marcam 0,03%

 

 

Republicanos

Entre os republicanos, o candidato mais provável de levar a disputa é Wílton Costa com 1,20% das intenções de votos dos eleitores. Depois vêm os candidatos Chiquinho Assis (0,60%), Malu Fernandes (0,30%), Saulo Batista (0,30%) e Gilmar da Cruz (0,20%).

 

 

AGIR

O AGIR pode fazer um candidato. Estão na frente Danielzinho com 0,20%, Senna com 0,10% e Messias de Souza com 0,10%. Na sequência vem Camila Martins e Vitória Medeiros, ambas com 0,03%.

 

 

  • Os partidos Avante, DC, PRTB, Solidariedade, Pros, PDT, PSB, Novo e Federação Rede/Psol não atingiram 80% dos votos para fazer um deputado federal com as maiores sobras do coeficiente eleitoral. Os partidos além de ter que atingir esta porcentagem dos votos (80%), o mais votado do partido tem que obter no mínimo 20% dos votos do coeficiente eleitoral em vigor para ocupar uma das cadeiras.

Dados da pesquisa

Foram entrevistadas 3.000 pessoas, em 30 municípios do Mato Grosso do Sul por setores censitários IBGE de 2010, entre os dias 23 e 26 de setembro de 2022. A pesquisa está registrada com os números: MS-00892/2022 e BR-01779/2022

A margem de erro máxima estimada é de 1,8 pontos percentuais, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pelo site MGS NEWS. O Instituto Ranking Brasil é registrado no Conre 1 com o número: 8561.

Veja a pesquisa completa em PDF no site:
www.rankingpesquisa.com.br
INSTITUTO RANKING BRASIL

24 cadeiras em disputa para Deputado Estadual; veja os números da nova pesquisa Ranking

24 cadeiras em disputa para Deputado Estadual; veja os números da nova pesquisa Ranking

Apesar de a disputa por uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa em Mato Grosso do Sul estar acirrada, os eleitores têm mantido a preferência dos votos. Os dez primeiros colocados na última pesquisa seguem os mesmos, com pequenas mudanças de posição.

Paulo Corrêa (2,20%) se mantém na primeira posição e Jamílson Name (1,50%) na segunda na preferência dos eleitores. Depois vem Marcio Fernandes e Mara Caseiro com 1,40% das intenções de voto. Pedro Caravina e Marçal Filho estão com 1,30%.

Já Gerson Claro, Neno Razuk, Marcelo Salomão, Paulo Duarte, João Henrique Catan, Rhiad Abdulahad, Coronel David e Roberto Hashioka marcam 1,20% preferência dos eleitores.

Disputadíssima, principalmente, pelo número de postulantes ao cargo, a eleição deve ser definida no corpo a corpo com os eleitores.

Nesta pesquisa, divulgada pelo Instituto Ranking Brasil em 27 de setembro, foram entrevistados 3 mil eleitores, em 30 municípios do Estado, entre os dias 23 e 26 de setembro de 2022. O intervalo de confiança é de 95%.

Pesquisa espontânea

Os entrevistadores questionaram os eleitores em quem eles votariam para o cargo de deputado estadual, sem dar opções de nomes dos pré-candidatos. Confira as preferências dos eleitores!

Paulo Corrêa – 2,20%, Jamílson Name – 1,50%, Márcio Fernandes – 1,40%, Mara Caseiro – 1,40%, Pedro Caravina – 1,30%, Marçal Filho – 1,30%, Gerson Claro – 1,20%, Neno Razuk – 1,20%, Marcelo Salomão – 1,20%, Paulo Duarte – 1,20%, Rhiad Abdulahad – 1,20%, João Henrique Catan – 1,20%, Coronel David – 1,20%, Roberto Hashioka – 1,20%, Lucas de Lima – 1,10%, Herculano Borges – 1,10%, Raquelle Truttis – 1,00%, David Vicensi – 1,00%, Dr. Ivandro Fonseca – 1,00%, Otávio Trad – 0,90%, Silvio Pitu – 0,90%, Diogo Bossay – 0,80%, Otávio Figueiró – 0,80%, Zeca do PT – 0,80%, Amarildo Cruz – 0,70%, Antonio Vaz – 0,70%, Marcelo Bluma – 0,70%, Dra. Maria José – 0,70%, Dr. Flávio Barbosa – 0,70%, Junior Mochi – 0,70%, Lídio Lopes – 0,60%, Fabiano Reis – 0,60%, Sayuri Baez – 0,50%, Iara Diniz – 0,50%, Renato Câmara – 0,50%, Glaucia Iunes – 0,50%, Dr. Walber Mendes – 0,50%, Londres Machado – 0,50%, Pastor Mauro Ortiz – 0,50%, Professor Rinaldo – 0,50%, Zé Teixeira – 0,50%, Pedro Kemp – 0,50%, Ninho – 0,40%, Lauro Davi – 0,40%, Dr. Luciano – 0,40%, Pedrossian Neto – 0,30%, Lia Nogueira – 0,30%, Enelvo Felini – 0,30%, Evander Vendramini – 0,30%, Humberto Amaducci – 0,20%, Rafael Tavares – 0,20%, Silvio do PDT – 0,20%, Sandro Benites – 0,20%, Betinho – 0,20%, Mazinho do Carvão – 0,20%, Zé da Farmácia – 0,20%, Veterinário Franciso – 0,20%, Junior Longo – 0,20%, Fabrício Venturoli – 0,20%, João César Matogrosso – 0,20%, Branco/Nulo/Indeciso/Não sabe/Não respondeu – 53,17%.

 

 

Pesquisa mostra preferência dos eleitores entre candidatos do mesmo partido

O Instituto Ranking Brasil também avaliou quem são os candidatos que têm mais chance de ocupar uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul dentro do próprio partido. É que os candidatos não brigam apenas entre os partidos concorrentes, já que só entra quem somar mais votos.

De acordo com as regras do Tribunal Superior Eleitoral, o partido precisar atingir 80% dos votos para fazer um deputado estadual com as maiores sobras do coeficiente eleitoral e o candidato mais votado do partido tem que obter no mínimo 20% dos votos do coeficiente eleitoral para ocupar uma das cadeiras.

Desta forma, segue abaixo a análise do Instituto Ranking Brasil dos partidos e candidatos que estão na frente da disputa e podem vir a ocupar uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

PSDB

O PSDB deve fazer entre quatro e cinco deputados, os que têm mais chance de entrar são Paulo Corrêa que está com 2,20% das intenções de votos, Jamílson Name com 1,50%, Mara Caseiro com 1,40%, Pedro Caravina com 1,30% e Marcelo Salomão com 1,20%.

 

 

MDB

Já os emedebistas devem fazer entre dois e três deputados estaduais. Estão na frente da disputa Márcio Fernandes com 1,40% das intenções de votos dos eleitores, Diogo Bossay com 0,80%, Júnior Mochi com 0,70%, Dra. Maria José com 0,70%, Dr. Flávio Barbosa com 0,70%.

 

 

PT

Os petistas também devem ocupar entre duas e três cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Estão na frente da disputa Zeca do PT com 0,80%, Amarildo Cruz com 0,70%, Marcelo Bluma com 0,70% e Pedro Kemp com 0,50%.

 

 

PSB

Os peesebistas devem fazer apenas um candidato e quem está na liderança é Paulo Duarte com 1,20% das intenções de votos dos eleitores. Logo depois vem Walber Mendes com 0,50%, Lauro David com 0,40% e Sarah Santos com 0,10%.

 

 

PP

O PP deve fazer de dois e três deputados estaduais nestas eleições. Estão na frente da disputa Marçal Filho com 1,30% das intenções de votos dos eleitores, Gerson Claro com 1,20%, Londres Machado com 0,50% e Evander Vendramini com 0,30%.

 

 

PDT

O PDT deve fazer apenas um candidato e quem está na liderança é Lucas de Lima com 1,10% das intenções de votos dos eleitores. Depois vem Glaucia Iunes com 0,50%, Enelvo Felini com 0,30% e Silvio do PDT com 0,20%.

 

 

PL

Os liberais já têm chance de ocupar entre duas e três cadeiras das 24 da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Tem mais chance de levar a disputa Neno Razuk, João Henrique Catan e Coronel David. Os três estão com 1,20% das intenções de votos dos eleitores. Na sequência vem Raquelle Trutis com 1,00% e Mazinho do carvão com 0,20%.

 

 

Podemos

O Podemos deve fazer entre um e dois deputados estaduais. Tem chance de ocupar uma das 24 cadeiras os candidatos do partido Prof. Rinaldo Modesto com 0,50% das intenções de votos dos eleitores e Ninho com 0,40%. Na sequência vem Zé da Farmácia e Veterinário Francisco, ambos com 0,20%.

 

 

Patriota

Os patriotas tem chance de ocupar apenas uma das vagas na Assembleia Legislativa. O preferido dos eleitores é o deputado estadual Lídio Lopes que está com 0,60% das intenções de votos dos eleitores. Na sequência vem Dr. Luciano com 0,40% e Sandro Benites com 0,20%. Givanildo Paula marca 0,10%.

 

 

PRTB

O PRTB também deve fazer apenas um deputado estadual nestas eleições. A possível eleita é Iara Diniz que está com 0,50% das intenções de votos dos eleitores. Rafael Tavares vem logo depois com 0,20%.

 

 

PTB

O PTB também deve fazer apenas um deputado estadual. O candidato mais provável de levar a disputa é Otávio Figueiró que está com 0,80% das intenções de votos dos eleitores.

 

 

Republicanos

Com a possibilidade de ocupar entre uma e duas vagas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, os republicanos estão com Herculanos Borges (1,10%), Antônio Vaz (0,70%) e Sayuri Baez (0,50%) na frente da disputa das intenções de votos dos eleitores. Na sequência vem Betinho e Junior Longo, ambos com 0,20%.

 

 

União Brasil

O União Brasil deve ocupar entre duas e três cadeiras das 24 da Assembleia Legislativa. Tem chance de levar a disputa Roberto Hashioka com 1,20% das intenções de votos dos eleitores, Rhiad Abdulahad com 1,20%, David Vincensi com 1,00%, Dr. Ivandro Fonseca com 1,00% e Pastor Mauro Ortiz com 0,50%.

 

 

PSD

Já o PSD tem a possibilidade de ocupar entre uma e duas vagas na Assembleia Legislativa. Tem mais chance de entrar Otávio Trad e Sílvio Pitu, ambos estão com 0,90% das intenções de votos dos eleitores. Logo depois vem Pedrossian Neto com 0,30% e Elza Fernandes com 0,10%.

 

 

* Os partidos Avante, DC, Solidariedade, Federação Rede/Psol, Pros e AGIR não atingiram 80% dos votos para fazer um deputado estadual com as maiores sobras do coeficiente eleitoral. Os partidos além de ter que atingir esta porcentagem dos votos (80%), o mais votado do partido tem que obter no mínimo 20% dos votos do coeficiente eleitoral para ocupar uma das cadeiras.

Dados da pesquisa

Foram entrevistadas 3.000 pessoas, em 30 municípios do Mato Grosso do Sul por setores censitários IBGE de 2010, entre os dias 23 e 26 de setembro de 2022.  A pesquisa está registrada com os números: MS-00892/2022 e BR-01779/2022

A margem de erro máxima estimada é de 1,8 pontos percentuais, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pelo site MGS NEWS. O Instituto Ranking Brasil é registrado no Conre 1 com o número: 8561.

Veja a pesquisa completa em PDF no site:

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Convênios com Maternidade Cândido Mariano somam R$ 10,3 milhões

Convênios com Maternidade Cândido Mariano somam R$ 10,3 milhões

Para melhorar os serviços prestados aos usuários do SUS (Sistema Único de Saúde), o governador Reinaldo Azambuja assinou dois convênios, nesta segunda-feira (26), com a Maternidade Cândido Mariano, para repassar mais R$ 10,3 milhões à unidade.

Ele lembrou que o atendimento à saúde é prioridade. “Nos propusemos em 2014 a fazer política de estruturação da saúde. Quando começou o nosso governo, 46% dos atendimentos de média e alta complexidade eram feitos em Campo Grande. Hoje são só 10% porque interiorizamos as estruturas de saúde. Somos parceiros de todos os municípios e temos uma gratidão grande pela maternidade Cândido Mariano, em que eu nasci, e que vamos ter o Hospital Materno-Infantil”, disse o governador.

No valor de R$ 8.406.527,00, o primeiro documento é para o pagamento de pessoal. O outro, de R$ 1,89 milhão, é para custear a prestação de serviços de terceiros (Pessoa Jurídica) na assistência à saúde. O diretor-presidente da maternidade, Daniel Gonçalves de Miranda, explicou a importância do investimento e destacou que, em outras oportunidades, o Governo do Estado também fez convênios e repasses para a unidade.

“Esse contrato firmado é extremamente importante para viabilizar o hospital, ajudar com relação a folha de pagamento, ajudar com relação ao custeio da instituição e que isso vai viabilizar novas conquistas à instituição, inclusive o projeto de construção da unidade Materno Infantil para oferecer mais serviços à comunidade de Mato Grosso do Sul. Esse não é o primeiro momento que o Governo do Estado vem firmar convênios com a instituição. No ano passado, também firmou contratos que ajudaram enormemente o crescimento da maternidade e ajudou também todas as filantrópicas, viabilizando pagamento de 13º”, lembrou.

O secretário de Estado de Saúde, Flávio Britto, afirmou que o objetivo do repasse é melhorar o atendimento. “Minha palavra é de gratidão. O interesse é atender melhor à população. Será muito importante para o cumprimento das obrigações da maternidade na finalização deste ano”, disse.

A maternidade

Fundada em 21 de janeiro de 1938, a Maternidade Cândido Mariano é um hospital especializado em ginecologia, obstetrícia e neonatologia que possui 143 leitos dos quais 15 são leitos de terapia intensiva neonatal.

Conta ainda com um centro cirúrgico com seis salas, centro obstétrico com cinco salas e uma equipe multiprofissional composta por enfermeiros, fonoaudiólogas, fisioterapeutas, psicólogas, assistentes sociais e nutricionistas.

É referência estadual para partos e terapia intensiva neonatal, respondendo por aproximadamente 15% da demanda de partos do SUS (Sistema Único de Saúde) no Estado, sendo 56% somente em Campo Grande.

De acordo com o diretor-presidente da maternidade, Daniel Gonçalves de Miranda, em 2021, a maternidade realizou quase 9 mil partos. E neste ano, por meio do Opera MS, do Governo do Estado, foram feitas quase 2 mil cirurgias eletivas.

A agenda também contou com a presença do secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Rocha, e com diretores da maternidade.

Pavimentação de estradas custou R$ 3,7 bilhões aos cofres do Estado

Pavimentação de estradas custou R$ 3,7 bilhões aos cofres do Estado

Ao promover um novo perfil econômico e de desenvolvimento regional, o governador Reinaldo Azambuja estabeleceu como prioridade abrir novos caminhos de produção, reduzindo os custos de transporte e criando cenários favoráveis no competitivo mercado externo. Mais de 1.270 km de estradas foram pavimentados, interligando os parques industriais e o agronegócio com as principais rotas de escoamento rodoviária e hidroviária.

As obras de pavimentação, restauração e implantação de estradas, concluídas e em execução desde 2015, criaram um novo mapa logístico de transportes de Mato Grosso do Sul, hoje no centro da Rota Bioceânica (Brasil-Chile) a partir de Porto Murtinho. Os investimentos, com recursos próprios, somam mais de R$ 5 bilhões, dos quais R$ 3,7 bilhões aplicados no asfaltamento de importantes eixos de conexão viária em todas as regiões do Estado.

“O nosso compromisso é com o crescimento harmônico e equilibrado, para gerar emprego e renda e tornar o Estado mais competitivo”, afirma Reinaldo Azambuja. “Estamos falando no ciclo produtivo do desenvolvimento. Quando se asfalta uma estrada, estamos considerando desde a economia de recursos do produtor rural até a vinda de uma indústria que vai gerar postos de trabalho, criando uma infinidade de benefícios sociais e econômicos.”

Celulose e grãos

A melhoria da infraestrutura rodoviária, segundo o governador, também integra os centros urbanos e comunidades isolados e fortalece outras atividades econômicas, como o turismo, em ascensão no Estado, e a agricultura familiar. “O Estado mudou de patamar com os investimentos na malha viária. É com esse olhar que vamos deixar recursos para a conclusão das obras que não serão concluídas até o final do nosso mandato”, garantiu.

Um dos projetos estratégicos em execução é a ligação da MS-338 e um trecho da MS-357 com as BRs 262 e 060, entre Ribas do Rio Pardo e Camapuã, beneficiando uma região onde está sendo instalada a maior fábrica de celulose do mundo, da Suzano Papel e Celulose. São mais de 100 km de pavimentação, em três frentes, em direção à conexão com a malha paulista, a partir de Três Lagoas, por onde se estendem grandes plantações de eucaliptos e pinus.

A partir da fronteira com o Paraguai, englobando os polos do agronegócio liderados por Dourados, Ponta Porã e Maracaju, o Estado integra novos eixos produtivos ao corredor da Rota Bioceânica com a ligação asfáltica das MS-379 (Laguna Carapã), MS-166 (Cabeceira do Apa e Copo Sujo), MS-270 (Boqueirão) e MS-382 (Guia Lopes-Antônio João) com as BR-060 e BR-267. São mais de 300 km em obras em regiões (Sul e Sudoeste) em expansão agrícola.

Atualmente, são 47 projetos de pavimentação em execução em todo o Estado, priorizando também a região Leste, onde o corredor da celulose terá a ligação asfáltica de Água Clara, Inocência, Paraíso das Águas e Chapadão do Sul com Três Lagoas pelas MS-320, MS-229 e MS-425. Mais ao Norte, foi concluído em 2021 o asfalto do trecho da MS-436 entre Figueirão e Costa Rica, interligando a região a MS-306, privatizada pelo Estado, e a malha viária de Goiás.

Pantanal-Bonito

Uma das principais finalidades do investimento nas estradas estaduais é, também, encurtar caminhos, como é o caso da MS-258, que liga a BR-060, em Sidrolândia, à BR-163, no distrito de Anhanduí, em Campo Grande. A primeira etapa (27,8 km) foi concluída em 2020, entre a BR-060 e o distrito de Capão Seco, e estão em obras 21 km até chegar à BR-163. A chegada da infraestrutura vai reduzir em até 100 km o trajeto entre os dois pontos das rodovias federais.

Na região turística da Serra da Bodoquena, uma obra emblemática está em execução nos 100 km da MS-345 (Estrada do 21), cujo acesso vai reduzir a distância de Bonito com Campo Grande, pelas BR-419 e BR-262, em até 40 km. Na conexão das rotas Pantanal e Bonito, o Estado implantou 18,5 km de asfalto na MS-450 (Piraputangas-Palmeiras), entre Aquidauana e Dois Irmãos do Buriti, criando um novo polo de ecoturismo no entorno da Serra de Maracaju.

O secretário estadual de Infraestrutura, Renato Marcílio, destacou o empenho do governo na execução dos contratos dentro dos prazos pré-estabelecidos. “Estamos cumprindo com os compromissos firmados pelo governador Reinaldo Azambuja e, acima de tudo, com responsabilidade e respeito ao recurso público”, disse, ressaltando que as obras de pavimentação não concluídas este ano terão recursos assegurados para 2023.

No Governo Riedel, a força da mulher será valorizada

No Governo Riedel, a força da mulher será valorizada

Ao lado da esposa, Mônica, o candidato avisa: “Vamos valorizar, qualificar e incentivar todas as sul-matogrossenses”

 Para Eduardo Riedel (PSDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro (Número 45), o envolvimento das mulheres na política e, também, nas políticas públicas de Governo precisam ser uma prioridade nos próximos anos. Ao lado de sua esposa, Mônica Riedel, e de sua parceira de chapa – a ex-ministra do presidente Jair Bolsonaro, Tereza Cristina – o candidato ressalta que, em seu Governo, estas metas serão transformadas em ações concretas.

“O Mato Grosso do Sul é um Estado predominantemente feminino, e o fortalecimento de políticas públicas para as mulheres será nossa prioridade nos próximos anos. Vamos trabalhar para estruturar ainda mais os mecanismos inclusão, qualificação e empoderamento”, afirmou Riedel.

Ele tem razão em relação ao caráter feminino do Estado. Estima-se que 50,4% (1.446.389) da população sul-mato-grossense seja de mulheres — a estimativa populacional deste ano do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para o Estado é de 2.868.279.

Conforme os dados do último Censo, as mulheres correspondiam a 50,1% da população total e grande parte delas estão na áreas urbanas (1.067.726) — enquanto 161.370 vivem em situação rural. Em relação à faixa etária, são as de 30 a 39 anos que dominam (193.512). A expectativa de vida delas atualmente está em prevista em 80,58, enquanto a taxa de mortalidade infantil (quantidade de mortes entre 0 e 1 ano por mil) é estimada em 10,65%.

“Além de serem maioria, as mulheres de Mato Grosso do Sul têm papel decisivo na economia dos lares, e precisam ser valorizadas, especialmente devido ao fato de que grande parte delas tem jornada dupla, no trabalho e em casa”, afirma Riedel.

Novamente, ele se baseia em dados para a afirmação. Mais de 252 mil mulheres do Estado – com 25 anos ou mais – são responsáveis por seus lares. Quando colocado na perspectiva educacional, 31.914 mulheres que têm o Ensino Superior completo eram as “chefes” em suas residências e 46.116 conviviam com esposo(a). Esse número é bem maior entre as mulheres sem instrução ou com Ensino Fundamental incompleto: 130.843 eram as únicas provedoras da residência e 163.255 moraram em conjunto.

Em se tratando de economia, 656.391 das mulheres sul-mato-grossenses com mais de 10 anos têm algum tipo de rendimento, mas somente 532.959 são economicamente ativas, ou seja, que têm capacidade produtiva. Cada vez mais preparadas para ganhar espaço na economia, entre 2008 e 2018 elas aumentaram sua presença na indústria em 28,34%. Nesse cenário, os municípios que mais contrataram mulheres nos últimos anos, em termos percentuais, foram Itaquiraí, São Gabriel do Oeste, Dourados e Campo Grande.

“Quanto mais qualificadas as mulheres forem, mais chances terão no mercado de trabalho. Por isso estaremos muito atentos ao fomento de ações neste sentido”, assegurou Eduardo Riedel.

AÇÕES POSITIVAS

Entre as ações positivas elencadas por Riedel para as mulheres estão os cursos de qualificação, especialmente em três vertentes: educação financeira, empreendedorismo em tempos de crise e marketing. Ele aponta o Programa “Qualifica Mulher” – que já qualificou milhares de sul-mato-grossenses, como exemplo.

“Este projeto surgiu com o intuito de proporcionar às mulheres condições de trabalho digno e oportunidades de projeção econômica e social por meio de capacitação, empreendedorismo e articulação em rede. Nos próximos anos, vamos priorizar estas ações, que fortalecem e empoderam as mulheres sul-mato-grossenses”, afirmou.

VOZ E FORÇA

Para Mônica Riedel, o futuro Governo terá de ter um olhar especial sobre as mulheres. “Eduardo (Riedel) é competente e sabe como administrar este Estado. Esteve à frente de programas importantes como Energia Social Conta de Luz Zero, assim como o Mais Social, que inclusive teve o olhar inovador de criar o cartão social, onde a pessoa escolhe onde comprar seu alimento. Não será diferente com as políticas públicas para as mulheres”, assegurou.

Mônica tem percorrido o Estado para conversar com as sul-mato-grossenses. Ontem (25), em Dourados, ela apresentou as propostas de Riedel e citou o trabalho de sucesso que ele realizou no Estado.

“Vamos ter vez e voz neste Governo, e as políticas públicas que dizem respeito as mulheres ouvirão as suas demandas e anseios. Por isso estamos indo a todos os 79 municípios com o intuito de recolher sonhos, propostas, ideias vindas destas guerreiras que, muitas vezes, tem a jornada dupla do trabalho e do cuidado com a casa e com a família. É preciso olhar por todas nós, e é o que o Eduardo fará”, afirmou Mônica.

Debates marcam a reta final da apresentação de propostas de Rose Modesto

Debates marcam a reta final da apresentação de propostas de Rose Modesto

Primeiro ‘confronto’ em sequência com adversários nestas eleições acontece hoje em parceria entre SBT MS e portal TopMidiaNews; na terça (27) evento será na TV Morena

Candidata a governadora de Mato Grosso do Sul, Rose Modesto (União Brasil) começa nesta segunda-feira (26) uma verdadeira uma jornada de debates com os demais candidatos ao Governo do Estado. O primeiro embate acontece hoje, a partir das 10h, quando ela e os outros sete candidatos ao governo estarão frente a frente.

Promovido pela emissora SBT MS, o evento deve durar duas horas, divididas em cinco blocos com apresentação dos candidatos, uma sequência de perguntas de tema livre feita de candidato para candidato, e no fim das considerações finais. O evento é realizado em parceria com o portal de notícias Top Mídia News, que o retransmite pela internet.

Já na terça (27), Rose vai ao debate promovido pela TV Morena, afiliada da Rede Globo no Estado – a previsão é que o evento comece ao término da novela Pantanal – o horário exato não foi divulgado pela emissora, já que depende da grade da rede nacional.

“Vamos fazer um confronto leal com os nossos adversários nas urnas, buscando mostrar que o nosso projeto é o que tem mais afinidade com as demandas emergentes do povo, que o nosso projeto é o que tem humanidade, é o que quer cuidar melhor de nossa gente”, explica.

Entre as propostas a serem trabalhadas por Rose durante o debate, estão por exemplo a criação do programa Tem Renda, que visa transferir R$ 1 bilhão apenas em seu primeiro mandato para a população mais carente através de programas sociais – todos eles serão detalhados durante o debate. Outra medida é o Saúde 24h, que terá mutirões de atendimento com o intuito de zerar a fila por cirurgias e especialistas, hoje na casa dos 120 mil pessoas.