maio 28, 2025 | Polícia
Depois de ser espancado pelo próprio pai, na casa onde morava com o autor, Wanderson José da Silva, de 36 anos, pede justiça e prisão do pai, em Aquidauana, a 139 quilômetros de Campo Grande (MS). Vídeo compartilhado pela própria vítima mostra a agressão com cinto, enforcamento, chutes e tapas na cara.
No vídeo enviado à reportagem, o autor aparece desferindo socos, usando um cinto e até enforcando o filho, pessoa com deficiência física. Em determinado momento, o agressor chega a derrubar Wanderson da cadeira de rodas e tenta usar um taco de sinuca contra ele.
Abalado com tudo que aconteceu, Wanderson pede justiça e que o pai responda criminalmente pelos atos. Segundo o rapaz, a violência ocorreu após uma discussão.
A vítima conta que esta não foi a primeira vez que sofreu agressões do pai, mas só agora conseguiu reunir provas por meio da câmera de segurança instalada no imóvel. “Já fui agredido com cinto, chinelo, mas dessa vez foi muito pior. Se não fosse livramento, eu teria morrido”, desabafa.
Em entrevista ao TopMídiaNews, Wanderson se emociona ao relembrar o que viveu. “Onde já se viu um pai tentar matar um filho com deficiência, um filho cadeirante, fazer o que ele fez? Quero justiça”, disse ele.
Wanderson é deficiente desde que teve meningite e passou a usar cadeira de rodas após sofrer um acidente. Morando com a mãe, a vítima está em tratamento psicológico e recorre a medicamentos controlados desde o ocorrido.
O rapaz pediu ajuda de um amigo para registrar o caso na delegacia. Um boletim de ocorrência teria sido feito por esse amigo. “Só quero que a justiça seja feita”, afirma.
A Polícia Civil foi acionada pela reportagem, que também entrou em contato com o agressor. Ambos os lados ainda não se manifestaram oficialmente.
Fonte: Top Midia News
maio 27, 2025 | Polícia
Policiais Militares Ambientais de Coxim autuaram dois homens por pesca irregular no final da tarde de ontem (26/05), durante patrulhamento fluvial realizado no Rio Taquari, dentro do perímetro urbano da cidade.
A equipe flagrou os infratores praticando pesca na região da Ilha do Governador, sem a devida licença ambiental obrigatória. Com eles, foram encontrados 11 exemplares de peixe da espécie Curimbatá — nove abaixo do tamanho mínimo permitido — e três exemplares da espécie Piraputanga, com indícios de captura por rede de emalhar. Contudo, não foi localizado com os pescadores, nem nas proximidades da abordagem, qualquer petrecho como redes ou tarrafas.
Diante das irregularidades constatadas, como a quantidade de pescado superior ao permitido e a ausência de licença ambiental, todo o pescado, que totalizou 5,4 kg (cinco quilos e quatrocentas gramas), e os materiais utilizados na pesca foram apreendidos e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Coxim para os procedimentos criminais cabíveis. Para cada infrator foi lavrado auto de infração administrativa no valor de R$ 1.940,00 (mil novecentos e quarenta reais).
A Polícia Militar Ambiental reforça a importância do cumprimento da legislação ambiental, especialmente no que se refere ao uso sustentável dos recursos pesqueiros, e destaca que a participação da população, por meio de denúncias, é essencial para o combate aos crimes ambientais.
maio 27, 2025 | Polícia
A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul investiga um crime brutal ocorrido na noite de segunda-feira (26), na região do bairro Indubrasil, em Campo Grande. Os corpos de uma mulher e de um bebê, ainda não identificados, foram encontrados carbonizados em uma área de mata às margens de uma estrada local.
De acordo com informações da Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros foi acionado para conter um incêndio na vegetação. Ao apagar as chamas, os agentes se depararam com dois corpos carbonizados — um adulto, aparentemente do sexo feminino, e um bebê, que estaria sobre o corpo da mulher.
A cena chocou os primeiros socorristas e mobilizou a Delegacia Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que registrou o caso como homicídio qualificado com uso de fogo, conforme previsto no Código Penal.
O delegado responsável pelo caso, Rodolfo Daltro, informou que diligências estão em andamento, mas não divulgou detalhes sobre as circunstâncias do crime. “Neste momento, o foco da equipe é reunir provas, ouvir possíveis testemunhas e identificar as vítimas”, afirmou.
Os corpos foram encaminhados ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) para exame necroscópico e identificação por meio de exames periciais. A Polícia Civil também aguarda o resultado da perícia realizada no local do crime.
Fonte: Por: Eduardo Neres – Foto: Ulustrativa
maio 27, 2025 | Polícia
A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira, a ‘Operação Ludificatum’, com objetivo de combater fraudes em concursos públicos realizados em diversos estados do país. Duas empresas de Mato Grosso do Sul estão envolvidas na organização, que atua em diversos estados.
Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso e Paraná. Segundo as investigações, duas empresas, da mesma família, organizaram concursos públicos com suspeita de fraudes em diversos municípios do país, comprometendo a lisura dos processos.
A polícia conta que as empresas estavam ligadas a uma rede de favorecimento envolvendo familiares e associados, podendo caracterizar a manipulação de concursos e prejudicar candidatos que participaram de forma legítima.
Segundo a investigação, muitas questões das provas eram idênticas entre as duas empresas, evidenciando a suspeita de compartilhamento de banco de dados.
A investigação começou com uma denúncia da Unidade de Controle Interno do Município de Ribeirão Cascalheira, apontando irregularidades no concurso público realizado pela Prefeitura Municipal, com suspeitas sobre o processo licitatório, curto prazo para execução do concurso, contratação via dispensa de licitação e favorecimento na aprovação de diversos candidatos ligados ao poder público municipal.
Em 2020, em Caiapônia (GO), uma empresa teria tentado coagir concorrentes da licitação oferecendo dinheiro para desistência. Em 2021, em Gaúcha do Norte (MT), houve confusão na aplicação do concurso para auditor interno, gerando dúvidas sobre a validade.
O delegado responsável pela investigação, Diogo Jobane Neto, de Ribeirão Cascalheira, conta que a ausência de garantias mínimas de segurança digital, somadas às falhas na contratação e execução do concurso reforçaram a necessidade de diligências.
“A falta de uma banca examinadora legítima, ausência de endereço físico, associadas a uma série de outras falhas e irregularidades, como ausência de registros de empregados, levantou dúvidas sobre a idoneidade da empresa, que não comprovou sua capacidade técnica para realizar concursos públicos e sequer informou quem seriam os profissionais responsáveis pela elaboração e aplicação das provas, comprometendo a confiança no processo”, declarou.
Fonte: Investigams – Wendell Reis
maio 26, 2025 | Polícia
Uma criança de 3 anos ficou ferida após ser esfaqueada durante uma briga familiar, na tarde de sábado (24), em Bataguassu. O autor do golpe seria o tio da vítima, identificado como Geisiel, que foi preso pela Polícia Civil algumas horas após o crime.
De acordo com o portal Cenário MS, o caso ocorreu por volta das 13h30, em uma residência localizada na Rua Francisco Luiz Campos, no bairro Jardim Campo Grande.
Segundo informações da polícia, familiares participavam de uma confraternização, que devido ao consumo de bebidas alcoólicas teria desencadeado uma discussão entre o pai da menina e o cunhado dele, Geisiel.
Durante a confusão, o suspeito pegou uma faca e tentou atingir o cunhado. A mãe da criança, que segurava a filha no colo, tentou intervir e, nesse momento, a menina foi atingida na perna.
Após o ataque, o suspeito fugiu do local levando a faca utilizada na agressão. A Polícia Militar foi acionada, mas quando chegou ao endereço os envolvidos já haviam deixado a residência.
A criança foi levada ao pronto-socorro da Santa Casa de Misericórdia, recebeu atendimento médico e foi liberada.
Geisiel foi localizado horas depois, após denúncia anônima, e preso. Ele deve passar por audiência de custódia nesta segunda-feira (26). O caso foi registrado como lesão corporal dolosa e está sendo investigado pela Polícia Civil.
Fonte: correiodoestado
maio 26, 2025 | Polícia
A Polícia Militar Ambiental deu continuidade à Operação Meio Ambiente Seguro (MAS), que visa intensificar a fiscalização em toda a Bacia do Rio Paraguai. Neste final de semana, as ações foram concentradas na região de Coxim e municípios próximos. A operação teve início na manhã do dia 24/05 e seguirá ao longo da próxima semana na região.
Nesta etapa, atuam policiais ambientais das unidades de Coxim, Rio Negro e São Gabriel do Oeste. As ações têm como objetivo coibir a prática de crimes ambientais, com ênfase na proteção da fauna e da ictiofauna nas áreas de atuação dessas unidades.
As equipes realizaram patrulhamentos terrestres, realizando barreiras e abordagens em estradas vicinais que dão acesso a pesqueiros, cachoeiras e corredeiras. Também foi realizada fiscalização fluvial nos rios Taquari em pontos como a Cachoeira das Palmeiras e corredeiras a montante e jusante, além dos rios Coxim e Correntes. Durante as vistorias, foram fiscalizados ranchos de pesca, pesqueiros e propriedades particulares.
MULTA
Durante a vistoria no pesqueiro Doce Ilusão, em Coxim, os policiais constataram o armazenamento irregular de pescado sem comprovação de origem e em condição descaracterizada. Foram apreendidos: um exemplar da espécie cachara, oito quilos de filé da espécie jaú e doze quilos de pescado cortado (cabeça e dorso) também da espécie jaú, totalizando 25 quilos de pescado. Foi aplicada multa administrativa no valor de R$ 1.500,00 ao responsável.
A Operação Meio Ambiente Seguro seguirá ao longo deste e do próximo mês, com intensificação da fiscalização em pontos estratégicos nos finais de semana. O foco principal são os crimes contra a fauna, com ênfase na repressão à prática ilegal da ceva de animais silvestres, tanto para contemplação e caça quanto para pesca. Essas ações, além de configurarem crime ambiental, causam sérios danos ao equilíbrio ecológico e representam riscos à segurança das populações locais.