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Bela Vista-MS Sábado, 26 de Setembro de 2026
Maracaju: Carro roubado em Brasília tinha 244 quilos de maconha e um de cocaína

Maracaju: Carro roubado em Brasília tinha 244 quilos de maconha e um de cocaína

Polícia prende dois acusados de roubo e tráfico de drogas no interior

A Polícia Militar Rodoviária Estadual por meio da Base Operacional de Vista Alegre, distrito pertencente ao município de Maracaju, apreendeu na manhã de hoje (20), às 12:00h, na Rodovia MS 164, KM 005, já próximo a BR 267, 01 Kg (um quilo) de cocaína e 244 Kg (duzentos e quarenta quilos) de maconha divididos em 253 tabletes.

Os policiais rodoviários, quando em fiscalização e policiamento na rodovia, perceberam quando o condutor do veículo que trafegava no sentido à Maracaju, ao visualizar o bloqueio policial, mudou abruptamente a direção, entrando em uma fazenda próxima, quando se deparou com uma plantação de cana-de-açúcar, abandonou o veículo e tentou fugir a pé. Os policiais rodoviários agiram rápidos e conseguiram prender o condutor Jefferson Luiz Marques da Silva (24), natural de Brasília/DF e o passageiro Gabriel Yago Gomes Costa (22), natural de Anápolis/GO.

O veículo, um Palio Weekend Adventure, cor cinza, ano 2009, placas de NLL-6335 de Brasília DF, tinha ocorrência de roubo em Brasília e ostentava placas de outro veículo de Juazeiro do Norte/Ceará. Os autores informaram que receberiam o valor de cinco mil reais cada um para transportar a droga de Ponta Porã até a cidade de Anápolis, ainda

2002

Droga apreendida pela policia de Vista Alegre. Foto. Divulgação

O veículo e a droga foram entregues na Delegacia de Polícia Civil de Maracaju, para as providências necessárias.

Fonte: PRE BOP Vista Alegre

 

PM acha pé de maconha no Bairro Jardim Boa Vista

PM acha pé de maconha no Bairro Jardim Boa Vista

Achado de substância entorpecente

Achado de substância entorpecente

Bela Vista. Dia 17/09/15, quinta-feira por volta das 15h35min a PM foi até a Rua Rio Grande do Sul, Jardim Boa Vista, com a finalidade de verificar a situação da medida protetivae os policiais conversavam com a senhora responsável pela casa e debaixo de um pé de manga um dos PMs avistou em uma lata (vasinho de planta) um pé de uma planta aparentando ser maconha.

Em seguida chegava a casa um homem de 38 anos de idade e durante revista pessoal foi localizado no bolso do short do mesmo uma lata de cerveja transformada artesanalmente para ser fumada drogas.

Em seguida o mesmo disse que plantou a muda que estava em poder dos PMs. Diante disso o mesmo foi conduzido até a DP juntamente com a planta pra providências.

Redação – fronteiranews

PM recupera motocicleta roubada durante barreira policial no Distrito do Boqueirão

PM recupera motocicleta roubada durante barreira policial no Distrito do Boqueirão

Moto roubada em Campo Grande recuperada pela PM do Boqueirão.

Jardim (MS) – Por volta das 23h00min de sábado (19/09/2015), a guarnição de serviço da Polícia Militar do Distrito do Boqueirão (MS) realizava barreira policial e abordagens de rotina na BR 060 Km 28 quando foi dada ordem de parada a uma motocicleta CB 300 de cor vermelha.

O condutor não obedeceu à ordem empreendendo fuga. Os policiais realizaram o acompanhamento tático até que o motociclista abandonou o veículo e empreendeu fuga pelo mato.

Durante checagem no sistema Sigo, a guarnição constatou que a moto tinha sido roubada no dia 17/09/2015 na cidade de Campo Grande (MS).

Diante dos fatos, a motocicleta foi conduzida e entregue na Delegacia de Polícia Civil para as devidas providências.

Deputada convoca MP a investigar coletivo que arrecada dinheiro para índios

Deputada convoca MP a investigar coletivo que arrecada dinheiro para índios

Deputada convoca MP a investigar coletivo que arrecada dinheiro para índios

A deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB) convocou hoje (17) o MPE (Ministério Público Estadual) e o MPF (Ministério Público Federal) a investigar o “Coletivo Terra Vermelha” (organização da sociedade civil sem fins lucrativos), que promove uma espécie de “vaquinha virtual” em apoio ao povo Guarani Kaiowa.

A coleta do dinheiro está acontecendo por meio do site “Vakinha” (www.vakinha.com.br), e o objetivo inicial é arrecadar R$ 5 mil. Até o momento, R$ 2050 foram arrecadados.

A preocupação da deputada é que esse recurso realmente chegue às comunidades indígenas, que sofrem com a pobreza nas aldeias.

“Quem é esse coletivo? Acho que nossa comunidade indígena precisa e muito de investimentos, mas será que este recurso chegará a essas comunidades? Porque há recursos internacionais, oriundos de organizações internacionais, que são enviados ao CIMI com a mesma finalidade, mas essa melhoria não tem chegado aos povos indígenas, que vivem na miséria”, disparou a parlamentar, referindo-se ao Conselho Indigenista Missionário, alvo de pedido de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Assembleia Legislativa.

A CPI pretende investigar justamente de que maneira esses recursos internacionais estão sendo aplicados nas aldeias, além das acusações de incitação a invasão de terras particulares em Mato Grosso do Sul.

“Assim como queremos saber para onde estão indo esses recursos internacionais, também gostaríamos que o Ministério Público fiscalizasse esse coletivo”, indicou.

Mara Caseiro lembrou que os produtores rurais do estado promoveram recente leilão com o objetivo de levantar recursos para financiar, sobretudo, o pagamento de advogados nos casos de invasão. No entanto, esse recurso foi bloqueado pelo MPF, sob alegação de que os proprietários rurais estavam constituindo uma milícia para matar indígenas.

“Isso é uma inverdade. O recurso era para ajudar os proprietários rurais a lutar na justiça pelo direito à propriedade, previsto na Constituição, direito que não está sendo garantido no Brasil. Quero ressaltar aqui que não apenas os grandes fazendeiros têm suas áreas invadidas, mas também os pequenos, que sofrem muito e precisam de apoio”, afirmou.

MINISTRO DA JUSTIÇA

Mara Caseiro voltou a criticar o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que esteve recentemente em Mato Grosso do Sul, mas não amenizou a situação crítica dos conflitos por terras no estado.

“Ele veio aqui e disse que não ira permitir qualquer tipo de ilegalidade, mas permitiu que invasores continuassem em uma propriedade de Iguatemi. E agora está permitindo que as propriedades tituladas continuem sendo invadidas”, colocou.

Reportagem: Fernanda França – Foto: Patricia Mendes 

 

Professor é preso acusado de estuprar aluna de 9 anos em sala de aula

Professor é preso acusado de estuprar aluna de 9 anos em sala de aula

professor é preso acusado de estuprar aluna de 9 anos em sala de aula

Um professor de 48 anos foi preso na última segunda-feira, dia 14 de setembro, suspeito de abusar sexualmente de uma aluna dele, de 9 anos, dentro da sala de aula. Os crimes aconteciam na cidade de Paranaíba, localizada na região do Bolsão de Mato Grosso do Sul, e o professor foi preso em Itajá, no interior de Goiás em um trabalho conjunto da polícia dos dois Estados. De acordo com informações da Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) de Paranaíba, a mãe da criança procurou a polícia para denunciar o caso.

Segundo os relatos feitos pela filha, o professor passava a mão nos seios e no órgão sexual da menina e depois pedia para que ela devolvesse as carícias. Tudo acontecia na sala de aula. A Polícia Civil iniciou as investigações e descobriu que o professor tem parentes do Estado de Goiás, e as investigações também foram feitas por lá e descobriu-se que o professor já tinha abusado de uma adolescente de 12 anos da mesma forma.

Quando a investigação chegou até a escola, que não teve o nome divulgado para preservar a vítima, e a diretora soube da situação, o professor relatou que se a mãe levasse o caso adiante, contrataria alguém para matá-la. De fato a ameaça quase se concretizou, a polícia descobriu que o professor contratou um homem de Goiás e pagaria R$ 6 mil a ele para que matasse a mãe da aluna de 9 anos, a que levou o caso à polícia.

Diante da situação, a Polícia Civil pediu à Justiça a prisão do professor, no entanto, ele fugiu para o estado vizinho e não foi preso. Depois de três semanas foragido, a Polícia Civil requisitou novo pedido de prisão, dessa vez preventiva, e o professor foi encontrado no último domingo (13) por policiais de Goiás, em frente da casa de parentes.

O homem novamente fugiu e só foi preso no dia seguinte, dentro do banheiro de uma igreja, depois de trabalho conjunto entre policiais civis e agentes da Polícia Rodoviária Federal. O professor está preso na delegacia de Paranaíba. Com informações do jornal Correio do Estado.

Espírito empreendedor e tragédia com filho marcaram vida de Oscar Goldoni

Espírito empreendedor e tragédia com filho marcaram vida de Oscar Goldoni

Goldoni durante a campanha para deputado estadual em 2014 (Foto: reprodução Facebook)

Natural de Anta Gorda (RS), Oscar Goldoni chegou a Mato Grosso do Sul na adolescência, quando trabalhava como caminhoneiro. A carreira política do empresário teve o auge entre 1990 e 1994. Nesses quatro anos foi prefeito, deputado estadual, federal e teve a vida marcada tragicamente pela morte do filho pequeno. Nesta terça-feira (15), aos 66 anos, foi cercado por dois homens armados e executado a tiros.

Anderson Carpes, presidente da Associação de Turismo e Negócios de Ponta Porã fala da importância do ex-parlamentar para o cenário econômico da cidade. “Era uma pessoa dinâmica. Chegou e cresceu rápido na região. Fundo a indústria de refrigerantes Vô Kiko, uma fábrica de óleo e, atualmente, estava empreendendo também na suinocultura”, afirma.

Segundo informações publicadas na página de Goldoni no Facebook, o primeiro estabelecimento que ele abriu ao chegar ao estado foi uma churrascaria, onde assava as carnes e servia as pessoas.

Com o avanço do empreendimento, ele consegue trazer do Rio Grande do Sul o alambique do pai e, após modernizá-lo, dá início à fabricação da cachaça Vô Kiko, que depois expande sua atuação com outros tipos de bebidas.

Goldoni, ainda segundo informações oficiais, abre posteriormente as empresas Junior Cerealista, Junior Transportes, Óleo Junior, passando a ser conhecido no ramo empresarial da fronteira.

Vida política – Carpes lembra que Goldoni foi eleito em 1990 pelo PDT e ficou dois anos na Assembleia Legislativa (1991-1992), quando deixou o mandato para enfrentar Hélio Pelufo pelo Executivo de Ponta Porã. “A grande tacada foi que pela primeira vez alguém do empresariado havia entrado na política. A cidade sempre foi tida como voltada para o agronegócio ou política”, relata.

Ainda de acordo com o presidente da Associação de Turismo e Negócios, durante a campanha, o rival do ex-parlamentar foi flagrado lavando as mãos com álcool após um comício e passou a ser criticado pelo episódio. Para tentar se restabelecer na disputa, ele criticou Goldoni por sua origem fora de Mato Grosso do Sul, chamando-o de aventureiro.

“No dia seguinte começaram a se proliferar na cidade adesivos de Goldoni com os dizeres ‘Sou aventureiro, mas amo Ponta Porã”, lembra Carpes.

Vitorioso em 1992, não completou sequer metade do mandato. Em meados de 1993, o filho pequeno caiu da sacada de um prédio em Campo Grande e Goldoni deixou o vice na função para se juntar à família na Capital, segundo Carpes. Logo em seguida já emendou a campanha para a Câmara dos Deputados em 1994, quando saiu vitorioso.

Em 2007, Goldoni foi condenado por desviar as verbas para implantação de rede de esgoto em Ponta Porã. Ele foi investigado e processado pelo MPF (Ministério Público Federal), condenado e teve os direitos políticos cassados.

O ex-parlamentar chegou a tentar recurso para reverter a situação, o que lhe foi negado. Em junho de 2014, o juiz da 19ª Zona Eleitoral, Adriano da Rosa Bastos, decidiu anular a sentença anterior tendo em vista a prescrição da pena, autorizando-o a disputar as eleições daquele ano para deputado estadual, na qual não saiu vitorioso mesmo com o apoio do senador Delcídio do Amaral (PT), que na ocasião disputava o governo.

Patrimônio – Na disputa, Goldoni declarou ter R$ 2.440.637 em bens, dois quais se destacam 1/3 de uma área de terras onde fica a indústria de óleo dele no valor de R$ 1.836.900; uma fazenda em Rio Verde no valor de R$ 568.520 e participação de R$ 25 mil no capital da Junior Cereais Ltda. A fábrica de refrigerantes não consta na relação.

Informações iniciais apontam que a vítima foi cercada por dois pistoleiros, um deles armado com um fuzil 556, em frente ao pátio do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) de Ponta Porã. Os suspeitos se aproximaram enquanto o empresário descia da caminhonete. Ao lado do corpo, a polícia encontrou uma pistola usada pelo ex-parlamentar. Acredita-se que Goldoni tentou reagir ao crime.

Peritos estão analisando o local do assassinato. As investigações estão sendo conduzidas pelo titular da 2ª Delegacia de Polícia de Ponta Porã, Patrick Linares da Costa. Até o momento, não há suspeitos e a polícia investiga as causas do crime.