set 17, 2015 | Polícia

Deputada convoca MP a investigar coletivo que arrecada dinheiro para índios
A deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB) convocou hoje (17) o MPE (Ministério Público Estadual) e o MPF (Ministério Público Federal) a investigar o “Coletivo Terra Vermelha” (organização da sociedade civil sem fins lucrativos), que promove uma espécie de “vaquinha virtual” em apoio ao povo Guarani Kaiowa.
A coleta do dinheiro está acontecendo por meio do site “Vakinha” (www.vakinha.com.br), e o objetivo inicial é arrecadar R$ 5 mil. Até o momento, R$ 2050 foram arrecadados.
A preocupação da deputada é que esse recurso realmente chegue às comunidades indígenas, que sofrem com a pobreza nas aldeias.
“Quem é esse coletivo? Acho que nossa comunidade indígena precisa e muito de investimentos, mas será que este recurso chegará a essas comunidades? Porque há recursos internacionais, oriundos de organizações internacionais, que são enviados ao CIMI com a mesma finalidade, mas essa melhoria não tem chegado aos povos indígenas, que vivem na miséria”, disparou a parlamentar, referindo-se ao Conselho Indigenista Missionário, alvo de pedido de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Assembleia Legislativa.
A CPI pretende investigar justamente de que maneira esses recursos internacionais estão sendo aplicados nas aldeias, além das acusações de incitação a invasão de terras particulares em Mato Grosso do Sul.
“Assim como queremos saber para onde estão indo esses recursos internacionais, também gostaríamos que o Ministério Público fiscalizasse esse coletivo”, indicou.
Mara Caseiro lembrou que os produtores rurais do estado promoveram recente leilão com o objetivo de levantar recursos para financiar, sobretudo, o pagamento de advogados nos casos de invasão. No entanto, esse recurso foi bloqueado pelo MPF, sob alegação de que os proprietários rurais estavam constituindo uma milícia para matar indígenas.
“Isso é uma inverdade. O recurso era para ajudar os proprietários rurais a lutar na justiça pelo direito à propriedade, previsto na Constituição, direito que não está sendo garantido no Brasil. Quero ressaltar aqui que não apenas os grandes fazendeiros têm suas áreas invadidas, mas também os pequenos, que sofrem muito e precisam de apoio”, afirmou.
MINISTRO DA JUSTIÇA
Mara Caseiro voltou a criticar o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que esteve recentemente em Mato Grosso do Sul, mas não amenizou a situação crítica dos conflitos por terras no estado.
“Ele veio aqui e disse que não ira permitir qualquer tipo de ilegalidade, mas permitiu que invasores continuassem em uma propriedade de Iguatemi. E agora está permitindo que as propriedades tituladas continuem sendo invadidas”, colocou.
Reportagem: Fernanda França – Foto: Patricia Mendes
set 16, 2015 | Polícia

professor é preso acusado de estuprar aluna de 9 anos em sala de aula
Um professor de 48 anos foi preso na última segunda-feira, dia 14 de setembro, suspeito de abusar sexualmente de uma aluna dele, de 9 anos, dentro da sala de aula. Os crimes aconteciam na cidade de Paranaíba, localizada na região do Bolsão de Mato Grosso do Sul, e o professor foi preso em Itajá, no interior de Goiás em um trabalho conjunto da polícia dos dois Estados. De acordo com informações da Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) de Paranaíba, a mãe da criança procurou a polícia para denunciar o caso.
Segundo os relatos feitos pela filha, o professor passava a mão nos seios e no órgão sexual da menina e depois pedia para que ela devolvesse as carícias. Tudo acontecia na sala de aula. A Polícia Civil iniciou as investigações e descobriu que o professor tem parentes do Estado de Goiás, e as investigações também foram feitas por lá e descobriu-se que o professor já tinha abusado de uma adolescente de 12 anos da mesma forma.
Quando a investigação chegou até a escola, que não teve o nome divulgado para preservar a vítima, e a diretora soube da situação, o professor relatou que se a mãe levasse o caso adiante, contrataria alguém para matá-la. De fato a ameaça quase se concretizou, a polícia descobriu que o professor contratou um homem de Goiás e pagaria R$ 6 mil a ele para que matasse a mãe da aluna de 9 anos, a que levou o caso à polícia.
Diante da situação, a Polícia Civil pediu à Justiça a prisão do professor, no entanto, ele fugiu para o estado vizinho e não foi preso. Depois de três semanas foragido, a Polícia Civil requisitou novo pedido de prisão, dessa vez preventiva, e o professor foi encontrado no último domingo (13) por policiais de Goiás, em frente da casa de parentes.
O homem novamente fugiu e só foi preso no dia seguinte, dentro do banheiro de uma igreja, depois de trabalho conjunto entre policiais civis e agentes da Polícia Rodoviária Federal. O professor está preso na delegacia de Paranaíba. Com informações do jornal Correio do Estado.
set 16, 2015 | Polícia

Goldoni durante a campanha para deputado estadual em 2014 (Foto: reprodução Facebook)
Natural de Anta Gorda (RS), Oscar Goldoni chegou a Mato Grosso do Sul na adolescência, quando trabalhava como caminhoneiro. A carreira política do empresário teve o auge entre 1990 e 1994. Nesses quatro anos foi prefeito, deputado estadual, federal e teve a vida marcada tragicamente pela morte do filho pequeno. Nesta terça-feira (15), aos 66 anos, foi cercado por dois homens armados e executado a tiros.
Anderson Carpes, presidente da Associação de Turismo e Negócios de Ponta Porã fala da importância do ex-parlamentar para o cenário econômico da cidade. “Era uma pessoa dinâmica. Chegou e cresceu rápido na região. Fundo a indústria de refrigerantes Vô Kiko, uma fábrica de óleo e, atualmente, estava empreendendo também na suinocultura”, afirma.
Segundo informações publicadas na página de Goldoni no Facebook, o primeiro estabelecimento que ele abriu ao chegar ao estado foi uma churrascaria, onde assava as carnes e servia as pessoas.
Com o avanço do empreendimento, ele consegue trazer do Rio Grande do Sul o alambique do pai e, após modernizá-lo, dá início à fabricação da cachaça Vô Kiko, que depois expande sua atuação com outros tipos de bebidas.
Goldoni, ainda segundo informações oficiais, abre posteriormente as empresas Junior Cerealista, Junior Transportes, Óleo Junior, passando a ser conhecido no ramo empresarial da fronteira.
Vida política – Carpes lembra que Goldoni foi eleito em 1990 pelo PDT e ficou dois anos na Assembleia Legislativa (1991-1992), quando deixou o mandato para enfrentar Hélio Pelufo pelo Executivo de Ponta Porã. “A grande tacada foi que pela primeira vez alguém do empresariado havia entrado na política. A cidade sempre foi tida como voltada para o agronegócio ou política”, relata.
Ainda de acordo com o presidente da Associação de Turismo e Negócios, durante a campanha, o rival do ex-parlamentar foi flagrado lavando as mãos com álcool após um comício e passou a ser criticado pelo episódio. Para tentar se restabelecer na disputa, ele criticou Goldoni por sua origem fora de Mato Grosso do Sul, chamando-o de aventureiro.
“No dia seguinte começaram a se proliferar na cidade adesivos de Goldoni com os dizeres ‘Sou aventureiro, mas amo Ponta Porã”, lembra Carpes.
Vitorioso em 1992, não completou sequer metade do mandato. Em meados de 1993, o filho pequeno caiu da sacada de um prédio em Campo Grande e Goldoni deixou o vice na função para se juntar à família na Capital, segundo Carpes. Logo em seguida já emendou a campanha para a Câmara dos Deputados em 1994, quando saiu vitorioso.
Em 2007, Goldoni foi condenado por desviar as verbas para implantação de rede de esgoto em Ponta Porã. Ele foi investigado e processado pelo MPF (Ministério Público Federal), condenado e teve os direitos políticos cassados.
O ex-parlamentar chegou a tentar recurso para reverter a situação, o que lhe foi negado. Em junho de 2014, o juiz da 19ª Zona Eleitoral, Adriano da Rosa Bastos, decidiu anular a sentença anterior tendo em vista a prescrição da pena, autorizando-o a disputar as eleições daquele ano para deputado estadual, na qual não saiu vitorioso mesmo com o apoio do senador Delcídio do Amaral (PT), que na ocasião disputava o governo.
Patrimônio – Na disputa, Goldoni declarou ter R$ 2.440.637 em bens, dois quais se destacam 1/3 de uma área de terras onde fica a indústria de óleo dele no valor de R$ 1.836.900; uma fazenda em Rio Verde no valor de R$ 568.520 e participação de R$ 25 mil no capital da Junior Cereais Ltda. A fábrica de refrigerantes não consta na relação.
Informações iniciais apontam que a vítima foi cercada por dois pistoleiros, um deles armado com um fuzil 556, em frente ao pátio do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) de Ponta Porã. Os suspeitos se aproximaram enquanto o empresário descia da caminhonete. Ao lado do corpo, a polícia encontrou uma pistola usada pelo ex-parlamentar. Acredita-se que Goldoni tentou reagir ao crime.
Peritos estão analisando o local do assassinato. As investigações estão sendo conduzidas pelo titular da 2ª Delegacia de Polícia de Ponta Porã, Patrick Linares da Costa. Até o momento, não há suspeitos e a polícia investiga as causas do crime.
set 16, 2015 | Polícia

Mario Pires foi encontrado morto no Paraguai
O corpo de um homem de aproximadamente 30 anos foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (16.09) por volta das 07:30hs, na praia do rio Apa no lado paraguaio.
A Policia Nacional foi acionada por populares que encontraram o corpo e compareceu no local do fato.
De acordo com informações o corpo encontrado apresentava sinais de que foi atingido por arma de fogo e também arma branca.
Familiares da vítima já estão no local e fizeram o reconhecimento.
Corpo encontrado foi identificado à instantes, trata-se do brasileiro Mario Pires, de 30 anos de idade (03.07.83) , filho de Gumercindo Pires e Anália Marques de Araújo. (Com informações de Edson Lacorte).
Redação – fronteiranews
set 15, 2015 | Polícia

Ex-prefeito reagiu a execução com 11 tiros de pistola
O ex-deputado Oscar Goldoni atingiu um pistoleiro antes de ser executado na manhã desta terça-feira (15), em Ponta Porã. Conforme revelado pelo delegado Jarley Inácio de Souza, a polícia realiza agora buscas em hospitais da fronteira para encontrar o autor do crime.
“Estamos trabalhando com a polícia paraguaia e checando se algum baleado deu entrada em hospital na região da fronteira”, declarou Jarley, que confirmou que a execução foi encomendada.
Entenda o caso
Oscar Goldoni, de 66 anos, foi morto a tiros na manhã desta terça-feira (15), por volta das 11h40, em Ponta Porã, cidade a 346 quilômetros da Capital, da qual ele foi prefeito de 1993 a 1994, pelo PDT (Partido Democrático Trabalhista). Ele foi vítima de disparos de arma de fogo.
O ex-deputado estadual e federal estava na frente do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) de Ponta Porã e, no momento em que subia na caminhonete Hilux, prata, placas OOH-4966 de Ponta Porã, foi surpreendido pelos suspeitos, que estavam em outro veículo.
A princípio, Goldoni foi atingido por tiros de fuzil, calibre 556 e pistola 9 mm. A informação é de que ele estava armado e chegou a reagir aos disparos, mas foi ferido com pelo menos 5 tiros e acabou morrendo no local. Há suspeita de que ele tenha sido vítima de acerto de contas e também briga comercial. Oscar era dono da empresa de refrigerantes Vô Kiko Goldoni.
Em junho de 2015, o irmão de um empresário de Ponta Porã, dono de outra fábrica de bebidas foi vítima de disparos de arma de fogo e os autores do crime chegaram a dizer que teriam sido mandados por Oscar Goldoni. A polícia investiga possível ligação entre os crimes.
História
Nascido em 3 de agosto de 1949, em Anta Gorda (RS), Oscar Goldoni era agricultor e empresário. De 1991 a 1993, Oscar foi deputado estadual pelo PDT, cargo do qual ele renunciou para se tornar prefeito de Ponta Porã.
Já em 1994, Oscar renunciou ao mandato de prefeito para assumir o mandato de deputado federal, cargo ocupado de 1995 a 1999. Já em 2014, ele se candidatou novamente a deputado estadual de Mato Grosso do Sul pelo PDT, mas não foi eleito.
Midiamax
set 15, 2015 | Polícia

Fim de semana de muita tranquilidade em Bela Vista
Bela Vista. Dia 12/09/15, sábado por volta das 18h45min a PM foi chamada na vila São Geraldo (Igreja de Pedra) Rua Geni Félix Leite onde um homem armado de facão estaria ameaçando as pessoas, e no local a guarnição da PM localizou o possível autor, 23 anos de idade e em revista pessoal nada foi encontrado em poder do mesmo.
Diante de várias solicitações de ocorrência de perturbação do sossego na área central a PM intensificou o policiamento no Centro, especificamente na rua Barão de Ladário no horário das 22 horas do sábado até as 02h do domingo, sendo que por volta das 01h40 foi flagrado o condutor do veículo GM Corsa de cor cinza e placas de Bela Vista que trafegava com som ligado em alto volume e durante abordagem o condutor de 27 anos de idade foi cientificado das penalidades cabíveis a contravenção de perturbação do sossego o que foi atendido, todavia o veículo estava com a documentação (licenciamento) em atraso e diante disso foi removido ao órgão estadual de trânsito.
Portar drogas para consumo pessoal
Bela Vista. Dia 12/09/15, sábado por volta das 17h00min a PM durante abordagem na Rua Geraldo de Souza Rosa esquina com Ruas Afonso Pena, encontrou nos bolsos de dois jovens, um de 18 e outro com 20 anos de idade, pequenas porções de substância aparentando ser maconha. O material depois de pesado totalizou cerca de doze gramas. Perguntado sobre a procedência do material ambos disseram ter adquirido no Paraguai e seria para consumo próprio. Em seguida os jovens e a substância apreendida foram entregues na DP de Bela Vista.
Na data 15/09/15, por volta das 00:50h desta terça feira, policiais militares de Bela Vista durante abordagem a veículo de transporte coletivo que faz a linha Bela Vista Campo Grande em revista no reboque que transporta as bagagens encontraram em uma mochila de cor verde, envolta em fita adesiva uma substância aparentando ser maconha, que pesou cerca de 30 gramas. Um dos passageiros, homem de 42 anos de idade assumiu a propriedade do material e assim teve de ser encaminhado à DP juntamente com a substância apreendida.
Redação -fronteiranews