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Bela Vista-MS Domingo, 25 de Outubro de 2026
DOF apreende quase 500 celulares em compartimentos ocultos de carreta bitrem

DOF apreende quase 500 celulares em compartimentos ocultos de carreta bitrem

Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, nesta segunda-feira (6), na MS-379, em Dourados, 482 aparelhos de telefone celular de origem estrangeira que eram transportados em compartimentos ocultos de uma carreta bitrem Scania. Um homem de 42 anos foi preso em flagrante.

Durante patrulhamento pela rodovia entre Dourados e Laguna Carapã, nas proximidades da Usina São Fernando, os policiais receberam informações de que uma carreta com destino ao Estado de São Paulo estaria transportando produtos ilícitos.

Em diligências, o veículo com as mesmas características foi localizado e abordado. O condutor apresentou versões contraditórias sobre o motivo da viagem. Durante vistoria minuciosa, os militares encontraram compartimentos ocultos nas caçambas e na cabine da carreta, onde estavam escondidos os celulares.

O motorista afirmou que pegou a carga em Ponta Porã e levaria até Presidente Prudente (SP), onde receberia R$ 9.500 pelo transporte.

Os produtos apreendidos foram avaliados em aproximadamente R$ 1,3 milhão e encaminhados à Delegacia da Polícia Federal de Dourados.

A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública) e da Operação Tempestade no Oeste III, em conjunto com o Exército Brasileiro.

Justiça inclui novos crimes em denúncia contra músico que matou jornalista

Justiça inclui novos crimes em denúncia contra músico que matou jornalista

A Justiça ampliou a denúncia contra o músico Caio César Nascimento Pereira, acusado de matar a jornalista Vanessa Ricarte, em Campo Grande. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (6) no Diário da Justiça, tornando oficiais os novos crimes incluídos no processo após a análise de relatórios complementares da Polícia Civil.

O aditamento, protocolado em 23 de setembro, incorpora novas acusações que reforçam a gravidade do caso. Caio já havia sido denunciado por feminicídio qualificado por motivo fútil, além de cárcere privado e violência psicológica.

A promotora Lívia Carla Guadanhim Bariani, da 19ª Promotoria de Justiça, descreveu a conduta do réu como “repugnante e torpe” e pediu indenização mínima de R$ 10 mil à família da vítima.

Em 19 de março, o juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida aceitou a denúncia, tornando Caio réu. Na ocasião, ele manteve o feminicídio, mas afastou as acusações de cárcere privado e violência psicológica por falta de provas – agora reincluídas após novas análises.

O ciclo de violência

Investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado) revelaram que Vanessa viveu semanas de terror entre 23 de janeiro e 12 de fevereiro, sob constante vigilância e ameaças do noivo. O relatório mostra que Caio mantinha um controle total da vida da vítima, acessando suas contas e rastreando sua localização via iPhone, Apple Watch e iCloud.

O comportamento abusivo seguia o chamado “ciclo da violência”, alternando fases de tensão, agressão e pedidos de perdão.

Mensagens obtidas no WhatsApp mostram o músico oscilando entre elogios e cobranças obsessivas, exigindo que Vanessa voltasse para casa e explicasse cada passo.

No dia 12 de fevereiro, a jornalista – que trabalhava como assessora de imprensa do Ministério Público do Trabalho – voltou à casa do agressor para buscar pertences e foi morta com várias facadas no peito. Ela havia sido orientada a procurar ajuda policial, mas não teve a escolta que esperava.

O caso segue em andamento e, com a nova decisão judicial, as acusações de violência psicológica e cárcere privado passam oficialmente a integrar o processo.

Fonte: Correio do Estado

DOF apreende caminhão carregado de cigarros contrabandeados que seguia para o Paraná

DOF apreende caminhão carregado de cigarros contrabandeados que seguia para o Paraná

Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, nesta quinta-feira (2), um caminhão Mercedes Benz, tipo Truck Graneleiro, carregado de cigarros contrabandeados do Paraguai. A apreensão ocorreu na BR-487, em Itaquiraí. Na ação, ninguém foi preso.

Os militares faziam bloqueio na rodovia, próximo à empresa Copasul, quando o condutor do veículo desobedeceu à ordem de parada e tentou fugir.

Durante acompanhamento, o automóvel foi abandonado próximo a uma área de mata. Diligências foram feitas na região, mas nenhum suspeito localizado. Em vistoria no caminhão foram encontrados 27.500 pacotes de cigarros, de origem estrangeira.

Os materiais apreendidos, avaliados em aproximadamente R$ 1,4 milhão, foram encaminhados à Delegacia da Receita Federal de Mundo Novo.

DOF localiza entreposto de contrabandistas e apreende 17 veículos carregados com materiais ilegais

DOF localiza entreposto de contrabandistas e apreende 17 veículos carregados com materiais ilegais

Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, nesta segunda-feira (6), no Assentamento Itamarati, em Ponta Porã, 17 veículos carregados com materiais de contrabando e descaminho. Na ação, 14 pessoas — sendo 12 homens e duas mulheres — foram presas em flagrante.

Durante patrulhamento pela MS-164, zona rural do município, os militares receberam informações de que diversos veículos estariam escondidos nas proximidades de uma chácara no assentamento.

Em diligência ao local, os policiais localizaram o imóvel e iniciaram a abordagem. Diversas pessoas tentaram fugir a pé e com os veículos em meio à vegetação. No primeiro ponto, foram apreendidos dez automóveis e nove pessoas foram presas.

Com o apoio de uma segunda equipe do Departamento, do helicóptero Harpia do DOF e policiais da CGPA (Coordenadoria Geral de Policiamento Aéreo), outros sete veículos foram encontrados em um canavial próximo, onde cinco pessoas também foram detidas.

Durante entrevista, os detidos informaram que pegaram as mercadorias em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, e levariam até Campo Grande. Todos disseram trabalhar como “freteiros”.

Ao todo, foram apreendidos 11.550 pacotes de cigarros, 137 pneus de diversos tamanhos, 160 cigarros eletrônicos, 175 essências de narguilé, além de perfumes e eletrônicos.

Os autores e os materiais apreendidos, avaliados em aproximadamente R$ 1,4 milhão, foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal de Ponta Porã.

DOF apreende mais de R$ 5,5 milhões em drogas escondidas em meio a mata

DOF apreende mais de R$ 5,5 milhões em drogas escondidas em meio a mata

Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, neste sábado (4), quase 900 quilos de maconha e skunk, que estavam ocultadas em meio a uma área de mata, em um assentamento rural de Itaquiraí. Na ação, ninguém foi preso.

Os militares faziam patrulhamento à MS-488, próximo ao Assentamento Sul Bonito, quando receberam informações da movimentação de traficantes na região.

Diligências foram realizadas e um homem ao perceber à presença da equipe policial, empreendeu fuga sentido a uma área de mata. Durante acompanhamento, foram encontrados diversos fardos de maconha, que após a pesagem totalizaram 423 quilos do entorpecente, além de 473 quilos de skunk.

A droga apreendida, avaliada em R$ 5,6 milhões, foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil de Itaquiraí.

Jornalista preso por estupro de criança de 11 anos é denunciado pelo MPMS

Jornalista preso por estupro de criança de 11 anos é denunciado pelo MPMS

O jornalista e assessor de imprensa Renan Lopes Gonzaga, de 36 anos, foi denunciado pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul). Ele é acusado de estuprar uma criança de 11 anos, em , desde o início do mês de setembro.

O caso veio à tona após o menor ‘desaparecer’ no dia 1º de setembro. A mãe da criança registrou boletim de ocorrência por desaparecimento e a Polícia Civil iniciou as investigações, chegando até o apartamento do jornalista, que foi preso por  de vulnerável.

Após a prisão em flagrante, o assessor de imprensa passou por audiência de custódia e teve a preventiva decretada. Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, ele continua preso. No mês passado, o jornalista foi denunciado pelo MPMS e, citado para apresentar resposta à acusação.

Ainda em setembro, a defesa do jornalista, representada pelo  Cristiano Alves, afirmou que iria entrar com pedido de liberdade. “A defesa discorda da manutenção da prisão, tendo em vista o custodiado preencher todos os requisitos legais para aguardar o andamento das investigações em liberdade”, pontuou Cristiano em nota, na época.

Moradores em pânico

Na época que a prisão foi noticiada, os moradores do condomínio onde morava o jornalista ficaram assustados e aflitos com o caso que ocorreu no residencial, em Campo Grande.

Em conversas no grupo de WhatsApp dos moradores, muitos pais com crianças pequenas falaram sobre a preocupação e falta de vigilância no prédio. “Eu nunca vi os seguranças durante o dia, só à noite”, disse uma das moradoras. Outra mensagem no grupo afirmou que o local é cheio de crianças e adolescentes sozinhos, sem supervisão.

Um morador chegou a falar que, quando passeava com sua cadela pelo condomínio, o animal se arrepiou ao passar perto do jornalista. Uma moradora relatou que a filha já teria contado a ela ter visto Renan várias vezes no parquinho.

“Que medo que dá, tem de ficar em cima mesmo”, falava uma mãe, sobre o cuidado com os filhos em condomínios. “Que loucura dentro do nosso condomínio”, dizia outro morador.

Jogos, comida e piscina

Jogos de videogame, comida e acesso à piscina: estes eram os atrativos que o jornalista e assessor de imprensa Renan Lopes Gonzaga, de 36 anos, oferecia às crianças e aos adolescentes para irem ao seu apartamento, onde seriam aliciados pelo profissional. O delegado pediu pela prisão preventiva do jornalista.

Quando preso, o jornalista disse em depoimento que os meninos pediram para passar a noite no local. Ele ainda relatou que fez comida para os adolescentes e os alimentou, e ainda lavou roupas.

O jornalista contou que os meninos ficaram jogando videogame, mas negou que tenha oferecido bebidas alcoólicas a eles. A investigação apontou que, no apartamento, ele estaria praticando atos libidinosos contra as vítimas.

Conforme o depoimento de Renan, foi oferecido um carro de aplicativo para que os adolescentes fossem embora por volta das 2 horas, mas eles teriam recusado. Na manhã seguinte, ao saber que um dos meninos era procurado, Renan chamou um carro de aplicativo para que eles fossem embora.

A vítima também relatou que outros adolescentes frequentavam o local e a investigação continua para identificar se existem mais vítimas.

Por Lívia Bezerra – Midiamax News