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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 25 de Setembro de 2026
Polícia Militar de Porto Murtinho recupera motocicleta furtada e prende autor

Polícia Militar de Porto Murtinho recupera motocicleta furtada e prende autor

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Polícia Militar de Porto Murtinho recupera motocicleta furtada e prende autor

Jardim (MS) – Por volta das 20h00min de ontem (11), a guarnição de serviço da Polícia Militar de Porto Murtinho (11° BPM) recuperou uma motocicleta Honda / CG 150 que havia sido furtada no dia anterior.

Os Policiais Militares tiveram acesso às imagens da câmera de segurança do local em que a motocicleta estava estacionada quando foi furtada. Três homens participaram do crime e um deles foi reconhecido pelos Policiais, que iniciaram diligências e encontraram o autor, um homem de 18 (dezoito) anos, que confessou o crime e informou onde a moto estava escondida.

Diante dos fatos, o homem foi preso e entregue na Delegacia de Polícia Civil de Porto Murtinho, juntamente com a motocicleta apreendida, para as providências cabíveis.

Assessoria de Comunicação Social do 11° BPM / CPA-3

Pistoleiros matam homem perto de local de chacina ocorrida ano passado

Pistoleiros matam homem perto de local de chacina ocorrida ano passado

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Peritos trabalham em cena de crime de execução em Paranhos. (Foto: Jaime Mel / Fronteira Agora)

O paraguaio Cevero Nuñes e Nuñes, de 42 anos, morreu executado com 11 tiros. O atentado aconteceu por volta das 17 horas na rua Jorge Pereira, em Paranhos, 477 quilômetros de Campo Grande.

O local do crime é próximo a um bar onde houve uma chacina em 19 de outubro de 2015.

Segundo o site Fronteira Agora, policiais militares e civis que atenderam a ocorrência encontraram 11 cápsulas de pistola 9 milímetros deflagradas. Os tiros acertaram nuca, costas e cabeça da vítima.

Pessoas que andavam pela rua relataram que Cevero estava sozinho e foi abordado por duas pessoas em uma moto. O garupa levantou o capacete e passou a atirar.

Um homem, identificado pela polícia como sendo irmão da vítima, esteve no local e prestou alguns esclarecimentos. Essa pessoa vive no bairro Vila Nova, em Paranhos. Outras testemunhas conversaram com os policiais no local.

De acordo com o Fronteira Agora, este é o primeiro homicídio da cidade neste ano.

Correio do Estado

Ponta Porã – Sobrinho de ex-prefeito mata homem em lanchonete

Ponta Porã – Sobrinho de ex-prefeito mata homem em lanchonete

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Sobrinho de ex-prefeito mata homem em lanchonete

Confusão em lanchonete terminou com um homem, de 46 anos, morto na madrugada deste domingo (10) em Ponta Porã, a 346 km de Campo Grande.

Informações preliminares da polícia apontavam a vítima e o jovem que se envolveu na briga como pai e filho, respectivamente. Mas a reportagem do Portal Correio do Estado apurou que o parentesco era de tio e sobrinho.

Ele foi defender o sobrinho em uma briga e acabou atingido por três tiros. O suspeito pelo crime foi identificado, mas está foragido.

Segundo informações do boletim de ocorrência, o crime aconteceu por volta 4h52min na Avenida Brasil, quando o filho da vítima, Diego Pietro, e Orlando Fróes, de 53 anos, começaram a brigar.

O tio de Diego, Mauro Prieto, o pai dele, Rosalio Prieto, e o dono da lanchonete onde aconteceu a confusão apartaram a briga e Orlandinho deixou o local, sem ameaçar ninguém.

Pouco tempo depois, Fróes retornou com um revólver calibre 38 e atirou contra Mauro Prieto, que morreu no local. O suspeito ainda tentou acertar Rosalio, mas não conseguiu e deixou o local.

Aos policiais, testemunhas disseram que o suspeito e a vítima eram amigos há mais de 20 anos e nunca haviam brigado.

O caso foi registrado na delegacia do município e será investigado. Não foi divulgado o motivo da discussão entre Orlando Fróes e Diego Pietro.

Segundo informações do site Ponta Porã Informa que o autor do crime é sobrinho do ex-prefeito do município, Carlos Fróes​. (Colaborou Renan Nucci)

DOF fecha cerco à contrabandista na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e a Bolívia

DOF fecha cerco à contrabandista na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e a Bolívia

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DOF fecha cerco à contrabandista na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e a Bolívia

Campo Grande (MS) – O Departamento de Operações de Fronteira (DOF) fechou o cerco aos contrabandistas na fronteira com o Paraguai e a Bolívia e nas últimas horas os policiais apreenderam em bloqueios móveis montados em vários municípios, mais de R$ 160 mil em produtos de contrabando e descaminho oriundos dos países vizinhos.

A primeira apreensão aconteceu na manhã desta quarta-feira (6) durante bloqueio realizado na MS-164, próximo ao trevo de Antônio João. No local  foi abordado um caminhão com placas de Itaporã (MS), conduzido por um homem de 57 anos, morador em Ponta Porã (MS), que transportava 16 pneus de caminhões contrabandeados do Paraguai. A carga avaliada em R$ 24 mil reais foi encaminhada para a Receita Federal em Ponta Porã.

Durante a tarde de ontem, em patrulhamento itinerante na linhainternacional próximo a cidade de Iguatemi (MS), os policiais do DOF abordaram um veículo, cor vermelha com placas daquela cidade, conduzido por um senhor de 59 anos, que transportava 850 pacotes de cigarro contrabandeados do Paraguai. O caso foi registrado como contrabando na Delegacia da Polícia Civil de Iguatemi, onde a mercadoria avaliada em mais de R$ 40 mil foi entregue.

A noite na BR-267 próximo a Maracaju, outra equipe do DOF abordou dois veículos, sendo um cor vermelha, com placas de Três Lagoas (MS), conduzido por um homem de 36 anos e outro cor azul, com placas de Campo Grande (MS), conduzido por um indivíduo de 46 anos, ambos moradores de Campo Grande, que transportavam 102 pneus contrabandeados do Paraguai. A carga foi avaliada em mais de R$ 20mil foi entregue na Receita Federal.

Já na madrugada de hoje (7), na BR-262 próximo a Corumbá, os policiais do DOF abordaram um carro com placas daquela cidade, conduzido por um morador m Campo Grande, de 36 anos de idade que transportava mais de R$ 80 mil em roupas oriundas da Bolívia, sem a documentação legal de importação e desembaraço alfandegário. Os produtos contrabandeados foram entregues na Receita Federal de Ponta Porã.

A ação do DOF não tem previsão para encerrar e acontece diuturnamente nos 44 municípios sul-mato-grossenses localizados ao longo da faixa de fronteira.

 

Ostentação nas redes sociais vira prova na Justiça contra ‘caloteiros’

Ostentação nas redes sociais vira prova na Justiça contra ‘caloteiros’

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Ostentação nas redes sociais vira prova na Justiça contra ‘caloteiros’. Foto. Ilustrativa

As redes sociais estão ajudando juízes a julgarem processos envolvendo devedores que alegam não ter dinheiro para quitar seus compromissos, mas ostentam um alto padrão de vida na internet. Há casos em que algumas provas são obtidas em redes sociais, como o Facebook e o WhatsApp.

Um dos casos mais recentes aconteceu em Vitória. Um representante comercial que devia pensão, mas alegava não ter carteira assinada nem bens em seu nome, foi flagrado ostentando viagens internacionais, passeios de lancha e um carro novo no Facebook.

As postagens foram apresentadas, e ele acabou fazendo um acordo. O caso foi relatado pelo advogado empresarial Victor Passos Costa, que explicou que esse tipo de prova tem sido cada vez mais usado, especialmente nos casos trabalhistas e de família.

Em outro caso, um juiz decretou a prisão preventiva de um réu que alegou baixa capacidade financeira, mas apareceu no Facebook em viagens internacionais e pilotando uma lancha.

“Há diversos casos nos quais mensagens do Facebook, WhatsApp e Skype são aceitos pelo judiciário como prova. Isso sem falar do e-mail.” Victor Passos, advogado

Hoje, diz ele, há diversos casos nos quais mensagens do Facebook, WhatsApp e Skype são aceitos pelo judiciário como prova. “Isso sem falar do e-mail, que era uma mídia de comunicação on-line desacreditada até pouco tempo”, aponta Costa.

O juiz Jorge Vaccari Filho, titular do 1º Juizado Especial Cível de Colatina, lembra que em muitos casos a prova obtida pela via eletrônica é até mais relevante do que uma prova testemunhal ou documental. “Não é incomum nos processos sujeitos que alegam pobreza serem flagrados em situações de ostentação de riqueza, com carros de luxo, em cruzeiros e viagens internacionais”.

Para o advogado Bruno Gavioli, essas são provas frágeis. “As pessoas mentem nas redes sociais, e não tem nada que comprove que você não está mentindo”.

Ele conta que teve um caso em que uma pessoa foi flagrada em operação da Receita Federal, acusado de fraude fiscal. “Tentaram provar que o patrimônio que ela declarava não correspondia ao que ela postava na internet. Mas foi uma prova fraca”.

Alguns casos

Em dificuldades financeiras… Ou não

Curtindo a vida

Um réu de um processo no Espírito Santo, que vive em São Paulo, alegou baixa capacidade financeira e que havia sofrido um infarto para não poder acompanhar o processo em Vitória. Suas postagens, no entanto, mostravam viagens internacionais, passeios de avião, trilhas e idas à academia. Com isso, o juiz do caso pediu sua prisão preventiva.

Viagens e lancha

Um representante comercial de Vitória, que estava devendo o pagamento de pensão alimentícia, mas que alegava não ter carteira assinada nem bens em seu nome, foi flagrado ostentando duas viagens internacionais, passeios de lancha e um carro novo no Facebook. Ele acabou fazendo um acordo.

Sogro da onça

Uma mulher teve o carro penhorado mas declarou que tinha vendido o carro para terceiro. O terceiro, questionado no processo da penhora, disse que não conhecia a devedora, que apenas tinha comprado o carro dela. No Facebook, se descobriu que o dono do carro era genro da devedora – o que foi provado com fotos do próprio site. O caso aconteceu em Cariacica.

Mentira no trabalho

Doente e na balada

Em outro caso de uma empresa de construção da Serra, uma funcionária faltou ao trabalho dizendo que estava passando mal. No mesmo dia, à noite, postou uma mensagem dizendo que ia a uma festa curtir, se embebedar e se divertir. Ela foi punida com advertência.

Flagra no WhatsApp

O operário de uma empresa do ramo da construção de Vitória foi demitido por justa causa, depois de um flagra no WhatsApp. Ele faltou ao trabalho para ir pescar e pediu a outra pessoa para registrar o ponto no lugar dele. No mesmo dia, postou uma foto pescando no grupo de colegas da empresa, mas se esqueceu de que sua gerente era um dos membros.

Xingou no grupo

Em um grupo do trabalho do WhatsApp, um trabalhador de Cariacica chamou outra colega de vagabunda. Foi condenado a pagar R$ 3 mil por danos morais.

Reclamou no Face

O empregado de uma empresa de Vitória postou um “desabafo” no Facebook em que entendia que tinha que ter ganhado um tíquete que não ganhou e que estava de saco cheio de trabalhar na empresa. Foi demitido por justa causa.

Provas são usadas contra profissionais

Trabalhadores que mentem para os superiores ou fingem estar doentes também têm sido pegos pelas redes sociais. Um dos casos mais comuns nas empresas é o da pessoa que dá atestado médico e viaja. Sem querer, acaba revelando nas redes a mentira.

“Já tive um caso em que a pessoa que trabalhava em uma empresa de plano odontológico de Vitória deu atestado médico em uma sexta-feira e marcaram ela em uma foto no mesmo dia, com bebida alcoólica na mão. Ela foi demitida”, conta o advogado trabalhista José Carlos Rizk Filho.

Outro caso comum em redes sociais é do empregado falar mal da empresa publicamente. “O que tem que se avaliar é a amplitude desse comentário, se é público, se o círculo de relacionamentos é grande, e qual o impacto disso para a empresa”, explica Filho. “Mas é preciso lembrar que tudo que não pode falar em público, não pode falar nas redes. Porque, de certa forma, não é uma conversa individual, é algo público”, detalha.

As punições no contrato de trabalho devem ser graduadas de acordo com a gravidade da falta e o critério de proporcionalidade, diz o advogado Victor Passos Costa. “O funcionário que durante horário de trabalho falta e fica curtindo, deixa de trabalhar por causa disso, é o mais grave. A punição pode ir de advertência escrita, passando por suspensão até demissão por justa causa”.

Fonte: A Gazeta

PM de Bela Vista cumpre dois mandados de prisão

PM de Bela Vista cumpre dois mandados de prisão

31908_0Bela Vista. Na data 29/12/2015, terça-feira, por volta das 10h10 uma guarnição da Polícia Militar fazia policiamento preventivo nas imediações da área central, próximo aos bancos e durante abordagem a um táxi de Bela Vista, foi feita checagens num casal de passageiros. O homem de 43 anos de idade tinha várias passagens pela polícia, mas sem mandado de prisão em aberto. A mulher de 34 anos de idade constava mandado de prisão em aberto, expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Campo Grande – MS. Sendo assim, a mulher foi encaminhada à DP de Bela Vista para as providências de lei.

Mais tarde, na mesma data, por volta das 13h40min durante rondas pelo bairro Espírito Santo, Rua Ariosto Silveira Lino, uma guarnição abordou um homem de 32 anos de idade e durante checagem foi constatado em desfavor dele mandado de prisão expedido pela Comarca de Bela Vista e também foi conduzido à DP.

Redação – fronteiranews