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Bela Vista-MS Domingo, 12 de Julho de 2026
DOF fecha cerco à contrabandista na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e a Bolívia

DOF fecha cerco à contrabandista na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e a Bolívia

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DOF fecha cerco à contrabandista na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e a Bolívia

Campo Grande (MS) – O Departamento de Operações de Fronteira (DOF) fechou o cerco aos contrabandistas na fronteira com o Paraguai e a Bolívia e nas últimas horas os policiais apreenderam em bloqueios móveis montados em vários municípios, mais de R$ 160 mil em produtos de contrabando e descaminho oriundos dos países vizinhos.

A primeira apreensão aconteceu na manhã desta quarta-feira (6) durante bloqueio realizado na MS-164, próximo ao trevo de Antônio João. No local  foi abordado um caminhão com placas de Itaporã (MS), conduzido por um homem de 57 anos, morador em Ponta Porã (MS), que transportava 16 pneus de caminhões contrabandeados do Paraguai. A carga avaliada em R$ 24 mil reais foi encaminhada para a Receita Federal em Ponta Porã.

Durante a tarde de ontem, em patrulhamento itinerante na linhainternacional próximo a cidade de Iguatemi (MS), os policiais do DOF abordaram um veículo, cor vermelha com placas daquela cidade, conduzido por um senhor de 59 anos, que transportava 850 pacotes de cigarro contrabandeados do Paraguai. O caso foi registrado como contrabando na Delegacia da Polícia Civil de Iguatemi, onde a mercadoria avaliada em mais de R$ 40 mil foi entregue.

A noite na BR-267 próximo a Maracaju, outra equipe do DOF abordou dois veículos, sendo um cor vermelha, com placas de Três Lagoas (MS), conduzido por um homem de 36 anos e outro cor azul, com placas de Campo Grande (MS), conduzido por um indivíduo de 46 anos, ambos moradores de Campo Grande, que transportavam 102 pneus contrabandeados do Paraguai. A carga foi avaliada em mais de R$ 20mil foi entregue na Receita Federal.

Já na madrugada de hoje (7), na BR-262 próximo a Corumbá, os policiais do DOF abordaram um carro com placas daquela cidade, conduzido por um morador m Campo Grande, de 36 anos de idade que transportava mais de R$ 80 mil em roupas oriundas da Bolívia, sem a documentação legal de importação e desembaraço alfandegário. Os produtos contrabandeados foram entregues na Receita Federal de Ponta Porã.

A ação do DOF não tem previsão para encerrar e acontece diuturnamente nos 44 municípios sul-mato-grossenses localizados ao longo da faixa de fronteira.

 

Ostentação nas redes sociais vira prova na Justiça contra ‘caloteiros’

Ostentação nas redes sociais vira prova na Justiça contra ‘caloteiros’

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Ostentação nas redes sociais vira prova na Justiça contra ‘caloteiros’. Foto. Ilustrativa

As redes sociais estão ajudando juízes a julgarem processos envolvendo devedores que alegam não ter dinheiro para quitar seus compromissos, mas ostentam um alto padrão de vida na internet. Há casos em que algumas provas são obtidas em redes sociais, como o Facebook e o WhatsApp.

Um dos casos mais recentes aconteceu em Vitória. Um representante comercial que devia pensão, mas alegava não ter carteira assinada nem bens em seu nome, foi flagrado ostentando viagens internacionais, passeios de lancha e um carro novo no Facebook.

As postagens foram apresentadas, e ele acabou fazendo um acordo. O caso foi relatado pelo advogado empresarial Victor Passos Costa, que explicou que esse tipo de prova tem sido cada vez mais usado, especialmente nos casos trabalhistas e de família.

Em outro caso, um juiz decretou a prisão preventiva de um réu que alegou baixa capacidade financeira, mas apareceu no Facebook em viagens internacionais e pilotando uma lancha.

“Há diversos casos nos quais mensagens do Facebook, WhatsApp e Skype são aceitos pelo judiciário como prova. Isso sem falar do e-mail.” Victor Passos, advogado

Hoje, diz ele, há diversos casos nos quais mensagens do Facebook, WhatsApp e Skype são aceitos pelo judiciário como prova. “Isso sem falar do e-mail, que era uma mídia de comunicação on-line desacreditada até pouco tempo”, aponta Costa.

O juiz Jorge Vaccari Filho, titular do 1º Juizado Especial Cível de Colatina, lembra que em muitos casos a prova obtida pela via eletrônica é até mais relevante do que uma prova testemunhal ou documental. “Não é incomum nos processos sujeitos que alegam pobreza serem flagrados em situações de ostentação de riqueza, com carros de luxo, em cruzeiros e viagens internacionais”.

Para o advogado Bruno Gavioli, essas são provas frágeis. “As pessoas mentem nas redes sociais, e não tem nada que comprove que você não está mentindo”.

Ele conta que teve um caso em que uma pessoa foi flagrada em operação da Receita Federal, acusado de fraude fiscal. “Tentaram provar que o patrimônio que ela declarava não correspondia ao que ela postava na internet. Mas foi uma prova fraca”.

Alguns casos

Em dificuldades financeiras… Ou não

Curtindo a vida

Um réu de um processo no Espírito Santo, que vive em São Paulo, alegou baixa capacidade financeira e que havia sofrido um infarto para não poder acompanhar o processo em Vitória. Suas postagens, no entanto, mostravam viagens internacionais, passeios de avião, trilhas e idas à academia. Com isso, o juiz do caso pediu sua prisão preventiva.

Viagens e lancha

Um representante comercial de Vitória, que estava devendo o pagamento de pensão alimentícia, mas que alegava não ter carteira assinada nem bens em seu nome, foi flagrado ostentando duas viagens internacionais, passeios de lancha e um carro novo no Facebook. Ele acabou fazendo um acordo.

Sogro da onça

Uma mulher teve o carro penhorado mas declarou que tinha vendido o carro para terceiro. O terceiro, questionado no processo da penhora, disse que não conhecia a devedora, que apenas tinha comprado o carro dela. No Facebook, se descobriu que o dono do carro era genro da devedora – o que foi provado com fotos do próprio site. O caso aconteceu em Cariacica.

Mentira no trabalho

Doente e na balada

Em outro caso de uma empresa de construção da Serra, uma funcionária faltou ao trabalho dizendo que estava passando mal. No mesmo dia, à noite, postou uma mensagem dizendo que ia a uma festa curtir, se embebedar e se divertir. Ela foi punida com advertência.

Flagra no WhatsApp

O operário de uma empresa do ramo da construção de Vitória foi demitido por justa causa, depois de um flagra no WhatsApp. Ele faltou ao trabalho para ir pescar e pediu a outra pessoa para registrar o ponto no lugar dele. No mesmo dia, postou uma foto pescando no grupo de colegas da empresa, mas se esqueceu de que sua gerente era um dos membros.

Xingou no grupo

Em um grupo do trabalho do WhatsApp, um trabalhador de Cariacica chamou outra colega de vagabunda. Foi condenado a pagar R$ 3 mil por danos morais.

Reclamou no Face

O empregado de uma empresa de Vitória postou um “desabafo” no Facebook em que entendia que tinha que ter ganhado um tíquete que não ganhou e que estava de saco cheio de trabalhar na empresa. Foi demitido por justa causa.

Provas são usadas contra profissionais

Trabalhadores que mentem para os superiores ou fingem estar doentes também têm sido pegos pelas redes sociais. Um dos casos mais comuns nas empresas é o da pessoa que dá atestado médico e viaja. Sem querer, acaba revelando nas redes a mentira.

“Já tive um caso em que a pessoa que trabalhava em uma empresa de plano odontológico de Vitória deu atestado médico em uma sexta-feira e marcaram ela em uma foto no mesmo dia, com bebida alcoólica na mão. Ela foi demitida”, conta o advogado trabalhista José Carlos Rizk Filho.

Outro caso comum em redes sociais é do empregado falar mal da empresa publicamente. “O que tem que se avaliar é a amplitude desse comentário, se é público, se o círculo de relacionamentos é grande, e qual o impacto disso para a empresa”, explica Filho. “Mas é preciso lembrar que tudo que não pode falar em público, não pode falar nas redes. Porque, de certa forma, não é uma conversa individual, é algo público”, detalha.

As punições no contrato de trabalho devem ser graduadas de acordo com a gravidade da falta e o critério de proporcionalidade, diz o advogado Victor Passos Costa. “O funcionário que durante horário de trabalho falta e fica curtindo, deixa de trabalhar por causa disso, é o mais grave. A punição pode ir de advertência escrita, passando por suspensão até demissão por justa causa”.

Fonte: A Gazeta

PM de Bela Vista cumpre dois mandados de prisão

PM de Bela Vista cumpre dois mandados de prisão

31908_0Bela Vista. Na data 29/12/2015, terça-feira, por volta das 10h10 uma guarnição da Polícia Militar fazia policiamento preventivo nas imediações da área central, próximo aos bancos e durante abordagem a um táxi de Bela Vista, foi feita checagens num casal de passageiros. O homem de 43 anos de idade tinha várias passagens pela polícia, mas sem mandado de prisão em aberto. A mulher de 34 anos de idade constava mandado de prisão em aberto, expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Campo Grande – MS. Sendo assim, a mulher foi encaminhada à DP de Bela Vista para as providências de lei.

Mais tarde, na mesma data, por volta das 13h40min durante rondas pelo bairro Espírito Santo, Rua Ariosto Silveira Lino, uma guarnição abordou um homem de 32 anos de idade e durante checagem foi constatado em desfavor dele mandado de prisão expedido pela Comarca de Bela Vista e também foi conduzido à DP.

Redação – fronteiranews

Polícia Militar Rodoviária apreende droga escondida em táxi com placas de Recife

Polícia Militar Rodoviária apreende droga escondida em táxi com placas de Recife

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Polícia apreende droga escondida em táxi com placas de Recife

A Polícia Militar Rodoviária Estadual da Base Operacional de Vista Alegre, Distrito de Maracaju, apreendeu na manhã desta terça-feira (05 j, às 09h40min na Rodovia MS 164, KM 014, em frente a Base, 77,3 Kg (setenta e sete quilos e trezentos gramas) de maconha, distribuídos em 94 tabletes escondidos em “mocós” nas quatro portas, nos assentos e encostos bancos e no paravchoque traseiro do veículo.

Os policiais rodoviários, quando em fiscalização e policiamento deram ordem de parada ao veículo táxi Chevrolet/Cobalt, ano 2013, de cor branca e placas de Recife/PE, conduzido por R.S.S.F., de 23 anos, natural do Rio de Janeiro e taxista em Recife.

Durante a realização da vistoria ao veículo o condutor não foi convincente em explicar o motivo de sua viagem a Ponta Porã, dizendo que levaria um cliente até Recife, mas que a corrida teria sido cancelada. Após vistoria minuciosa no veículo foi descoberto a droga escondida em diversos “mocós”. O condutor informou ainda que receberia o valor de 10 mil reais para transportar a droga de Ponta Porã até a cidade de Recife.

Após voz de prisão, o infrator penal, o veículo e a droga foram conduzidos até a Delegacia de Polícia Civil de Maracaju para as providências necessárias.

Com informações da assessoria de imprensa – Tenente Picolli

Ódio Racial: Índio De Dois Anos É Morto Quando Era Amamentado Pela Mãe

Ódio Racial: Índio De Dois Anos É Morto Quando Era Amamentado Pela Mãe

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Ódio Racial: Índio De Dois Anos É Morto Quando Era Amamentado Pela Mãe

Um menino de apenas dois anos foi assassinado com um golpe de estilete no pescoço enquanto era amamentado pela mãe, em frente à rodoviária de Imbituba, cidade situada ao Sul da Grande Florianópolis. O crime ocorreu por volta do meio-dia de quarta-feira (30). Mãe e filho são indígenas da tribo Caigang de Chapecó. A Polícia acredita que o crime tenha sido motivado por ódio racial. Um suspeito chegou a ser preso no início da tarde, mas foi liberado em seguida.

De acordo com um taxista que estava próximo do local e presenciou o crime, um rapaz de camiseta branca e mochila nas costas, aparentando entre 20 e 23 anos, se aproximou da mãe, que estava sentada no chão amamentando o garoto, e sacou de um estilete, aplicando um único golpe no pescoço da criança, que morreu na hora. O menino foi identificado como Vitor Pinto.

A Polícia não prestou mais informações para não atrapalhar as investigações, mas se suspeita que o assassino tenha passado a noite na companhia do casal de índios com o garoto.

O suspeito saiu correndo e entrou num matagal, situado entre o Village e o Centro. A Polícia foi acionada e fez buscas pelas imediações. No final da tarde, um homem foi preso quando caminhava pela BR-101 e levado á delegacia, mas foi liberado por falta de provas.

FONTE: http://www.tudosobrefloripa.com.br/index.php/desc_noticias/odio_racial_indio_de_dois_anos_e_morto_enquanto_amamentado_pela_maee

Fim de ano “sangrento” registrou sete mortes nas rodovias que cortam MS

Fim de ano “sangrento” registrou sete mortes nas rodovias que cortam MS

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Fim de ano “sangrento” registrou sete mortes nas rodovias que cortam MS

Pelo menos sete pessoas morreram durante o feriado de fim de ano nas rodoviais estaduais e federais que cortam Mato Grosso do Sul, conforme informações divulgadas nesta segunda-feira (4) pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) e pela PMR (Polícia Militar Rodoviária) como parte da operação “Fim de Ano 2015”.

De acordo com o balanço feito pelas instituições, as mortes ocorreram entre os dias 23 de dezembro de 2015 e 4 de janeiro de 2016. Nesse período, aconteceram 85 acidentes com vítimas.

Nas rodovias federais, houve redução do número de acidente com vítimas em comparação ao mesmo período de 2014 – 46 contra 77. Por outro lado, o número de morte foi o dobro – seis contra três. A quantidade de feridos também diminuiu: 104 em 2015 contra 137 em 2014.

Nas rodovias estaduais, foram vistoriados 5.487 veículos e lavrados 280 infrações de trânsito. A PMR também recolheu 85 CNHs (Carteiras Nacional de Habilitação) e sete carros foram apreendidos, além de 25 quilos de cocaína e 19 kg de maconha. A polícia registrou 39 acidentes e uma morte.

Na quinta-feira (24), véspera de Natal, quatro pessoas de uma mesma família morreram no quilômetro 805 da rodovia BR-163, em Sonora, norte do estado. As vítimas estavam em um carro de passeio que bateu de frente com uma carreta, por volta das 6 horas (de MS).

Na noite do mesmo dia, foram registradas outras duas mortes. Um homem de 56 anos morreu após uma caminhonete atingir a bicicleta em que estava na BR-060, em Guia Lopes da Laguna, região sudoeste. O motorista da caminhonete, de 24 anos, alegou à polícia que a vítima estava no meio da pista. Já em Ponta Porã, sul do estado, um jovem de 28 anos morreu após bater a motocicleta que dirigia em um cavalo na BR-463. O piloto caiu e morreu no local, enquanto que o passageiro teve ferimentos leves.

Na tarde do dia 28 de dezembro, um idoso de 61 anos morreu e três pessoas ficaram feridas em um acidente na rodovia MS-141, entre Ivinhema e Angélica, no sudoeste de Mato Grosso do Sul. A vítima que morreu estava em um automóvel que recebeu o impacto de um furgão que vinha em sentido contrário e invadiu a pista. O Corpo de Bombeiros informou que uma depressão no asfalto contribuiu para a batida. Com G1.