set 18, 2016 | Polícia

Acidente entre duas motos deixa vítima fatal em Bela Vista
Bela Vista (MS) – Uma pessoa morreu e outro ficou ferido em um acidente de moto ocorrido agora a pouco próximo ao asilo, em Bela Vista.
Segundo informações apuradas pela reportagem, as vítimas Raul Junior e Altair Sena foram socorridos e encaminhados ao Hospital São Vicente de Paula, mas Altair não resistiu aos ferimentos, e veio a óbito
A outra vítima Raul Junior segue internada e segundo informações o quadro de saúde dele é estável.
Fonte: belavistamsnews /Fotos Whatsapp
set 16, 2016 | Polícia

Neto Garcia
Ponta Pora (MS) – Morre em Ponta Porã um dos grandes jornalistas que mudou a forma do jornalismo brasileiro e conquistou admiradores na região de fronteira.
O Clube de Imprensa de Ponta Porã informou com pesar o falecimento do jornalista Neto Garcia (49) ocorrido na noite de quinta feira (15) na cidade de Ponta Porã.
Neto Garcia que atuou vários anos na empresa jornalística Jornal da Praça e atualmente dirigia o semanário Guia da Fronteira, que cativou e ganhou um novo publico com histórias e curiosidades do imaginário popular contada nas paginas do Guia da Fronteira com simplicidade pelo jornalista que hoje deixa um vazio no jornalismo da fronteira.
Sempre bem humorado deixa um legado de amizade e companheirismo que dificilmente será esquecido pelos novos jornalistas que apreenderam com Neto Garcia uma forma diferente de fazer noticia, que a cada semana era esperada pelos seus leitores.
O CIPP expressou os mais sinceros sentimentos aos familiares e amigos do jornalista que hoje deixou os seus leitores sem o titular do ultimo semanário que deixara saudades no jornalismo fronteiriço, onde Duas lendas criadas em um imaginário sadio e cheio de incertezas, foi o enredo de uma estória criada pelo jornalista Nelson Garcia de Oliveira, o “Neto Garcia”, que faleceu às 23h45 de quinta-feira, 15 de setembro, no hospital Regional de Ponta Porã.
Duas lendas vivenciadas ao entorno da região da Vila Áurea, onde Neto nasceu e viveu durante 49 anos, cuja parada cardíaca ceifou-lhe a vida justamente no momento em que ele próprio aguçava suas próprias lendas, criadas na década de 80, quando a explanada da Ferroviária praticamente dividia a cidade de Ponta Porã da ´Vila Áurea City´, apelido que a região foi ganhando no decorrer dos anos.
Neto mantinha um jornal impresso, o ´Guia da Fronteira´, uma espécie de filho para ele que lutava, como todos no meio de comunicação, pela sobrevivência dia após dia. Na Vila Áurea, Neto Garcia cultivava uma longa trajetória.
O bairro viu ele e outros irmãos crescerem. A família é uma das mais tradicionais da região. Foi nesse ambiente, que as lendas da ´Mulher de Preto´ e do ´Zé da Carriola´ surgiram e viraram contos surreais por parte de seu autor, que volta e meia publicava novas aventuras tanto de um quanto outro.
´A Mulher de Preto´ – A lenda foi criada dentro de um imaginário próprio de seu criador, que quando criança freqüentou, como todos de sua geração, na Explanada, na estação ferroviária. Ao entorno, uma misteriosa mulher volta e meia aparecia, vagando nas noites em busca de suas vítimas. Homens, geralmente. Essa mulher deixou a órbita terrestre quando estava pronta para casar. Então, conforme o conto, volta e meia aparecia, vestido de preto, para atacar e arranjar um marido.
´Zé da Carriola´ – Já neste conto, o personagem é um homem que, igualmente à mulher, perambula pelas ruas da Vila Áurea, pois no início do século passado, deixou para trás situações inacabadas, inclusive no povoamento nas redondezas.
Tanto um quanto outra lenda foi ´aperfeiçoada´ pelo seu autor, Nelson Garcia de Oliveira, o ´Neto´ Garcia, como simplesmente era chamado pelos amigos.
Neto enfrentou sete cirurgias e estava se preparando para uma nova, já que seu estado de saúde era delicado e extremamente grave nos últimos três meses.
O sepultamento ocorreu no final da tarde desta sexta-feira, 16, às 16h30, no cemitério municipal ´Cristo Rei´. Fica o espírito de luta e trabalho deixado por Neto Garcia e seu jornal, “Guia da Fronteira”.
Redação Jornalista Carlos Monfort (Jornal Regional) e Leo Veras (Poranews).
set 16, 2016 | Polícia

Pavão negou ter ordenado atentado contra presidente, mas faz ameaças ao governo (Foto: ABC Color)
Brasileiro negou plano para matar presidente, mas fez ameaças contra governo do país vizinho: se for extraditado, vai revelar provas contra alto comando do Paraguai
Campo Grande (MS) – O narcotraficante brasileiro Jarvis Gimenes Pavão, 48, disse que era amigo de Jorge Rafaat Toumani e negou que tenha mandado executar o concorrente criminoso. Disse que um mês antes de morrer, Rafaat o visitou em sua cela vip na penitenciária de Tacumbú, em Assunção, onde Pavão estava até o dia 26 de julho deste ano, quando foi levado para o quartel do grupo especializado da Polícia Nacional.
Criminoso mais temido atualmente no Paraguai e apontado como o causador da guerra que acontece atualmente na fronteira seca de Pedro Juan Caballero com Ponta Porã (a 323 km de Campo Grande), Jarvis Pavão concedeu entrevista exclusiva ao jornal ABC Color, o mais influente do país vizinho. A entrevista foi autorizada pela Justiça paraguaia.
Acompanhado de sete advogados, Pavão conversou ontem por duas horas com dois repórteres do diário de Assunção e gravouentrevista para a rádio ABC Cardinal. O material foi divulgado nesta quinta-feira (15) na versão impressa do jornal e na emissora de rádio.
Hoje faz três meses que Jorge Rafaat foi executado a tiros de metralhadora calibre 50 na área central de Pedro Juan Caballero. Pavão foi acusado pela polícia paraguaia de ordenar a morte. O carioca Sérgio Lima dos Santos, 34, está preso em Assunção acusado de manusear a arma antiaérea usada para matar Rafaat.
“Ele [Rafaat] era meu amigo. Eu me coloquei contra a espada para defendê-lo em outras ocasiões que são irrelevantes agora. E se a sua família é sincera de coração, sabe que eu era amigo dele e nunca fiz nada contra ele. Seu filho e meu filho têm negócio juntos. Se sua senhora, que eu não conheço, e alguns funcionários, se são sinceros, sabem toda a verdade, que não tenho nada a ver com isso”, afirmou Pavão sobre a morte de Jorge Rafaat.
Galã – Perguntado se conhecia o brasileiro Elton Leonel Rumich da Silva, 32, o “Galã”, membro do PCC (Primeiro Comando da Capital) e apontado como um dos responsáveis pelo atentado a Rafaat e que teria se refugiado na Bolívia, Pavão afirmou ser responsável apenas por ele mesmo.
“Eu não posso responder por qualquer um. Não posso responder para Galã, por Juan, por Pedro, por Mario. Eu nunca mais falei com Galã. Não sei, na realidade, o que aconteceu com o senhor Jorge. O que eu sei é que Rafaat tinha muitos problemas com várias pessoas, sua família mesmo sabe. Um mês antes de sua morte veio a mim, como sempre, tomamos um café”, declarou traficante brasileiro.
Ameaças ao governo – Na entrevista ao ABC Color, Jarvis Pavão e seus advogados mandaram um recado ao governo paraguaio: se ele for extraditado para o Brasil, vai revelar informações comprometedoras contra mandatários daquele país. Afirmam terem documentos comprovando o desvio de dinheiro destinado à FTC (Força Tarefa Conjunta), grupo criado para combater o EPP (Exército do Povo Paraguaio), grupo terrorista presente no estado de San Pedro.
Pavão revelou que, a pedido do governo paraguaio, ele negociou e pagou pela libertação do adolescente Arlan Fick Bremm, 17, filho dos brasileiros Alcido e Melania Fick Bremm. O rapaz passou 267 dias em poder EPP e foi libertado em dezembro de 2014. Acreditava-se que a família tivesse feito o pagamento, mas Pavão disse que foi ele.
O brasileiro contou que negociou a libertação de Arlan com um membro do grupo terrorista, na prisão de Tacumbú. Pavão disse que desembolsou quase todo o valor do resgate, de 500 mil dólares.
Presidente – Jarvis Pavão negou que tivesse oferecido 5 milhões pela cabeça do presidente do Paraguai Horácio Cartes e afirmou estar “assustado” com a história.
“Eu nunca permitiria algo assim (tentativa de homicídio) contra o presidente ou com quem seja. Deus é testemunha número um de tudo isso”, afirmou.
“Isso está me assustando. Eu não sei o que está acontecendo, mas tenho a certeza que não vem do senhor Cartes. Deve ser de outro lugar, menos que o senhor Cartes”, disse Pavão sobre os boatos de que ele teria ordenado a morte do presidente.
A advogada Laura Casuso, que comanda a defesa de Pavão, disse que Cartes é um homem muito inteligente, que levando o país a um importante progresso econômico, “mas tem assessores ruins em torno dele que querem dirigir o país como uma tabacaria”.
Evangélico – Jarvis Pavão encerra a entrevista com um pedido de desculpas aos paraguaios e diz que desde 1999 não se envolve mais com atividades ilícitas e que atualmente é religioso. Entre as obras que ele financiou no presídio de Tacumbú, onde vivia em um espaço luxuoso, Pavão mandou construir uma sala para os adventistas.
“Até 1999 ganhei o que eu queria no mundo em que eu vivia. Parei de fazer as coisas porque acreditava que estava bem e tinha o suficiente”, alegou. Indagado se fala do tráfico de cocaína, se recusou a responder diretamente: “fui condenado por tráfico no Brasil”.
Pedido de desculpas – O brasileiro encerra a entrevista com um pedido de desculpas aos paraguaios: “O mais importante é que as pessoas que me conhecem sabem como eu sou, que tipo de pessoa eu sou. Quero aproveitar este momento para pedir desculpas ao povo paraguaio. Eu também sou paraguaio, tenho nove filhos paraguaios, minha família é toda de Belém. Quero pedir desculpas por esse transtorno, por esse desconforto, por todas essas notícias”.
Campo Grande News
set 14, 2016 | Polícia

Foto: Reprodução
Campo Grande (MS) – O jornalista Antônio Fabiano Portilho, proprietário do Portal I9, foi agredido pelo Secretário Geral de Administração e Finanças da Câmara Municipal de Campo Grande, Luiz Sérgio Vieira Dias, dentro da própria Casa de Leis. A agressão ocorreu na manhã desta quarta-feira (14), e Fabiano irá registrar o boletim de ocorrência nesta tarde.
Conforme informações de Portilho, ele estava na recepção da presidência, para falar com o vereador João Rocha, quando ocorreu o fato. “Eu estava aguardando quando o Luiz Sérgio apareceu. Eu o denunciei em matéria do I9, já que ele, por exemplo, é investigado na Lama Asfáltica. Ele começou a fazer ameaças veladas em minha direção”, denunciou Portilho.
Conforme o jornalista, por três vezes Luiz Sérgio teria falado em direção a ele. “Primeiro falando algo como ‘quem fala bosta tem que apanhar’, depois até em morte, e por último falando que ‘lixo tem que ser jogado no lixo’, foi quando eu rebati”.
Portilho teria falado: “tem que jogar lixo no lixo mesmo, ainda mais nessa Câmara Municipal, cheia de lixo”. Luiz Sérgio então teria perdido o controle e partido para a agressão, chegando a desferir socos contra o jornalista. Isso tudo conforme a denúncia de Portilho. Ele só foi parado por um segurança da Câmara e pelo chefe de gabinete de João Rocha.
“Eu nem tentei reagir, se não fosse o segurança ele teria me espancado”, contou Portilho. Ele ainda perdeu os documentos durante a confusão. O jornalista e seu advogado, Valdir Custódio, vão registrar o boletim de ocorrência do caso nesta tarde.
A denúncia
A matéria que teria causado a confusão foi publicada no Portal I9 no dia 9 de agosto deste ano, e assinada por Fabiano Portilho. Confira o material abaixo no clique aqui:
“A Polícia Federal, no âmbito da Lama Asfáltica, investiga o porquê da Câmara Municipal de Vereadores de Campo Grande manter ainda Luiz Sérgio Vieira Dias como Secretário Geral de Administração e Finanças na Casa de Leis. Luiz Sérgio além de ser braço-direito do ex-presidente da Câmara Municipal, Mário Cesar (PMDB), investigado na Operação Lama Asfáltica da Policia Federal, é também “homem de confiança” de outro investigado, o ex-secretário-Adjunto do Governo Puccinelli, André Luiz Cance. O trio trabalhou junto na prefeitura de Campo Grande, na administração André Puccinelli.
Vieira Dias financiou também a campanha a Vereador de Mário Cesar em 2008 e 2012. Conforme escutas da Policia Federal autorizada pela Justiça Federal, o empreiteiro João Amorim, pivô da Lama Asfáltica, o empresário de informática João Baird e o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Mário Cesar (PMDB), teriam articulado um esquema de compra de votos para a cassação do mandato do então prefeito Alcides Bernal (PP) em 2014.
Em sessão realizada em 13 de março de 2014, Bernal foi cassado, acusado de improbidade administrativa, por 23 votos favoráveis e apenas seis contrários. As escutam mostram as supostas propinas para que os vereadores votassem pela cassação eram tratadas nas conversas entre os três, conforme relatório da PF, como ‘cafezinho’ ou ‘suco’.
Em um dos diálogos entre Mário Cesar e Amorim, o presidente da Câmara reclama sobre o que a PF considera um pedido de aumento na propina por parte de algum dos vereadores:
Mário: É, a cada parada tem que tomar um suco. Na outra parada tem que tomar uma melancia. Entendeu? João: Só não é bom pra quem ‘tá’ comandando a viagem.
Alcides Bernal, desde quando começou o processo político que culminou com sua cassação, tenta provar na justiça que foi vítima de um golpe. Reiteradamente ele culpa André Puccinelli por ter articulado sua queda, tese que pode ganhar força a partir das novidades surgidas com as escutas, tendo em vista as ligações de João Amorim e Mário Cesar com o ex-governador.”
Fonte: Topmidianews
set 14, 2016 | Polícia
Pedro Juan Caballero (PY) – Três pessoas são presas por atentado à emissora de radio na cidade de Pedro Juan Caballero na fronteira com Ponta Porã.
Os mesmo foram identificados como, Victoriana Benitez Ayala (56) em cujo nome foi cadastrado o chips, mas a mesma manifestou desconhecer o fato de ameaça e atentado contra a emissora de radio já que e moradora de Cidade Del Leste no Paraguai e a simples vista e possível verificar que a mesma e inocente mas a justiça a indiciou por ameaça ao prefeito Jose Carlos Acevedo e ao seu irmão o senador Roberto Ramão Acevedo ambos do Partido Liberal, outras duas pessoas foram presos e identificados como, Mariela Rossani Arevalos (26), irmã do traficante Walter Arevalos que se encontra preso na Penitenciaria de Pedro Juan Caballero e condenado a 10 anos de prisão o mesmo e ex marido da brasileira Josiane Vanessa Zilio (32) executada a tiros na tarde de quarta feira (31) por volta das 12:34hs, quando a mesma chegava em sua residência na cidade de Pedro Juan Caballero, também foi preso o marido identificado como, Carlos Alberto Souza Cano (26) e indiciados pelo promotor de justiça Oscar Samuel Valdez.
Os agentes da Seção de Investigação de Delitos da Policia Paraguaia chegou aos três após uma rápida investigação, onde Victoriana Benitez, seria a única que teve seus documentos utilizados para a compra do chip de aparelho celular e utilizado para ameaçar o prefeito e sua família, as investigações seguem e nas próximas horas novas novidades devem surgir sobre o caso em que indivíduos membros do crime organizado jogaram bomba sobre a emissora de radio deixando a comunicadora Patricia Ayala e seu entrevistado Raimundo Fariña com ferimentos leves.

Fotos e Informe Humberto Coronel – Poranews
set 12, 2016 | Polícia

Senador Robert Acevedo foi alvo de ameaça de morte (Foto: ABC Color)
Pedro Juan Caballero (M) – Alvo de ameaça de morte logo após o atentado contra sua emissora de rádio em Pedro Juan Caballero, na noite de sexta-feira (9), o presidente do Congresso do Paraguai, senador Robert Acevedo, disse que o ataque é para “desviar a atenção”.
Logo após o ataque, o irmão do senador, José Carlos Acevedo, prefeito de Pedro Juan, recebeu mensagens via aplicativo Whatsapp, escritas em português, afirmando que o congressista seria o próximo.
Em entrevista na manhã de hoje (12) à rádio Cardinal ABC, de Assunção, Robert Acevedo disse que o ataque à rádio Amambay tem origem na guerra de facções de traficantes em Pedro Juan Caballero, especialmente o grupo liderado pelo narcotraficante brasileiro Jarvis Gimenes Pavão, que luta para tomar o controle do crime das mãos da quadrilha antes comandada por Jorge Rafaat, executado em junho.
A locutora Patricia Ayala, que apresentava um programa ao vivo, e Ramundo Fariña, que estava sendo entrevistado no estúdio, sofreram ferimentos leves após a explosão de uma granada. Outros dois artefatos jogados contra o prédio não explodiram e fora recolhido do teto por policiais.
O senador disse ter duas teorias para o ataque. A primeira seria que uma das facções ordenou o atentado para acusar o outro lado e a segunda é que os traficantes de drogas queriam chamar a atenção. Mas não descarta também que o objetivo tenha sido ameaçá-lo. “Nenhuma das facções me quer, nem quero que me ame”.
Apesar da ameaça, Robert Acevedo disse que não quer um exército para protegê-lo, mas considera que ninguém está a salvo no país. “O que eu quero é a segurança para as pessoas”. O Senado do Paraguai faz sessão especial agora de manhã para discutir a violência no departamento de Amambay.
Investigação – O promotor de Justiça Óscar Samuel Valdez disse que o prefeito José Carlos Acevedo ainda não fez nenhuma denúncia oficial sobre a suposta ameaça destinada a seu irmão, mas ele já abriu uma investigação e nos próximos dias deve ouvir os dois políticos. Também já está investigando o ataque à rádio
O prefeito de Pedro Juan Caballero afirmou que não registrou boletim de ocorrência sobre a ameaça porque já foi informado pelo promotor sobre a investigação e vai esperar ser chamado para depor.
Segundo José Carlos Acevedo, a ameaça partiu do celular que está registrado em nome de uma mulher, da região de Ciudad del Este. O promotor Valdez também requisitou proteção policial para a família Acevedo.