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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 10 de Julho de 2026
Imagens Fortes! Guerra de facções deixa 33 mortos em presídio em Roraima

Imagens Fortes! Guerra de facções deixa 33 mortos em presídio em Roraima

201701061328511700610Logo após o massacre no complexo penitenciário Anísio Jobim do Amazonas, a capital de Roraima, Boa Vista, registra 33 mortos na Penitenciária Agrícola de Boa Vista (Pamc). A maioria das vítimas foi decapitada, teve o coração arrancado ou foi desmembrada. Os corpos foram jogados em um corredor que dá acesso as alas.

O número de mortos foi confirmado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) em nota, que informou que Agentes do Bope (Batalhão de Operações especiais da Polícia Militar) estão no local para conter a situação.

Em entrevista a uma rádio local, o secretário de Justiça e Cidadania de Roraima, Uziel de Castro Júnior, disse acreditar que os crimes tenham sido cometidos por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC). “Não existem facções de outras organizações criminosas no local (além do PCC)”, afirmou Castro Júnior.

Ele falou também que tem um projeto para abrir mais de mil vagas neste ano no sistema prisional.

Penitenciária Agrícola de Monte Cristo

Penitenciária Agrícola de Monte Cristo (Foto: Reprodução)
Este é o terceiro maior massacre em presídios, em número de mortes, na história do Brasil, atrás apenas do ocorrido no Carandiru, em São Paulo, em 1992, quando 111 presos foram mortos e de Manaus onde foram mortos 60 presos esta semana.

Os detentos quebraram os cadeados e invadiram a Ala 5, cozinha e cadeião onde ficavam os presos de menor periculosidade. De acordo com informações de agentes penitenciários, não houve fugas.

Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e agentes penitenciários do Grupo de Intervenção Tática (GIT) entraram na unidade, que hoje abriga 1.200 presos, o dobro da capacidade. Na manhã desta sexta-feira, 5, equipes do Instituto Médico Legal (IML) foram à penitenciária para fazer a remoção dos corpos.

Briga

Em outubro, na mesma penitenciária, uma rebelião provocada por briga entre o Comando Vermelho (CV) e o PCC deixou pelo menos 10 presos mortos. Três das vítimas teriam sido decapitadas, e sete teriam tido os corpos queimados em uma grande fogueira no pátio da unidade.

Todos os mortos seriam integrantes da facção Comando Vermelho, que domina cerca de 10% do presídio. Os outros 90% são controlados pelo grupo rival Primeiro Comando da Capital.

Até junho passado, PCC e CV eram aliados na disputa pelo controle do tráfico na fronteira com o Paraguai.

Retaliação

Nesta sexta-feira, o Estado informou que a Polícia Civil de São Paulo investiga se o Primeiro Comando da Capital (PCC) já teria repassado a “ordem” para que bandidos aliados se mobilizem para se vingar da facção criminosa Família do Norte (FDN), que matou 60 presos em penitenciárias do Amazonas.

O ponto de partida para a investigação é uma carta supostamente assinada pelo Comando Regional Norte do PCC, que circula em grupos de WhatsApp. Em um dos trechos, diz-se que “essa dita facção FDN será dizimada da face da terra”. Para isso, afirmam que contam com o apoio de bandidos do exterior e até de facções rivais.

ATENÇÃO! IMAGENS FORTES!

 

 

 

 

Fotos: Divulgação

Plantão de Policia: Embriaguez, ameaça e mandado de prisão

Plantão de Policia: Embriaguez, ameaça e mandado de prisão

plantao-de-policiaCumprimento a mandado de prisão

Bela Vista – MS. Na data 04/01/17, quarta-feira, por volta das 11h30min uma guarnição da PM realizava abordagens na saída da cidade e localizaram um homem de 37 anos de idade que após checagem foi constatado que havia mandado de prisão em desfavor do mesmo. Em seguida o homem foi apresentado na DP para providências.

Embriaguez e porte de arma

Bela Vista – MS. Na data 04/01/17, quarta-feira, por volta das 20h25min uma guarnição da PM foi acionada via telefone 190 e foi até a Vila Nova Esperança, Rua Buriti onde havia um elemento portando uma faca, correndo atrás e ameaçando moradores da referida vila. No local a guarnição PM realizou diligências, e deparou-se com um cidadão com as características repassadas pelos comunicante, onde o mesmo ao avistar a viatura policial saiu correndo, sendo alcançado, onde após abordado foi constatado que tratava-se de um rapaz de 19 anos de idade o qual portava uma arma branca artesanal tipo furador e um garrafa de aguardente. O acusado encontrava-se em visível estado de embriaguez e muito alterado, apresentava escoriações nas costas e ombro, o qual alegou ter sofrido durante uma mudança que o mesmo realizou. Em seguida foi encaminhado à DP.

Violação de domicílio e ameaça

Bela Vista – MS. Na data 04/01/17, quarta-feira, por volta das 23h15min uma guarnição da PM foi acionada e foi até a Rua Duque de Caxias, Centro, onde a vítima, 25 anos de idade relatando que dois adolescentes, de 17 anos de idade, junto com outro jovem de 18 anos de idade chegaram na residência da vítima munidos de um pedaço de pau e adentraram a casa. Logo após ameaçaram a vítima dizendo que “iriam pegar a vítima”. Com a vítima os policiais tiveram a informação que após o acontecido os autores deslocaram a pé em direção ao clube Grêmio Rufino. Em diligências lograram êxito em localiza-los na Rua General Soares da Rocha. Em seguida os autores foram encaminhados até a delegacia de Polícia Civil para providências, junto do Conselho Tutelar.

Achado de coisas

Bela Vista – MS. Na data 05/01/17, quinta-feira, por volta das 04h40min uma guarnição da PM foi acionada e foi até a Rua Dinarte dos Santos vila Serradinho, onde havia movimento de pessoas em atitude suspeita. No local somente dois capacetes, um de cor rosa e outro de cor preta foram encontrados. Os materiais estão na DP à disposição dos proprietários.

Redação – Fronteira News

‘A justiça dos homens foi feita, mas ainda tem a de Deus’, diz vítima de PRF

‘A justiça dos homens foi feita, mas ainda tem a de Deus’, diz vítima de PRF

agnaldo123Campo Grande (MS) – Agnaldo Espinosa da Silva, 48 anos, uma das vítimas do policial rodoviário federal, Ricardo Hyun Su Moon, 46 anos, que atirou e matou o empresário Adriano Correia, de 33 anos, no último sábado (31), disse com exclusividade ao TopMidiaNews, que a ‘Justiça dos homens’ está sendo feita. A fala ocorreu após ele tomar conhecimento da prisão preventiva do policial decretada nesta quinta-feira (5), pela Justiça.

Segundo o amigo de Adriano, a prisão do policial é uma forma dele não sair impune. “Para mim, a Justiça está sendo feita, mais ainda falta a de Deus. Tenho certeza que ele vai pagar. Ele não pode sair impune, o que ele fez, foi um ato grave. Ele tirou a vida de um inocente e destruiu as nossas famílias”.

Agnaldo ainda informou, que o policial só compareceu três horas depois do crime na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), da região central, aonde foi registrado a ocorrência. “Lá, no momento do acidente, ele não estava fardado. Três horas depois, ele foi lá fardado. Ele teve tempo de ligar e mudar a cena do crime. Os policiais deviam ter lavado ele na hora, pego a arma dele e não ter dado tempo”, denuncia.

A vítima ainda disse à reportagem, que acredita nas ações que serão tomadas pela Justiça. “Vejo que o Ministério Público Estadual e o Poder Judiciário deverão a partir de agora, tomar todas as atitudes que forem necessárias”.

Recuperação

Agnaldo ainda revelou que teve alta ontem (4), do Hospital da Santa Casa, a qual estava internado desde o dia 31 de dezembro. No dia do acidente, a caminhonete que Adriano conduzia colidiu com um poste de iluminação pública na Avenida Ernesto Geisel, região central de Campo Grande e teria quebrado o braço. “Sai ontem, já passei por cirurgia, agora vou me recuperar em casa”, finaliza a vítima.

Durante a briga, o policial Ricardo Su Moon desferiu diversos disparos de arma de fogo contra o veículo, um dos disparos atingiram o empresário que perdeu o controle do carro, bateu no poste e morreu na hora.

Na batida, Agnaldo acabou batendo quebrando o braço. Dentro do veículo, ainda havia um adolescente de 17 anos, que foi atingido na perna por um dos projéteis realizado pelo policial.

Fonte: Top Midia news

PRF que matou empresário é preso  em casa e está em cela de delegacia

PRF que matou empresário é preso em casa e está em cela de delegacia

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Policial foi preso novamente hoje – Foto: Valdenir Rezende/Correio do Estado

Já está detido na sede do Delegacia de Repressão a Roubo a Banco, Assalto e Sequestros (Garras) o policial rodoviário federal Ricardo Hyun Su Moon, de 47 anos, que matou a tiros o empresário Adriano Correia do Nascimento, de 32 anos, em briga de trânsito no dia 31 de dezembro.

A decisão para prender preventivamente o PRF foi expedida às 23 horas de ontem pelo juiz plantonista José Andrade Neto, o mesmo que havia decidido pela soltura de Ricardo um dia depois do crime. O juiz atendeu o pedido feito anteontem pelo Ministério Público Estadual (MPE).

Para evitar que a decisão da prisão vazasse e que Ricardo Moon saísse de casa, apenas o juiz e delegado do Garras tiveram acesso ao documento ontem à noite. Hoje pela manhã, às 6 horas, o policial foi preso no apartamento onde mora, no bairro Monte Castelo.

Moon foi levado para o Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) onde passou por exame de corpo de delito, procedimento padrão depois de prisões, e permaneceu no prédio por cerca de 2 horas.

Pouco antes das 9 horas, o policial foi levado do instituto em um carro descaracterizado, trocou de veículo no meio do caminho e seguiu para a sede do Garras, onde chegou às 9h15 desta manhã.

Até ontem, Ricaro Moon não havia constituído advogado para defendê-lo. O defensor Marcio Messias, que representou o policial no momento do flagrante, disse à reportagem que não havia sido mais contatado pelo cliente.

DECISÃO

Atendendo ao pedido dos três promotores de plantão do MPE, o juiz José Andrade Neto afirmou que ele não voltou atrás na decisão, mas sim que foram levados até ele, pelo Ministério Público, novos fatos sobre o crime.

“Deve ser esclarecido, para que fique bem claro e para que o conteúdo desta decisão não seja deturpado ou divulgado erroneamente por pessoas mal intencionadas, que não está havendo alteração ou revisão da decisão de f. 73-76, que concedeu a liberdade provisória ao representado Ricardo. Este magistrado não está “voltando atrás” e revendo o que já restou afirmado na decisão que concedeu a liberdade”.

O magistrado ainda disse que a mudança de decisão é algo comum em casos desse tipo. “O que está havendo e que é plenamente normal ocorrer durante uma investigação, é que, agora, com a representação feita pelo Ministério Público e com a apresentação de novas provas e elementos objetivos, este juízo verificou a necessidade de ser decretada a prisão preventiva do indiciado Ricardo, para garantir que não haja qualquer tipo de contaminação ou influência na apuração dos fatos, para garantir a integridade da instrução criminal”, completou.

Condomínio no bairro Monte Castelo onde foi preso o PRF (Foto: Álvaro Rezende/Correio do Estado)

PEDIDO DO MP

Na justificativa apresentada na representação, os promotores João Girelli, Allan Arakaki e Bolívar Vieira afirmam que a procedimento da Polícia Civil no momento do flagrante não foi o correto porque delegado deixou de ouvir, por exemplo, os dois passageiros que estavam no carro conduzido pelo empresário.

“Deixando-se de ouvir as vítimas sobreviventes que se encontravam em suficiente estado de saúde para serem ouvidas no prazo legal de 24 horas”. Ordem para que testemunhas fossem ouvidos chegou, inclusive, a ser feita pelo juiz José de Andrade Neto à Polícia Civil, que só depois colheu os depoimentos.

A decisão do magistrado em libertar o policial também é criticada pelo MP. Para os promotores a atitude “não foi acertada”.

Ainda como justificativa do pedido de prisão preventiva, os promotores afirmam que há indícios que Ricardo Moon “inovou artificiosamente o estado de coisa e pessoa, a fim de induzir os órgãos de segurança a erro, bem como obteve tratamento privilegiado por parte do Poder Público”.

O fato do policial ter trocado de roupa para prestar depoimento à Polícia Civil também é questionada pelo Ministério Público. Os promotores afirmam que imagens de testemunhas revelam que Ricardo cometeu o crime vestido com uma camiseta listrada por cima do uniforme, no entanto, na delegacia ele chegou sem a camiseta, apenas com o uniforme da PRF.

O CASO

O empresário Adriano Correia foi morto por um policial rodoviário federal após briga de trânsito no dia 31 de dezembro, no Centro de Campo Grande, atingido por cinco disparos, segundo a perícia. Ele sofreu duas perfurações no tórax, uma na costela e outra no braço direito. O crime aconteceu enquanto vítima e dois familiares retornavam de uma casa noturna onde foram comemorar aniversário.

Informações da Polícia Civil apontam que Ricardo Moon teria disparado pelo menos sete vezes. O caso ocorreu na Avenida Presidente Ernesto Geisel, entre a Rua 26 de Agosto e a Avenida Fernando Corrêa da Costa, quase em frente à Capela da Pax Mundial. No cruzamento da 26 com a Ernesto Geisel, peritos apreenderam sete cápsulas de pistola, e mais uma perto do veículo da vítima.

Adriano era proprietário do Madalena Restaurante e de uma unidade do Sushi Express. Ele estava na casa noturna com dois homens da família antes de ser morto. De acordo com testemunhas, por volta das 5h50, ele e os acompanhantes seguiam em uma caminhonete Toyota Hilux pela Ernesto Geisel, quando perto do cruzamento com a Avenida Afonso Pena supostamente teriam fechado a Mitsubishi Pajero ocupada pelo PRF. Este, por sua vez, estaria indo para o trabalho e não gostou da situação. Por isso, perseguiu Adriano e os demais para tirar satisfações.

A assessoria da PRF em Mato Grosso do Sul afirmou que, na versão do policial preso em flagrante, ele teria tentado abordar a caminhonete Toyota Hilux conduzida por Adriano Correia, que teria desobedecido e avançado com o veículo na direção do agente. Diante da ocorrência, o policial, que dirigia uma Mitsubishi Pajero, teria perseguido a vítima e efetuado os disparos em seguida.

Fonte: Correio do Estado

Polícia Militar de Jardim prende assassino de garota de 12 anos

Polícia Militar de Jardim prende assassino de garota de 12 anos

homidicio-garota-jardim-ricardo-fernandes-zdk-news1Jardim (MS) – Na manhã de hoje (02) a Polícia Militar de Jardim recebeu uma denúncia de que havia um corpo de uma mulher, em óbito, jogado em frente a uma serralheria localizada na Rua Tomé de Souza.

Imediatamente a guarnição se deslocou até o endereço informado e constatou os fatos. No local, os Policiais encontraram o corpo de uma menina, já sem vida.

A Perícia foi acionada e a menina foi identificada. Ela tinha 12 (doze) anos e estava desaparecida desde o último sábado (31). A vítima, ainda, apresentava sinais de violência sexual, o que será analisado pela Perícia.

A comunicante relatou aos policiais que um homem havia lhe informado o local onde estava o corpo e, ao verificar a veracidade da informação, acionou a PM.

Os Policiais realizaram diligências e localizaram o homem de 43 (quarenta e três) anos e o encaminharam à Delegacia de Jardim.
Durante o depoimento, o indivíduo entrou em contradição por diversas vezes e relatou várias versões, até que confessou ser o autor do homicídio.

Diante dos fatos, o autor foi preso e entregue ao agente de plantão para as devidas providências.

Soldado do exercito Brasileiro e e xecutado a tiros em Bela Vista

Soldado do exercito Brasileiro e e xecutado a tiros em Bela Vista

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Soldado do exercito Brasileiro e e xecutado a tiros em Bela Vista

Pistoleiros atacam a tiros e matam soldado do Exercito Brasileiro no interior do Mato Grosso do Sul na fronteira com o Paraguai.

A vitima fatal foi identificado como o soldado Edvaldo Souza do 10 Rc Mec, que na manha de domingo (01) por volta das 07:00hs, se encontrava na companhia de outro soldado identificado como, Ferreira e um ex militar próximo ao Fórum da cidade de Bela Vista na fronteira com o Paraguai, quando foram interceptados pelos pistoleiros que transitavam a bordo de motocicleta e ao alcançar as vitimas, realizaram vários disparos contra os mesmos.

Souza chegou a ser auxiliado ao hospital da cidade aonde chego sem vida ao não resistir os ferimentos. Segundo informações as vitimas tinham saído de um bar denominado “Bilhar Tacos” e transitavam pela rua próxima ao Fórum da cidade, quando os atacantes os surpreenderam com vários disparos que culminou na morte de um dos soldado do exercito brasileiro.

Ate o momento não se tem informações sobre a motivação do violento homicídio na cidade de Bela Vista.

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