jul 6, 2017 | Polícia
Caarapó (MS) – Estudante do curso de Agronomia foi preso transportando 135 quilos de maconha, ontem (5), na rodovia MS-156, em Caarapó. Lincon Souza Mendonça pegou a droga em Aral Moreira, onde mora, e pretendia entregá-la em Dourados, onde ele estuda.
Segundo informações do Dourados News, policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) abordaram condutor do veículo Siena, com placas de Ribeirão Preto (SP). Durante vistoria no carro foram encontrados nos compartimentos das lanternas, portas e nas laterias vários tabletes de maconha.
Jovem informou à polícia que ganharia R$ 3 mil pelo transporte do entorpecente. Estudante foi preso e encaminhado junto com a droga até a Defron, em Dourados.
Fonte: Correio do Estado
jul 4, 2017 | Polícia
Tráfico de drogas
Bela Vista (MS) – Na data 02/07/17, domingo, por volta das 15h40, no prolongamento da Rua Barão de Ladário, uma guarnição da Polícia Militar durante abordagem a uma jovem que estava portando mochila na saída da cidade, constataram que se tratava de uma adolescente, natural de Cassilândia MS, de 16 anos de idade e no interior da mochila de cor azul haviam onze tabletes de substância característica à maconha, que pesou oito quilos e meio.
A jovem trazia consigo também uma bola de haxixe pesando cerca de cinco gramas. Segundo ela, teria vindo da cidade de Jardim na mesma data e recebeu os materiais de um homem com cabelos longos e que estava em um carro prata. A adolescente e os materiais foram apresentados na DP de Bela Vista.
Redação
jul 4, 2017 | Polícia
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) lançou, no último dia 29, durante o primeiro dia do 12º Congresso Internacional promovido pela entidade em São Paulo, projeto que visa revelar os bastidores de crimes contra jornalistas brasileiros e dar continuidade às investigações. A iniciativa leva o nome de Tim Lopes, repórter assassinado no Rio de Janeiro em 2002, enquanto investigava o abuso de menores em bailes funks das favelas do Rio de Janeiro.
O projeto conta com o apoio da Open Society. Presidente da Abraji, Thiago Herdy falou sobre o impulso que a morte de Tim deu no nascimento da entidade, há exatos 15 anos.
“A partir de agora, quando um jornalista for assassinado em qualquer lugar do Brasil, no exercício da profissão, a Abraji financiará a organização de tour de repórteres de diversos veículos, que irão ao local com as missões de escrever sobre a morte daquele jornalista e dar continuidade a sua investigação. Os repórteres que participarem deste projeto levarão crachá com sua identificação de repórter e também do projeto. A ideia é que todo mundo na cidade saiba, naquela hora, que o Tim chegou”, disse Herdy.
Segundo o Portal Comunique-se, a iniciativa foi idealizada pelo jornalista Marcelo Beraba, ex-presidente da Abraji. De acordo com a associação, quatro casos emblemáticos deram início às investigações e a expectativa é de que o projeto continue, conforme surjam novas ocorrências.
Irmã de Tim, Tânia Lopes participou da apresentação do projeto. Para ela, a morte do repórter foi decisiva para a construção da entidade e a nova iniciativa consola e orgulha a família, pois mostra que o nome e a obra do profissional se perpetuam.
“Um projeto como este que tem tudo a ver com todo o processo que resultou na morte dele e com a importância de cada um de vocês jornalistas e dos estudantes do jornalismo que estão aí enfrentando os desafios que esta carreira traz. Este é um grande projeto, porque trata da questão da liberdade de expressão e porque vai trazer material para os estudantes de jornalismo, para aqueles que desejam ser grandes jornalistas”, declarou Tânia.
Segundo a Abraji, outro propósito da iniciativa Tim Lopes é buscar compreender o que de fato aconteceu no local, em toda a sua complexidade. Herdy explica que, além de contar a história do crime contra o jornalista, os enviados darão continuidade à investigação que aquele repórter estava conduzindo, para que ninguém imagine que matando o profissional vai conseguir calar o jornalismo.
“Quando você mata um jornalista, não está matando só o sujeito, está matando a sociedade, porque ele estava ali em nome da sociedade, em busca do interesse público e da verdade dos fatos”, disse Herdy.
jul 3, 2017 | Polícia
Campo Grande (MS) – Será em território paraguaio a segunda fase da Operação Spectrum, que no sábado (1º) prendeu em Sorriso (MT) Luiz Carlos da Rocha, 58, o “Cabeça Branca”, bandido mais procurado pela Polícia Federal brasileira e um dos maiores traficantes da América do Sul.
Autoridades do país vizinho estão colaborando com a polícia brasileira e fazem um levantamento do patrimônio de Cabeça Branca, principalmente nos departamentos de San Pedro e Amambay, na fronteira com Mato Grosso do Sul.
O objetivo, de acordo com o jornal ABC Color, o mais influente do Paraguai, é confiscar casas e fazendas adquiridas com dinheiro da venda de drogas. Naquele país, Cabeça Branca é procurado por lavagem de dinheiro, conforme mandado de prisão expedido pelo juiz Óscar Delgado.
Fortuna – Autoridades paraguaias e brasileiras estimam em 100 milhões de dólares a fortuna do narcotraficante, boa parte em propriedades rurais no país vizinho, onde ele morou por muitos anos, na cidade de Puerto Antequera, departamento de San Pedro.
O brasileiro tem pelo menos três fazendas de criação de gado em território paraguaio. Relatório da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) revela que todas estão em nome de laranjas.
Uma delas, de 1.500 hectares e seis mil cabeças de gado, fica a 120 km de Pedro Juan Caballero. Outra está a 250 km da fronteira com MS e tem dez mil cabeças de gado em dois mil hectares. A terceira, também de dois mil hectares, fica em San Pedro.
Desaparecido desde a década de 90, quando se associou a Jorge Rafaat Toumani – morto no ano passado – para expandir os negócios do tráfico, Luiz Carlos da Rocha foi condenado em 2013 pelo juiz federal Odilon de Oliveira a 34 anos de prisão. Na mesma sentença foram condenados os irmãos Jorge e Joseph, a 47 e 15 anos de prisão, respectivamente.
Usando nomes falsos e mudando o rosto através de cirurgias plásticas, Cabeça Branca brincou de esconde-esconde com a Interpol até ser preso por policiais federais no sábado, quando comprava pão em uma padaria de Sorriso, onde morava usando o nome de Vitor Luiz de Moraes.
O vídeo abaixo, gravado pela câmera da padaria, mostra o momento da prisão. Cabeça Branca aguardava atendimento no balcão quando os agentes federais entraram e o prenderam.

Carga de cocaína apreendida em carreta de Cabeça Branca, no MT (Foto: Divulgação/PF)
Apoio político – Autoridades paraguaias suspeitam que políticos daquele país sempre deram apoio para Cabeça Branca escapar da polícia. Pessoas ligadas a detentores de mandatos administram os bens do brasileiro no Paraguai, segundo o ABC Color.
Informações levantadas por policiais brasileiros e paraguaios já apontavam, em 2014, que Cabeça Branca se notabilizou em corromper agentes públicos e continuar atuando na remessa de cargas de cocaína da Bolívia e do Peru para o Brasil e países europeus.
Após a prisão de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, Cabeça Branca teria se tornado o maior fornecedor de cocaína para as facções PCC (Primeiro Comando da Capital) e Comando Vermelho.
Balanço – A Polícia Federal divulgou hoje (3) o balanço parcial da Operação Spectrum. Segundo a PF, equipes ainda estão em diligências para localização de outros patrimônios de Cabeça Branca.
Foram apreendidos 4,5 milhões de dólares em uma residência e em um apartamento em São Paulo, joias, carros, relógios, documentos e computadores.
Também foram apreendidos pelo menos 1.500 quilos de cocaína em três locais. Uma dessas apreensões ocorreu no Mato Grosso. Retornando da operação que prendeu o famoso traficante, policiais federais se depararam com uma carreta pertencente a Cabeça Branca que transportava 642 quilos de cocaína.
Fonte: Campo Grande News
jul 1, 2017 | Polícia
Bela Vista (MS) – Ao tentar fugir com uma caminhonete carregada de droga na tarde deste sábado (01/07), a polícia militar de Bela Vista deu ordem de parada ao condutor do veículo que não obedeceu, sendo iniciada uma perseguição.
Ao seguir pela rua Barão do Ladario – centro, esquina com Afonso Pena, o motorista bateu em outro veículo e acabou sendo autuado pela polícia militar.
Ao averiguar o veículo, os policias constaram uma grande quantidade de droga que estava na carroceria e no banco de trás. Segundo informações de testemunhas, o motorista era um jovem de aproximadamente 22 anos, que foi preso e levado à delegacia de polícia civil. O autor, assim como a droga, e veículo serão entregues à Polícia Federal da cidade de Ponta Porã.
Estamos aguardando mais informações sobre o fato.

Fonte: BV News
jul 1, 2017 | Polícia
Campo Grande (MS) – Briga entre dois policiais militares terminou com um morto na tarde hoje, no bairro Nova Lima, em Campo Grande. Tenente aposentado João Miguel Além Rocha foi atingido por tiros disparados por um sargento da corporação.
Segundo informações de testemunhas, briga entre os policiais teria sido motivada por conta de dívida de um carro.
Discussão ocorreu na rua Gualter Barbosa e, durante a briga, houve troca de tiros e tenente foi atingido. Corpo de Bombeiros foi acionado, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Gustavo, que é funcionário de uma borracharia que fica do outro lado da rua e não participava da discussão, foi atingido por um tiro na barriga e encaminhado para a Santa Casa. Segundo informações do hospital, ele está no centro cirúrgico, onde passa por laparatomia exploradora.
Sargento suspeito de ser autor dos disparos fugiu e ainda não foi localizado. Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e perícia estão no local.
* Colaborou Bruno Henrique