nov 5, 2025 | Polícia
Guia Lopes da Laguna (MS) – Nesta terça-feira (04/11), policiais militares do 11º BPM ministraram palestra sobre a nova regra de circulação de bicicletas elétricas e ciclomotores, para alunos da Escola Estadual Alziro Lopes e Escola Estadual Salomé de Melo Rocha, em Guia Lopes da Laguna.
O 3º Sgt PM Ximenes, o Cabo PM Ramão e a Cabo PM Cristina realizaram a palestra educativa sobre a nova regulamentação para circulação de bicicletas elétricas e ciclomotores. Durante a palestra, foram abordados tópicos como a obrigatoriedade do uso de capacetes, as áreas permitidas para circulação, e a importância de respeitar os limites de velocidade.
Além disso, os policiais destacaram as responsabilidades dos condutores em relação ao tráfego e às normas de trânsito, enfatizando que a conscientização e o respeito às regras são fundamentais para a convivência harmoniosa nas vias urbanas. A iniciativa visa não apenas educar os usuários, mas também reduzir acidentes e promover uma mobilidade mais segura e sustentável.
O intuito é reduzir os índices de acidentes entre jovens e adultos envolvendo este tipo de meio de transporte que se tornou muito comum nos últimos anos, principalmente entre crianças, jovens e adolescentes.
nov 4, 2025 | Polícia
A família de Dhiogo Melo Rodrigues, de 19 anos, encontrado morto nas dependências do CMO (Comando Militar do Oeste), em Campo Grande, no dia 27 de outubro, protocolou um pedido de apuração de responsabilidade e acompanhamento de inquérito sobre a morte do jovem.
No documento, a família pede: a requisição de cópias integrais do laudo de necropsia, relatórios internos, prontuários médicos e registros psicológicos e inquérito policial militar. Além disso, o pedido também contém a determinação de oitivas com colegas de pelotão, oficiais e praças que tiveram contato direto com a vítima no dia dos fatos, verificação das condições psicológicas, ambientais e disciplinares impostas aos recrutas.
Para o jornal TopMídiaNews, o irmão da vítima, Thiago Melo, relatou que houve inconsistências desde o momento da morte até a chegada do corpo no IMOL (Instituto de Medicina e Odontologia Legal). “Ele foi encontrado com um tiro de fuzil na cabeça, por um colega. Um perito me disse que como o tiro não pegou na massa cerebral, não houve morte instantânea, porém a morte ocorreu em no máximo 15 minutos. Entretanto, um documento do CMO alega que ele chegou ao Hospital Militar às 13h20. Não está claro como aconteceu esse socorro”, explica.
Ainda sobre a omissão de socorro, Thiago acredita que não foram realizados os protocolos de reanimação corretos. “São de quatro a cinco ciclos de compressões, e cada um dura dois minutos. Disseram para nós que às 13h22 foi dado o óbito. Como em dois minutos realizaram o protocolo, desde a chegada com vida?”, questiona.
Outro ponto levantado pelo irmão foi a demora para a liberação do corpo para o IMOL. “É só lá que é feito a perícia do corpo. Então o que eles estavam tentando esconder? Minha mãe precisou ficar duas horas, sentada ao lado do corpo do filho, que estava em um saco, esperando a liberação para o instituto”.
Em nota, o CMO informou que faz ‘testes psicológicos periódicos’, o que a família rebate, já que nenhum laudo foi apresentado ou documentos que comprovassem capacidade psicológica para manuseio de armamento. “Não tem esse laudo psicológico. Ele entrou sem nenhum tipo de preparo mental ou teste. E ele tinha medo de reclamar para a família por medo de represálias, porque era uma ameaça”, revela Thiago.
O celular do jovem segue apreendido, para perícia. “O CMO alega que o aparelho está na perícia e não informa a família de nada. É um conjunto de erros, na parte médica e psicológica, não é só a dor da perda, mas que possivelmente nem teve socorro
Mãe não se conforma
Conforme apurado pela reportagem, a mãe da vítima, Christiane Melo dos Santos da Silva, de 57 anos, relatou os momentos de terror e pressão vividos pelo filho no quartel, além de graves situações de capacitismo.
“Meu filho reclamava muito. Voltou da formatura sujo, ralado e machucado. Sempre fechado e com medo das consequências que poderia sofrer se falasse algo interno. Inúmeras vezes relatei ao comandante, ao tenente, a quem eu encontrava nas dependências do quartel — e sempre debochavam! Até de autista zombavam que ele era, pois diziam que não levava jeito para o operacional”.
Christiane relatou que chegou a pedir que mudassem o filho de setor, mas mesmo assim não foi prestado nenhum tipo de assistência. “Que o colocassem em algo de tecnologia, de logística, onde não colocasse sua integridade física em risco. Era notório o jeito desengonçado do meu filho — alto, magro, de comunicação difícil, metódico. Mesmo assim, nunca lhe foi prestado nenhum tipo de socorro psicológico”.
O celular do jovem também foi confiscado, o que ela acredita ser uma tentativa de mascarar o caso. Num misto de emoção e indignação, a mãe precisou enterrar o filho no dia do próprio aniversário.
“Fiquei mais de duas horas com o corpo dentro de um saco esperando liberar, descaso total. Hoje, o que me resta é a dor e a indignação diante da omissão e da falta de humanidade com meu filho”.
Fonte: Top Midia News
nov 3, 2025 | Polícia
Na noite do dia 2, a Polícia Militar de Bela Vista foi acionada para atender uma ocorrência na Rua Alaíde Corrêa da Silva, onde uma pessoa foi encontrada caída ao solo com sinais de esfaqueamento.
No local, a equipe policial encontrou a viatura de salvamento do Corpo de Bombeiros, que já prestava os primeiros socorros e encaminhava a vítima para atendimento médico no hospital.
A vítima relatou aos policiais que estava em companhia de um homem em um automóvel Fiat Uno de cor vermelha e, em determinado momento, foi atacada com golpes de arma branca, sendo atingida no tórax (lado direito) e sofrendo ainda uma pequena lesão no abdômen.
O homem não soube identificar o autor do crime, que fugiu do local após a agressão. O caso foi registrado como lesão corporal dolosa e será investigado pela Polícia Civil de Bela Vista.
Por Redação – Fronteira News
nov 3, 2025 | Polícia
Durante ronda de rotina, a Polícia Militar de Bela Vista foi acionada pela central 190 para atender uma ocorrência de violência doméstica, após uma mulher ligar pedindo ajuda por ter sido agredida pelo namorado.
Ao chegar ao local, a vítima relatou que seu amásio havia feito uso de cocaína e bebida alcoólica e, durante uma discussão, passou a agredi-la fisicamente. Segundo a mulher, ele a empurrou, puxou pelo braço e desferiu chutes e socos em sua cabeça.
O autor admitiu ter agredido a companheira, alegando que ela estava nervosa e que “perdeu a cabeça”.
Diante dos fatos, os policiais encaminharam ambos à Delegacia de Polícia Civil para as devidas providências e, em seguida, ao Hospital São Vicente de Paulo, onde foram submetidos a exame de corpo de delito. O homem recebeu voz de prisão e foi entregue na delegacia.
Por Redação – Fronteira News
nov 3, 2025 | Polícia
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) prenderam, na madrugada deste domingo (2), em Naviraí, um homem de 33 anos transportando 166 quilos de maconha em um Fiat Uno.
O suspeito seguia pela BR-163 quando foi abordado pelos policiais. Em vistoria no veículo, foram encontrados diversos compartimentos ocultos, onde os tabletes estavam escondidos.
O homem não informou onde pegou os entorpecentes nem para onde levaria a carga. O material apreendido, avaliado em aproximadamente R$ 350 mil, foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Naviraí.
nov 3, 2025 | Polícia
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, nesta sexta-feira (31), em Ponta Porã, mais de 300 quilos de maconha e skunk que eram transportados em um Fiat Pálio conduzido por um homem de 27 anos.
Os militares faziam bloqueio na MS-386, entre Ponta Porã e Aral Moreira, quando abordaram o veículo. Em vistoria, foram encontrados diversos fardos de maconha, que após a pesagem totalizaram 300 quilos do entorpecente, além de 5,4 quilos de skunk.
Questionado, o condutor afirmou que pegou as drogas em Aral Moreira e levaria até Ponta Porã, onde receberia R$ 1 mil pelo transporte.
O material apreendido, avaliado em aproximadamente R$ 720 mil, foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Ponta Porã.