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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 23 de Setembro de 2026
Três corpos encontrados na Colômbia podem ser de jornalistas equatorianos sequestrados e mortos na fronteira

Três corpos encontrados na Colômbia podem ser de jornalistas equatorianos sequestrados e mortos na fronteira

Três corpos encontrados na Colômbia podem ser de jornalistas equatorianos sequestrados e mortos na fronteira

Três corpos que podem ser dos dois jornalistas equatorianos e um motorista do jornal El Comercio foram encontrados na Colômbia, 88 dias depois de a equipe ter sido sequestrada perto da fronteira dos dois países.

Autoridades colombianas disseram que encontraram os corpos na cidade de Tumaco, no sudoeste do país, segundo o El Comercio.

Forças especiais do Exército e uma unidade especial de reféns encontraram os restos mortais de quatro pessoas e disseram que os corpos tinham várias roupas que os jornalistas usaram em um vídeo divulgado pouco antes de suas mortes, de acordo com o jornal colombiano El Tiempo. O jornal citou fontes dizendo que os corpos foram encontrados, com a ajuda de cães, em valas em um campo minado em uma área de floresta densa.

O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, confirmou a descoberta dos corpos via Twitter.

Familiares do fotógrafo Paúl Rivas, do jornalista Javier Ortega e do motorista Efraín Segarra realizaram uma coletiva de imprensa no dia 22 de junho, antes de voar para a Colômbia para identificar os restos mortais.

Durante a conferência de imprensa, os familiares pediram para ser notificados das atualizações no caso através de canais formais, em vez de através das mídias sociais.

“Os canais de comunicação direta entre os governos e as famílias da equipe de imprensa assassinada não estão funcionando”, disse Ricardo Rivas, irmão de Paúl Rivas. “Ficamos sabendo sobre a descoberta dos corpos através do Twitter.”

Rivas, Ortega e Segarra foram sequestrados em 26 de março, supostamente pela Frente Oliver Sinisterra, um grupo dissidente das FARC. O rapto aconteceu perto de um posto de controle militar na vizinha Mataje, no Equador, que fica perto da fronteira colombiana.

Os homens apareceram em um vídeo transmitido no canal colombiano RCN em 3 de abril, dizendo ao presidente equatoriano, Lenin Moreno, que os sequestradores os libertariam em troca de três detentos e o cancelamento de um acordo antiterrorismo entre os dois países.

Em 11 de abril, uma declaração assinada pela Frente Oliver Sinisterra anunciou que os homens estavam mortos. O comunicado dizia que os governos colombiano e equatoriano “não quiseram salvar a vida dos três reféns“, realizando operações militares perto de onde eles estavam aprisionados. O ministro equatoriano do Interior, César Navas, disse que o país não estava realizando operações ofensivas na região de fronteiraonde o grupo foi raptado e pediu ao governo colombiano que se abstivesse de realizar operações que afetariam a vida dos reféns, informou Infobae na época.

Moreno confirmou suas mortes em 13 de abril.

Apesar do clamor público para trazer os corpos de volta ao Equador, disseminado nas redes sociais com a hashtag #NosFaltanTres, e ofertas de grupos humanitários para recuperar os corpos, eles nunca voltaram para casa.

Em 15 de junho, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) realizou a primeira reunião de trabalho da Equipe Especial de Monitoramento, juntamente com familiares dos jornalistas e membros do Estado equatoriano e da sociedade civil. Entre os muitos objetivos está investigar o sequestro de jornalistas e combater quaisquer efeitos negativos que o caso possa ter sobre a liberdade de expressão no Equador, informou a Fundamedios. A equipe planeja ir à Colômbia em julho para iniciar as investigações, acrescentou.

Em uma entrevista coletiva em 21 de junho, o advogado equatoriano do caso disse que, após a identificação positiva dos corpos, eles iniciariam o processo de repatriação, segundo o El Comercio.

De acordo com El Tiempo, as autoridades estão atualmente realizando uma grande operação para capturar Guacho, o líder da Frente Oliver Sinisterra.

Por Teresa Mioli/California

Polícia encontra 5 toneladas de maconha em caminhão que transportava milho

Polícia encontra 5 toneladas de maconha em caminhão que transportava milho

Polícia encontra 5 toneladas de maconha em caminhão que transportava milho

A Polícia Federal (PF) apreendeu, na manhã deste sábado, cerca de 5.400 quilogramas de maconha, no Km 68 da BR 463, cidade de Ponta Porã.

De acordo com informações da assessoria de imprensa da PF, o órgão já tinha informações sobre um transporte de drogas que seria realizado na região. Com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), foi feita a abordagem de um caminhão que transportava uma carga de milho, e trafegava no sentido Ponta Porã para Dourados.

Quando os policiais passaram a revistar a carga de milho, o motorista do veículo confessou que estaria transportando cerca de cinco toneladas de maconha, que teriam como destino o município de São Paulo.

O veículo, o entorpecente e o motorista foram encaminhados à Polícia Federal de Ponta Porã, onde será formalizado o procedimento de prisão em flagrante.

Paraguai destrói 107 acampamentos com 318 toneladas de maconha na fronteira

Paraguai destrói 107 acampamentos com 318 toneladas de maconha na fronteira

Operação foi realizada nos últimos seis dias segundo Senad. – Foto: Divulgação

Operação Amambay II, deflagrada pela Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad), com apoio da Força Aérea e do Ministério Público, resultou na apreensão e na destruição de 318 toneladas de maconha na região de Pedro Juan Caballero, cidade vizinha do município sul-mato-grossense de Ponta Porã.

Segundo divulgado hoje pela assessoria de comunicação da Senad, foram seis dias de operação na fronteira, que causaram prejuízo estimado de 9,5 milhões de dólares americanos ao crime organizado.

A ação faz parte da estatégia do governo paraguaio para diminuir o poder de atuação de facções brasileiras que agem no país vizinho, fomentando a produção de entorpecentes que serão, posteriormente, enviados ao Brasil via Mato Grosso do Sul.

Por meio de helicópteros, as equipes chegaram a áreas de difícil acesso onde eram cultivadas plantações de maconha. Ao todo foram destruídos 77 hectares que deixariam uma produção final de aproximadamente 231 toneladas da erva.

Também foram desmantelados 106 acampamentos de traficantes, nos quais foram apreendidos 87,1 toneladas da droga em processo de secagem e de prensagem, que foram incineradas. O nome da operação, Amambay, refere-se ao Departamento (Estado) paraguaio que está localizado na linha internacional com Mato Grosso do Sul.

Em Porto Murtinho, homem morre após arma disparar

Em Porto Murtinho, homem morre após arma disparar

Francisco Ferreira Lemes, 38 anos pode ter sido vítima de um disparo acidental,

Francisco Ferreira Lemes, 38 anos pode ter sido vítima de um disparo acidental, provocado pela da própria arma, uma rifle calibre 22ml.
Informações apuradas junto ao funcionário da empresa funerária que prestou serviços a família e levou o corpo para a cidade de Jardim, onde foi realizado a necropsia, ele contou que ” Chico” foi atingido na barriga próximo a costela, e que o disparo veio de baixo para cima, atingindo de raspão o coração, vindo se alojar nas costa de Francisco Lemes.

Chico foi encontrado na estrada de acesso à Colônia Inguazeira, por volta das 18hs desta terça-feira 19/6. Um turista que passou no local avistou o corpo próximo a sua motocicleta. Em seguida, o homem procurou o destacamento militar para informar sobre ocorrido. A arma não foi localizada pela Polícia.

Com informações de Edi Carlos

PMA de Jardim autua proprietária rural por desmatamento ilegal de 5 hectares

PMA de Jardim autua proprietária rural por desmatamento ilegal de 5 hectares

PMA de Jardim autua proprietária rural por desmatamento ilegal de 5 hectares

Campo Grande (MS) – A PMA de Jardim realizou vistoria em uma propriedade rural no município de Guia Lopes da Laguna, no assentamento Retirada da Laguna, durante a Operação Cervo-do-Pantanal, que visa ao combate ao desmatamento ilegal e verificou ontem (19) que uma área de vegetação nativa do bioma cerrado havia sido desmatada ilegalmente. Os policiais mediram a área desmatada ilegalmente com uso de GPS, que perfez 4,51 hectares destruídos.

A pecuarista (64), residente no assentamento, suprimiu a vegetação há algum tempo e não possuía autorização ambiental para a atividade e no lugar da floresta desmatada, conforme imagem de drone feita pela PMA, havia pastagem e criação de gado no local. A madeira proveniente da vegetação desmatada não estava mais na propriedade. As atividades foram interditadas.

A infratora foi autuada administrativamente e recebeu multa administrativa de R$ 1.353,00. Ela também responderá por crime ambiental, que prevê pena de três a seis meses de detenção.

A infratora foi notificada a apresentar um Plano de Recuperação da Área Degradada e Alterada (PRADA) junto ao órgão ambiental estadual.

OPERAÇÃO CERVO DO PANTANAL

A PMA recebeu 634 vistorias de possíveis desmatamentos ilegais levantados por imagem de satélites na bacia do rio Paraguai pelo Núcleo de Geoprocessamento (NUGEO) do Ministério Público Estadual (MPE). Durante a operação, Subunidades da PMA também efetuaram autuações em Sonora, Bandeirantes, Bonito, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Nioaque, Bandeirantes, Jaraguari, Campo Grande, São Gabriel do Oeste, Bela Vista, Miranda, Caracol, Bela Vista, Porto Murtinho, Aquidauana, Anastácio, Camapuã, Coxim, Maracaju e Sidrolândia.

Militar conhecia e jogava bola com  homem que o matou durante roubo

Militar conhecia e jogava bola com homem que o matou durante roubo

Rapaz reagiu a assaltou e foi morto a tiros no Coophatrabalho

Militar que foi morto em assalto no último dia (12), Rafael Lucas Soares, de 23 anos, e o assaltante e assassino, identificado como João Victor Gomes da Costa, de 20 anos, eram conhecidos e costumavam jogar bola no Bairro José Abrão, onde moraram.

O soldado da Aeronáutica se mudou para Capital em 2011 e, desde então, morava na casa de uma tia. Soares deixou ladário para estudar e ter condições de ajudar a mãe e os quatro irmãos pequenos. Era ele quem sustentava a família.

À reportagem do Portal Correio do Estado, um parente da vítima, que pediu para não ter a identidade  divulgada, contou que “todos se conheceram em uma praça do bairro onde jogavam bola juntos. Rafael e os primos acabaram tendo o mesmo círculo de amizade. Victor inclusive frequentava a casa da tia de Rafael, era costume de todos se reunirem para tomar tereré juntos”, relatou.

Soares se mudou em 2013, mas continuou estudando naquele bairro. Ele estava treinando para um campeonato de futebol na região.  O professor que dava aulas cancelou os jogos e decretou luto na escolinha.

“Eu fiquei revoltada, muito revoltada, ele [suspeito] convivia com todo mundo, era amigo do meu sobrinho”, contou a familiar do rapaz.

O CASO 

Estudante de 22 anos, identificado como Rafael Lucas Soares, foi assassinado a tiros ao reagir a um assalto, na noite de 12 de junho, no bairro Coophatrabalho, em Campo Grande.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, vítima estava em um ponto de ônibus próximo a sua residência, na rua Bacaba, quando um homem se aproximou, em uma motocicleta, e anunciou o roubo, mandando que o estudante entregasse o celular.

Rafael reagiu ao roubo e o ladrão efetuou dois disparos, que acertaram a vítima no lado direito do tórax, próximo ao ombro, e na perna esquerda, próximo a virilha. Victor foi preso no dia seguinte, na casa da sogra, no Aero Rancho.