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Bela Vista-MS Terça-Feira, 22 de Setembro de 2026
Acusado de esfaquear a mulher e dois enteados é preso em Bela Vista

Acusado de esfaquear a mulher e dois enteados é preso em Bela Vista

Acusado de esfaquear a mulher e dois enteados é preso em Bela Vista

Um homem de 43 anos foi preso por volta das 22h40 desta quinta-feira (14), acusado de tentar matar a sua mulher de 38 anos e dois enteados de 12 e 14 anos, na Rua Benjamin Constant, bairro Baixada Fluminense, em Bela Vista. Conforme informações, o suspeito esfaqueou a esposa e agrediu as crianças com a faca, que em posse de pedaços de madeira conseguiram se defender e conter o agressor.

Com a chegada da Polícia Militar, todos foram encaminhados para o Hospital São Vicente de Paula, onde receberam atendimento médico. Após ser medicado, o suspeito que estava alcoolizado foi levado para Delegacia de Polícia Civil de Bela Vista, onde deve responder pelo crime de tentativa de homicídio. Já a mulher está em observação e as crianças passam bem.

Fonte: BvNews

STF autoriza Paraguai a julgar por tráfico de droga ex-prefeito preso em MS

STF autoriza Paraguai a julgar por tráfico de droga ex-prefeito preso em MS

Acosta (à direita) foi extraditado de Campo Grande para Assunção em 2016. (Foto: ABC Color)

O STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou que o Paraguai julgue Vilmar Acosta Marques, cidadão paraguaio e ex-prefeito da cidade de Ypejhu, na fronteira com Paranhos (MS), também por tráfico de entorpecentes.

Naquele ano, a extradição de Acosta foi autorizada pelo Supremo para que respondesse por dois crimes de homicídio doloso. A extradição foi no ano de 2016, com o ex-prefeito sendo levado de Campo Grande para Assunção, capital do Paraguai.

Ele foi condenado como mandante do assassinato do jornalista Pablo Medina e de sua estagiária Antonia Almada, em 2014. As reportagens denunciavam a ligação do político com o tráfico de maconha.

Na sessão de ontem (dia 12) da Segunda Turma do STF, a atual relatora do processo, ministra Cármen Lúcia, afirmou que, segundo informações do governo do Paraguai, além dos crimes pelos quais Acosta foi extraditado, também foi decretada prisão por posse, coleta, fabricação e processamento de entorpecentes, com expectativa de pena de cinco a 15 anos.

Foram apreendidas em uma fazenda três toneladas de maconha picada e 148 quilos de maconha prensada. Segundo autoridades paraguaias, a carga pertenceria a Acosta.

Conforme a relatora, o Paraguai deve assumir os seguintes compromissos: efetuar a detração do tempo de prisão a que ele foi submetido no Brasil, e, em caso de condenação, não cominar pena de prisão perpétua, devendo-se observar, quanto à pena privativa de liberdade, que o seu cumprimento deverá ocorrer pelo prazo máximo permitido pela legislação brasileira (30 anos de detenção). A decisão foi unânime.

Fonte> Campo Grande News

Comerciante é preso ao fotografar motociclista morto e ameaçar delegada

Comerciante é preso ao fotografar motociclista morto e ameaçar delegada

Comerciante é preso ao fotografar motociclista morto e ameaçar delegada

Após o acidente no último sábado (9), em Três Lagoas – a 338 quilômetros de Campo Grande, que acabou na morte do motociclista de 19 anos, Miguel José Duarte Neto, um comerciante de 50 anos foi preso por fotografar o corpo da vítima.

O comerciante teria ultrapassado a faixa de contenção que foi colocada no local pelos policiais, para fotografar o corpo de Miguel. Ele foi advertido pela delegada que estava presente e fez ameaças a ela.

Segundo o site JP News, ele teria dito que era funcionário público e afirmado que iria chamar uns delegados e que ninguém tinha autoridade para retirá-lo do local.

O comerciante se recusou a pagar as fotos do motociclista morto, e foi levado para a delegacia. Fiança no valor de R$ 5 mil foi arbitrada, mas não há informações se foi paga e o homem liberado.

Miguel morreu após tentar fazer uma ultrapassagem pela direita. O carro não viu a moto e virou para entrar em uma garagem, quando houve a colisão.

Fonte. Midia Max

Polícia Militar apreende duas armas de fogo em Bela Vista

Polícia Militar apreende duas armas de fogo em Bela Vista

Polícia Militar apreende duas armas de fogo em Bela Vista

Bela Vista (MS) – Às 19h50 de sábado (02), uma guarnição da Polícia Militar em Bela Vista foi acionada para atender a uma ocorrência no bairro Cohab. Conforme relatos do solicitante, estava ocorrendo um desentendimento no local e havia um indivíduo muito alterado.

Logo, a guarnição se deslocou até o endereço informado, quando visualizou o momento em que um homem tentou se desfazer de um objeto, jogando-o pelo muro.

Ao averiguar o objeto em questão, os policiais constataram que era um revólver calibre .32. Posteriormente, foi realizada busca pessoal no homem, de 29 anos, com quem os policiais encontraram cinco munições.

Diante dos fatos, o autor foi preso e conduzido até a Delegacia de Polícia Civil, juntamente com a arma apreendida, para as devidas providências.

Já por volta das 20h30, a guarnição PM foi acionada para atender a outra ocorrência com arma de fogo. Dessa vez, o comunicante informou que havia ocorrido disparos na vila Serradinho.

Imediatamente, a guarnição se deslocou para averiguar a denúncia e, ao abordar algumas pessoas, percebeu que um homem demonstrou nervosismo exagerado, momento que que visualizaram uma arma de fogo, no chão, ao lado do indivíduo.

Ao ser questionado sobre a documentação da arma, o homem, de 44 anos, relatou que não possuía porte/posse.

Diante dos fatos, o autor foi preso e conduzido até a Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o revólver, calibre .22, contendo seis munições, para as providências cabíveis.

Juiz mantém pena de barões da coca: milionários sem conta no banco

Juiz mantém pena de barões da coca: milionários sem conta no banco

Equipe da PF cumpre mandado em mansão durante a operação Nevada, em 2016. (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)

A 3ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande negou provimento a recurso da defesa dos irmãos Odacir Santos Corrêa e Odir Fernando Santos Côrrea, alvos da operação Nevada, e manteve na íntegra a sentença de condenação por tráfico transnacional, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Na decisão, é destacada a contradição entre a vida de milionários e nenhuma movimentação na economia formal: eles não tinham conta bancária ou aplicação financeira em nenhuma instituição, nem em nome próprio nem em nome da pessoa jurídica de sua propriedade.

Realizada em 2016 pela PF (Polícia Federal), a operação Nevada apreendeu 805 quilos de cocaína, mais de 2 milhões de dólares, dezenas de milhares de reais pertencentes aos condenados, vários imóveis, carros de luxo (como automóveis Land Rover e BMW), joias e outros bens de origem desconhecida. À época, chamou a atenção uma mansão na rua Serra Nevada, em Campo Grande,  inclusive com estátua de figuras gregas no jardim.

A condenação de 14 pessoas veio em dezembro, numa decisão do juiz federal Bruno Cezar da Cunha Teixeira, titular da 3ª Vara Federal de Campo Grande, especializada em crimes de lavagem de dinheiro, ocultação de bens e valores e crimes contra o SFN (Sistema Financeiro Nacional).

No entanto, a defesa de Odacir, Odir e Gustavo da Silva Gonçalves apresentou embargos de declaração apontando contradição, omissão e obscuridade na decisão. Os questionamentos incluem se há provas da lavagem de dinheiro, de associação criminosa, uso de “maleta” pela PF para escuta sem passar por operadoras e sobre a negativa de reabrir a instrução processual devido à declaração de Jedeão de Oliveira, ex-diretor de secretaria da 3ª Vara.

Funcionário de confiança do juiz federal Odilon de Oliveira, que comandou por anos a 3ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande, Jedeão registrou documento em cartório onde cita ter sido informado de que Odilon cobrou R$ 1 milhão para liberar presos da operação Nevada. A denúncia foi negada pelo juiz aposentado.

Veículos apreendidos durante operação da PF de repressão ao tráfico de cocaína. (Foto: Divulgação/PF)Veículos apreendidos durante operação da PF de repressão ao tráfico de cocaína. (Foto: Divulgação/PF)

Lavagem de capitais – Conforme a decisão, divulgada na última sexta-feira, a origem ilícita do dinheiro, como proveito direto da prática do tráfico de drogas como meio de vida, ficou demonstrada no tópico que trata da associação para o tráfico de droga. Conforme admitidos pelos próprios réus, eles não tinham conta bancária ou aplicação financeira em nenhuma instituição.

Em Porto Murtinho seguranças do carnaval agride folião

Em Porto Murtinho seguranças do carnaval agride folião

Em Porto Murtinho seguranças do carnaval agride folião. Dedo machucado do jovem que foi agredido

Carnaval – Seguranças na praça faz mais uma vitima

Enquanto nenhuma autoridade constituída se manifesta sobre as atitudes dos “VIGiAS” que presta serviços para a Prefeitura Municipal de Porto Murtinho – e ao mesmo tempo faz segurança no carnaval que ocorre na Praça de Eventos. A ação de um segurança deixou um jovem – morador na Ilha Margarida com uma grave lesão em uma das mãos.

Muito assustado, o garoto pediu para uma amiga relatar a reportagem as agressões sofridas na noite deste Domingo. “Ele chegou e bateu no meu Amigo, depois pediu desculpas e disse: Foi enganado, confundi você com outro. Contou a jovem A.O.S. que acompanhava a vítima.

Segundo a jovem: O segurança é funcionário da Empresa MG.

Post em rede social acusa segurança de agressão

Reportagem: Edicarlos