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Bela Vista-MS Terça-Feira, 08 de Setembro de 2026
Batida brutal parte poste ao meio e mata jovem de 23 anos no interior

Batida brutal parte poste ao meio e mata jovem de 23 anos no interior

Uma violenta batida contra um poste de concreto terminou com a morte de Gustavo Davalos, de 23 anos, na madrugada de domingo (9), em Amambai, a 351 quilômetros de Campo Grande.

De acordo com o G1MS, a força do impacto foi suficiente para praticamente partir a estrutura ao meio e destruir o Honda Civic conduzido pelo jovem.

O acidente aconteceu por volta das 2h20, na Avenida Pedro Manvailler, região central da cidade, em frente a uma loja de calçados. Gustavo perdeu o controle da direção e atingiu o poste, ficando preso às ferragens.

Câmeras de segurança instaladas nas proximidades registraram o momento da colisão. Conforme análise preliminar da Polícia Civil, as imagens indicam que o Civic aparentemente trafegava em alta velocidade momentos antes de sair de controle.

O impacto deixou o veículo completamente destruído e também provocou danos severos ao poste. Por causa dos cabos de energia e do risco de acidentes durante o atendimento, foi necessário aguardar uma equipe da Energisa para interromper o fornecimento elétrico na região.

Somente depois que o local foi considerado seguro e os trabalhos periciais foram realizados, o Corpo de Bombeiros conseguiu retirar o corpo de Gustavo das ferragens.

A vítima foi encaminhada ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), em Ponta Porã, para exame necroscópico.

Durante os procedimentos, também foi constatado que o Honda Civic estava com o licenciamento vencido. O automóvel foi recolhido pela Polícia Militar e levado ao pátio do Detran em Amambai.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte. Até o momento, os levantamentos indicam que Gustavo teria perdido sozinho o controle do veículo, sem sinais de envolvimento de outro automóvel ou de terceiros no acidente.

As imagens das câmeras de segurança e os resultados da perícia deverão auxiliar na conclusão sobre a velocidade do carro e a dinâmica que antecedeu a colisão.

Fonte: Conjuntura Online – (Foto: Corpo de Bombeiros) – (Foto: Corpo de Bombeiros)

Ministério da Justiça emite alerta nacional para encontrar bebê desaparecida em Campo Grande

Ministério da Justiça emite alerta nacional para encontrar bebê desaparecida em Campo Grande

A mobilização para localizar a recém-nascida Ayla Emanuelly, desaparecida desde quinta-feira (6) em Campo Grande, ganhou alcance nacional nesta sexta-feira (7). O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou um alerta com a foto e os dados da bebê e pediu que informações sobre o paradeiro dela sejam comunicadas imediatamente às autoridades.

A divulgação amplia as buscas para além de Mato Grosso do Sul. O caso também passou a integrar a mobilização nacional para localização de pessoas desaparecidas.

Ayla desapareceu depois de sair com a mãe, de 17 anos, e a tia, de 13. Inicialmente, as duas adolescentes disseram à polícia que haviam sido sequestradas e mantidas em cárcere em uma residência.

Durante os depoimentos, no entanto, as versões apresentadas inicialmente teriam mudado. As adolescentes admitiram que o sequestro relatado não teria acontecido. A partir disso, a Polícia Civil passou a investigar a possibilidade de a recém-nascida ter sido entregue a terceiros. Até o momento, porém, não há confirmação sobre quem teria recebido Ayla ou onde ela está.

O caso é investigado pela Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).

Alerta nacional

O Ministério da Justiça informou que a divulgação de casos de crianças desaparecidas faz parte da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas.

A pasta também coordena o Alerta Amber, ferramenta que permite a divulgação de cartazes sobre crianças desaparecidas no Facebook e no Instagram para usuários que estejam próximos ao local do desaparecimento. O mecanismo é destinado a casos recentes, involuntários e com indícios de risco iminente.

No caso de Ayla, a prioridade das autoridades continua sendo localizar a bebê e garantir que ela esteja em segurança.

A Polícia Civil trabalha para reconstruir o trajeto feito pela criança, identificar possíveis envolvidos e esclarecer em quais circunstâncias a recém-nascida teria sido entregue a terceiros.

Quem tiver qualquer informação que possa ajudar a localizar Ayla deve procurar imediatamente as autoridades policiais.

Fonte: Topmidianews

Grupo usou Pix para dominar adolescente induzida à morte e nova vítima foi evitada ontem; saiba quais plataformas o grupo usava

Grupo usou Pix para dominar adolescente induzida à morte e nova vítima foi evitada ontem; saiba quais plataformas o grupo usava

s integrantes da organização criminosa investigada pela morte de uma adolescente de 13 anos, em Naviraí, chegaram a criar uma chave Pix para a vítima e enviar dinheiro para que ela comprasse uma gilete utilizada na automutilação, sem que a mãe soubesse da existência da conta. A revelação foi feita nesta terça-feira (4), durante coletiva do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que apresentou novos detalhes da Operação Lívia e da investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, de Mato Grosso do Sul.

Segundo o coordenador do Ciberlab (Laboratório de Operações Cibernéticas), Alessandro Barreto, a forma como a chave Pix e a eventual abertura da conta foram realizadas ainda é alvo de investigação, mas o episódio demonstra o nível de controle exercido pelos investigados sobre a adolescente.

“A mãe não sabia que ela tinha chave Pix. Os próprios criminosos criavam chave Pix para a menina, mandavam dinheiro para comprar gilete para se automutilar. Até essa abertura de conta está sendo verificada”, afirmou.

As autoridades afirmaram que esse domínio ia muito além da manipulação psicológica. Segundo a investigação, os integrantes da organização controlavam o cotidiano das vítimas, determinavam desafios, acompanhavam o cumprimento das ordens em tempo real e utilizavam diferentes plataformas digitais para manter contato permanente com os adolescentes recrutados.

A investigação teve início após a morte da adolescente, registrada em julho, em Naviraí. As primeiras diligências conduzidas pela DEPCA, em conjunto com o Ciberlab, mostraram que o caso não era isolado, mas fazia parte da atuação de uma organização criminosa estruturada, com alcance nacional, voltada ao recrutamento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade emocional.

Segundo a Polícia Civil, os investigados se aproximavam das vítimas pela internet, conquistavam sua confiança e, gradualmente, ampliavam o controle psicológico por meio de isolamento, humilhações, desafios de violência crescente, automutilação e outras exigências impostas para fortalecer o domínio exercido pelo grupo.

 

Materiais recolhidos durante a Operação Lívia serão analisados no decorrer das investigações. (Foto: Polícia Civil)

Durante a coletiva, o secretário nacional de Direitos Digitais do MJSP, Victor Oliveira Fernandes, explicou que a organização utilizava diferentes plataformas para executar cada etapa da ação criminosa.

“Esse grupo atua simultaneamente no Telegram, fazendo comunicações e propagandas de eventos de automutilação e de induzimento ao suicídio de crianças e adolescentes, que são transmitidos em tempo real dentro da plataforma do Discord”, afirmou.

Segundo ele, foi justamente uma dessas transmissões investigadas que terminou na morte da adolescente sul-mato-grossense.

“Num desses casos, infelizmente, veio a culminar numa situação de suicídio por parte de uma vítima do Estado do Mato Grosso do Sul.”

Estrutura organizada – A investigação revelou que a atuação do grupo ia muito além de um servidor criado em plataformas digitais.

Conforme Victor Oliveira Fernandes, os policiais encontraram documentos, conversas, planejamento e discussões sobre recrutamento de novos integrantes, indicando que a organização mantinha uma estrutura permanente de funcionamento.

“Não se trata simplesmente de existir um grupo aberto numa plataforma. A investigação tem documentação de uma sistematização, mais de um grupo, uma série de diálogos, reunião de documentos e discussão sobre recrutamento de novos integrantes”, explicou.

Segundo a Polícia Civil, a organização atuava de forma contínua, identificando adolescentes emocionalmente vulneráveis e submetendo as vítimas a um processo progressivo de manipulação psicológica.

Durante a apuração, os investigadores também identificaram outra vítima em outro estado e reuniram elementos que indicam a existência de outros adolescentes ainda não localizados.

Operação nacional – As descobertas deram origem à Operação Lívia, coordenada nacionalmente pela DEPCA de Mato Grosso do Sul em conjunto com o Ciberlab, da Secretaria Nacional de Segurança Pública.

Ao todo, foram cumpridas medidas judiciais em Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará e Pará.

Cinco adolescentes, dois de 13 anos, um de 14 e dois de 17 anos, foram apreendidos, enquanto um investigado de 18 anos foi alvo da operação. Computadores, celulares e outros equipamentos eletrônicos passarão por perícia para identificar novas vítimas, esclarecer a atuação da organização e individualizar a participação de cada investigado.

Equipes da DEPCA também foram deslocadas para acompanhar pessoalmente o cumprimento dos mandados em outros estados, reforçando o protagonismo da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul na investigação.

Nova vítima foi evitada

As autoridades revelaram ainda que a investigação impediu um novo episódio semelhante.

Segundo o delegado responsável pelo caso, o monitoramento das conversas mostrou que outro caso já estava sendo planejado. Após a apreensão de um dos adolescentes investigados, a Polícia Civil passou a identificar possíveis vítimas e localizar seus familiares.

“Pelo acompanhamento, havia o planejamento e, ontem, na apreensão do adolescente do Rio, ele confessou que realmente já estava agendado. Estamos vendo o nome das possíveis vítimas para mandar avisar os pais e responsáveis para que fiquem atentos”, afirmou.

Plataformas serão notificadas

Além da responsabilização criminal dos investigados, o Ministério da Justiça informou que notificará Discord Telegram para solicitar a suspensão das contas e dos servidores utilizados pela organização.

O Ministério da Justiça também encaminhará à ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) um pedido para apurar possíveis violações ao ECA Digital e ao Marco Civil da Internet.

Segundo Victor Oliveira Fernandes, a investigação identificou indícios de falhas na verificação de idade, na supervisão parental e na moderação de conteúdo das plataformas, mecanismos que, segundo ele, deveriam dificultar a atuação de grupos voltados à exploração e manipulação de crianças e adolescentes.

Procure ajuda

Em Campo Grande, o GAV (Grupo Amor Vida) presta apoio emocional gratuito a pessoas em crise pelo número 0800 750 5554. Também é possível buscar atendimento no Núcleo de Saúde Mental ou no CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), ou pelo telefone e 188 do CVV (Centro de Valorização da Vida). Em situações emergenciais, os números 190 da PM (Polícia Militar) e 193 do Corpo de Bombeiros podem ser acionados.

Fonte: Campo Grande News.

Morte de adolescente em MS tem elo com grupo neonazista

Morte de adolescente em MS tem elo com grupo neonazista

Desdobramentos divulgados hoje (04) sobre a investigação do caso da adolescente encontrada sem vida, na manhã 22 de julho em Naviraí, no interior do Mato Grosso do Sul, apontam que essa morte e possível incitação de autoextermínio têm elo com grupos extremistas, já que diversos símbolos neonazistas e ligados à ideologia de supremacia branca foram localizados pelas forças de segurança.

Nesta terça-feira (04) a Operação Livia foi deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, através da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), em conjunto com o Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senasp/MJSP).

Por meio da coordenação nacional da Depca, foram cumpridos hoje, de forma simultânea, seis medidas de busca e apreensão contra adolescentes e um mandado de prisão contra um adulto. Os alvos das medidas judiciais estava nas seguintes localidades:

Mato Grosso do Sul,
Rio de Janeiro,
Minas Gerais (dois alvos),
Ceará e
Pará (mandado de prisão)
Nesse sentido, para além da prisão preventiva do indivíduo que possui maioridade penal (18 anos), foram expedidos seis mandados de busca e apreensão e outros cinco de internação.

Entenda
Distante aproximadamente 365 quilômetros da Capital do Mato Grosso do Sul, em Naviraí, município sul-mato-grossense que fica na microrregião de Iguatemi, uma adolescente de 13 anos foi encontrada sem vida pela mãe e pelo padrasto na varanda da casa onde morava, por volta das 6h do último dia 22.

Logo após sua morte, supostas conversas mantidas em grupos virtuais dos quais a vítima participava levantaram um novo e tenebroso capítulo nessa história, de que esse possível autoextermínio teria sido influenciado e incitado por terceiros.

Prints que circulam nas redes sociais, e ainda aguardam resultado da perícia, mostram mensagens ofensivas, humilhações e pressão psicológica que seriam direcionadas à adolescente.

Em uma das conversas, um interlocutor ignora os pedidos de desculpas da adolescente e faz mensagens de incentivo à morte da vítima. Também há registros em que ela é pressionada a participar de uma chamada de voz em outro aplicativo.

Símbolos supremacistas e neonazistas
Além de toda sorte de equipamentos eletrônicos que ainda devem passar por perícia técnica especializada, como celulares, computadores, etc., os agentes localizaram também diversos itens que têm ligação com grupos extremistas na casa de um dos adolescentes.

Imagens divulgadas pela Polícia Civil do Mato Grosso do Sul mostram que, entre as localidades alvo dos mandados, um dos adolescentes suspeitos pelo envolvimento no crime ostentava toda uma indumentária aparentemente neonazista.

Entre as apreensões, está relacionada uma versão da conhecida Bandeira Confederada. Ela está ligada à história estadunidense e foi desenhada ainda durante a Guerra Civil Norte-Americana, no século XIX, como símbolo de representação dos estados separatistas do Sul que defendiam a escravidão.

Nos dias atuais a bandeira não perdeu esse simbolismo, sendo inclusive comumente vista em caminhadas de supremacistas brancos e grupos da extrama-direita norte-americana, servindo como um duradouro emblema global de segregação, racismo e discurso de ódio racial, como mostram os historiadores.

Como se não bastasse, o indivíduo dono dessa bandeira mantinha em sua localidade uma espécie de “arsenal”, com uma arma de fogo e diversos tipos de armamentos brancos.

Fonte: Correiodoestado

Operação Jaguaretê-Oeste soma R$ 42 milhões em drogas, armas e cigarros apreendidos

Operação Jaguaretê-Oeste soma R$ 42 milhões em drogas, armas e cigarros apreendidos

A Operação Jaguaretê-Oeste provocou um prejuízo estimado em R$ 41,2 milhões ao crime organizado, conforme balanço divulgado pelo CMO (Comando Militar do Oeste).

Até domingo, dia 2, foram apreendidos 34 kg de cocaína; 6,5 toneladas de maconha; 94 kg de skunk; 12 kg de pasta base de cocaína; 11,9 kg de drogas sintéticas, além de 194 kg de outras substâncias ilícitas; armas de fogo; munições; 21 veículos e mais de 79,9 mil pacotes de cigarros.

A ação deflagrada pelo CMO mobiliza 600 militares do exército e agentes de órgãos parceiros, com o emprego de viaturas e embarcações, no combate a crimes na faixa de fronteira do Brasil em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.

A atuação é realizada de forma integrada com órgãos federais e estaduais de segurança pública e fiscalização, conforme o planejamento operacional estabelecido e as competências legais de cada instituição.

As ações se concentram na repressão ao tráfico de drogas, ao contrabando, ao descaminho e aos crimes ambientais, por meio de patrulhamentos terrestres e fluviais, postos de bloqueio e controle, fiscalização de pessoas, veículos e embarcações e compartilhamento de informações entre os órgãos participantes.

Fonte: Dourados News

Homem é preso ao ser flagrado armazenando conteúdo de abuso sexual infantojuvenil

Homem é preso ao ser flagrado armazenando conteúdo de abuso sexual infantojuvenil

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (29/7), a Operação Aeges 5, com o objetivo de combater crimes de abuso sexual infantojuvenil na internet. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido em Campo Grande durante a ação policial.

Durante cumprimento da ordem judicial, os agentes constataram situação de flagrante delito relacionada ao armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil, ocasião em que um homem foi preso.

Além da prisão em flagrante, um aparelho celular e um notebook foram apreendidos e serão submetidos à perícia, com o objetivo de aprofundar as investigações e de identificar eventual participação de outros envolvidos.

Fonte: Dourados News