Mulher afirma que usou um rodo apenas para tentar retirar o felino do alcance do cachorro; caso será investigado pelas autoridades.
Uma moradora de Bela Vista foi autuada por maus-tratos contra animais nesta quinta-feira (24) após publicar um vídeo em que um cachorro aparece atacando um gato. Veja as imagens no vídeo acima.
O crime prevê pena de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa, que pode chegar a R$ 50 mil por animal. O g1 tentou contato com a moradora, Ana Carolina Medina, mas não obteve retorno.
Não há informações sobre o estado de saúde do gato que aparece nas imagens.
No vídeo, compartilhado por ela nos stories do Instagram, uma mulher aparece retirando o gato debaixo de um móvel, usando um rodo. Um cachorro começa a morder o animal logo em seguida.
“Nem eu, nem meu cachorro gosta de gato”, escreveu a mulher na publicação.
Após a repercussão negativa do caso, Ana Carolina publicou outro story afirmando que não havia cometido maus-tratos.
“Segundo boatos que estão rolando na cidade e em grupos, eu fiz maus-tratos com os animais. Maus-tratos seriam se eu tivesse pegado o rodo e dado com esse rodo no gato. A gente só pegou o rodo para tirar ele”, comentou.
O caso chegou ao conhecimento da Superintendência de Políticas Integradas de Proteção da Vida Animal (Suprova), do Estado, que entrou em contato com o órgão municipal responsável pelo combate aos maus-tratos contra animais em Bela Vista.
Um acidente de trânsito foi registrado na manhã desta quinta-feira (24), nas proximidades da rotatória que dá acesso ao Calcário Oroyte, em Bela Vista.
De acordo com as informações iniciais, o motociclista teria perdido o controle da direção e acabou saindo da pista.
Até o momento, não há informações confirmadas sobre o estado de saúde do motociclista. As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas.
Ponta Porã (MS) – A Polícia Militar de Antônio João/4° BPM, localizou, na noite desta quarta-feira (23), uma adolescente de 15 anos que estava com o paradeiro desconhecido havia dois dias.
A equipe policial foi acionada por volta das 19h15 para averiguar a denúncia de desaparecimento. Após diligências, a adolescente foi localizada escondida no forro da residência de um adolescente, com quem, segundo ela, mantinha um relacionamento amoroso.
De acordo com o relato da jovem, ela havia saído de casa por receio da reação do pai em relação ao seu relacionamento e permaneceu sem retornar à residência durante dois dias. Aos policiais, afirmou estar bem e declarou não ter sofrido violência ou sido obrigada a permanecer no local.
Diante da situação, o Conselho Tutelar foi acionado e acompanhou a ocorrência, realizando as orientações e os encaminhamentos necessários, considerando que os envolvidos são menores de idade. A adolescente foi encaminhada para atendimento junto ao Conselho Tutelar, incluindo acompanhamento psicológico. Posteriormente, foi entregue aos seus responsáveis.
Heliton Vargas Portela usava nome falso, violentava a vítima física e psicologicamente e a obrigava a registrar boletins de ocorrência falsos contra a própria família.
O que começou como um relacionamento promissor por meio do aplicativo Tinder transformou-se em um pesadelo de três meses de violência física, sexual, psicológica e financeira para uma mulher de 39 anos.
O responsável pelos crimes é Heliton Vargas Portela (31), filho de um vereador de Maracaju, que se apresentava falsamente como “Wellington Vieira da Silva”. Ele foi preso em flagrante e teve a prisão preventiva mantida pela Justiça.
A vítima, que vive em Campo Grande, conheceu o suspeito em maio. Após um primeiro mês amigável, Heliton mudou radicalmente de comportamento.
Alegando falsamente que a mulher e seus filhos corriam risco de morte por conta do ex-marido, o golpista isolou a vítima da família, assumiu o controle absoluto do celular e das decisões da casa, e passou a extorquir seus recursos financeiros.
Abusos, Falsa Identidade e Descoberta na Deam
Além de sofrer agressões físicas e abusos sexuais diários, a mulher perdeu mais de R$ 30 mil. Heliton assumiu a gestão dos aplicativos bancários da vítima, que recebia cerca de R$ 11 mil de pensão mensal, realizando movimentações e saques indevidos. Sob constante ameaça psicológica e manipulação com imagens geradas por inteligência artificial, a mulher foi coagida a registrar boletins de ocorrência falsos contra os próprios pais, irmão e ex-marido.
A farsa ruiu na última sexta-feira (11), na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Ao tentar registrar mais uma falsa denúncia a mando do suspeito, a equipe policial desconfiou das inconsistências e, em uma conversa reservada, revelou a verdadeira identidade do homem. Heliton aguardava do lado de fora do local dentro de um veículo junto com a filha de 8 anos da vítima. Ele foi abordado e preso com R$ 2.885,00 em espécies pertencentes à mulher.
Histórico Criminal Extenso
Heliton conta com uma longa ficha criminal por golpes e violência em diversos municípios de Mato Grosso do Sul (como Ponta Porã, Nova Andradina, Campo Grande e Maracaju) e no Paraná. Em Maracaju, o réu já havia sido condenado a 6 anos e 4 meses de prisão por roubo com uso de faca e extorsão bancária, decisão que se encontrava em fase de recurso.
O caso atual foi registrado como sequestro, cárcere privado, falsa identidade, denunciação caluniosa, violência psicológica e estelionato. Livre do agressor, a vítima agora busca reconstruir a rotina ao lado dos filhos.
Três vítimas morreram ainda no local e uma quarta não resistiu após ser encaminhada ao hospital. Entre os mortos estão servidor de Eldorado e a esposa
Um grave acidente mobilizou equipes de emergência e provocou a interdição temporária da BR-163. Quatro pessoas morreram e outras sete ficaram feridas.
Segundo a Motiva Pantanal, concessionária responsável pela rodovia, três vítimas morreram no local. Outras cinco foram resgatadas em estado grave e duas apresentavam ferimentos moderados. Posteriormente, foi confirmada a morte no hospital de uma das pessoas socorridas.
Os feridos foram encaminhados para unidades hospitalares da região por meio do sistema vaga zero, conforme informou a Prefeitura de Eldorado.
A operação de resgate contou com duas ambulâncias, duas viaturas de inspeção e um guincho pesado. Para garantir a segurança durante o atendimento, a BR-163 precisou ser bloqueada nos dois sentidos.
A interrupção provocou congestionamentos de até cinco quilômetros em um sentido e dois quilômetros no outro. Conforme a concessionária, a rodovia foi totalmente liberada por volta das 19h50.
Entre as vítimas fatais estão o servidor público Odair Torres e a esposa, Edimarcia Oliveira. A Prefeitura de Eldorado e a Secretaria Municipal de Educação divulgaram notas lamentando as mortes e manifestando solidariedade aos familiares, amigos e colegas do casal.
Um professor de uma creche do interior de Mato Grosso do Sul é investigado por suspeita de abuso sexual contra uma criança de 2 anos e sete meses.
O homem já havia sido preso há mais de dez anos após ser denunciado por abuso sexual contra o próprio filho.
O caso mais recente veio à tona depois que a menina reclamou de fortes dores nas partes íntimas durante um banho em casa. Conforme o relato da mãe à polícia, a criança teria dito: “Mamãe, está doendo muito”.
Inicialmente, a mulher acreditou que pudesse se tratar de uma assadura. Como as queixas continuaram, perguntou à filha se alguém havia tocado nela. A menina teria negado num primeiro momento, mas, após ser questionada novamente, contou que um professor havia tocado em suas partes íntimas, segundo o Midiamax.
A mãe trabalha na mesma escola onde a filha estuda. Diante do relato, levou a criança até a casa da diretora da unidade, que também teria percebido vermelhidão na região íntima da menina.
A diretora e a mãe procuraram a professora responsável pela turma para saber se a criança havia ficado sozinha com o professor. A docente informou que havia dado apenas a primeira aula e que uma auxiliar permaneceu na sala durante o restante do período.
A auxiliar afirmou que o professor não teria ficado sozinho com a menina. No entanto, relatou que, durante o período de repouso, ele teria se deitado ao lado da criança. Segundo ela, nada de anormal foi percebido porque estava ocupada cuidando de outra criança.
A menina foi levada posteriormente para atendimento médico. De acordo com o Midiamax, o médico apontou indícios de estupro e orientou a mãe a procurar a polícia para a realização de exame pericial.
Após a denúncia, a prefeitura do município instaurou procedimento administrativo disciplinar para apurar a conduta do professor e designou servidores para integrar a Comissão de Procedimento Administrativo Disciplinar (CPAD).
Prisão por denúncia envolvendo o próprio filho
Ainda segundo informações divulgadas pelo Midiamax, o professor já havia sido preso após uma denúncia de abuso sexual contra o próprio filho, em um caso ocorrido em 2012 e denunciado à polícia no ano seguinte.
Na época, a mãe contou que ouviu o menino chorando enquanto o pai lhe dava banho. A porta do banheiro estava trancada e ela precisou forçá-la para conseguir entrar e retirar a criança.
Depois, ao conversar com o filho, a mulher teria ouvido o relato de que o pai havia abusado dele durante o banho. Segundo a mãe, os episódios de choro durante os banhos já haviam acontecido outras vezes.
Ela também relatou que o homem costumava querer dar banho no menino quando chegava em casa embriagado.
Conforme o relato publicado pelo Midiamax, o suspeito negou as acusações na época e afirmou que o filho estaria mentindo. Após a denúncia, ele foi preso, mas atualmente está em liberdade.
A mãe também relatou que passou a perceber comportamentos do suspeito em relação à filha e que a menina deixou de querer dormir sozinha em casa, procurando ficar na residência de outros familiares quando a mãe se ausentava.
A investigação sobre a denúncia envolvendo a criança da creche segue em andamento.