fev 18, 2020 | Polícia
Bela Vista (MS) – A convite do Comando do 10º Regimento de Cavalaria Mecanizado – Antônio João, localizado em Bela Vista, três Policiais Militares representaram a 2ª Cia/11ºBPM na Competição “Atirador RAJ”, que aconteceu na manhã de hoje (18), no estande de fuzil daquele Regimento.
O armamento utilizado durante a competição foi o Fuzil 7,62, a uma distância de 100 metros do alvo, para tiros de precisão. Participaram seis equipes: quatro do Exército Brasileiro, uma da Polícia Civil e uma da Polícia Militar.
A equipe da PM de Bela Vista foi composta pelo cabo Denilson Leite Guimarães Aliendres, cabo Marcelo Florentino e pelo soldado Joziel Gomes Torres. A equipe PM alcançou o primeiro lugar na competição por equipes e o cabo PM Aliendres ficou em segundo lugar no geral individual.

Comandante do 11º BPM, tenente-coronel Daniel Elias dos Santos e o Comandante da 2ª Cia PM de Bela Vista, capitão Wellington Lopes Lafayette Julião agradecem os Policiais Militares pela representatividade da corporação na competição e os parabenizam pelo brilhante resultado.
fev 18, 2020 | Polícia
Aquidauana (MS), 18 de fevereiro – Policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) recuperaram, na madrugada desta terça-feira, uma camionete Hilux e uma camioneta SW4, objetos de crime, abandonadas em uma área rural pantanosa.
A apreensão ocorreu em virtude da Operação Hórus da Secretaria de Operações Integradas (SEOPI), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), no município de Aquidauana. Durante o policiamento na região, os policiais receberam a informação de dois veículos abandonados em uma área rural alagada e de difícil acesso.
No local, foram localizados os veículos, que estavam com placas falsas e com registros de Roubo/Furto ocorrido no corrente mês. As placas verdadeiras da Hilux são de Taquaritinga (SP) e as da SW4, de Colorado (PR). Os policiais realizaram buscas na região, porém, nenhum dos condutores foi localizado. Uma viatura Guincho do DOF foi utilizado no apoio para rebocar os veículos que estavam avariados.
A ocorrência foi entregue, juntamente com os veículos apreendidos, na Delegacia de Polícia Civil de Aquidauana.
O DOF mantém um canal aberto direto com o cidadão para tirar dúvidas, receber reclamações e denúncias anônimas, através do telefone 0800 647-6300. Não precisa se identificar e a ligação será mantida em absoluto sigilo. O serviço funciona 24 horas por dia, sete dias por semana.
fev 17, 2020 | Polícia
Laguna Carapã (MS), 15 de fevereiro – Policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) recuperaram, na manhã de sábado, um veículo Hilux SW4 de cor preta com placas de Belo Horizonte (MG), com registro de Furto ocorrido na cidade de Brasília (DF), carregada com 1.272,00 quilos de maconha.
A apreensão ocorreu em virtude da Operação Hórus da Secretaria de Operações Integradas (SEOPI), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), na zona rural do município de Laguna Carapã. Os policiais abordagem, inicialmente, o veículo Fiat Palio branco com placas de Amambai (MS). O condutor, um homem de 22 anos de idade, disse que foi contratado juntamente com o condutor de um veículo VW Gol branco como batedores de estrada, para uma Hilux SW4 preta carregada com droga, que seguiam logo atrás.
A equipe policial deslocou pela rodovia MS-379 e localizou os dois veículos. Durante as buscas, os policiais contabilizaram 49 volumes da droga na SW4 e localizaram três rádios de comunicação instalados nos veículos. Os condutores disseram que pegaram os veículos em Coronel Sapucaia (MS) e levariam até Campo Grande (MS).
A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron), onde os três homens foram autuados pelo crime de Tráfico de Drogas.
O DOF mantém um canal aberto direto com o cidadão para tirar dúvidas, receber reclamações e denúncias anônimas, através do telefone 0800 647-6300. Não precisa se identificar e a ligação será mantida em absoluto sigilo. O serviço funciona 24 horas por dia, sete dias por semana.
fev 17, 2020 | Polícia
Nova Andradina (MS), 13 de fevereiro – Policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam, na manhã desta quinta-feira, uma Pick Up Corsa de cor azul, com placas de Dourados (MS), carregada com 224,50 quilos de maconha.
A apreensão ocorreu em virtude da Operação Hórus da Secretaria de Operações Integradas (SEOPI), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), no município de Nova Andradina. Os policiais abordagem, inicialmente, o veículo Ford Edge prata, com placas de Ubá (MG) e dois ocupantes.
Na sequência, abordaram a Pick Up Corsa, também com dois ocupantes. Durante as buscas nos veículos, os policiais localizaram os 317 volumes prensados do entorpecente. Condutor e passageiro disseram que viajavam juntos com os ocupantes do Ford Edge, que eram os batedores de estrada.
Disseram ainda que pegaram o veículo carregado com a droga em Dourados (MS), e que foram contratados para entregá-lo na cidade de Presidente Epitácio (SP).
A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia de Polícia Civil de Nova Andradina, onde os quatro homens foram autuados pelo crime de Tráfico de Drogas.
O DOF mantém um canal aberto direto com o cidadão para tirar dúvidas, receber reclamações e denúncias anônimas, através do telefone 0800 647-6300. Não precisa se identificar e a ligação será mantida em absoluto sigilo. O serviço funciona 24 horas por dia, sete dias por semana.
fev 14, 2020 | Polícia
Em depoimento à 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro) nesta quinta-feira (13/02/2020), Laryssa Yasmim Pires de Moraes, 21 anos, narrou detalhes de como executou a facadas a própria filha. Segundo a jovem, o crime ocorreu na cozinha do apartamento, de apenas três cômodos. O imóvel fica localizado na Chácara 148 da Colônia Agrícola Samambaia, em Vicente Pires.
Ela contou ter acordado por volta de 5h30 da manhã. Depois, colocou sobre a pia um colchão de berço e levou a filha até a bancada. “Tentou, primeiro, dar uma facada, mas não deu certo. A bebê começou a chorar. Foi aí que ela tentou sufocar com a mão, fechou os olhos e acertou outras duas vezes”, descreve o delegado Josué Ribeiro da Silva.
O primeiro golpe acertou a pequena Júlia Félix de Moraes, de apenas 2 anos, próximo ao pescoço, mas não chegou a perfurar a pele da menina, pois Laryssa teria usado pouca força. No entanto, na sequência, ela apunhalou a garota mais duas vezes e, dessa vez, a lâmina penetrou o tórax. Segundo as investigações, a barbárie foi praticada com uma faca de pesca, de ponta triangular.
Após tirar a vida da criança, Laryssa foi ao quarto onde o ex-companheiro e pai de Júlia dormia e tentou acertá-lo. Giuvan Félix teria acordado assustado e, na tentativa de desarmar a mulher, acabou se ferindo no rosto. Após tomar a faca de Laryssa, ele se deparou com a filha ensanguentada e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) . “Enquanto Giuvan estava no telefone, ela guardou a faca e escondeu o colchão na área de serviço, que encontramos após voltarmos à casa”, afirma o delegado.
Sem motivo
Mesmo contando todos os detalhes do assassinato, a mulher não apresentou um motivo. Os investigadores suspeitam que ela não aceitava o fato de os avós maternos e paternos terem procurado a Justiça para tentar tirar a guarda da menina. Laryssa foi indiciada por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e por impossibilitar a defesa da vítima. Ela ainda responderá pelo crime de lesão corporal praticada contra Giuvan.
Laryssa foi submetida a exame toxicológico. A polícia quer saber se ela estava sob efeito de drogas no momento do crime. Como Giuvan afirma não ter ouvido nenhum grito do bebê, a hipótese levantada pelo delegado é que ele possa ter sido dopado. “Todo o prédio ouviu, menos ele”, conta. O pai da criança, inclusive, diz se lembrar de ter tomado um suco feito por Laryssa.
Briga pela guarda
Giuvan e Laryssa estavam morando juntos desde janeiro, quando a mulher foi expulsa de casa pela mãe. Como não tinha onde ficar, ela pediu para ficar na casa dele por um tempo.
Como a acusada não tratava bem a criança, Giuvan brigava pela guarda. Ao buscar informações na Defensoria Pública, no entanto, ele foi orientado a pedir que Laryssa saísse de casa.
Foi aí que, na última semana, foi dado o ultimato para que ela deixasse o imóvel, manobra apoiada, inclusive, pela avó materna da criança. Apesar dos sucessivos pedidos de Giuvan, ela sempre adiava a saída do imóvel. “Chegou a dizer que voltaria para a antiga namorada, para irritar Giuvan, mas não surtiu efeito”, diz Josué.
Facas periciadas
Todas as facas da casa serão periciadas. A 12ª DP contará com a ajuda de papiloscopistas da PCDF para tentar elucidar o assassinato.
De acordo com o delegado Josué Ribeiro, o apoio desses especialistas ajudará a saber qual faca foi utilizada para desferir os golpes em Júlia. “Os cabos dessas facas serão analisados para achar digitais da mulher, ver qual a suspeita usou”, explica.
Outra forma de entender o caso será a busca por testemunhas. Segundo o delegado, uma pessoa é esperada para ser ouvida, e os agentes da DP estão em busca de outras.
Troca de acusações
Após confessar que havia matado a filha e ter sido presa em flagrante, Laryssa acusou, em depoimento prestado na 12ª DP, o pai da menina pelo crime. Giuvan chegou a ser detido, mas acabou liberado por falta de provas e por que a própria Laryssa voltou atrás e, novamente, disse que fez tudo sozinha.
A policiais militares que foram ao local do crime, Laryssa levantou o braço quando foi questionada sobre quem havia matado Júlia. A mulher não resistiu à prisão em flagrante. Ao ser indagada sobre o que teria feito, ela disse: “Não sei, não sei, não sei! Matei minha filha“, de acordo com informações registradas na 12ª DP.
(Metrópoles)
fev 13, 2020 | Polícia
A polícia apreendeu na casa do jornalista assassinado Leo Veras, o celular e o computador para perícia na tentativa de descobrir de onde vinham as ameaças que ele estava sofrendo. O crime aconteceu na noite desta quarta-feira (12), em Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã, a 346 quilômetros de Campo Grande. Leo foi assassinado a tiros enquanto jantava com a família.
A apreensão de todo o material na casa do jornalista aconteceu ainda na noite de quarta (12) logo após o assassinato. O promotor Marco Amarila disse ao ABC Color que com estes materiais apreendidos espera descobrir as razões das ameaças que o jornalista vinha sofrendo. Ainda segundo informações existem nos arredores da residência de Leo câmeras de segurança, mas não se sabe se gravaram o crime.
O promotor ainda contou que a esposa do jornalista disse que ele estava muito apreensivo e tenso nos últimos dias, ele praticamente se despediu da família, disse Amarila. A esposa do jornalista não confirmou a polícia se ele vinha sendo ameaçado. Leo estava em casa jantando com a família quando os pistoleiros invadiram a casa e atiraram contra o jornalista, que tentou correr. Algumas características dos assassinos já foram repassadas para a polícia, que agora tenta encontrá-los.
Leo foi atingido por 12 tiros, sendo que um foi na cabeça pelas costas quando ele já estava caído no chão, o que demonstra que o jornalista tentou fugir dos pistoleiros. Todos os tiros foram disparados pelas costas de Leo, que chegou a ser socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu e morreu.
Os três pistoleiros encapuzados estavam em um Jeep Grand Cherokee. Nos últimos dias, Léo Veras concedeu entrevista à emissora Record no programa Domingo Espetacular, em uma matéria especial sobre respeito do tráfico de drogas e violência na fronteira.
A ABI (Associação Brasileira de Imprensa), inclusive já fez denúncia sobre as ameaças sofridas pelo jornalista. Em 2013, a Associação relatou o trabalho de Léo e da imprensa nesta região da fronteira, marcada principalmente pelas execuções motivadas pelo narcotráfico.
“Vou continuar fazendo o meu trabalho como eu faço todos os dias. Não existe ameaça que me impossibilite. Não vou me trancar em casa por causa disso”, disse na ocasião
Midiamax